If we don’t, remember me

Eu estava pensando assim, quem inventou a carta? Não a carta de baralho, que essas a gente sabe, estuda na escola, mas as cartas cartas mesmo, quando foram inventadas, quem primeiro se viu distante um do outro que teve a idéia de  “cobrir” a distancia e ausencia com uma… carta,  ou bilhete,  epístola, misssiva , não é? No Brasil, até onde se sabe  a primeira carta foi a de Pero Vaz e seguem sendo  (ou não são?) insubstituíveis, pelo menos até o aparecimento do telefone…  Pois bem, esse post é sobre palavras (a dita e a escrita) e as imagens, esse fascínio que pega de jeito gente como eu.

Então, tão: já não é mais novidade para ninguém, e eu corro o risco de ser a última da classe… mas, com dizem os nossos irmãos do outro lado do oceano,  mais vale tarde que mais tarde e aqui está minha homenagem  e agradecimento ao moço (meu companheiro de Tumblr) do blog IWDRM,  que é campeão absoluto no quesito, luxo, riqueza e poder:-)  Estou encantada, um amor de perdição, pelas GIF‘s! Este post foi adiado desde dezembro do ano passado e acho que jamais o publicaria pois cismei que as gifs não funcionavam (perdiam o sutil movimento) no WordPress. (bem, eu ainda não sei, me digam, vocês). Burrinha, eu. Obrigada, Cat Miron.

Voilà: algumas gifs, todas de amados meus, incluindo ele, o mais poderoso, que faz aniversário no dia 31, ai, Jesus, apaga a luz! o meu Clint, ô lá em casa!…

“Hi, Lloyd. Little slow tonight, isn’t it?”

The Shining – (O Iluminado, 1980) – meu filme ‘tenebroso’ preferido. Jack Nicholson, adorado. Um Kubrick perfeito que a gente vê de olhos bem… fechados, lembram? ♦ ♦ ♦ Ela.  Mais linda, rycah e phynah impossível! Kim Novak:

kim novak

“Only one is a wanderer. Two together are always going somewhere”. Vertigo (Um corpo que cai), Hitchcock, 1958.

♦ ♦ ♦ OMG!

clint rulz: the good the bad the ugly

“Every gun makes its own tune.” (The good, the bad and the beautiful, Três homens em conflito, 1966

♦ ♦ ♦

Mas nem só de GIF’s vive a nossa atual fantasia. Também há lugar para as imagens digamos, tradicionais (JPG). Leia mais deste post

LILITCHKA – Updated

lilia brik (direitos de img reservados)

LÍLITCHKA!

Em lugar de uma carta

Fumo de tabaco rói o ar.
O quarto —
um capítulo do inferno de Krutchônikh. (1)
Recorda —
atrás desta janela
pela primeira vez
apertei tuas mãos, atônito.
Hoje te sentas,
no coração — aço.-
Um dia mais
e me expulsarás,
talvez, com zanga.
No teu hall escuro longamente o braço,
trêmulo, se recusa a entrar na manga.
Sairei correndo,
lançarei meu corpo à rua .
Transtornado,
tornado
louco pelo desespero.
Não o consintas,
meu amor, meu bem,
digamos até logo agora.
De qualquer forma
o meu amor
— duro fardo por certo —
pesará sobre ti
onde quer que te encontres.
Deixa que o fel da mágoa ressentida
num último grito estronde.
Quando um boi está morto de trabalho
ele se vai
e se deita na água fria.
Afora o teu amor
para mim
não há mar,
e a dor do teu amor nem a lágrima alivia.
Quando o elefante cansado quer repouso
ele jaz como um rei na areia ardente.
Afora o teu amor
para mim
não há sol,
e eu não sei onde estás e com quem.
Se ela assim torturasse um poeta,
ele trocaria sua amada por dinheiro e glória,
mas a mim
nenhum som me importa
afora o som do teu nome que eu adoro.
E não me lançarei no abismo,
e não beberei veneno,
e não poderei apertar na têmpora o gatilho.
Afora
o teu olhar
nenhuma lâmina me atrai com seu brilho.
Amanhã esquecerás
que eu te pus num pedestal,
que incendiei de amor uma alma livre,
e os dias vãos — rodopiante carnaval —
dispersarão as folhas dos meus livros…
Acaso as folhas secas destes versos
far-te-ão parar,
respiração opressa?
Deixa-me ao menos
arrelvar numa última carícia
teu passo que se apressa.

-==-=-=-

Wladimir Maiakóvski.Em lugar de uma carta“.
26 de maio de 1916 (Petrogrado)
(Tradução: Augusto de Campos)

(1) Alusão ao poema “Um jogo no inferno
de A. Krutchônikh e V. Khliébnikov.

Sobre Lilia Brik ler aqui. Ou ainda nestedossiê Maiakovski

‘Três mulheres em sua vida: Lilia Brik, Veronika (Nora) Polônskaia e Tatiana Iácovlieva. Quis casar com Tatiana, uma russa branca, mas não o fez. Também quis casar com Nora, mas ela não aceitou. Viveu com Lilia e com o marido dela, caso que estarreceu a sociedade e que foi batizado, ocidentalmente, de ménage à trois e, pela própria Lilia, de “uma ideologia amorosa”, fundamentada no livro de Tchernichévski – Que fazer? – que pregava a não-possessividade entre marido e mulher.

O caso teria acontecido mais ou menos assim, como narrado no livro I LOVE , the story of Vladimir Maikaovski and Lilia Brik, de autoria dos norte-americanos Ann e Samuel Carters, que passaram sete anos na Rússia bisbilhotando tudo a respeito desse outro lado da vida do poeta: Lilia era casada com Ossip Brik, crítico literário, e ambos vieram a conhecer Maiakovski quando este procurava um quarto para alugar. Passando a morar com o casal, os três tornaram-se muito amigos. Lilia e Maiakovski apaixonaram-se um pelo outro. Contaram a Ossip, que não viu motivos para deixar a casa. E continuaram a viver os três sob o mesmo teto.

Lilia foi “a mulher” na vida de Maiakovski, aquela para quem ele ofereceu poemas, aquela que recebeu o que viria a ser conhecido como “poema concreto”: um anel, gravado com as iniciais de seu nome – L – I – UB – que, ordenadas de forma circular, formavam a palavra LIUBLIU (AMO).

Em julho de 1972, Lilia Brik concedeu entrevista ao brasileiro Boris Schnaiderman, em sua residência perto de Moscou. Lilia garante que não tinha mais nada com Ossip Brik quando começou relacionar-se com Maiakovski. Quando desta visita de Boris, Lilia já estava casada há quarenta anos com V.A. Katanian, também amigo de Maiakovski, e ambos sempre se dedicaram a estudar e divulgar a obra do poeta. Em 1978, aos 86 anos, Lilia suicidou-se.’

Em que circunstâncias, uma pessoa como Lilia Brik se suicidaria , em idade tão avançada?

Este é um assunto fascinante e foi tratado em tese de doutorado pelo jornalista e professor de Filosofia Arthur Dapieve e -pessoalmente- o tenho considerado objeto de reflexão. O mesmo ocorreu com (1)Primo Levi, escritor italiano, químico, sobrevivente do campo de concentração Awschwitz-Bierkenau, autor dos livros  É isso um Homem e Tabela Periódica. Nasceu em 1919 e suicidou-se 1987, emTurim . (2) Gilles Deleuze (1925-1995) suicidou-se após grande sofrimento com um cancer de pulmão. 3-Há cerca de dois meses, em 29 de novembro de 2010, o grande cineasta Mario Monicelli , suicidou-se, depois de ter feito uma brilhante carreira e ser reponsável pela criação de algumas obras primas, aos 95 anos.

Nada de morbidez, asseguro,  apenas, estranhamento. O assunto, o importante, a essência, continua sendo o poético, o humanamente  poético.

***

=-=-=-=

Update:

Maria Schneider – R.I.P

João Guimaraes Rosa, sua Hora e sua vez

JGR Museu cordisburgo
.

Tude se finge, primeiro; germina autêntico é depois.”
De um dos prefácios de Tutaméia.

 

Uns tesouros que quero dividir com vocês: são fragmentos de uma homenagem feita a Guimaraes Rosa, por um amigo seu, médico, escritor, intelectual brilhante e Professor Emérito da Faculdade de Medicina da UFMG,  Luiz Otávio Savassi Rocha.
Publiquei este excerto no Sub Rosinha… bem, leiam até o fim,  lá nos encontramos:-) Naqueles dias de 2001, não havia o Google – e dá pra se imaginar o mundo sem o Google? – hoje, não digo que seja mais fácil, longe de mim,  é apenas mais simplestudo está aqui. Leia mais deste post

STRANGE FRUIT.

strange_fruit

Eu sei, eu sei: sai o Weblog do Pedro Dória, um blog do meu coração, ele, nosso contemporâneo, sendo ele, o Pedrinho,  quem ‘nos’ recebeu – um dos pouquísimos jornalistas que não era como quase todos os outros a essa época, primeiro semestre de 2001:  na maioria acerbos críticos, de uma estreiteza de mente que levou a uma bloody generalização, a de que blog era diário tipo “ah! que c’est beau mon p’tit omblier”.
Em resumo para 99,98% dos brutos, blog era coisa de gente sem noção (OK, alguns eram mesmo). Acho que eles eram sinceros, pois a coisa “pegou” mesmo para os incréus e  *lerdos* foi depois do 11 de setembro.  Agora, o irônico  é que graças a pessoas como Pedrinho (não é forçação de intimidade, é que alguns de nós sempre o tratamos assim e assim ele era para nós: e ele era a a própria representação do NO – Notícia e Opinião) e Cora Rónai, (esta deu a famosa resposta a Marcelo Tas qando ele numa entrevista perguntou: ‘Você pode traçar um perfeil de um cara que faz blog?’ e ela respondeu: ‘Vem cá, dá pra traçar um perfil da Humanidade, cara pálida?’ – citação de memória portanto muito infiel nas palavras mas precisa, precisa demais no sentido -)  é que os blogs puderam se firmar, alguns excelentes, eu diria mesmo imbatíveis, nunca superados em qualidade, outros desistiram, outros foram deixando de er o que dizer e desapareceram para o oblívio:-) e outros, claro, nunca chegaram a ter seus 15 minutos de alguma coisa, a não ser..bem, orbitando em torno de algum deslize possível ou imaginário de outros –  bom,  mas foi graças as pessoas como eles, Ped e Cora Rónai, que, *num vu*, ironicamente, tudo que era jornalista passou a ter blog, chegando  mesmo a haver um fase em que  blog mesmo só  valia se fosse de jornalista… Se é que me entendem, embora em circunstâncias beeeeem diferentes, parece que tudo voltou a ser a mesma coisa. Blog parece só valer se for escrito por jornalista. E os jornalistas brigam entre si, e…. O que eu acho mesmo é que falta alguém dessa época, que seja bem articulado e que tenha boa visão e excelente memória contar o que foi a história dos blogs no Brasil. É uma história de fases, e rio muito de uma especial em que se cunha a estranha, estranhíssima frase dubitativa: “Blog é literatura?”

E sim, ou melhor não,  não vou deixar de falar no professor e escritor Idelber Avelar. Como ele já esteve fora, interrompeu  a atualização do blog, uma vez e voltou; como ele não disse que está deixando de blogar , mas ralentando. então não conta. Só estranho, um direito que tenho como leitora e  admiradora,  porém ele explicou muito bem, que ele se tenha despedido num post em que não diz uma única palavra sobre a situação política atual. Mormente sobre certas situações gritantemente constrangedoras. Que quanto a isso, claro sempre as há. Mas falta-me o parecer dele, tão atuante e afiado que é .  A tudo tão tão atento. Eu digo isso  porque o Idelber, era – no blog –  antes de tudo, não um intelectual, mas um crítico político e dos muitíssimo bons. E dos mais polêmicos e desafiadores. Não que ele não seja um intelectual. Mas ele mesmo deve estar me entendendo muito bem, melhor do que ninguém.  Nessa hora, nessa  precisa hora, eu não esperava que ele saísse. Ou talvez, I mean, eu me sinto confusa sem o blog  dele num momento tão especial, tão rico, tão decisivo, eleições etc etal… Tão  carecendo de pessoas  com a fibra singular que ele  tem.  Mas se só está hibernando, então ele sabe o que está fazendo.  Ele tem o que se chama de accuracy. Então, escolheu convenientemente. Sabe a hora que escolheu para tal. Só desejo a ele grande sucesso. E rápido retorno.

Já o  Pedro faz a gente ficar tristealegretriste, embora  eu e acho que todos esperamos que volte logo. Tipo assim, fora de jornal jornal;-)  E  sempre de uma forma renovada, rica e diferentemente semelhante.

♣♣♣♣♣

Mas, muito bem, o que tem a ver o título e a ilustração deste post com esse intróito “ceroso”?

É que para algumas pessoas amigas eu disse que hoje daria (porque só hoje saberia) uma resposta a respeito de como eu vou, como eu estou. Uma consulta importante etc etc…l. Pois bem, estou djoinha, pulei uma grande fogueira. E, como símbolo desse estado, bom, maravilhoso e, sobretudo, esperançoso,   essa fruta aí acima entrou hoje no meu cardápio,  por recomendação médica. Vou ficar ultrajantemente mais bonita, mais saudável, até mais  nova com ela :oO.   Agora a fruta, Putzgrilo, a fruta…. Tem nomes lindíssimos e é bonita, embora seja um cacto!: olhem aqui. Tem até flor com nome poético, literário demais.

Querem ler a respeito e tirar suas conclusões? :-c . Pois é, os  resultados dos exames foram ótimos.  E sabe, gente, eu até desconfio, com perdão do Grande Lord (que lordeza/nobreza pouca é bobagem,  tee-hee) que voltei a ser mais chique até do que eu já era. pisc*

Essa foto,  eu tirei da minha casa, da janela da minha cozinha amazônica.

*****

Eu, que agora ninguém me segura, já comecei a responder a todos, todíssimos que comentaram aqui. São todos uns lindos, megníficos. Mille mercis.

***

Reparem quantos anacolutos.

Tudo isso pra dizer que os bons blogs fecham e eu aqui falando de.. frutas, estranhas frutas, exóticas frutas.

Fazer o quê. Aqui tudos, praticamente tudos sobre essas lindas cactáceas:-))

*****

E isso:

Paulo Mendes Campos revisited – “A Marquesa…” pelos (geniais) leitores do Sub Rosa

marquesa_chaise.jpg

Pessoas queridas. Nem vou falar muito, aliás, nada, nada, nada…

Apenas recomendo que abanquem-se…oopss! que é isso?…*amarquesem-se” na marquesa ao lado para ler a respeito da Marquesa láááá em baixo.
E testemunhem, comigo, o talento dos leitores e amigos do Sub Rosa… Woo-hoo!

Isto sem contar a alegria que me deram: viva a interatividade, que eu imaginava ter antes e agora não mais…. Tô tão feliz que acho que Deus existe e gosta de mim;-))). Dei umas sutis mexidinhas, qualquer coisa, reclamem . Obrigada, gente… Voilà:

♣♣♣

ALIKI – ma chérie-

“O Wolfgang embarcou! On dirait un message codé de la BBC à la Résistance ! Résistons donc. Foi registrado…E acho que a marquesa saiu foi às 5 da matina pé ante pé e farta de tanta farra. (Tipo Secretaria -Geral dos Annales de la Résistance;-))

♣♣♣

*Ana Vidal – Porta do Vento

1 -Às cinco horas da tarde.
Eram cinco da tarde em ponto.
A marquesa saíu
às cinco horas da tarde.
¡Ay qué terribles cinco de la tarde!
¡Eran las cinco en todos los relojes!
¡Eran las cinco en sombra de la tarde!

(Ana Vidal, em cima do lance, em parceria com Federico García Lorca)

2Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o
ser, muda-se a confiança;
E muda-se a marquesa, pr’a
festança
Às
cinco horas da tarde, em ansiedades!

2-Alma minha gentil que te partiste
Tão cedo desta vida descontente
Às
cinco em ponto dá-se o acidente:
Morre a marquesa, ai de
mim tão triste
(Luís de Camões, amante da marquesa)

3- A marquesa é uma fingidora.
Finge
tão completamente
Que chega a fingir que entra
Quando sai, às cinco horas.
(Fernando Pessoa, apaixonado platónico da marquesa)

4- “- Então, homem? Quando chega a nova marquesa? – perguntou o cirurgião, impaciente. – Como quer você que eu opere, se a velha se partiu ao meio??”
– Daqui saíu às 5
horas, doutor. Mas, com o trânsito que está… – (Diálogo do médico com o fornecedor de equipamento hospitalar, atrapalhado.”)

♣♣♣

*Carmen-
“A marquesa (aquela cabra) que não faz nada de nada na vida saiu às 5 horas. Da tarde. Às cinco da manhã é a hora que ela chega. Esse mundo tá perdido. Aliás, “Marquesa” é o nome de guerra dela. (Colega de “ponto* da marquesa)

♣♣♣

* Célia Trakl

“A markz se mandoh as 5hs naum sei pq, vei. Vai ver entrou numas, o markz q se cuide, vei. (Garotão com culpa no cartório)

♣♣♣

Claudio Boczon – Porão abaixo
1-Às cinco horas, saiu marquesa (édito durante o Regime do Terror)

2-“A marquise caiu às cinco horas, e a marquesa, oras, saiu?” (T. psicografia do Galo do Gugala, também vitimado pela laje)

3- -”Às 5 horas, saiu marquesa mas, voltará a mesma à mesma? (filósofo existencialista e gramático;-))

♣♣♣

Elis Marchioni –

1-A marquesa saiu às cinco horas para tomar um delicioso café na Cristallo (ou na Di Cunto).Enfim, a marquesa saiu para tomar café. (Tipo cafeína)

2- Sorte da marquesa ter saído às cinco horas. Às cinco e quinze invadiram sua residência, à rua Gusmão, arrombaram a porta, mataram o empregado, o gato e o canário. No cofre arrombado, não encontraram jóias ou dinheiro. Estavam na mala quadrada que a marquesa despachou mais cedo no porto.Elis, depois de ver uns programas forenses.

♣♣♣

Ery Roberto – Infinito Positivo:

1-Se 5:00 A.M.: “A Marquesa está chegando, mas finge que é saída”.
Se 5:00 P.M.: “A Marquesa saiu e o
Marquês foi visto tomando catuaba.”

2- “Se a Duquesa [cometendo mais uma gafe, era Marquesa] saiu às 5 era coisa dela, se saiu às 6 era coisa dela, se saiu às 7 era coisa dela. A única coisa que posso dizer é que não sei de nada.
(Luiz Inácio LULULALA da Silva)

3- Se chorou ou se sorriu, o importante é que a Marquesa saiu… às cinco horas (Ery RobertoeErasmo”.

♣♣♣

Fabio – PROSÁPIA

Quanto à marquesa, não posso dizer nada. Nunca a encontrei, não a conheço e os dólares que ela levava não são do partido. O quê? Você pergunta como eu sabia dos dólares? Não, eu não sabia de nada, você entendeu mal, você está colocando palavras na minha boca. Vai acreditar numa monarquista como ela e me colocar assim contra a parede? Exijo respeito. Tenho uma biografia!” (Tipo o quê? Eu não sei de nada!)

♣♣♣

Gugala – Ao³:

1- “- A marquesa não saiu às cinco horas. ”
(Depoimento de um conhecido politko brasuca à uma comissão de inquérito de alguma CPI

2- ” Aquela vaca não voltou ainda
(
marquês marcão)

3- “A marquesa trepou as 5 horas. Sem parar.”
(
Marquês de Sade)

♣♣♣

Isa

“A marquesa saiu as cinco horas da tarde?! Cortem sua cabeça!!!”
(
Tipo Rainha de Copas / Lewis Carroll)

♣♣♣

Ju –After the fall

Cinco da tarde, hora estranha. Até a marquesa, sem dar explicação do porquê de tal decisão, saiu.;) (Juliana Marques, não-marquesa)

♣♣♣

Magaly Campelo de Magalhães –

1- A Marquesa, às cinco? Da matina? A ou de coche?Não, não diga mais nada. Como todos imaginavam, menos eu, claro, que não sou de muito falar, não é mesm… ? (D. Guarámulher do barbeiro, este doublé de fotógrafo de Passaperto / Triângulo Mineiro)

2- Da matina, sim, mas vai embora. pelas cinco da tarde, depois que o Doctor House fizer os exames mais estrabóticos do mundo, ameaçar o Marquês de viuvez precoce, e, finalmente, diagnosticá-la com precisão meticulosa (Magaly, programadora do Universal Channel, especial para o Sub Rosa.)

 

♣♣♣

Marie Tourvel – As letras da sopa

1– “A empregada da Marquesa estava ouvindo um belo Odair José no radinho de pilha: “Eu vou tirar você deste lugaaar”, quando a patroa a chama: Suzineeeeete, tô saindo. E se foi a Marquesa às 5 pro bailão pra dançar ao som do Wando.” (Estilo Marie Tourvel)

♣♣♣

Orlando Gemaque:

1-Se saiu, ninguém sabe ninguém viu, mas as inimigas da marquesa juram que ela saiu, como era seu costume de uns tempos pra , ás cinco. Vá saber se foi da manhã ou se foi da tarde (Testemunha ocular)

2- “A Marquesa? saiu? às 5 h? Que Marquesa? Que 5 horas? Ainda existe marquesa no Brasil? (Moçoila com chiclete na boca, distraída)

3- A Marquesa levantou-se da marquesa e correu, foi atropelada e agora está no Pronto Socorro na última marquesa que restava, pensando 5 horas não é hora boa para sair. (Orlando, aluno virtual da professora Rose)

 

♣♣♣

Peri S C – Armazém Peri S. C

“A marquesa escafedeu-se impávida, ali pelas 5 horas, afinal uma mulher elegante ao escafeder-se não pode ser muito precisa no horário. ( ouafinal, ninguém se escafede em horários precisos )”

(Peri, nosso blogosférico Petrônio, árbitro da elegância, filosofando)

♣♣♣

Pedro S BOTELHO (PSB) – articulista do Porta do Vento

Porra! – disse a Marquesa, dando um murro e batendo com as tetas na mesa.
São cinco horas e tenho que dar corda aos sapatos… (Tipo .. ora, o Piorio Sabe-me Bem – às vezes.)

♣♣♣

 

O Réprobo – As Afinidades Efectivas

1- “É evidente que a Marquesa não saiu às cinco horas, pois´essa é a impreterível altura do seu chá”. – O Fornecedor de Alibis.

2- “A Marquesa saiu às cinco horas. Da casca, não da casa, como ficou por gralha tipográfica, sem ser notícia”. – A Redacção do Periódico, desculpando-se ante os protestos dos leitores.

3- “A única Marquesa quehoje é a cama do consultório do médico. Como querem que ela se tenha posto a andar às cinco horas?” – O Republicano.

♣♣♣

 

Rose Marinho Prado – Aulas da Rose

“Temos a presença da Intertextualidade e também a primeiridade pierceana, quando trafegamos pela modernidade , flertando assim com as flotilhas malarmaicas , poundianas e, também !com o signo , por que não? o quali e ,mui digno, signo. Em ” marquesa saiu às cinco horas”, há o dialogismo do narrador personagem, o tempo, o qual em instantes verbivoco ( Ler meu livro, lançado pela editora do Cogeae. “Onde anda a onda de Haroldo?” – um excerto design literário e por que não? culinário, que um signo envolve os órgãos todos do humano e também daquilo oculto
Tem-se
que Bakthin, oculto, trafega e flerta ( sim o flerte existencial e materializado em signos palpáveis) com o tempo, no tempo e para o tempo. Tempo que pára engendrando a epifania (que também flerta com “O Búfalo”, de Clarice Lispector. O tempo, a Marquesa e a impossibilidade do ódio, nessas contemporaneidades dum texto que contempla autores como Domenico di Masi, em “O Ócio Criativo”.
Fica
evidente que , no ócio , toda a epifania clariceana vislumbra e atravessa num esgar a narrativa que, assim como um bailarina em pas-de-deux alça ao ar a Marquesa, sustentando-a em criaçoes que funcionam tal qual orgasmos múltiplos, que também dialogam com o qualissigno pierceano , engendrando para o leitor a segundidade que, febril caminhará par aa terceiridade, onde a Marquesa surge numa linguagem pictórica . O eme (m) de Marquesa delineiam suas pernas abertas, envolvendo o tempo que é o ponto G. Este que flerta com o dialogismo das flotilhas não de Lispector mas também de Sousândrade.Este que coaduna com a criação, fechando o tempum, usando seu chapéu, símbolo fálico,marcando assim a presença freudiana ; Lacan também comparece, embora, não cobre nada à Marquesa que, num exato divã, ouve de sua analista que o tempo acabou.
Cabe
assinalar a cumplicidade da narrativa com o flerte que capta as sonoridades: o som esa em associação densa e em primeiridade capta o Guesa Errante . (Professora da Semiótica da Puc)

2- “Pela primeira vez na história do Brasil , a marquesa saiu às cinco horas, porque, hoje, neste país, ninguémmole pra marquesa. A marquesa trabalha duro, minha gente. E pessimista nenhum vai dizer que a marquesa não faz parte do meu governo.” (tipo Governo)

3 – “1970…
Saiu a marquesa, a
baixela, o tapete, os dois candelabros, a bergère, a banheirinha dos pés, o aquário. A televisão.
À
noite, o dela. Gritado. Eu, a um passo da meia-noite.
Exaustos, no colchão. Amanhã, à estrada.” (Tipo Memorialista)

 

4-

Marquesa
Martelulia vibrilínica
Babe
lúdica , barbeirando
Cloacacaquesa
Cloalíndrigo
Estrela dalvadando
Vale publicitas
Saindoindonde
Marc, doramarca
Doriana, dorilama
Dore a cama
discreto pianolando
Setas cinco viajando
Vituperiana javanesa
Piano piano
Babe
Coca
Beba a marquesa
(Tipo concretino estilo ‘criado’ pelo Ruy )

 

♣♣♣

Teresa –A Gota de Rantanplan
“«A desavergonhada da marquesa saiu às cinco horas do leito do adultério – já ia atrasada para o chá conjugal com o corno do marquês»João da Ega para Carlos da Maia.

♣♣♣

Sum – já com um blog à espera;)

“Já a tarde ia longa
Quando o cuco espreitou
E cinco badaladas cantou.
A marquesa levantou-se e desceu
o seu cabelo ajeitou,
Pegou no lulu e basou.
Já a noite espreitava
Quando a Marquesa voltou
E o que fez, a ninguém contou.”

A Marquesa deu de frosques por volta das cinco.
Um embrulho trouxe quando voltou
E no lixo o deitou
Mas quem lho fez a ninguém contou

A Marquesa vestiu-se, bateu a porta e sumiu.
Eram cinco da tarde, mas ninguém viu.

No limiar da porta a criada espreitou e avisou a sua senhora de que as cinco tinham acabado de bater. Calmamente a Marquesa levantou-se, deu um jeito no cabelo amassado, vestiu um casaco e dirigiu-se à porta. Sem dar explicações saiu.

♣♣♣

Ladies and Gentlemen: Muito obrigada! Olha aí: ELA! A MARQUESA! Tadinha!;-) marquesa_villefranche_goya.jpg

Escritora, feminista, SIMONE DE BEAUVOIR, mulher e mulher-militante (UPDATED)

OK, gente, sei que não pediram minha opinião, e até já estou chegando um pouquinho tarde mas confesso a vocês que gosto muito mais de Simone de Beauvoir hoje do que gostava antes.
Simone Lucie-Ernestine-Marie-Bertrand de Beauvoir (1908-2008).
Muito “certa” (certinha – não confundir com as certinhas do Lalau, embora tenha sido muito bonita – no sentido de rangée) e muito exemplar, antes parecia uma mulher congelada e seu feminismo de um rigor que afastava as garotas da minha idade… ela era tudo o que jamais seríamos ou queríamos. Pior, o que nenhuma mulher gostaria de ser. O seu livro Segundo Sexo, era muito “avant-la-lettre– para ser percebido, por nós, meninas estudantes da PUC do Rio de Janeiro, como feminista, e foi muito mais tido e havido como uma masculinização da mulher. Na verdade, Simone preconizou e foi precursora do que viria ser o feminismo. Ela estava e esteve à frente da Beth Friedman, e até mesmo de Ms. Steinheim, esta é que é a verdade;-)
Mas hoje, com a descobertas do que os idiotas de plantão chamariam de deslizes, e nós mulheres, aceitamos perfeitamente num ser apaixonado, os seu amores, *O* amor, e sua renúncia a este amor , em favor de uma escolha (por Sartre)…. sua militância oriunda de uma reflexão que só se consegue após muitos golpes na consciência, Simone é mais compreensível e mais próxima. Quem pode – se é que alguém pode – julgar Simone – a intelectual que nos faz refletir sobre a moral da ambigüidade: prevendo (o que hoje se sabe) que cabe ao indivíduo criar laços com seus pares através de ações éticas – o que requer projetos que expressem e então, encorajam a liberdade. E principalmente a meta cognitiva e de práxis de que se o homem é livre de um jugo (ou um D/d/eus?) que garanta a ação moralmente correta, eis que Simone nos apresenta à idéia de que a liberdade humana depende da liberdade de todos para ser efetiva. Um bem para além do nosso próprio bem: mas o bem de todos.
E por fim , confesso que foi a Simone tardive que me fez gostar muito mais, mas muito mesmo de Camille Paglia, outra que também anda pensa) sempre na frente, analisando o presente e prevendo o futuro. Salut Camille!
Esqueçam Cerimônia do Adeus (menos a maravilhosa frase final: « Sa mort nous sépare. Ma mort ne nous réunira pas. c’est ainsi ; il est déjà beau que nos vies aient pu si longtemps s’accorder. » e comemoremos os Cem anos de Simone! Viva Simone!

simone_slate.jpg

French writer and philosopher Simone de Beauvoir was born on this day in 1908. Her seminal book, The Second Sex, is considered by many to have launched the contemporary feminist movement. PARIS — Simone de Beauvoir, 1952. © Elliott Erwitt / Magnum Photos .. SLATE Magazine January 9, 2008

Os claro-escuros de Simone de Beauvoir : Comemorações do centenário da intelectual feminista
Octavi Martí, em Paris

Fadela Amara, a atual secretária de Estado para a Cidade do governo Sarkozy-Fillon, encabeçou suas felicitações de Natal com a seguinte frase: “Ser livre é querer a liberdade dos outros. É uma citação de Simone de Beauvoir. O fato de uma ministra de um Executivo que tem entre seus objetivos “acabar com o pensamento de maio de 68″ citar Beauvoir, fundadora do feminismo moderno, maoísta ocasional e que se autodefinia como “totalmente de esquerda” e “desejosa da queda do capitalismo”, combina mal com o lema sarkozista de “trabalhar mais para ganhar mais”, horizonte insuperável do atual presidente da República Francesa.

Simone de Beauvoir (Paris, 1908-1986) foi romancista, ensaísta e militante política, mas essa última faceta demorou para se manifestar. “Lamento que tenha sido necessária a guerra para me fazer compreender que vivia no mundo, e não fora dele”, escreveu em 1985, referindo-se ao período da ocupação alemã, quando ela e seu companheiro, Jean-Paul Sartre, quase não manifestaram qualquer inquietação política, convencidos, já em 1941, de que os americanos viriam libertá-los e que era melhor esperar em casa, junto à lareira, escrevendo romances, peças de teatro ou reflexões filosóficas, tudo salpicado de “amores contingentes” -o que Jean-Paul e Simone mantinham era um “amor necessário”.

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Simone de Beauvoir ao lado do escritor Jorge Amado (centro) e do filósofo Jean-Paul Sartre

Hoje, através de biografias, depoimentos e análises, o “casal livre” que Sartre e Beauvoir simbolizaram é criticado por alguns. Não foram tão “resistentes” como diziam, não foram tão “livres” como pareciam, não tiveram tanta razão como se acreditava. Além disso, a história, a grande história, ridicularizou muitos de seus posicionamentos, boa parte de suas críticas a Camus, Aron ou Merleau-Ponty. E o marxismo já não é o sistema filosófico, e sim mais um entre eles, como esse existencialismo do qual eles foram os profetas; os países comunistas cuja revolução apoiaram com sua presença -Rússia, Cuba, China, Vietnã- hoje são paraísos do capitalismo selvagem ou exemplos ruinosos de aonde pode levar uma teoria quando se omite a realidade. Jacques-Pierre Amette, no semanário “Le Point”, se atreve a perguntar se “Sartre e Beauvoir não serão os Ginger Rogers e Fred Astaire do existencialismo”. No entanto…

O “no entanto” não está exclusivamente nos 1,2 milhão de exemplares vendidos desde 1949 -só em francês- de “O Segundo Sexo”, livro de referência do feminismo, nem na influência do mesmo na evolução da mentalidade contemporânea. Talvez também não esteja na qualidade e no interesse literário da obra de Simone de Beauvoir, que são muito altos e precisam de reavaliação. “Todos os Homens São Mortais” (1946) é um grande exemplo de “novela filosófica”, um gênero hoje malvisto, assim como “Os Mandarins” (1954), que põe em cena o antagonismo entre Sartre e Camus através de personagens reais, que não são meros portadores de mensagens.

E “Memórias de uma Jovem Formal” (1958) é um livro belíssimo, mas toma certas liberdades com a verdade. Nelas, conta-nos que “Sartre correspondia ao desejo que formulei quando tinha 15 anos: era o duplo no qual eu encontrava, levadas à incandescência, todas as minhas manias. Com ele sempre podia compartilhar tudo. Quando nos separamos no início de agosto sabia que nunca mais sairia de minha vida”. E aprendemos que teve como companheiros de claustro Maurice Merleau-Ponty e Claude Lévi-Strauss. “Eu já conhecia um pouco os dois. O primeiro sempre me havia inspirado uma longínqua simpatia. O segundo me intimidava por sua fleuma, mas sabia usá-la e o achei muito divertido quando, com voz neutra e um rosto impenetrável, expôs diante de nosso auditório a loucura das paixões.”

Todo um mundo intelectual é evocado nessas memórias e nos volumes seguintes -”A Força da Idade” (1963) e “A Força das Coisas” (1963)- e isso, somado a essa atitude pública hoje tão criticada, assim como a influência de suas reflexões feministas, transformou Simone de Beauvoir em um mito. E um mito com o encanto da proximidade. Alguns a aproveitam só para descobrir que seus pés eram de barro. Com efeito, de barro humano.

Como no caso de Sartre, Simone de Beauvoir é hoje uma figura mundial, mais respeitada nos EUA do que na França. Em seu país não sabem o que fazer com ela. A televisão lhe dedicará dois filmes, mas em canais menores, como Arte ou France5. Como está distante esse 1984 em que a TF1 -ainda pública- exibiu uma série para comemorar os 35 anos de “O Segundo Sexo”!

Um colóquio internacional reuniu em Paris de 9 a 11 de janeiro especialistas do mundo inteiro para discutir a atualidade de sua obra. Danièle Sallenave publica uma biografia crítica -”Castor de Guerre”- pela Gallimard, editora que também publica um volume hagiográfico: “Simone de Beauvoir, écrire pour temoigner” [Escrever para testemunhar], concebido por Jacques Deguy e Sylvie Le Bon de Beauvoir, filha adotiva da escritora. E a mesma editora reedita um texto de Beauvoir de 1948 que estava esgotado: “O Existencialismo e a Sabedoria Popular”. E isso é tudo o que a época permite.
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

SOBRE O FEMINISMO

“Se ser feminista é ser um homem como qualquer outro, como queria Beauvoir, então não sou feminista!”Antoinette Fouque, fundadora do Movimento de Libertação daMulher, na França. “
A leitura de seu livro ‘O Segundo Sexo’ me causou a impressão de ter-me colocado óculos para ver o mundo.” Wendy Delorme, escritora, atriz e militante das Panteras Rosa.
É importante que tenha demonstrado que a masculinidade não estava reservada aos homens, mas era um signo cultural e social acessível a todas. Isso é o revolucionário.” – Marie-Hélène Bourcier, estudiosa e crítica da obra de Simone de Beauvoir.
“A posição ética de Beauvoir me apaixona por seu radicalismo: ela prefere mudar a ordem do mundo do que mudar de desejos.”Danièle Sallenave, autora da biografia crítica de Beauvoir “Castor de Guerre“.
EL PAÍS – – Visite o site do jornal.
Leiam mais estes “amuse-gueule” que escolhi especialmente para nós, vocês e eu;-); enquanto eu fico boazinha, – ainda estou com dor na cabeça do tamanho de um balãozão. Um beijo a todos.
Em especial para as minhas Palpi, Rose, e (Pulsy)Cat;-)) perdoem-me não ter vindo antes.
1- Artes: dois pontos. // 2- Voltaire Schilling //3- Label France //4- Simone- … feminismo

Para os francophiles:
1- Une vie d’écriture et liberté ///2- Simone, la scandaleuse/// 3- Julia KRISTEVA – Dossier- Programme

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A propósito de análises e avaliações: não deixe de ler mais um texto “matador” do professor GILSON CARONI FILHO, sobre a “a judicialização da política e a politização do judiciário” e a figura digamos “atirada” do juiz Marco Aurélio Mello. Se o professor me permite, um certeiro “tiro ao álvaro”! Não percam. Clique aqui
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Registro com alegria e agradeço o prêmio Post de Ouro , conferido por Ery Roberto Corrêa a este post. Ueba! ;-)!!!!
Obrigadíssima, Ery!

World AIDS Day: December 1, 2007

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SANDRA BREA morreu no dia 5 de maio de 2000, vítima da AIDS. Mas morreu mesmo de câncer do pulmão.

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QUAL A SUA ATITUDE?  Clique e leia



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SOCIEDADE VIVA CAZUZA
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THE RED CAMPAING ou simplesmente RED,  porque esse problema também é seu:

É NOSSO!

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Queridos: Attention, please, apenas duas coisas, mas muito importantes:
1- Desde o ano 2001, quando começou pioneiríssimo na Internet, o movimento LINK THINK e que durou até 2003 – o Sub Rosa (e, claro muitos outros blogs da época) fazem posts sobre o Dia Mundial da Luta contra a AIDS. Geralmente são posts informativos (que acompanham a situação da doença em relação tanto aos seus avanços quanto aos esforços para combatê-lo). Eu peço desculpas se este ano não está sendo assim. Fiz o que pude, como diria Mestre Cartola. Mas, lembrem-se, a AIDS não é doença que dê só da casa (ou país) do vizinho ou conhecido para lá.
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2-Já num outro departamento., eu queria aqui mesmo -mas uma coisa não tem a nada a ver com outra, hein? – agradecer às muitas e adoráveis pessoas que me têm ajudado tanto, falado comigo por telefone, por emails, que têm feito com que eu acredite que ainda vou dar a volta por cima, desta vez, mais uma vez, na &#%$#&% dessa doença que é minha minha luta mais particular. Vocês são meus amores, meus anjos e meu bem. Permitam que eu agradeça, citando aqui um presente maravilhoso em forma de esperança e confiança:

Obrigada, minha (já querida amiga) Palpi. Valeu! vc é linda, minha amorinha.
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E um beijo para Vivina, (nossa escritora de culto, minha e de Regina Alves) que ontem/ na altíssima madrugada de hoje;-) – acesa, comigo, nós, as duas , naquele momento ainda comovidas com a inteligência e a sensibilidade da Luciana, do Cintaliga. Vão lá e vejam, por que, como disse certa vez Dalva de Oliveira (putz, hoje eu tô caprichando nos 475 anos): O amor… é o amor“. Grande Dalva, Grande Vivina de Assis Viana, Grande Ricardo (Ramos) Filho, Lord Broken Pottery (foi tudo por causa dele) e Grande Luciana.

Confiram aqui: é lindo demais.