If we don’t, remember me

Eu estava pensando assim, quem inventou a carta? Não a carta de baralho, que essas a gente sabe, estuda na escola, mas as cartas cartas mesmo, quando foram inventadas, quem primeiro se viu distante um do outro que teve a idéia de  “cobrir” a distancia e ausencia com uma… carta,  ou bilhete,  epístola, misssiva , não é? No Brasil, até onde se sabe  a primeira carta foi a de Pero Vaz e seguem sendo  (ou não são?) insubstituíveis, pelo menos até o aparecimento do telefone…  Pois bem, esse post é sobre palavras (a dita e a escrita) e as imagens, esse fascínio que pega de jeito gente como eu.

Então, tão: já não é mais novidade para ninguém, e eu corro o risco de ser a última da classe… mas, com dizem os nossos irmãos do outro lado do oceano,  mais vale tarde que mais tarde e aqui está minha homenagem  e agradecimento ao moço (meu companheiro de Tumblr) do blog IWDRM,  que é campeão absoluto no quesito, luxo, riqueza e poder:-)  Estou encantada, um amor de perdição, pelas GIF‘s! Este post foi adiado desde dezembro do ano passado e acho que jamais o publicaria pois cismei que as gifs não funcionavam (perdiam o sutil movimento) no WordPress. (bem, eu ainda não sei, me digam, vocês). Burrinha, eu. Obrigada, Cat Miron.

Voilà: algumas gifs, todas de amados meus, incluindo ele, o mais poderoso, que faz aniversário no dia 31, ai, Jesus, apaga a luz! o meu Clint, ô lá em casa!…

“Hi, Lloyd. Little slow tonight, isn’t it?”

The Shining – (O Iluminado, 1980) – meu filme ‘tenebroso’ preferido. Jack Nicholson, adorado. Um Kubrick perfeito que a gente vê de olhos bem… fechados, lembram? ♦ ♦ ♦ Ela.  Mais linda, rycah e phynah impossível! Kim Novak:

kim novak

“Only one is a wanderer. Two together are always going somewhere”. Vertigo (Um corpo que cai), Hitchcock, 1958.

♦ ♦ ♦ OMG!

clint rulz: the good the bad the ugly

“Every gun makes its own tune.” (The good, the bad and the beautiful, Três homens em conflito, 1966

♦ ♦ ♦

Mas nem só de GIF’s vive a nossa atual fantasia. Também há lugar para as imagens digamos, tradicionais (JPG). Leia mais deste post

Como ‘vaes’ você?

Ava, film a touch of venus, 1948

Uma saudade imensa, uma falta sem tamanho.
Vim, hoje, porque acho que sempre temos um encontro aqui, às sextas-feiras.
Ainda não posso ficar por muito tempo, tenho um prazo a cumprir. Acho, porém, que logo após o dia 20, ou antes até, volto pra este lugar que é sina,  é  fado, na ausência é que a gente vê.
Queria agradecer a todos, todos que vêm aqui, a todos que escreveram no post abaixo, nos demais posts, a quem irei respondendo aos poucos. E também, aos que me têm escrito em particular, que me têm emprestado uma força de que não suspeito em mim.
Logo, logo, as coisas se arranjam, as doenças curam-se, os problemas resolvem-se, enfim… o que pode o real contra a imagem, não é? Quem há de não concordar com isso? Com a força da representação?

Eu quero deixar um ou dois presentinhos pra vocês, além da Ava Gardner, naturalmente, de quem estou lendo uma autobiografia bem malcriada. Ava-My Sory– de Ava Gardner e seus três maridos. Uma nota: O filme A Touch of Venus é aquela coisa, ou seja não é grande coisa, mas ela está linda e seu partner é um dos atores que eu mais amo: Robert Walker, vocês conhecem, não é? Se não, conheçam. He’s something special.

1– Este aqui, naquele conhecido efeito morphing, uma beleza, só não concordando com a presença, sem nenhuma congeniality, da Bullock.
Já é meio antigo (meio? bondade!) mas sempre vale a pena ver a Tipi Hedren. Ou não é?

Women in Film.

2– Este aqui, também meio velhinho, muita gente conhece, mas é para as horas de navegação ou pesquisa com rádio na web.
É nosso e é muito interessante.

Canal FunarteVejam e ao navegar confiram em Imagens—> Entrevistas e —>Serviços.

Me digam o que acharam do Paulo Autran e da Tonia Carrero, esplendorosos, novos, majestosos, lindos.
Ao alcance dos olhos.

***
Bem, crianças, ainda estou com pouco fôlego, vou indo, mas antes deixem que eu diga que Deus existe, e  ele e a Tereza gostam de mim.
Obrigada, amiga, adorei, a-do-ro e vou adorar sempre a Marilyn. E que russos, hein?:-)

Me aguardem pra antes do Oscar©, que é quando minha porção maior  da minha  légèreté aflora que é uma beleza. Salve, salve!

=-=-=
(*) Como vaes você? (vocês viram isso aqui?:-)

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A melhor tradução de flabbergasted

Flabbergasted já foi eleita há alguns anos a palavra mais bonita (?) da língua inglesa. Numa outra votação, deu *serendipity* Eu adoro as duas. Agora, traduzir já são outros ‘five hundreds’ .Vi isso (a eleição) há séculos, num dicionário online desses bons. Daí…

Minha homenagem ao CATLOVERSDAY ( * )

funny pictures-I am not often shocked. Right now I am totally flabbergasted.
see more Lolcats and funny pictures

(*) Muito lindão, não é? Que fique claro, no entanto, que foi com autorização expressa de minha filha, minha cã – a Dorothy (over the rainbow) Guimarães.

(**) Obrigada, figliolinha:-)

Madame, classe é classe(*)… e ‘A modernidade da tradição’)

Pois é...e tem mais.

Pois é... e tem mais;-)

Pois é, hoje amanheci desse jeito, não que nos outros seja diferente;-))) mas hoje foi de-mais. Olhem só, tipo assim bem Broadway.
Falando nisso, a Biscoito Fino, que demora mas não é boba (e como não é!) lançou o maravilhoso disco do meu querido cantor e amigo Marco Sacramento: A Modernidade da Tradição.  Se vc for olhar (e ler) o ABOUT ME? l/v/erá que desde 2001 eu já dizia que ele era o melhorrrr cantor brasileiro, depois de Orlando Silva – na fase áurea –  e João Gilberto que provou que  a perfeição existe.  Aê, Sacra! Corram!
E entre tradição e modernidade, mon coeur balance:-)

Ah sobre a Jean Muir, podem ver aqüi:-).
(*)– Nem sei por que estou es-cla-le-cen-do:”Madame, classe é classe” era um bordão de um ator que fazia o papel de mordomo num reclame (?) das louças ou whatever da marca Tramontina. Só que isso faz muito tempo. Foi na Era plectocênica e ninguém, a não ser eu e os dinossauros, era nascido. Hohoho.”Sweet Mary, ;-) The Kinks é ,claro, para todos, mas é especial procê,
Ah cadê o Fenômeno?;-))))