Stardust… Bette Davis.

Acabei de receber, a informação,  da  Rose.(*). Uh la la! Obrigada, muuito obrigada.
Aqui o link da TV Cultura.
O título do documentário é Stardust: The Bette Davis Story. Aqui, no Brasil, já foi exibido no canal  a cabo TCM.

Eu aproveito para, out of the blue, lembrar uma “line” fantástica de Bette. É do filme The cabin on the cotton:
— ““I’d luv ta kiss ya, but I just washed my hair.

:)

A foto de Bette foi retirada de um dos melhores e mais belos blogs de toda a Internet: Aprendendo, da minha querida e linda amiga Isabela.
Recomendo que vejam tudo, que se percam nos tesouros de lá. Em especial, leiam todos os posts com a tag Isabela. Há, entretanto, à direita, um menu riquíssimo e variado de tags a partir do qual você pode fazer a festa. É para ler, ler, ler como se não houvesse amanhã. pisc*. Você vai se supreender e se flagrar dizendo: “como é que não vi isso aqui antes”. Simples, eu esqueci de dizer isso antes,  mas lembre que você viu aqui. pisc* de novo.

E atenção, lá no Aprendendo, um prêmio extra :  Bette Davis cantando  “Que reste-t-il de nos amours (I wish you love) . Étonnant!

Ah! sim, e corrigindo a mim mesma, essa referência e essa foto já foram usadas aqui no Sub Rosa, bem aqui, olhem: Fasten your seatbelts…

Então, tá: apertem os cintos, a noite promete.

Jean, santa, diana, caçadora

diana a caçadora solitária

“Não tentarei descrevê-la. Era indescritível. Era uma incitação, uma dádiva, uma loucura. A qualidade das rendas e das sedas, a maneira de se entrelaçarem, o modo de se abrir e se fechar, revelar e ocultar, imitar e transformar, parecer-se e desaparecer, tudo isso contrastava maravilhosamente com aquela simplicidade guerreira, andrógina de que já falei: Diana, a santa combatente, Diana, a gamine parisiense. Censurei-me. Ela odiava essa palavra. Désolé.”

FUENTES, Carlos.   (v. o site do escritor)
In: Diana [ou] a Caçadora Solitária.
sobre o seu romance com a atriz Jean Seberg.
*****
“Em 1957, após ser escolhida entre 18 mil candidatas, Jean Seberg – na época com 17 anos – estreava no cinema interpretando Joana D’arc, em Saint Joan, dirigido por Otto Preminger.
Dois anos depois, protagonizou Acossado, de Jean-Luc Goddard, tornando-se um mito da década de 60. Aí foi “aquela coisa que todo mundo sabe;-) até hoje.

Considerada a primeira estrela desglamurizada do eixo Paris-Hollywood – pequena, cabelos curtos e ar despojado –, ela tornou-se ativista de causas populares, ligada aos Panteras Negras americanos.

Foi no reveillon de 1969 que Jean Seberg e Carlos Fuentes se conheceram. Ele com 41 anos e ela com 30, filmando no México. A partir de então segue-se um tórrido romance que não durou mais de três meses, mas foi o bastante para marcar profundamente o escritor. Até o lançamento do livro, quase ninguém sabia da história. Carlos Fuentes conta desde a noite em que a conheceu até o dia em que ela foi encontrada, em 1979, dentro de um carro, numa viela de Paris, duas semanas após sua morte.

Algumas passagens são reveladoras, como a campanha de desmoralização movida pelo FBI, divulgando durante sua segunda gravidez que o pai da criança seria negro – fato inverídico que a abalou e resultou num aborto espontâneo. Um ano após a morte de Seberg, em 1980, o FBI rendeu-lhe homenagem póstuma, admitindo que a caluniara dez anos antes como parte de um programa de contra-inteligência. E comprometeu-se, a partir de então, a não mais utilizar a calúnia e nem combater os ativistas de movimentos populares.

O insólito encontro de Fuentes com Romain Gary (o marido), após a morte da atriz, num labirinto do jardim de um palácio europeu, traz à tona um diálogo duro e cruel, recheado de machismo e humor negro.”

Da edição brasileira do livro pela Editora Rocco.

KIM, minha bruxinha preferida, parabéns! (E mais um blog im-per-dí-vel)

Hoje, 13 de fevereiro, é aniversário de Kim Novak (OK, sei que vocês gostam de Vertigo, do corpo que cai, etcterrá, não é?. Bom, eu também… não fosse eu hichcockiana de papo amarelo (é assim que se diz, aqui na minha terra, não me perguntem por que, porque eu não sei hohoho)
kimporcel
mas gosto ainda mais dela como a bruxinha comandando os ‘intermediários’ em Bell, Book and Candle – (Sortilégio de Amor )- u-ma de-lí-ci-a!. Ela não está lindissima? E tem ainda James Stewart, o maravilhoso Jack Lemmon e.. taí, Elsa Lanchester;-). Vo c~e não viu? Oh que dor…Tadim, mas tem jeito: locadora!.

kimcm.jpg
essa aqui que não sei de que filme é mas está lindona fazendo caras e bocas, é ou não é?, diz aí!:
O nome dela era, segundo disse um amigo meu, Marilyn (veja só) aí – et pour cause – ela mudou para… claro, Kim Novak, simples, tudo a ver, né?;-) Mas acho uma bela trívia. Olha só, como meu amigo me falou:

“…a Kim Novak foi “descoberta” após vencer um concurso pra posar de Miss Frigidaire; o nome verdadeiro é Marilyn, mas como a Norma Jean já tinha virado Marilyn a Marilyn virou Kim (Hollywood é um lugar muito, muito estranho…); e é loura de farmácia.pisc* isso da loirice da loura, é ele que diz, eu não sei de nada;-))) só estou transcrevendo, e com autorização;-) Meus amigos são ou não são um barato?. (Obrigada, amigo)—;-)

e claro adoro a Kim de Picnic:
picnic1.jpg
Gente eu amo esse filme, por tu-u-d-o! Ela está lindíssima, o William Holden, está velhíssimo, não tão Golden Boy, mas… tá bem, também. A luz e a fotografia não podiam ser mais bem escolhidas, sendo o diretor o grande Joshua Logan…. agora, quem rouba o show, pra mim, é a Rosalind Russell, IMSSHO. Confiram.

E qualquer coisa, leiam sempre este site que eu vou dar de presente ;-) para vocês: É o CINEMA RETRÔ. É aí que vejo coisas do arco da… ih! do tempo do Império.

Pra terminar, como existem coisas que vocês vêem (ou não vêem) em qualquer lugar, mas vêem primeiro no Sub Rosa, hohoho, eu num pool de reportagem, resolvi publicar aqui;-) É uma coisa linda de horror kitsch.
Para prestigiar meu amigo Sandro Fortunato do site Memória Viva:

kim_novak_horror_kitsch.jpg

A bela Kim veio ao Brasil e fez umas estrepolias (sp?)estripulias – como se escreve?. Parece que foi de festa de rua e de salão, se acabando com o reco-reco na mão… bem ela fez e parece que foi sob o patrocínio de Nonô, ou para os menos íntimos Juscelino Kubitscheck, o homem era fuego! Hihihi.
veja/leia aqui:

A-há, pensavam o quê;-)? O Sandro Fortunato digitalizou todinha (eu acho que toda) a revista O CRUZEIRO. Quer mais?

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CODA :

Duas coisas importantes:.
Caso eu não venha por aqui por esses dois dias, deixo um blog re-co-men-da-dís-si-mo :

Palavra de Pantera da poetisa ZOE de CAMARIS.

Zoe, amo sua terra, o Paraná e em especial, Curitiba, onde tenho muitos amigos, e algumas cidades do inteirior: sou apaixanada pela Lapa, onde fica a Fazenda Margarida.
Para você que compartilha comigo a paixão pelo poeta Marin Sorescu, eu deixo esse lembrete de Keats. Talvez seja por isso que amemos a Poesia, esse País do Assombro e todas as suas adjacências:

“A poesia nos deve surpreender pelo seu delicado excesso e não porque é diferente. Os versos devem tocar nosso próximo, como se ele tivesse lembrado algo que nas noites dos tempos já conhecia em seu coração. A beleza de um poema não está na capacidade que ele tem de deixar o leitor contente. A poesia é sempre uma surpresa, capaz de nos tirar a respiração por alguns momentos. Ela deve permanecer em nossas vidas como o pôr-do-sol: Algo milagroso e natural ao mesmo tempo.” Keats (1795 – 1821) – (publicado em Sub Rosa v.1 – outubro de 2001.
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Um beijo a todos. Um especial (sempre) para minha querida Cat e outro também especialíssimo, para Vivina Assis Viana, minha ídala. Leiam este post da minha querida Aninha Pontes. Está o fino do fino e as dua merecem.
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Agora, a música é presente para Kim, mas amanhã é o Valentine’s Day, então vai para todos os amigos: a outstanding Julie London: