Heaven… I’m in heaven…

onde está wally? quem me trouxe wally?:-)

(Irving Berlin é meu pastor e nada me faltará.)
Precisa dizer mais alguma coisa?
Tudo bem, é preciso dizer que quando o pessoal aqui viu a(s) foto(s) -tem mais ou menos, umas mil, quem não sabe fotografar tem que arriscar) – assim tão, digamos recheadas, foi logo dando o veredicto: Mas, Meg, tem coragem de colocar no blog? eu: – por que? -Poxa, tá mais enfeitada que mula de cigano. O outro completou: – e mais carregada que carroça de mascate.
Ô povo carinhoso. Decididamente gentil.

O presente está na foto e o autor “intelectual” do presente está na foto dentro da foto. Guess who, guess what? Isa, minha querida Cat Miron, há um título aí que foi colocado por causa de você. Será capaz de identificar?:)

=-=
E para não dizer que só penso nisso aí que está na foto, aqui vai minha homenageada:  a “hierofantide” Natália Correia.
Dela, muito foi dito mas ainda é muito pouco diante de tudo que se pode dela dizer. E conhecer.
Fico, ficamos então, com algumas certeiras palavras que ela disse de si própria:

“Eu pareço entusiástica, exuberante, mas é só por fora. É a minha forma de me libertar das tensões que as pessoas mordem dentro de si. Interiormente, tenho a imobilidade de um ídolo oriental. Mas não sou fria. Sou até um ser profundamente afectivo. Coloco o amor na sua totalidade – o Amor que compreende Eros, Ágape (ou amor sublime), Líbido, e Fília (amizade). Este amor é a própria essência da cultura portuguesa.”

Não é maravilhoso que se fale (que se saiba falar) tão sucinta e essencialmente de si e do mundo? Uma cosmovisão, uma poética Weltanschauung?

Para hoje, três poemas  especiais para a data:), a começar por um dos mais belos e mais conhecidos de seus sonetos. Notar a simetria e a mestria no trato com os oximoros.

De amor nada mais resta que um Outubro
e quanto mais amada mais desisto:
quanto mais tu me despes mais me cubro
e quanto mais me escondo mais me avisto.

E sei que mais te enleio e te deslumbro
porque se mais me ofusco mais existo.
Por dentro me ilumino, sol oculto,
por fora te ajoelho, corpo místico.

Não me acordes. Estou morta na quermesse
dos teus beijos. Etérea, a minha espécie
nem teus zelos amantes a demovem.

Mas quanto mais em nuvem me desfaço
mais de terra e de fogo é o abraço
com que na carne queres reter-me jovem.

Natália Correa – (*13 Setembro 1923, Fajã de Baixo, Ilha de S. Miguel, Açores// +16 Março 1993, Lisboa)

♣♣♣

O segundo poema é de   Konstatínos Kavafis,  com a tradução do inexcedível José Paulo Paes.

ÍTACA

Se partires um dia rumo à Ítaca
Faz votos de que o caminho seja longo
repleto de aventuras, repleto de saber.
Nem lestrigões, nem ciclopes,
nem o colérico Posidon te intimidem!
Eles no teu caminho jamais encontrarás
Se altivo for teu pensamento
Se sutil emoção o teu corpo e o teu espírito. tocar
Nem lestrigões, nem ciclopes
Nem o bravio Posidon hás de ver
Se tu mesmo não os levares dentro da alma
Se tua alma não os puser dentro de ti.
Faz votos de que o caminho seja longo.
Numerosas serão as manhãs de verão
Nas quais com que prazer, com que alegria
Tu hás de entrar pela primeira vez um porto
Para correr as lojas dos fenícios
e belas mercancias adquirir.
Madrepérolas, corais, âmbares, ébanos
E perfumes sensuais de toda espécie
Quanto houver de aromas deleitosos.
A muitas cidades do Egito peregrinas
Para aprender, para aprender dos doutos.
Tem todo o tempo ítaca na mente.
Estás predestinado a ali chegar.
Mas, não apresses a viagem nunca.
Melhor muitos anos levares de jornada
E fundeares na ilha velho enfim.
Rico de quanto ganhaste no caminho
Sem esperar riquezas que Ítaca te desse.
Uma bela viagem deu-te Ítaca.
Sem ela não te ponhas a caminho.
Mais do que isso não lhe cumpre dar-te.
Ítaca não te iludiu
Se a achas pobre.
Tu te tornaste sábio, um homem de experiência.
E, agora, sabes o que significam Ítacas.

Konstantíno Kavafis (1863-1933)
in: O Quarteto de Alexandria – trad. José Paulo Paes.

♣♣♣

Finalmente, um dos meus poemas favoritos, ever,  do meu poeta de culto, John Donne e que dispensa apresentações. Só não dispensa apreciação (avaliação).

………..ELEGIA: INDO PARA O LEITO

VEM, Dama, vem, que eu desafio a paz;
Até que eu lute, em luta o corpo jaz.
Como o inimigo diante do inimigo,
Canso-me de esperar se nunca brigo.
Solta esse cinto sideral que vela,
Céu cintilante, uma área ainda mais bela.
Desata esse corpete constelado,
Feito para deter o olhar ousado.
Entrega-te ao torpor que se derrama
De ti a mim, dizendo: hora da cama.
Tira o espartilho, quero descoberto
O que ele guarda, quieto, tão de perto.
O corpo que de tuas saias sai
É um campo em flor quando a sombra se esvai.
Arranca essa grinalda armada e deixa
Que cresça o diadema da madeixa.
Tira os sapatos e entra sem receio
Nesse templo de amor que é o nosso leito.
Os anjos mostram-se num branco véu
Aos homens. Tu, meu Anjo, és como o Céu
De Maomé. E se no branco têm contigo
Semelhança os espíritos, distingo:
O que o meu Anjo branco põe não é
O cabelo mas sim a carne em pé.

; ; ;DEIXA que a minha mão errante adentre
Atrás, na frente, em cima, em baixo, entre.
Minha América! Minha terra à vista,
Reino de paz, se um homem só a conquista,
Minha Mina preciosa, meu Império,
Feliz de quem penetre o teu mistério!
Liberto-me ficando teu escravo;
Onde cai minha mão, meu selo gravo
; ; ;Nudez total! Todo o prazer provém
De um corpo (como a alma sem corpo)
sem Vestes. As jóias que a mulher ostenta
São como as bolas de ouro de Atalanta:
O olho do tolo que uma gema inflama
Ilude-se com ela e perde a dama.
Como encadernação vistosa, feita
Para iletrados, a mulher se enfeita;
Mas ela é um livro místico e somente
A alguns (a que tal graça se consente)
Ë dado lê-la. Eu sou um que sabe;
Como se diante da parteira, abre-
Te: atira, sim, o linho branco fora,
Nem penitência nem decência agora.

; ; ;PARA ensinar-te eu me desnudo antes:
A coberta de um homem te é bastante.

Johnn Donne, traduzido/recriado por Augusto de Campos. In: Campos, Augusto de (1931- ). S. Paulo, Companhia das Letras, 1986

♣♣♣

Pois bem, por favor, se lerem, leiam com o coração (par coeur).: este é o meu melhor, que pude conseguir. Se eu demorar a voltar, por favor, fiquem à vontade. Em determinados dias, crianças,  não me esperem acordados.:)

O SEBO – Carlos Drummond de Andrade (updated)

***

O filme. O texto. A música.

onde mais se pode encontrar

the clock -o ponteiro da saudade judy garland v. minelli – onde mais se poderia encontrar um filme assim?

O amigo informa que a cidade tem mais um sebo. Exulto com a boa-nova e corro ao endereço indicado. Ressalvada a resistência heróica de um Carlos Ribeiro, de um Roberto Cunha e pouco mais, os sebos cariocas foram se acabando, cedendo lugar a lojas sofisticadas, onde o livro é exposto como artigo de moda, e há volumes mais chamativos do que as mais doidas gravatas, antes objeto de decoração, do que de leitura.
Para onde foram os livros usados, os que tinham na capa este visgo publicitário, as brochuras encardidas, as encadernações de pobre, os folhetos, as revistas do tempo de Rodrigues Alves? Tudo isso também é “gente”, na cidade das letras, e como “gente”, ninho de surpresas: no mar de obras condenadas ao esquecimento, pesca-se às vezes o livrinho raro, não digo raro de todo, pois o faro do mercador arguto o escondeu atrás do balcão, e destina-o a Plínio Doyle, ao Mindlin paulista ou à Library of Congress, que não dorme no ponto… mas pelo menos, o relativamente raro, sobretudo aquele volumeco imprevisto, que não andávamos catando, e que nos pede para tirá-lo dali, pois está ligado a circunstâncias de nossa vida : operação de resgate, a que procedemos com alguma ternura. Vem para a minha estante, Marcelo Gama, amigo velho, ou antes, volta para ela, de onde não devias ter saído; sumiste porque naqueles tempos me faltou dinheiro para levar a namorada ao cinema, e tive de sacrificar-te, ou foi um pilantra que me pediu emprestado e não te devolveu? Perdão, Marcelo, mas por 5 cruzeiros terei de novo a tua companhia.
Matutando no desaparecimento de tantos sebos ilustres, inclusive o do Brasielas chego a este novo. É agradavelmente desarrumado, mas não muito, como convém ao gênero de comércio, para deixar o freguês à vontade. Os fregueses, mesmo não se dando a conhecer uns aos outros, são todos conhecidos como frequentadores crônicos de sebo. Caras peculiares. Em geral usam roupas escuras, de certo uso ( como os livros ), falam baixo, andam devagar. Uns têm a ponta dos dedos ressecada e gretada pela alergia à poeira, mas que remédio, se a poeira é o preço de uma alegria bibliográfica?
Formam uma confraria silenciosa, que procura sempre e infatigavelmente uma pérola ou um diamante setecentista, elzeveriano, sabendo que não o encontrará nunca entre aqueles restos de literatura, mas qualquer encontro a satisfaz. Procurar, mesmo não achando, é ótimo. Não há a primeira edição dos Lusíadas mas há do Eu, e cumpre negociá-la com discrição, para que o vizinho não desconfie do achado e nos suplante com o seu poder econômico. À falta da primeira, a segunda, ou outro livro qualquer, cujo preço já é uma sugestão: “Me leva”. Lá em casa não cabe mais nem aviso de conta de luz, tanto mais que as listas telefônicas estão ocupando lugar dos dicionários, mas o frequentador de sebo leva assim mesmo o volume, que não irá folhear. A mulher espera-o zangada: “Trouxe mais uma porcaria pra casa!”. Porcaria? Tem um verso que nos comoveu, quando a gente se comovia fácil, tem uma vinheta, um traço particular, um agrado só para nós, e basta.
A inenarrável prosmicuidade dos sebos! Dante em contubérnio com o relatório do Ministro da Fazenda, os eleatas junto do almanaque de palavras cruzadas, Tolstói e Cornélio Pires, Mandrake e Sóror Juana Inés de la Cruz… Nenhum deles reclama. A paz é absoluta. O sebo é a verdadeira democracia, para não dizer: uma igreja de todos os santos, inclusive os demônios, confraternizados e humildes. Saio dele com um pacote de novidades velhas, e a sensação de que visitei, não um cemitério de papel, mas o território livre do espírito, contra o qual não prevalecerá nenhuma forma de opressão.

Carlos Drummond de Andrade

Agora, a música tem de ser um standard:

Outstanding Blossom Dearie singin’ The Best is yet to come

Este texto, o poster do filme e a música –   um presente de aniversário (soy tan pobre que otra cosa puedo dar...:-) para uma amiga muito especial.

Eu adoro esse filme: Minelli e Judy Garland?: não tem erro.

judy garland robert walker the clock 1945 dir vincent minell

judy garland e robert walker

O aniversário do Rei, ainda

elvis king creole

Vem cá eu esqueci o dia do aniversário de Elvis? Logo ele que, como eu,  não morreu?

Bem, esquecer não esqueci- eu estava no estaleiro -, mas sempre é tempo de lembrar, afinal as comemorações dos 75 anos continuam.

Olhem aqui, matéria do Marcio Ferrari.

Bem, então esta é a minha homenagem (pífia, eu sei) para o Rei: Na foto, ele, autografando, e os fãs nas locações de seu filme (ou melhor, de Michael Curtiz) – veja tudo aqui e muito mais aqui) King Creole,  1958. Elvis lindão e já servindo  o Exército (?) americano.

Algumas curiosidades a respeito [bem este é um *pspqg*. Ou seja, só para quem gosta:-). E eu curti muito fazer este post.]:

*uma das partners de Elvis, Dolores Hart, não é que virou freira??!!! (sabia dessa, Carlos Eduardo?) e é a única freira que tem direito a voto, no  Oscar ©.

* o filme tem um encanto particular para mim: nele, atua o unsung Walther Mattau, (não,  não que eu seja da época dele hohoho, mas adoro). Amo os filmes dele, todos, mas especialmente os que fez com Jack Lemmon, aliás um dos meus filmes preferidos, depuis toujours, é o The Odd Couple, quem não viu não sabe o que está perdendo, é uma lacuna im-per-do-á-vel na biografia de qualquer cinéfilo hohoho, de novo. Corra, corra para a locadora., e depois me diga. Dipressa:-)

* ah! e sabia que no filme, originalmente, o papel de Danny Fisher era para James Dean? E que seria um boxeador, e quando o Elvis *levou* o papel, o personagem virou cantor?

* este filme é considerado por muuuita gente boa, o melhor filme de Elvis. E a trilha sonora, uma das melhores, também

Pois é, e tem mais:-), mas isso eu vou deixar que você descubra se é você é um dos qg.

I’m back. Com Clint e Marilyn

Estou quase de volta. Morta de saudade de todos. Longos meses no estaleiro :-( . Mas não resisti a dois motivos para um comeback: hoje aniversário de Clint e amanhã o de Marilyn Monroe.


Clint e “minha enteada” Allison :o)

Veja aqui:
Clint faz hoje 80 anos. Na flor da idade, of course:-)

É só isso, folks. Tô na área.
Beijos a todos. Obrigada pelos comments e e-mails

Meglyn Eastwood. :-)

***********XXXXXX********

P.S. So sorry por Dennis Hoper – R.I.P

P.S.2 – Subiu Louise Bourgeois (1911-2010)- R.I.P
E agora, como ficam as er.. aranhas?

The Hitchcock’s Best Blonde…(*)

E pra você?

E pra você?

O.K, OK, se vc lê o Sub Rosa desde o tempo em que o arco-íris (hífen?) era em branco e preto sabe que eu, pobre criatura sem idéias, contaminada irreversivelmente pelo Bacilo de Hitchcock ,  já escrevi tudo o que podia e já inventei os quizzes mais bobos e gostosinhos, modéstia às favas.

Ontem, isto é,  hoje, depois de pensar, pensar… não achei mesmo nada que já não tenha dito e/ ou republicado de alguém importante como Cabrera Infante por ex.  e resolvi perguntar ( se alguém quiser responder, fico feliz): Qual a louraça “mais mais“, a *big* and best blonde  do  Gênio (ah, vai ele era djenial) tarado por louras.
Há quem prefira Kim Novak, Tippi Hedren, Ingrid Bergman, Eve Marie Saint, Janet Leigh, até aquelas inglesas esquisitíssimas mas muito interrrrresssssantes…:-)

Eu a-m-o os filmes menores ou praticamente desconhecidos do cara. Por exemplo, O Homem Errado – The Wrong (tem loira) ou então o djenhialíssimo FRENZY, que também tem lá suas loiras .

Mas, tenho que dizer, pra mim é – É –  a Grace Kelly, que não devia ter feito outra coisa na vida a não ser ser dirigida por ele. (E olhem que eu amo a Kim Novak).

Mas especialmente nesse filme…hmmm,  eu acho que deve ser o vestido :-)  e ela ainda ter encomendado o jantar, sacumé, né?;)

Mas olha só nessa foto a  attittuddi!

E você?  acha  que  *A* big loira – cf.  Dorothy Parker, é quem  messm..?

Beijos.

Ah obrigada por vcs dois/duas ou três, estarem comentando, como eu já disse assim que puder, venho e respondo tudíssimo.

Nota:Se quiserem, leiam aqui, no meu site,  o belo ensaio de Davi Arrigucci Jr.  inspirado por Cain , alias, Cabrera Infante.

==

(*) Thx, C.

DIGA…

“…Você me abre seus braços
e a gente faz um país.”

Parabéns!

=-=-=-=-
P.S. irresistível: João = a perfeição existe.

Presentes galore: Caetano in progress e Marc Chagall

.

Sinceramente, queridos,  peço desculpas pelo post , ruim demais para um conteúdo maravilhoso.
Mas, como eu já notei que meus leitores diminuíram terrivelmente ( o que que se vai fazer? tudo bem… mentira, tudo mal, seus batráquios magros e ingratos pisc*** ) então os 4 ou 5 remanescentes vão me perdoar.

A picture, claro é  O Aniversário; de Marc Chagall, e está sendo postado, exatamente no dia do aniversário de … (Vitebsk, Bielorrússia, 7 de julho de 1887 — Saint-Paul-de-Vence, França, 28 de março de 1985) Marc Chagall, ora…
Prometo  – talvez – amanhã , falar um pouco sobre ele, o que acho desnecessário.

♣ ♣ ♣ ♣ ♣

A outra parte do post é um dos presentes que recebi. Este é o de meu Amigo maravilhosíssimo, de *ages* e que me mandou há cerca de  dez dias.
Vi, revi, ouvi, distribuí para amigos, mas não coloquei no blog, que era onde deveria ficar. Eu tinha dúvidas atrozes.
Ou seja: Caetano Veloso (eu achava que alguém estava fazendo por ele, podem verificar os tempos verbais) estava ao mesmo tempo fazendo uma tournée européia, Depois no Rio de Janeiro,  fazendo uma série de shows  e escrevendo um supersupersuperblog chamados OBRA EM PROGRESSO.
O Fausto ainda me perguntou dias depois, e aí, Meg, você leu o que te mandei? e agora respondo: Se li? Imagine se eu deixaria de ler algo que você, o melhor repórter, quem sabe, sabe!;-)) o jornalista sempre o primeiro a saber de tudo – iria me mandar?
Apenas, o estranhamento passou e foi resolvido. Minha intuição, modéstias às favas, ainda está pelo meio, não acabou de vez:_0) . A bem da verdade não é intuição: é uma lição -para mim mesma, que fique bem claro -:  Todo blog deve ser lido ou pelo menos visto  desde o primeiro post.
Mas confesso que fiquei absolutamente fascinada com a homenagem/CAJUÍNA/lágrima nordestina a VIOLETA ARRAES. (***) Ela merece!

Hermano Vianna, (sim, ele mesmo, o antropólogo) autor do  livro imprescindível sobre música popular que é O Mistério do Samba, da Ed. Jorge Zahar  dá a resposta aqui:
Obra em progresso também no mundo digital”

Em tempo  1- o blog começou em junho, mês do meu aniversário, é claro.;-)

Em tempo  2-  Como se fazia antes (usava-se fazer) aquela seção:” Correspondência eletrônica confidencial”

Fausto Rêgo to me
Jun 27 (10 days ago) Reply
Querida

Começo  [….]. Mas hoje mesmo – veja a coincidência – estive de passagem no SubRosa, e estranhei que não houvesse posts recentes. […]

[…] Mando daqui as minhas melhores energias e o meu carinho.

Deixo como alento uma dica para passar horas de olhos e ouvidos bem abertos e coração alegre. Visite www.obraemprogresso.com.br e acompanhe o que um certo baiano anda fazendo. E lhe dou duas referências mais diretas que falam por si:

http://www.obraemprogresso.com.br/?p=49
http://www.obraemprogresso.com.br/?p=24

Fique muito bem. E volte logo.
Um beijo,
Fausto Rêgo
::gentileza::gera::gentileza::
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Esse Fausto não é um amor?  Imagina se…;-) Esses é que são os verdadeiros prêmios da nossa vida.
=-=-=-=-=-=-

Obrigada, Fausto. Sempre. A você , à diretora, às meninas felinas e nossa querida chefe de Cast, do grande elenco;-)
Crianças, perdoem-me.  Foi o máximo  e menos pior que consegui fazer.
Agora, se quiserem e puderem, cantem, sem nenhuma vergonha ou embaraço. Ela merece. E quem não gostar…já sabe….;-)))