Gentlemen Like Alfred Hitchcock Prefer Blondes

São muitas as desvantagens (nem sei se há vantagem alguma) de se manter um blog por dez anos, uma delas é que as datas queridas, lembradas, se repetem, o amor se renova (ou não, claro) e a cada ano fica-se sem saber o que dizer o que falar, o que mostrar o que relembrar. Mas quem sabe sabe. Os que nos conhecem adivinham a que nos leva a  “devoção”.  Nunca esqueço.
Geralmente só se rememoram as datas chamadas  “redondas”, mas isso não é comigo. Se deixo de escrever a respeito é por total incapacidade e não falta de vontade.

Assim, hoje, dia do aniversário de nascimento do bruxo, do mago, do fetrichista, do  KBE  Sir Alfred Joseph Hitchcock (Londres, 13 de Agosto de 1899 — Los Angeles, 29 de Abril de 1980)  eu tenho pouco ou nada a dizer que  já não tenha sido dito.

Por exemplo, vejam aqui em  2007: Happy Birthday,  Alfred Hitchcock.
Ou mesmo aqui, também, em 2009 – : The Hitchcock’s Best Blondes.

Não deixem de ler e notar os poucos mas maravilhosos comentários…;-) Chic alors!

Fico então com o encanto irrecorrível das imagens. E lembrando que  “Gentlemen (like Alfred Hitchcock) Prefer Blondes uh la la – deixo aqui  algumas loiras-fetiches da “coleção Hitch”. As ‘menos votadas’ , tadinhas que não nasceram Grace Kelly, Ingrid Bergman ou mesmo a adorável, e lindíssima, Kim Novak , inexplicavelmente esnobada pelo bruxo, digo, fetichista, perv…ah! digo, mestre. Voilà, as louras do indirect sex appeal, do inner fire e cool surface:-)



Pois é, uma delas, entre essas lindonas, marrravilhosas, aí acima, foi a única atriz a receber um OSCAR® por atuar num filme dele. Engraçado, isso nunca me ocorrera antes… é são as vantagens se ter um blog por 10 anos. pisc*

É isso. Elas… Você sabe…

Whaddya got?

Mildred: “What’re you rebelling against, Johnny?”
Johnny:  “Whaddya got?”

Antológico. Lembrei hoje.

Eu volto, tento fazer uma homenagem ao escritor Haroldo Maranhão mas, como sempre, tenho a impressão de que não vou conseguir. Vamos a ‘veire’, ai, ai, ai . O.O

P.S. ” E , juro, falando em cinema: sabe a Denise Richards, ex-entre-tapas-e-beijos-Sra. Charlie Sheen? Pois é, contrariando a ditadura do bom gosto e coisa e tal, eu na minha fase moouito rebelde:-) peguei a segunda metade  de Garotas Selvagens (Wild Things, 1998), com a própria “no auge do pelotaço”.
É filmeco, mas muuuito bem levado, pelo John McNaughton um “thriller” (tem também Matt Dillon, Kevin Bacon, Neve Campbell de “white trash”, Bill Murray (oba! olha só, não disse que vale uma olhada?), Theresa Russel, Robert Wagner e outros menos votados) com um “plot twist”, e um “plot twist”, e um “plot twist”, e um “plot twist”, e um “plot twist”, e um “plot twist”, e um fim, e, nos créditos finais, *outro* “plot twist”, e *mais outro* “plot twist”…  Pipoca pura.
Nada mal pra uma noite fria.” (aí no Rio, claro, Carlos e Julio).

Ainda volto, um dia, com uma lista de filmes analisada pelo meu crítico (de arte/cinema do coração). Socializo, juro.

Stardust… Bette Davis.

Acabei de receber, a informação,  da  Rose.(*). Uh la la! Obrigada, muuito obrigada.
Aqui o link da TV Cultura.
O título do documentário é Stardust: The Bette Davis Story. Aqui, no Brasil, já foi exibido no canal  a cabo TCM.

Eu aproveito para, out of the blue, lembrar uma “line” fantástica de Bette. É do filme The cabin on the cotton:
— ““I’d luv ta kiss ya, but I just washed my hair.

:)

A foto de Bette foi retirada de um dos melhores e mais belos blogs de toda a Internet: Aprendendo, da minha querida e linda amiga Isabela.
Recomendo que vejam tudo, que se percam nos tesouros de lá. Em especial, leiam todos os posts com a tag Isabela. Há, entretanto, à direita, um menu riquíssimo e variado de tags a partir do qual você pode fazer a festa. É para ler, ler, ler como se não houvesse amanhã. pisc*. Você vai se supreender e se flagrar dizendo: “como é que não vi isso aqui antes”. Simples, eu esqueci de dizer isso antes,  mas lembre que você viu aqui. pisc* de novo.

E atenção, lá no Aprendendo, um prêmio extra :  Bette Davis cantando  “Que reste-t-il de nos amours (I wish you love) . Étonnant!

Ah! sim, e corrigindo a mim mesma, essa referência e essa foto já foram usadas aqui no Sub Rosa, bem aqui, olhem: Fasten your seatbelts…

Então, tá: apertem os cintos, a noite promete.

Tibdits…

Escolhi, para dividir com vocês, umas coisinhas que tenho no computador (a gente tem tanta coisa, não é? que não sabe se deleta, se dá outro destino:-).
A primeira é sobre o Oscar ®-. De todos os tempos.

Que fique bem claro: eu adoro o OSCAR®.
Tu-do: os erros, os acertos, as injustiças (claro que a pior de todas – para mim – foi com Hitchcock) , as homenagens (*), as gaffes; (aqueles micos que mais parecem King Kong); os momentos maravilhosos e inesperados – um deles, para mim, é a risada/gargalhada da Julia Roberts quando venceu e disse no discurso de aceitação – I love tha world hohoho) – E os vestidos? Ai, eu amo os vestidos – os horrorosos me divertem e fazem com que eu nunca mais veja a pessoa da mesma maneira, como aquele monstrengo vestido pela Juliette Binoche – essa criatura será francesa, vraiment? – ou os lindos como um só de uma alça (one-shouldered) da Halle Berry, ou o do ano de 2005 – ano meraviglioso – da Hillary Swank A million dollars baby , do meu adorado Clint… nossa, adorei aquele vestido e escolheria para mim, só que em outra cor – e tudo o mais que você possa imaginar…. gosto até dos MC’s . Gosto até de quem diz que não gosta do Oscar®.
Sabe, na verdade, o que eu adoro é a festa. Adoro a Vida! E Vida contém tanta coisa que não é, mas também inclui Festa. Yes, party! não é, querida Luma?

E charme é isso aqui, ó:

1-

Década de 1940. Claro que deveria ser a Bette Davis, mas:-) essa é a Norma Shearer, no filme A Divorciada(?) , pelo visto, ela ganhou;-)

2-

Gregory Peck e sua charmosíssima mulher, Véronique, you know.(1962)

3-

Olha o Paul Newman aí, genteeee, 1962

4
Julie Christie (adoro essa mulher, acho linda, e pelo que se depreende, ela gosta de festa, pois não? hohoho) e seu marido Don who?

5-
Me diz, precisa de legenda, a rainha não só do charme, mas da beleza, da elegância, da distinção, do porte nobre, da joie de vivre, da … fogem-me as palavras e se eu ficar esperando, vou perder o espetáculo. Aqui ela está com seu marido, outro charmosíssimo: Mel Ferrer
(ah, sim porque mulher charmosa, necessariamente, casa com homem charmoso. Se ele não for, vira … por contágio. E ela é toda festa – nessa foto, hein?

6-eles são maravilhosos
Anos 70
Ela e ele. Ele e ela. Eles podiam!.  Jack e Anjelica.

Fonte: BBC .

(Peço perdão pela (baixa)  qualidade das últimas fotos. Mea culpa… mas quem se encanta pelas imagens, não reclama.)
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Vem cá, vocês não pensaram que eu não ia dar o ar da minha graciosa graça, bem no Oscar do Colin Firth, hein?;-) É rúim…;-)

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Pra não dizer que eu não falei de carnaval… bem, não, de fato, não falei de Carnaval. Não entendo nada de Carnaval, mas  associo à ideia, o desfile das Escolas de Samba. Pfui! nada de nostalgia, de novo,  mas… cada ano é uma monotonia só, tudo foi ficando monocórdio também, uma tristeza, mas devo dizer que, embora eu não entenda nada de   escola de samba, só sei que a melhor de todas é a Mangueira. Não me perguntem por quê. A Mangueira é tão grande que não cabe explicação. É ou não é?.
E este ano, ai , meu Deus,  a Mangueira homenageia  NELSON CAVAQUINHO !!!! A-do-ro!
Resistir, quem há-de?

Aí, sim:-)
Lembro que eles esqueceram de Cartola, em 2008. Mas agora, está tudo bem.
Vejam – quem chegou até aqui, claro:-) – que coisa linda sobre Nelson Cavaquinho..
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Pra deixar esse post  assim, bem overkiller, como ele merece, só falta um video do Youtube.
Aqui estão dois:
Com Fernanda Takai –
E aqui, com Nara Leão. Ah! a Nara Leão.

O SEBO – Carlos Drummond de Andrade (updated)

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O filme. O texto. A música.

onde mais se pode encontrar

the clock -o ponteiro da saudade judy garland v. minelli – onde mais se poderia encontrar um filme assim?

O amigo informa que a cidade tem mais um sebo. Exulto com a boa-nova e corro ao endereço indicado. Ressalvada a resistência heróica de um Carlos Ribeiro, de um Roberto Cunha e pouco mais, os sebos cariocas foram se acabando, cedendo lugar a lojas sofisticadas, onde o livro é exposto como artigo de moda, e há volumes mais chamativos do que as mais doidas gravatas, antes objeto de decoração, do que de leitura.
Para onde foram os livros usados, os que tinham na capa este visgo publicitário, as brochuras encardidas, as encadernações de pobre, os folhetos, as revistas do tempo de Rodrigues Alves? Tudo isso também é “gente”, na cidade das letras, e como “gente”, ninho de surpresas: no mar de obras condenadas ao esquecimento, pesca-se às vezes o livrinho raro, não digo raro de todo, pois o faro do mercador arguto o escondeu atrás do balcão, e destina-o a Plínio Doyle, ao Mindlin paulista ou à Library of Congress, que não dorme no ponto… mas pelo menos, o relativamente raro, sobretudo aquele volumeco imprevisto, que não andávamos catando, e que nos pede para tirá-lo dali, pois está ligado a circunstâncias de nossa vida : operação de resgate, a que procedemos com alguma ternura. Vem para a minha estante, Marcelo Gama, amigo velho, ou antes, volta para ela, de onde não devias ter saído; sumiste porque naqueles tempos me faltou dinheiro para levar a namorada ao cinema, e tive de sacrificar-te, ou foi um pilantra que me pediu emprestado e não te devolveu? Perdão, Marcelo, mas por 5 cruzeiros terei de novo a tua companhia.
Matutando no desaparecimento de tantos sebos ilustres, inclusive o do Brasielas chego a este novo. É agradavelmente desarrumado, mas não muito, como convém ao gênero de comércio, para deixar o freguês à vontade. Os fregueses, mesmo não se dando a conhecer uns aos outros, são todos conhecidos como frequentadores crônicos de sebo. Caras peculiares. Em geral usam roupas escuras, de certo uso ( como os livros ), falam baixo, andam devagar. Uns têm a ponta dos dedos ressecada e gretada pela alergia à poeira, mas que remédio, se a poeira é o preço de uma alegria bibliográfica?
Formam uma confraria silenciosa, que procura sempre e infatigavelmente uma pérola ou um diamante setecentista, elzeveriano, sabendo que não o encontrará nunca entre aqueles restos de literatura, mas qualquer encontro a satisfaz. Procurar, mesmo não achando, é ótimo. Não há a primeira edição dos Lusíadas mas há do Eu, e cumpre negociá-la com discrição, para que o vizinho não desconfie do achado e nos suplante com o seu poder econômico. À falta da primeira, a segunda, ou outro livro qualquer, cujo preço já é uma sugestão: “Me leva”. Lá em casa não cabe mais nem aviso de conta de luz, tanto mais que as listas telefônicas estão ocupando lugar dos dicionários, mas o frequentador de sebo leva assim mesmo o volume, que não irá folhear. A mulher espera-o zangada: “Trouxe mais uma porcaria pra casa!”. Porcaria? Tem um verso que nos comoveu, quando a gente se comovia fácil, tem uma vinheta, um traço particular, um agrado só para nós, e basta.
A inenarrável prosmicuidade dos sebos! Dante em contubérnio com o relatório do Ministro da Fazenda, os eleatas junto do almanaque de palavras cruzadas, Tolstói e Cornélio Pires, Mandrake e Sóror Juana Inés de la Cruz… Nenhum deles reclama. A paz é absoluta. O sebo é a verdadeira democracia, para não dizer: uma igreja de todos os santos, inclusive os demônios, confraternizados e humildes. Saio dele com um pacote de novidades velhas, e a sensação de que visitei, não um cemitério de papel, mas o território livre do espírito, contra o qual não prevalecerá nenhuma forma de opressão.

Carlos Drummond de Andrade

Agora, a música tem de ser um standard:

Outstanding Blossom Dearie singin’ The Best is yet to come

Este texto, o poster do filme e a música –   um presente de aniversário (soy tan pobre que otra cosa puedo dar...:-) para uma amiga muito especial.

Eu adoro esse filme: Minelli e Judy Garland?: não tem erro.

judy garland robert walker the clock 1945 dir vincent minell

judy garland e robert walker

O amor termina. Quando? como?

jill swan lake ballet

O filme  An Unmarried Woman (“Uma mulher descasada”) .  O ano 1978.  O diretor, Paul Marzusky.  Nunca assisti no cinema. Todos falavam, críticas em revistas,  jornais,  e pessoas, tipo assim gente, de cara e dente, vizinho da gente etc… , os prêmios e indicações.  Dizem que, no Brasil, a série  Malu Mulher, (cómeçar de novooo, Simone)  que bombou e fez cabeças em sua época, era cria legítima do filme. Foi o filme- produto-ícone da causa feminista. Eu, nada e  lamentava não estar entre os happy few. Um dia, década de 1990, na HBO, a amiga telefonando, avisando, o filme já começando. Vi, e vi que era bom.  E, pelo que vi , o mesmo tema  e  quase no mesmo tom – foi repetido à exaustão. Compreendi que sim, para a época,  o filme, as situações, o chamado ‘discurso’, ah sim, deve ter sido mesmo um breakthrough para o feminismo, um novo ethos.  Uma coisa, porém, eu jamais esqueci e ficou até hoje registrada.
Quero falar da reação de Érica (a personagem do filme), mulher bonita, rica,  (não classe média, eu diria), conhecedora de Arte, tudo do melhor que você possa imaginar -‘estilo os ricos também choram’ – bem casada, bem sucedida, feliz,  e muito glamourosa, sobretudo, muito glamour, assim do nada recebe a notícia do marido: ele  quer e vai abandoná-la,  quer o divórcio: conhecera outra mulher; quer sair pra outra.
A reação de Érica, eu dizia, foi de tal maneira ‘flabbergasted’, estupefacta, ela mostra tal confusão, a dor, o reflexo, o sentimento, a razão em xeque: como o amor pode acabar?!!!  ( só por essa cena e sequência, Ms. Clayburgh (‘captured the imagination of a generation’) vale um tratado de atuação). Ao contrário de tudo o que me disseram, por esta cena, nada de feminismo, mas a angústia do ser humano diante do que não compreende, do que não se explica, do que não se comunica, ‘do que não tem jeito nem nem certeza, nem vergonha, nem nunca terá’.

Eu realmente procurei na Internet (onde mais? hein Tereza?, hein Cat?) mas não encontrei  as quotes, as lines desse diálogo ou melhor desse monólogo magistral. Ela diz, acreditem em mim, ela pergunta, feito torrente:  — Como deixou de me  amar? quando você deixou de me amar?  Como foi? Por inteiro ? por partes, deixou de  amar primeiro o meu rosto? Depois o meu corpo? Foi deixando de me amar por partes?  Foi aos poucos, um dia gostava menos que no outro dia? Um dia quis que eu não existisse, que desaparecesse, que morresse? Foi me tirando de dentro de você… em que momento…? As perguntas esgotando qualquer possibilidade de resposta, não buscavam respostas, queria mesmo isso: perguntar. Porque quando não sabemos inventamos o espaço da pergunta.
Situações como essa, são banais. Aí estão, por um lado,os cronistas, as colunistas ‘que tem paixão pelas relações humanas’ (com todo o respeito) explicando o que se passa nesses momentos. Concordamos ou discordamos delas, se assim sentirmos. Ou concordamos com o doutor Calligaris, em outro plano. Mas, de fato, não sabemos nada a respeito de viver essas situações.   Não sabemos nada dos sentimentos de ninguém, nada sabemos da dor, do prazer ou do amor do *outro* . A compreensão, se houver, é analógica, a percepção é parte da realidade, somos o centro de referência da percepção: sei do amor, porque o sinto. Porque sinto   a (minha) dor é que imagino a dor do outro.
Os (filósofos, pensadores) existencialistas se baseiam na subjetividade (primeiro em Sócrates) de Descartes, experiência radical de solidão: a realidade é a realidade pessoal de cada um de nós, da existência, a minha, irredutível à dos outros.
Daí as perguntas tão conhecidas – “foi bom pra você“? ou  “doeu“? (a mãe perguntando depois da queda ou do machucado do bebê). Ou a expressão “algo se quebrando dentro de mim’  que só tem sentido… para mim. Não mais. E é porque não sabemos nada do prazer, da dor, da vergonha do outro, que criamos a linguagem que diz, explica ou mascara o que sentimos ou o que o outro sente.  Solipsistas, somos todos. Na verdade, quando perguntamos  sobre a dor de se perder o amor queremos, com a pergunta, nos apossar do desamor do outro.

Mas este texto não pretende, longe de mim, ser ‘afetado’, me perdi em explicações dispensáveis. O melhor de tudo é ver Jill Clayburgh, ou melhor, Erica, de  completamente desorientada até ao ganho da consciência de enfrentamento com a vida que lhe restou, para suas experiência e tentativas agora, por sua própria conta e risco. Sem depender a não ser de si mesma, as suas procuras de definição, auto expressão, e de encontro de um ‘teto que seja seu‘ (**).
E, como  afinal, os homens são ‘o‘ problema mas não sao ‘o” inimigo, existência é coexistência, e  viver é convivência (Mitsein) o melhor mesmo é  ver o que perpassa- na bonita e engraçada, simbólica e engraçada cena final,  quem sabe uma troca – metáforas abolidas -:  Alan Bates ou  um quadro dele.

***   ***   ***

(*) Jill Clayburgh morreu aos 66 anos, em novembro passado, após lutar 21 anos contra um cancer linfático. Chapeau! Ms. Clayburgh.

(**) Expressão que dá nome a um ensaio de Virginia Wolf. Usado também,  e traduzido, por Clarice Lispector.

(***) Tive motivos pessoais para escrever este texto, mas ele saiu mais depressa, depois da referências a situações em Perto do Coração Selvagem, de Clarice e de alusão direta à ensaísta Yudith Rosenbaum.

Tony Curtis – One of the last Hollywood Royalty

Nascido Bernard Schwartz, em 3 de junho de 1925, Tony Curtis morreu ontem, quinta feira, em Las Vegas. Dois dias depois do falecimento de Arthur Penn.  Ufa! que semana!
As notícias e as biografias de ambos estão na internet inteira mas entre os textos escritos  no Brasil eu recomendaria os de Luiz Carlos Merten , um dos meus críticos de cabeceira. Aqui sobre o ator e este outro sobre o diretor.

Como sempre digo, não faço posts com necrológio ou elogio fúnebre, nem poderia, falo somente da minha experiência pessoal  com os filmes que vi.

Tony Curtis with Jack Lemmon in Some Like it Hot (1959)

Tony Curtis e Jack Lemmon-Some Like it Hot (1959)

Tony Curtis later revealed he and Marilyn Monroe had a relationship off the set of Some Like It Hot

Fonte: The Guardian

Tony Curtis: An American Prince, biografia

Tony Curtis e sua biografia: An American Prince

Fonte: ABCNEWS Leia mais deste post