The sick (sub)rose

A rosa doente- The sick rose

William Blake-the sick rose

O Rose, thou art sick!
The invisible worm,
That flies in the night,
In the howling storm,

Has found out thy bed
Of crimson joy;
And his dark secret love
Does thy life destroy.

William Blake (Londres, 1757-1827)

♣♣♣

Augusto de Campos - A Rosa doente

Augusto de Campos - A Rosa doente

.Ó Rosa, estás doente!
Um verme pela treva
Voa invisivelmente
O vento que uiva o leva
Ao velado veludo
Do fundo do teu centro:
Seu escuro amor mudo
Te rói desde dentro.

Tradução: Augusto de Campos

♣♣♣
Outras traduções/Outras palavras/outras línguas:
Do meu querido Ed: (Diego Barreto Ivo): e o labor poético do tradutorlink. (vale a pena acompanhar esse debete)

.Domingos Van Erven.

.José Paulo Paes.  José Antonio Arantes.Alberto Marsicano …

♣♣♣

(*)Blake

Um estudo primoroso sobre tradução.

Blake com pitadas de Jorge Luis Borges.

.
Recebi este poema emblemático como presente de Luana Chnaiderman, minha amiga, discreta, delicada, uma das mais queridas.

Sobre sub rosa
The most of all things and persons in the entire world drives me *flabbergasted". That includes me.

132 Responses to The sick (sub)rose

  1. tereza disse:

    Meg, o poema é lindo!
    Gostei muito do texto de Domingos Van Erven.
    Mas o que me emocionou foi a carta de sua amiga.
    A sensibilidade dela me encantou, deve ser dessas pessoas raras, verdadeiramente amigas.
    Beijos.

    • sub rosa disse:

      Sim, Tereza:
      é realmente lindíssimo!
      Ele – o poema – tal como Blake – está definitivamente incorporado à história da cultura ocidental e provavelmente sua influência cobre uma área ainda maior e mais ampla.
      -=-
      Quanto à Lulu, sim, você tem razão ela é especialíssima.
      Como eu já disse, discreta, delicada ela achou um modo de me dar um suporte nesse momento difícil que eu passava e que , infelizmente, de vez em quando arrosta a lógica e faz o mundo cair…
      Hélas!
      Engraçado é que se ler o post por completo verá que fiz um agradecimento.
      Mas, também discretamente, não assinei o comentário. Você leu?
      =-=-
      E, para minha surpresa, só ontem fui ver que nosso querido escritor Ricardo Ramos (neto do Graciliano) escreveu lá também fazendo uma referência discreta à Rosa… um comentário muito lindo.
      Ele é o maravilhoso Lord Broken-Pottery:-).
      De fato, a internet tem sido muito generosa comigo.
      beijo, querida

  2. Rose disse:

    Este post é bem bonito. E você, ainda mais!

  3. tereza disse:

    Meg, cadê o pessoal? Magaly?

  4. Rose disse:

    Cara Tereza. eu tb faço parte do pessoal, sou um mísero pedaço, mas sou…ai ai ai…
    Bué!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Snifffff!!!!!!
    O frio chegou, ao menos na minha city. Estou mais recatada na escrita.

  5. tereza disse:

    Rose, você não é só um mísero pedaço=) é que você já apareceu e a Magaly sumiu.Meg também está caladinha.Postou e sumiu.
    Aqui ainda não está frio.Eu adoro frio, mas São Paulo é muuuito frio.Saudade de São Paulo. O frio influencia na sua escrita? Se você morasse na Suécia ou Finlândia, não escreveria nunca?
    bjs.

  6. sub rosa disse:

    Tereza,
    eu acho que todo o mundo, o pessoal deve estar … bem, acho que foram todos para o casamento real:-)
    Rose, puxa vida, por favor… olha, me pareceu que a Tereza perguntou só pela Magaly, porque você ela viu que você já estava aqui, no comentário n° 2.

    Oh meu Deus!:-(
    -=-=
    Nesses dias estou um pouquinho ocupada e por isso virei menos aqui.
    Mas estou no email subros@gmail.com
    Fiquem a vontade para me escrever sobre qualquer coisa.
    Um beijo.

  7. tereza disse:

    Que bom você ter aparecido, Meg!
    Vi alguns poemas do Blake no youtube, mas
    todos com fundo musical e umas fotos horríveis=(
    Como é que pode?!

    Sexta é um dia que as pessoas curtem sair:)
    Amanhá à tarde é mais provável que apareçam.
    Bem, se alguns foram para o casamento real, depois quero saber das fofocas :))))
    Sinceramente? Aquela família real é tão sem sal que
    nem vale a pena ler as fofocas.
    Beijos, Meg e Rose.
    Ô Magaly, você está na festa da família real?

  8. tereza disse:

    Oi Meg .
    Vim ver se a Magaly tinha aparecido. Vou viajar uns dias.Bom sábado a todos:)
    Beijos.

  9. Magaly disse:

    Cheguei, gente!Vocês chegam de helicóptero e eu chego a pé, vcs têm que dar o desconto. Não, não fui à festa real. Agradeci o convite e declinei. Preferi vir ter com vcs aqui para falar do Blake, assim que minha visita se despediu. E era a minha filha Elisa que mora mais longinho de mim.
    O poeta romântico inglês não é fácil, pelo menos, pra mim, que me sinto miudinha só de
    falar o nome dele, o que não impede de me fazer guardar alguns de seus poemas em lugar especial entre os poemas que mais mexeram com a minha sensibilidade. A Rosa é um deles e me digam o que acham deste:

    Love´s Secret

    Never seek to tell thy love,
    Love that never told can be;
    For the gentle wind does move
    Silently, invisibly.

    I told my love, I told my love,
    I told her all my heart;
    Trembling, cold, in ghastly fears,
    Ah! She did depart!

    Soon as she was gone from me,
    A traveller came by
    Silently, invisibly;
    He took her with a sigh.

    Há algo no fazer poético deste autor que toca as raias da sensibilidade de uma forma muito especial. Com razão , o prefaciador do The Albatross Book of Living Verse afirma com convicção:
    “… with the prophetic Blake, the moving syllables proceed not only from deeper wells of sound, but from an almost soundless depth of spirit”.

    Um poema a realçar é o The Tyger , poema de força impressionante. Com, pelo menos, cinco traduções.

    Deveria agora fazer referência ao textos indicados por Meg, às traduções feitas por grandes nomes da literatura da poesia blakeana, mas confesso que me rendo ao cansaço, Venho de uns dias complicados e não posso puxar demais pelo organismo.

    Meg, outro post com tema ‘supimpa’! Teresa e Rose, amanhã tem mais.

  10. Rose disse:

    Tereza – Rose, você não é só um mísero pedaço=) é que você já apareceu e a Magaly sumiu.

    Eu- Adoro hipérboles…rs

  11. tereza disse:

    Meg, esse desenho do post é de Blake? Gostei muito. Perguntei porque sei que os livros de Blake eram sempre acompanhados por ilustrações dele.
    Nesse link,veja no site do lado esquerdo, tem dois livros com ilustrações dele. Vale a pena ver (claro, você conhece).
    http://www.letras.ufrj.br/veralima/romantismo/poetas/blake.html

  12. Rose disse:

    Bom fim de semana a vocês.

  13. tereza disse:

    Passei para dar mais um alô.Bom fim de semana a vocês, vou viajar.
    Beijos.

  14. sub rosa disse:

    Boa viagem, Tereza.
    Puxa, não escrevi antes pois pensei que tyodos já tivessem ido
    ;-)
    beijinhos, volte logo.

  15. Magaly disse:

    Volto a Blake com ligeiras pinceladas biográficas. Além de poeta, era também pintor, tipógrafo e gravador. Mostrou uma inclinação mística e visionária desde a infância quando contou a seus pais que havia visto anjos enfeitando as árvores. Aprendeu com eles a ler e escrever. Sua educação formal se deu numa escola de arte, onde foi aluno do famoso gravador James Basire, tendo suas primeiras obras sido ilustradas por ele próprio.
    Blake foi um incompreendido por seus pares e pela crítica da época, considerado lunático , excêntrico ou rebelde. Obra incompreendida e não reconhecida em vida levou Blake a uma vida sem ascensão social, sem glórias. Morreu pobre, em 1827.

    My Pretty Rose Tree
    (de Poetical Sketches)

    A flower was offered to me,
    Such a flower as May never bore;
    But I said “I’ve a pretty rose tree,”
    And I passed the sweet flower o’er.

    Then I went to my pretty rose tree,
    To tend her by day and by night;
    But my rose turned away with jealousy,
    And her thorns were my only delight.

    Blake é conhecido como um poeta místico, como se mostra em grande parte de sua obra, embora alguns poemas fujam a essa tendência, caso do My Pretty Rose Tree, que é voltado para a Natureza, tanto que o eu lírico serve-se de uma alegoria composta por flores (elementos da Natureza). A sua amada é representada pela “Rose Tree”, que surge enciumada ao perceber que uma outra flor – mulher – mostra-se apaixonada pelo seu amor. O episódio descrito apenas com elementos da Natureza insere o poema na corrente Romântica.
    O poema está todo em primeira pessoa e em linguagem padronizada, características essas ligadas à língua em si. Além delas, chama-nos a atenção a ‘non-verbal sensation’ no segundo verso da segunda estrofe com duas personificações: o mês de maio produzindo uma flor, capaz de sentir ciúmes, (sentimento humano). My Pretty Rose é, assim, uma alegoria: na linguagem metafórica do poeta, as flores encarnam as mulheres e suas ações.
    (Texto baseado na leitura da análise do poema por Vera Lima)

  16. Magaly disse:

    Fazendo um balanço das boas tiradas do post, Meggy, o debate nos comentários dirigidos a Diego Ivo, o texto ‘O labor poético do tradutor’ e a argumentação de Domingos Van Erve sobre “The Sick Rose” valeram a pena. Fui fundo, li e reli tudo.
    Eu, de minha parte, também não gosto do ‘doentia’, afeta a sonoridade, mas é reação auditiva pura e simplesmente, não tenho argumentos embasados para analisar a questão. Nem gostei do’ fria’; é solução aceitável, mas não agradável ao ouvido.
    Na revista Agulha, onde fui ler sobre Blake , seguindo sua sugestão, não resisti à vontade de transcrever a conclusão do artigo que define o poeta : “No centro do universo de Blake, no lugar de Deus está o homem. Não o homem mundano, porém o Antropos, equivalente ao universo. Suas epopéias são relatos da perda e reconquista da plenitude. Não buscou o conhecimento abstrato, porém a vida. Não aspirava à salvação, porém à liberdade, entendendo-a como liberdade de criar, e não só como a libertação do mundo dos santos e místicos”.
    O estudo sobre tradução, de Ana Steil, parece muito elucidativo, mas não consegui fazer uma leitura completa. Falta de tempo e de resistência, mas vou salvá-lo para leitura em época oportuna. Finalmente, curti o artigo sobre o poeta (com pitadas de Luís Borges) sobre o poema Milton , de Teresa Sá Couto.
    Termino com um pensamento de Blake, colhido em um comentário encontrado no Orgia Literária:
    “Para ver um mundo em um grão de areia, e um céu em uma flor silvestre, você deve segurar o infinito na palma da mão, e a eternidade em uma hora”.
    Ah! Meg, que linda a Lulu! Que sorte a sua de tê-la como amiga fiel. Parabéns pela Lulu e pelo ptimor do post articulado com o maior capricho.

    • sub rosa disse:

      Tal como tenho a sorte de ter você, minha querida, como amiga!
      Isso é fortuna, presente da Vida.

      Tudo está perfeito, é escusado dizer, você sempre se supera nos comentários.
      Obrigada, minha querida!
      beijos

    • sub rosa disse:

      É verdade, Magaly.
      Você foi muito feliz apontando o final do artigo do Cláudio.

      E acho, na medida em que discutem as soluções apresentadas, que é muitíssimo importante ler o post do Diego.
      Pois afinal não é todo dia que se tem a oprtunidade de ver o que o p´roprio tradutor acha do que propõe e o movimento criativo para justificar esta ou aquela expressão.
      Acho esse post do Diego, precioso pra um conhecimento e crítica do processo de tradução.
      um beijo, querida

  17. Rose disse:

    Magaly, tanta coisa boa você colocou. Esta semana está daquelas, tanto de problema. Mas vou ler loguinho.

    Beijos pra todo mundo.

  18. tereza disse:

    Parabéns, Magaly. O s seus comentários estão muito interessantes. Perfeitos.bjs.

  19. tereza disse:

    Oi Meg.Uma frase de Blake me fez lembrar imediatamente de Aldous Huxley, que li na juventude. “Se as portas da percepção estivessem livres, tudo se mostraria ao homem como é, infinito”. O livro de Huxley, como você já adivinhou, é “Às portas da Percepção”.Fui checar e descobri que Huxley, sim, havia sido influenciado por Blake.
    Gostei de conhecer um pouco do Blake pintor. No outro comentário deixei um link de um site que contém algumas modernas iluminuras, que foram feitas com técnicas criadas por ele.Você viu o site, Meg? É de Blake mesmo o desenho no poema Sick Rose?
    Eis mais um link sobre as modernas iluminuras de Blake:
    http://www.artunframed.com/william_blake.htm
    Um beijo carinhoso a todos.

  20. tereza disse:

    Meg querida, deixei um comentário para você no post de Eugénio de Andrade.beijos.

  21. Magaly disse:

    Rose, agora que me toquei ! Vc não é a sick Rose do poeta, mas a nossa Rose, alegre, saudável, brincalhona e sábia, a Rose da redação com forma e alma, a Rose que mostra aos vestibulandos o caminho certo para a universidade. Que pena vc estar numa semana pesada. Se pudesse, eu lhe daria uma ajudinha, acho que eu me sairia razoável como ‘fessora’ assistente.
    Um beijo de obrigada

    • Rose disse:

      Magaly, vc nem sabe…q escreveu isso na hora certa. Nem sei como agradecer.

    • sub rosa disse:

      Rose, agora que me toquei ! Vc não é a sick Rose do poeta, mas a nossa Rose, alegre, saudável, brincalhona e sábia, a Rose da redação com forma e alma, a Rose que mostra aos vestibulandos o caminho certo para a universidade. Que pena vc estar numa semana pesada. Se pudesse, eu lhe daria uma ajudinha, acho que eu me sairia razoável como ‘fessora’ assistente.
      Um beijo de obrigada
      =-=-
      Puxa vida! Magaly
      Você escreveu o que eu gostaria de ter escrito. A nossa Rose merece!
      bjs

  22. Magaly disse:

    Teresa, tudo deduzido do que li a respeito do poeta tão tardiamente reconhecido. Muito difícil de ser traduzido. Simpatizo mais com as traduções em que não há preocupação com rima, mas com o sentimento do autor. Ainda não achei nos meus guardados o recorte de jornal com a tradução de Ivo Barroso. Na internet, talvez seja mais rápido. Não consigo me lembrar direito do que li.
    Achei bom vc ter gostado, é sempre um alento e um estímulo. Beijinhos.

  23. Magaly disse:

    Meg, recebeu meu e-mail? Presentinho pra vc:

    ou

    • sub rosa disse:

      Recebi, sim, Magaly.
      Mas vou indo bem devagar.
      Mandei a resposta para você.
      A obra do Blake que eu mais gosto. Ou melhor, foi a primeira que conheci junto com “The Ancient of Days” .
      bjs

  24. tereza disse:

    Magaly, não gosto de poesias traduzidas.Concordo com você, gosto das traduções em que há mais preocupação com o sentimento do autor.Prefiro ler as poesias no original e usar as traduções como uma ajudazinha, que muitas vezes atrapalha. Nem sempre compreendo bem uma poesia em inglês (em português também não:).Mas leio razoavelmente bem francês, inglês e espanhol.
    Queria saber alemão e lamento não ter estudado quando tinha mais pique.Às vezes não tem jeito. Para conhecer alguns autores de línguas que não domino, só em português mesmo:)) Mas fico sempre com a sensação de que estou sendo enganada:)
    Gostei mais da tradução de Sick Rose que a Meg postou.A tradução que está no site citado por ela eu achei menos fiel ao autor.Love’s Secret é lindo!
    beijinhos e obrigada.

  25. tereza disse:

    Puxa, Meg, eu não tinha visto a revista Agulha, que você citou. Só depois que li a Magaly é que vi e fui lá.
    Esqueça o que disse sobre a minha descoberta (Huxley)
    e sobre os links da modernas iluminuras.Está tudo lá.
    Gostei de descobrir sozinha, mas eu não precisava colocar aqui, não e´?
    Bjs.

    • sub rosa disse:

      Não, Tereza, foi e será sempre um gesto de generosidade intelectual, você partilhar seus conhecimentos e descobertas, nao acha?
      bjs.

  26. tereza disse:

    Meg, deixei dois comentários para você no post do Eugénio Andrade.bjs.

  27. sub rosa disse:

    Queridos todos:
    Infelizmente, até agora, não está sendo possível vir até aqui para responder a cada um de vocês. Perdoem-me.
    Magaly, Rose e Flavinha: já enviei emails de respostas para vocês, obrigada pela atenção e compreensão.
    Espero, de todo o coração, logo poder voltar aqui, mas se não vier, por favor, não se impeçam de continuar comentando – seja sobre o post seja sobre qualquer outro assunto e conversando entre si.

    Conto poder merecer essa atenção e compreensão de todos.
    O nível de comentários e da discussão está – como sempre- maravilhoso. E um dos pontos entre os que são mais importantes em relação a Blake é, sem dúvida, o da tradução. ( O grande Jorge Luis Borges foi um dos que mergulharam nesse empreendimento terrível e fascinante) e a respeito disso, do labor criativo e poético da tradução, vocês estão discutindo.
    Que bom!
    Parabéns, meninas.
    Obrigada, sim?
    beijos
    Meg
    =-=-=-
    P.S.-:
    1: Sim, Tereza, Blake foi também pintor. Grande pintor e desenhista. Foi também, ilustrador, gravador, e, o que é muito importante, foi uma espécie de editor ou impressor.
    Como já disse em seu comentário a nossa fabulosa Magaly!
    Aliás, foi um artista completo, e não se pode dissociar, de modo algum, sua poesia de sua pintura e foi isso o que Augusto de Campos fez nessa tradução, observe em espiral a lembrar uma rosa.
    =====
    O.T:
    2-Ah! sim, para quem quer aprender como se usa itálico e negrito aqui nos comentários, aqui vai o link de um texto que fiz a respeito, especialmente para vocês:
    http://subrosa3.wordpress.com/2011/04/19/negrito-e-italico/
    =-=-
    Tentem e me digam depois, sim?.

  28. tereza disse:

    Magaly, deixei um comentário para você número 31.
    Não sei se você viu.
    beijos.

  29. tereza disse:

    Meg, sim, eu sei que Blake foi pintor.Tanto que deixei
    dois links para você sobre a pintura dele.E li os textos sobre ele que você indicou.A minha pergunta foi se a rosa do post é trabalho dele, que inventou uma técnica de impressão que lhe permitia imprimir o desenho e o texto em uma única placa.bjs.

  30. tereza disse:

    Sim, a rosa do texto é dele!

  31. tereza disse:

    Magaly, deixei um comentário para você, mas só tem besteirinhas e não vale a pena responder, sim?
    Beijinhos.

  32. Magaly disse:

    Teresa, nem diga isso, gosto tanto do que vc fala a respeito de qualquer assunto. Vc é muito centrada, muito bem antenada. Vc fala do comentário nº 34, não é? Fui ao 31 como vc tinha falado, mas não era lá. Vc me desculpe se eu não respondi a algum comentário seu. Achava que não tinha deixado nada por responder. O meu 30 responde ao seu 23.
    Bem, se não o fiz, releve , querida tenho vc em conta muito alta, viu? Um beijo.

  33. Magaly disse:

    Meg, obrigada pelo link , já li e já salvei. De repente , vejo que o relógio disparou e nem senti. Não devo incomodá-la assim tão tarde. Essas loucuras aconteceram em outros tempos. Deite, durma , descanse. Deixo a ligação para um dia em que vc possa recebê-la com uma gargalhada daquelas, bem gostosa.
    Que os anjos velem seu sono.

  34. tereza disse:

    Obrigada, Magaly.
    Tenha uma boa noite.
    Beijos.

  35. tereza disse:

    A Isa tem feito falta nos comentários. Gosto dela.E a Isabela Percov, sumiu? Gosto dela, parece sua irmã, Meg, tem o seu jeito de ser.Cuide-se, sim? Fique bem depressa. Um grande e afetuoso abraço. Seja feliz. sempre.

  36. tereza disse:

    Quando eu disse que o desenho da rosa era dele, não tinha provas, tinha visto outras modernas iluminuras dele e concluí que o estilo era parecido. Agora tenho aqui o texto sobre The sick Rose:

    “Blake composed the page sometime after 1789, and presents it with the illuminated border and illustrations that were typical of his self publications. Most aspects of the original production were undertaken by the author, the composition of the poem and design, engraving, and promotion of the work. The printing was usually done by Blake’s wife, Catherine, as well as any colouring not performed by Blake himself.
    E abaixo do poema com o desenho, como o que a Meg postou, encontrei:

    “Hand-coloured print, issued c.1826. A copy held by the Fitzwilliam Museum, London [1]

    Não gosto muito da Wikipedia, mas foi lá que encontrei.Tudo bem, ninguém precisa ler, mas foi um prazer para mim.

  37. tereza disse:

    Finalizando, só senti falta mesmo de uma discussão. Eu gosto de pensar junto, ir além dos textos lidos.
    Não escrevi muito sobre o que li, porque exagerei no post anterior. Mas li muito. É uma pena você não ter podido participar, Meg. Perguntas eu tenho muitas, cheguei até a escrever sobre o poema postado pela Magaly Love’s Secret, mas fiquei sem coragem de postar…rasguei. Queria saber se tinha entendido alguma coisa do poema, trocar idéias. Mas fico intimidada, só eu tenho perguntas?Quantos leram? Parece que vou incomodar as pessoas, sabe?
    Fiquei frustrada. Talvez você e Magaly nem tanto, porque trocaram algumas idéias sobre o que ela escreveu. Ninguém leu o pouco que escrevi, a não ser o início que você leu. Nem os links que postei. Enfim, nem sempre é possível uma discussão não é? Talvez eu esteja levando blog muito a sério:) Fico pensando: post é só para ler o poema, um pouco sobre o autor e dizer se gostou?
    Mas quando ocorre uma discussão no seu blog é infinitamente superior a outros que vejo por aí. Talvez a proposta de um blog não seja o que estou pensando.
    Preciso fazer um curso. Por puro deleite.

  38. tereza disse:

    Desculpe, Meg, releve esse ultimo comentário.Eu não estou bem, preciso tirar umas férias da internet.
    Cuide-se.Beijos.

  39. Magaly disse:

    Teresa, sabe que vc tem razão? Há tanta margem pra discussão e nos distraímos em comentários sobre leituras acadêmicas . É que a figura estudada desta vez exerce sobre o leitor uma espécie de timidez. Não sei se posso julgar os outros a partir do que sinto, mas quis tanto explorar o assunto da tradução em W. Blake e não me atrevi. As que conheço me deixam com a impresssão de que não se chegou ao ponto nevrálgico do poema ou à alma do poeta. Você é mais corajosa do que eu. Você pergunta. Perguntar é difícil, Teresa.
    E tentando achar a tradução de Ivo Barroso, terminei por dar com o blog dele, onde fiz um achado! Um poema de Machado de Assis com a temática de Sick Rose. Veja:

    Existe uma flor que encerra
    Celeste orvalho e perfume.
    Plantou-a em fecunda terra
    Mão benéfica de um nume.

    Um verme asqueroso e feio
    Gerado em lodo mortal,
    Busca essa flor virginal
    E vai dormir-lhe no seio.

    Morde, sangra, rasga e mina,
    Suga-lhe a vida e o alento;
    A flor o cálix inclina;
    As folhas, leva-as o vento.

    Depois, nem resta o perfume
    Nos ares da solidão…
    Esta flor é o coração,
    Aquele verme o ciúme.

    O mais curioso é que a poesia de Machado também se estrutura em quadras, só que quatro em vez de duas, com versos setissílabos e rimas do esquema abab/abba.

    Volto numa hora mais cômoda para comentarmos a coincidência.

    Não fale em se ausentar da internet. A Meg ganhou alma nova com suas contribuições, sua atenção, seu capricho em pesquisa, sua garra.

    Um sono reparador e um lindo domingo de descanso.

  40. tereza disse:

    Obrigada, querida Magaly.Li o seu comentário e gostei muito, você me fez muito bem. Um lindo domingo para você também.Vou responder o seu comentário amanhã.
    Beijos.

  41. tereza disse:

    Oi Magaly.
    Eu faço perguntas na maior cara de pau por desconhecer o assunto.Não sou exatamente corajosa, apenas desconheço o tamanho da besteira que estou falando:)Eu jamais poderia discutir sobre tradução de poemas, não entendo nada. Só sei que os poucos poemas traduzidos que li e que conhecia o original (só leio francês, espanhol e inglês) eu não gostei. Fica sempre a sensação de que está faltando…ou que criaram um novo poema. O nosso poema favorito, “Funeral Blues” jamais encontrei uma tradução que eu gostasse. Gostei de Maiakovski, porque não conheço russo. Gosto de um poema de Neruda que é longo demais para deixar aqui.Nunca tive interesse em ler Neruda, mas gostei da tradução do espanhol para o inglês.Vou deixar só um verso:”Es tan corto el amor y es tan largo el olvido” traduzido
    por:”love is so short, forgetting is so long”. As minhas perguntas sobre tradução são muito primárias. Acho quase impossível traduzir poemas. Não apenas poemas.Fico imaginando como será a tradução de Guimarães Rosa para o alemão:))
    Eu amei o poema de Machado de Assis.Obrigada!Não conhecia o poema e nem a origem de sua temática.Aprendi aqui, com você e Meg. Li poucos poemas de Machado, me lembro de ter gostado de Carolina, mas conheço mais os seus romances e contos.
    Quanto a ausentar-me da internet, preciso cuidar um pouco de mim, sou descuidada com minha saúde, e pensar em coisas que quero fazer.Life is so short e às vezes eu esqueço. Vou tentar conciliar o que preciso com o que quero fazer e com a internet. Vou ver se consigo usar pouco a internet.
    Beijos, querida.

  42. tereza disse:

    Magaly, só vi por alto, mas acho que talvez possa lhe interessar:
    http://www.pget.ufsc.br/curso/dissertacoes/Juliana_Steil_-_Dissertacao.pdf

  43. Flavia Viana disse:

    Oi, Meguita:
    Feliz dia das Mães para você e para todas as suas leitoras.

    Espero que você sare, se recupere e volte para casa o mais breve possível.

    Muita saúde.
    Você faz muita falta.

    beijinhos

  44. tereza disse:

    O.T.
    Saiu a revista Bravo em edição dupla.Uma revista é sobre “cartas inéditas desvendam a relação entre o escritor Monteiro Lobato e o racismo(lembrei das discussões aqui) e a outra, ” Para entender a Literatura Brasileira: Os clássicos- os anos de ruptura- a produção moderna contemporânea”.

  45. tereza disse:

    O.T. E aqui, na Bravo online, não sei se aqui a reportagem está completa:
    http://bravonline.abril.com.br/conteudo/literatura/monteiro-lobato-era-racista-626234.shtml

  46. Nelsinho disse:

    Shakespeare, for ever and a day…

    Ao mar retornei por algum tempo, a terra retornei a tempo de degustar especial almoço do dias das mães, feito por uma mãe especial.

    Acho que estou devendo alguma coisa, Meg; Pagarei logo que possa, pois não nego que devo.

    Os meus respeitos a todas as Mães gravitando no SubRosa!

  47. Nelsinho disse:

    O italian seria só para o “quote”de William, não fora o meu descuido.

  48. Nelsinho disse:

    …descuido que me fez ler o poema, confundindo os Williams!…

    É a idade!…:(

  49. Nelsinho disse:

    Estou sendo encurralado pela Nina, que me urge a cumprir a minha promessa do tão esperado slow-down no trabalho e deixar de ser tão desligado. Levei três semanas para ler o “Caçador de Pipas” e, confesso, em nenhum momento senti arrastar-me pelo texto. Nos poucos momentos em que isso ocorreu, comecei a ficar deprimido!
    Acho que, finalmente, concedo precisar de um analista…

  50. luma disse:

    Que discussão maravilhosa, Meguita!!
    Gosto muito dos trabalhos de tradução de Domingos van Erven e achei essa tradução do poema de William Blake, bastante dígna, como também o texto agregado à tradução em seu blogue.
    Também gostei da declaração de amizade da Lulu – é fácil gostar de você! ;)
    Vou indicar o videocast do professor Francis Gilbert para aqueles que sabem inglês. Ele participou da competição “The Dream Teacher” com bastante entusiasmo – mas vejam bem, o videocast foi elaborado para alunos (“Como Analisar um poema”) e daí fico pensando em como estamos para traz, ainda com os corações bloqueados para a poesia.
    Beijus,

  51. Magaly disse:

    Teresa, estou a par do que vc falou no último comentário, mas entrei tarde e não dá para responder hoje. Gostei do que deixou pra mim, mas teses são muito volumosas e vou demorar a tomar conhecimento de tudo. Já conhecia um outro trabalho da autora. Ela é competente , detalhista e muito empenhada. Apreciei tb o link da Bravo. O volume de leitura promete. Vejamos se amanhã eu me coloco em dia com vc . Obrigada pelos presentes que considero especiais.

  52. Magaly disse:

    Flávia, como mãe e creio que a mais velha do bando,
    trago-lhe um beijo pelo afável cumprimento pelo Dia das Mães

  53. Magaly disse:

    Nelsinho, em tempo a visita que nos fez. Você faz falta nos comentários.

  54. Magaly disse:

    Luma, que boa contribuição! Curti muito o vídeo do professor Gilbert . Voltei aos meus últimos anos de Cultura Inglesa onde tive a sorte de pegar um professor de literatura que usava um método bem parecido de discorrer sobre poesia. Ele apresentava o poema dissecando-o plenamente. Eram belas aulas
    que duraram pouco , meio ano, uma pena!
    Foi uma feliz idéia a sua e que você se lembre da gente sempre.
    A Meg voltará já, já. Mas o espaço ela generosamente nos faculta pra ‘espicharmos’ a conversa.
    Obrigada, Luma.

  55. tereza disse:

    Luma, que vídeo mais interessante!
    Muito obrigada!
    Ele traz coisas novas que me fez pensar. O fato é que não existe uma resposta “certa” para o poema .É tudo muito ambíguo.
    Segundo o vídeo, se entendi bem, a Rosa pode ser uma mulher, mas pode ser também a Inglaterra. Como? A Inglaterra?(o vídeo não explica).Aí me lembrei de que a Rosa é a flor nacional da Inglaterra.E lembrei-me das aulas de História e da Guerra das Duas Rosas.Claro que não me lembro mais da guerra civil,mas gostei de estudar e ficou o nome, tão poético:)
    Então, depois dessa guerra, a Rosa Vermelhavirou símbolo da Inglaterra. E o verme, o que seria? A Revolução Industrial para alguns, que foi a causa da mudança e de todos os males? Ou, o Governo Britânico corrompendo a Inglaterra?
    Não podemos nos esquecer de que Blake, além de místico, era muito ligado ao tempo em que vivia. Acho que ele tem um poema The Rose Tree que eu não li, mas agora, depois dessa dica sobre a Inglaterra, vou ler.
    Depois de ouvir no vídeo que a Rosa poderia ser também a Inglaterra, fui ao Google e encontrei uns comentários de post sobre o poema.Achei interessante, porque alguns abordam o que foi dito no vídeo sobre a Rosa ser a Inglaterra.

    Vejam aqui , tem um texto e um link dos comentários em inglês.
    “This poem is subject to various interpretations. The rose can be viewed as a woman, her virginity, England, innocence, beauty or life. The worm can be viewed as a serpent, disease, a penis, a man deflowering a virgin,sin, lust, the British Government corrupting England, or death. The only aspect of the poem that is stable is that the “rose” is positive and the “worm” is negative.

    http://www.poetryconnection.net/poets/William_Blake/1839/comments/5

    Quanto às outras interpretações, já existem em outros textos citados.
    Será um amor doentio?
    Perda da virgindade?(prefiro ficar com outras interpretações, cruzes:)
    E tantas outras, veja o texto pequeno em inglês acima do link.Existem outras possibilidades sobre o poema, inexploradas aqui, que valem a pena: a beleza, a vida, a morte.
    Pensei agora que, sendo a beleza e a vida da Rosa tão efêmeras, o verme pode ser a morte. Da Rosa mesmo, ou da Rosa simbolizando a mulher, sua juventude
    e beleza, tão curtos.Ou seria apenas um amor doentio?
    Boa semana. Beijos a todos.

  56. tereza disse:

    Meg, desejo que fique bem depressa.

    Que a sua semana seja doce e tranquila.

    Beijos.

  57. tereza disse:

    O meu texto está repetitivo e mal escrito.Desculpem.É que escrevi ontem, com sono, e nem reli.

  58. Flavia Viana disse:

    Demorô, Magaly!
    Você mesmo uma qu’rida.
    Eu me sinto supervalorizada por você se referir a mim, falar diretamente comigo.
    A Meg foi minha professora (bem como do meu marido) e acho esse blog tudo de bom. Os posts, os maravilhosos comentários, as pessoas que vem aqui.
    Mas você realmente faz toda a diferença: você é the
    icing on the cake:-)
    Obrigada, e muitos beijos.

  59. Flavia Viana disse:

    tsc… tsc…
    :-(
    eu um dia ainda aprendo a fazer italian e bold.
    Cometi o mesmo engano do Nelsinho.
    A instrução está aqui:

    http://subrosa3.wordpress.com/2011/04/19/negrito-e-italico/

  60. Magaly disse:

    Flavia, que amor que vc é! Obrigada pelas carinhosas palavras, mas, acredite, sou só uma formiguinha que se esforça por ser gente.De qq maneira, o elogio carinhoso é um gostoso embalo.. Beijinho doce.

  61. Magaly disse:

    Teresa, vc foi fundo no comentário à Luma, com perguntas interessantes, com sugestões de interpretação significativas, com curiosidade de analista de texto. Achei tudo muito oportuno e equilibrado. Vamos ver se ela aparece de novo, o que seria ideal.
    Lá no meu comentário, quando copiei o poema Phalenas de M.A. foi para mostrar o curioso da situação : nosso escritor debruça-se sobre o mesmo tema, usando os mesmos elementos – flor e verme – sem conhecer o poema do poeta inglês .“… o verme, invisível, em Blake; asqueroso, em Machado, que busca/acha a rosa/flor, vai dormir-lhe no leito/seio e a destrói/suga-lhe a vida. A diferença fundamental é que Blake está falando efetiva e sinteticamente da rosa e do verme, enquanto Machado procura nesses elementos os símiles do coração e do ciúme”.
    Apesar de Machado ter sido muito ligado a Poe, na época da publicação de Phalenas ele, pelas circunstâncias, talvez nem soubesse da existência da obra de Blake que só alcançou o Brasil lá pela década de 1940.
    A obra de Blake ficou restrita a Londres por mais de 47 anos após sua morte. Só com Yeats, que vislumbrou na obra do velho bardo a qualidade incontestável de sua poética, com a publicação de seu ensaio “William Blake and the Imagination” (1903), é que começou a ser difundida.

    Uma coisa a acrescentar, Teresa. Pra mim, faz sentido que a Rosa represente a Inglaterra, sim. A lírica de Blake refletia sua visão religiosa do mundo, sua mitologia, seus anseios sociais. Ele era pela libertação do indivíduo através da conscientização de seu papel na sociedade, pregava a libertação sexual e era adepto de uma posição mais sensata para a mulher no meio social. A Inglaterra passava por transformações que alteravam sua estrutura, a era industrial a instalar-se e corroer-lhe as entranhas. Será que faz sentido?
    Acho que está tarde e vou dormir para não aumentar as bobagens que provavelmente estou impondo a todos . Do contrário, vou cochilar na palestra de amanhã.

  62. Tereza disse:

    Fico encantada com os textos que você escreve.
    Ter achado oportuno e equilibrado o que escrevi me deixa feliz, porque admiro você. Obrigada, por ser tão generosa comigo.
    Achei estranhas algumas interpretações que fizeram do poema The Sick Rose, exatamente porque me pareceram contrárias às idéias que Blake defendia. Ficaram parecendo testes projetivos, onde cada um vê o que quer, principalmente as suas neuroses :). Ainda quero aprender sobre poemas (já estou aprendendo com vocês).Achei muito interessante o que disse sobre os poemas de Blake e M.A.E não sabia que M.A. possivelmente desconhecesse o poema de Blake, que interessante!
    O poema de M.A. não deixa margem a tantas interrogações. Mas eu queria ser jornalista médium porque teria algumas perguntas bobas a fazer, como alguns jornalistas na tv:
    Mr. Blake, por favor, responda a uma curiosidade que é a de todos nós: afinal, a Rosa é uma mulher (já li que sim), a Inglaterra com sua Revolução Industrial, ou ?(Se eu fosse ele responderia: ou…)
    Senhor Machado de Assis, por favor, etc. afinal, Capitu traiu ou não traiu Bentinho? (Se eu fosse ele responderia: sabe que eu não sei?)
    Você que nunca diz bobagens às vezes ouve muitas, Magaly:)))
    Muito obrigada, querida.
    Beijos carinhosos.
    P.S. Já li o artigo na Bravo sobre Monteiro Lobato e achei que vale a pena.

  63. Tereza disse:

    Desculpe, Magaly, o texto acima é comentário para você.

  64. Tereza disse:

    Para você, Magaly:
    This ability to see the divine in all is best summarized in Blake’s immortal poem from Auguries of Innocence

    ” To see a world in a grain of sand
    And heaven in a wild flower
    Hold infinity in the palm of your hand
    And eternity in an hour.”

  65. Tereza disse:

    Ah, desculpe.Tudo entre aspas no comentário acima.
    bjs.

  66. tereza disse:

    O.T.Mais um artigo (tem o que já citei da revista Bravo) sobre Monteiro Lobato e o racismo, de Ana Maria Gonçalves:http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI5122209-EI6581,00-Estudiosos+tentam+limpar+racismo+da+obra+de+Lobato+diz+escritora.html

  67. tereza disse:

    O.T. Veja links de textos no final do texto:
    http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI5122198-EI6581,00-Biografo+Defesa+da+KuKluxKlan+nao+tira+grandeza+de+Lobato.html

  68. Magaly disse:

    Teresa, agradeço os links. Li-os todos. Só não vai dar para comentar, estou um bagaço hoje. Dormi poucas horas e o dia foi cheio. Fique certa de que ampliou o conhecimento que eu tinha da polêmica. Deixo-lhe um abraço. Até mais.

  69. Flavia Viana disse:

    fraquinha essa matéria com a escritora, hein?
    IMO, essa coisa de “ninguém percebeu…” é muito parecida com o “Nunca antes na história desse país..”
    acho também que ‘uma coisa é uma coisa e outra coisa é oooutra coisa”, ou seja, falar, esclarecer publicar, divulgar as opiniões e as tendencias infelizes de Lobato é mais do que necessário.
    Porém, ainda fico com o que se discutiu naqueles dois posts do Sub rosa a respeito.

    E fico com a opinião da Marília, lá:

    Tem preconceito. A questão é que não precisamos escondê-lo debaixo do tapete pra fazer pose de politicamente corretos. A criança lê. Vê tia Nastácia lá, chamada do que seja. Mostra-se que ela tem o carinho de Narizinho. Discute-se o preconceito. Ensina-se a respeitar o diferente. Simples, né? Ou não?.

    Absolutamente perfeito. E simples como o fogo:-)

    Uma pena que eu não sei colocar os links aqui.

  70. tereza disse:

    O.T.
    Saiu a revista Bravo em edição dupla.Uma revista tem um artigo sobre “cartas inéditas desvendam a relação entre o escritor Monteiro Lobato e o racismo(lembrei das discussões aqui) e a outra, ” Para entender a Literatura Brasileira: Os clássicos- os anos de ruptura- a produção moderna contemporânea”.

    E aqui, na Bravo online, não sei se aqui a reportagem está completa:
    http://bravonline.abril.com.br/conteudo/literatura/monteiro-lobato-era-racista-626234.shtml

  71. tereza disse:

    Eu também fico com o que foi discutido aqui.
    Mas eu fiquei chocada com a defesa que Lobato fez da Ku Klux Klan e da eugenia.Sei que quando ele nasceu ainda existia a escravidão. Foi um homem com os preconceitos de sua época. Embora nem todos de seu tempo fossem racistas.
    Mas o politicamente correto, se não tiver um limite, daqui a pouco vão proibir o samba tradicional porque é machista, proibir os escritores que tem preconceito de classe,raça, machistas, homofóbicos e ,enfim, não vai sobrar ninguém.

  72. Flavia Viana disse:

    concordo com você, Tereza
    é um absurdo, vergonhoso esse e outros lados do Lobato, e não dá pra abafar, esconder no armário, no quarto escuro, isso seria desonesto e acho até que já devia ter sido feito muito antes essa campanha como a Bravo fez.

    só acho que a argumentação da escritora é muito fraca, diz que as pessoas que defendem o livro e a obra do Lobato e que não aceitaram o veto, a denúncia de racismo na obra e no livro em questão, era gente velha saudosa da infância, alto lá, eu nem li Monteiro Lobato na infância há cerca de 35 anos, nem agora, o que lamento.

    mas não preciso ser um gênio para entender que mesmo sendo ele tudo isso que foi e é condenável, a obra é importante.
    nesse ponto assino embaixo a entrevista do biógrafo do Lobato, que só agora acabei de ler.
    e lembro certa vez uma aula da Meg em que ela explicou coisa semelhante com o Heidegger que simpatizou e pode até ter colaborado com o nazismo mas ninguém pode pensar a civilização e a cultura sem o pensamento dele.
    desculpa eu não saber dizer com mais clareza

    Valeu, o link que vc colocou.

  73. Flavia Viana disse:

    opa, desculpe não coloquei O.T. antes do comentário. Faço isso agora, é a pressa estou no trabalho.

  74. Flavia Viana disse:

    bem, gente, estou saindo do trabalho, mais uma semana: TGTF!
    deixo um abraço a todos.
    esperando que ela esteja já em casa, totalmente recuperada.
    sinto falta dela nessa semana em que Cannes está fervendo, começou com o Woody Allen e continua com o outro dos queridos dela, Robert de Niro.
    beijos, Magaly, beijos, Meg.
    saúde a todos e ótimo fim de semana

  75. tereza disse:

    Meg, você faz muita falta. Espero que se recupere rápido.Beijos.

    Magaly, foi muito bom aprender com você. Obrigada por tudo.Beijos.

    Flávia, mas está muito claro o que você disse. Achei Heidegger um ótimo exemplo.valeu!

    Bom fim de semana a todos.

  76. Magaly disse:

    Flavia
    Teresa
    Retibuo os beijos e me desculpo por não fazer eco aos comentários de volta ao Lobato. Muita coisa pra atender, mais um trabalho de revisão. Além de tudo, vocês estiveram ótimas.

    E nossas Isabelas? A daqui e a de além-mar? Sentimos a falta de vocês, ouviram bem?

    Um bom domingo, de preferência fresco e ensolarado.

  77. tereza disse:

    Magaly, minha querida, que bom você ter aparecido.
    Um doce domingo para todos nós.
    Beijo carinhoso.

  78. Nelsinho disse:

    Bom Domingo a todos! Como está a querida Meg?

    Tenho muita dificuldade em aceitar apedrejamentos a autores e obras que ao seu tempo se referiam de forma “normal” ao que hoje se chama de “Politicamente incorreto”. No tempo de Lobato ou de Twain, essa “classificação” não existia, mas existia o (modernamente execrável) sentimento do racismo. É um fato, histórico, irreversível porque histórico. Podar ou tentar podar textos em todo ou em parte no sentido de fazer desaparecer vestígios de racismo, é atentado vil e inaceitável da verdade histórica, além de mutilar o valor intrínseco das obras.
    Nestas palavras, eu estou tendo uma reação mais dirigida ao que se escreve nos EUA, onde a ameaça de censura à obra de Mark Twain é coisa séria. Eliminação de verdades históricos à moda de Stalin…
    …para mim não faz nenhum sentido nem trás nenhuma melhora ao mundo.

  79. sub rosa disse:

    Olá a todos!
    Entre tantas idas e vindas desde a semana passada, dia 6, agora retorno à minha casa, esperando que tudo esteja bem ou que fique bem, sem mais demoras.
    Aqui, no blog, agradeço, obviamente, à Magaly, que é a pessoa mais judiciosa e sábia que conheço – (nem vou mencionar a inteligência e a lucidez, incontestes e fácil de detectar) – neste mundo louco que é a internet. Antes me refiro a esse louvável, desejável, e reconfortante traço de sua personalidade que é o de estabelecer harmonia em si mesma e nos outros, como eu, que sempre preciso de sua calma, de sua paz, e de sua enorme vocação para reconfortar a alma e o corpo.
    Ah! Magaly se vc soubesse os atropelos paulificantes, maçantes, a que estamos sujeitos… nem vou me estender, mas imploro pelo que Guimaraes (o super) Rosa dizia lá no Grande Sertão: “… um pouquinho de amor é já um descanso na loucura. .
    Segue a citação lá em baixo-)
    Eu fico estupefacta diante de certas coisas… tanto que, me perdoem, diante de algumas eu fico sem saber o que falar, então, o silêncio às vezes vale mais que *todas* as tentativas de expressão.

    Eu deveria estar falando isso era mesmo através de um email coisa que tenho feito – há cerca de dez anos de blog, para responder a leitores, quando necessário; para proteger minha privacidade e a deles (a que dou imenso e intenso valor) – e que é forma admitida de modo geral, sem nunca ter causado problemas para os que a usam. Mas, enfim…, falo isso, agora, aqui, expondo isso a contrgosto, por essa vez, única, espero, por favor, me desculpem.:-(

    Outra coisa, fiz este post, The sick (sub)Rose, como uma forma de dizer veladamente que eu já não estava nada bem.
    E usei o link para a discreta, elegante, maneira como a amiga Luana Chnaiderman recebeu e tratou, tempos atrás o mesmo assunto.
    *explicitamente* , informei sobre meu estado, a todos *todos* a quem, por serem importantes, enviei email.

    Isso posto e explicado, (o que nem precisava nem deveria, suponho), peço então permissão, sem ofender a ninguém, para que me dispensem de responder a todos, individualmente.
    Está bem, então? Posso contar com a compreensão de cada um?
    Não vão então dizer que estou subestimando ou fazendo pouco caso da extrema valia que têm os seus comentários e *recomendações*?
    Ou dizer que ninguém os lê?:-(?
    Então, muito obrigada!
    =-=-
    Aliás, a propósito disso, na minha visão pessoal, um blog tem que ter garantida a sua capacidade e potencialidade lúdica, leve, agradável e divertida.
    Puxa, afinal de contas, quem não precisa disso?
    Quem pode dispensar o fait divers, ao lado da seriedade e da gravidade dos compêndios e das teses?
    Não é mesmo?
    =-=-=
    Bem, então, eu estendo o agradecimento a todos, nem precisaria nomear mas vou fazê-lo assim mesmo, por justiça e merecimento:
    Obrigada a Magaly, Rose, Tereza, Flavinha, ao Allan, ao meu amigo Nelsinho, à Isa, e à nossa adorável Luma Rosa.
    E, obviamente, também, a todos os que leem o Sub Rosa sem comentar, leitores que ou não externam sua opinião, ou a externam de outras formas que não o da caixa de comentários e cujo rastro de sua presença é feita pelas vistors tracks.

    Acho que aqui temos a fórmula perfeita: excelente trabalho de pesquisa mas também uma forma de nos divertirmos com um pouco de humor, um pouco de recração. Senão, gente, fica muito pesado e grave, e desestimulante para pessoas que não tem intimidade com o “lance” acadêmico;-)

    Isn’t that what a blog is for, anyway? Ou mais importante ainda: “Isn’t that what friends are for”?

    Portanto, fiquem com Deus, sejam sempre muito bem-vindos como bem-vindos sempre foram todos no Sub Rosa nesses dez anos.
    E saibam que posso me entristecer ou me alegrar, me emocionar, com todos vocês. Há um grande investimento de afeto e estima que emprego na feitura deste blog, e nas pessoas que vêm aqui. Eu as trago, todas, no coração.
    Obrigada e um beijo.
    —-
    Só se pode viver perto do outro, e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio, se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura. Deus é que me sabe.”

  80. Nelsinho disse:

    Oi Meg!!!!! Que bom que vc voltou para casa!!
    Que melhore melhor e pra valer, é o meu desejo!
    Beijo

    • sub rosa disse:

      Obrigada, querido!
      Já estive lendo seus dois últimos posts. Maravilhosos, como sempre, o do velho Eça e o outro da nexação de territórios. Muitíssimo bons! Adorei.
      E quanto ao Lobato, concordo inteiramente com você, no que diz respeito à obra, nem poderia ser diferente.
      Um beijo.

  81. Tereza disse:

    Meg, vou deixar aqui uma ultima sugestão.Faça uma pesquisa no seu blog: quando os posts são mais leves, os comentários também o são:) Por exemplo, os de atores, sobre cinema ou sobre literatura, mas que não exija muito esforço:)) Poetas portugueses desconhecidos e poemas difíceis, o que fazer com eles?Eu tentei fazer alguma coisa, pesquisando e tals, mas é difícil fazer brincadeiras com uma poesia melancólica:) Aí, a gente sai para os faits divers de uma maneira estranha, muito distante do autor.
    É fácil brincar e rir se conhecemos alguma coisa do autor do texto, ou se o próprio autor é leve. Mas, se o autor é pesado e difícil o que fazer? A não ser que fiquemos nas respostas burocráticas que, sei, você não gosta muito.Você discutiu coisas interessantíssimas em posts, como o post da Simone de Beauvoir.Andei lendo os seus arquivos, já lhe disse.Aí, é só discusão mesmo, sem pesquisa, o que é ótimo.
    Veja que delícia os comentários sobre Paulo Francis.
    Todo mundo tem o que dizer, já leu ou ouviu ou assistiu, pelo menos os leitores não muito jovens.
    Ou sobre a censura a Monteiro Lobato.Existem temas que mexem mais com a gente.
    Quanto aos poetas portugueses muito difíceis e melancólicos, a própria linguagem deles impõe seriedade, não acha?Ainda assim, pelo menos tentei fazer alguma coisa, mas não deu certo.Blog definitivamentwe não é lugar para pesquisa, comentário não pode ser dever de casa.
    Enfim, espero que consigam fazer discussões mais leves e divertidas:)
    Estou saindo de férias da internet, como já disse no
    início dos comentários. Muita saúde, amor e alegria para você,Magaly e todos os seus leitores.Muitíssimo obrigada por tudo.
    Beijos.

  82. tereza disse:

    Só para completar: “um blog tem que ter garantida a sua capacidade e potencialidade lúdica, leve, agradável e divertida”.Só que isso é possível quando você participa
    e bem sei que não tinha condições.A Magaly fez um trabalho lindo, leve e agradável.A Luma fez um bom comentário e deixou um excelente vídeo.Eu tentei como pude fazer alguma coisa.Só tínhamos nós três nos comentários, pelo menos falando do Blake, porque houve outros comentários interessantes sobre o Lobato.
    Mas você não gostou, ou não demonstrou. Não dava para relevar um pouco já que você não estava aqui para dar idéias novas ou fazer suas brincadeiras? Você disse que gosta de franqueza, Meg, senão eu teria ficado em silêncio.

  83. tereza disse:

    Só para completar: “um blog tem que ter garantida a sua capacidade e potencialidade lúdica, leve, agradável e divertida”.Só que isso é possível quando você participa
    e bem sei que não tinha condições
    A Magaly fez um trabalho lindo, leve e agradável. A Luma fez um bom comentário e deixou um excelente vídeo.Eu tentei como pude fazer alguma coisa.
    Só tínhamos nós três nos comentários, pelo menos falando do Blake, porque houve outros comentários interessantes sobre o Lobato.
    Mas você não gostou, ou não demonstrou.Não dava para relevar um pouco já que você não estava aqui para dar idéias novas ou fazer suas brincadeiras? Você disse que gosta de franqueza, Meg, senão eu teria ficado em silêncio.

    não estou falando de comentar o que cada um disse, mas me referindo às críticas que você fez e só fez críticas

  84. tereza disse:

    Desculpe, tentei colocar uma parte em negrito e deu errado. O comentário em negrito tem uma frase a mais no final.

  85. tereza disse:

    Estou sem sono e estive lendo o seus comentários de 2010, 2009.
    Sem dúvida comentários bem mais leves. Cheguei à seguinte conclusão.Se éramos três comentando Blake, dava para comentar apenas com 3 respostas.Ir mais fundo no comentário do vídeo da Luma foi uma grande bobagem minha.Links, outra bobagem.
    Em geral,nos seus posts os comentários são mais curtos e mais afetivos, a preocupação em explorar o conteúdo do post, de modo que fique maçante para muitos, é evitado.Desculpe se ainda não parei, queria entender onde foi que errei.Não para continuar a comentar corretamente, mas apenas para saber.Curiosidade.
    Bom dia para todos! Até um dia, quem sabe.

    • tereza disse:

      Magaly/, queria despedir-me de você e dizer que gostei muito dos comentários nossos(meu e seu) e o vídeo da Luma sobre Blake.Eu reli e gostei muito. Aprendi muito com você, Magaly. Muito obrigada. Tivemos bons
      comentários sobre Lobato, mais pessoas se interessaram em participar.Você é uma das pessoas mais admiráveis
      que eu já conheci.Não estou falando de sua inteligência e cultura, mas de seu cuidado,atenção e delicadeza com as pessoas.Você é um amor de pessoa. Beijo carinhoso.

  86. Flavia Viana disse:

    Ebaaa!!!
    que alegria, Meg!!!
    vc já voltou, está em casa.
    que coisa boa, acho que estamos todos contentes.
    espero que esteja em forma, que tudo esteja curado, operado etc…

    depois volto, pego agora no pesado
    lerê, lerê…:-)

    beijocas felizes.:-))))))

  87. Flavia Viana disse:

    ei, saiu tudo preto, em negrito, que são isso, Meg? eu não usei os colchetes que vc ensinou lá no subrosa3…:-O/, nos comentários, né?
    vamos ver agora.
    ah! e Cannes?

    http://subrosa3.wordpress.com/2011/04/19/negrito-e-italico/

  88. Rose disse:

    Ueba! Voltou!!!

  89. Rose disse:

    A vida é curta…Desculpe o clichê. Vamos ficar todos bem?
    Tereza? Onde pensa que vai???
    Meg, este blog precisa de ordem!!!
    Falta um estatuto…que tal? Beijos e todos…

  90. Orlando Gemaque disse:

    E aí, Meg querida ?
    já em casa?
    Here’s to you!

    abraçao meu e da Celia.

  91. Celia Trakl disse:

    Meglyn,
    tenho passado sempre, por aqui, como sabes, mas sem tempo pra escrever.
    vim agora dizer Auf Dich!, minha querida.
    Que bom, tudo estah bem, agora, nao eh?
    Puxa, desde setembro do ano passado eu nao comento mas sempre leio.
    Willkommen zurück, liebe Meg!
    Kuße, Kuße meus e do Cesar.
    meus e do Cesar:-)

  92. Celia Trakl disse:

    Ah! cade a Isabela? o livro dela sobre o Graciliano foi publicado?
    mais kusse:-)

  93. tereza disse:

    Meg, só mais uma coisa sobre os blogs leves com “fait divers”.
    Prefiro o bom debate no nível daquele que você fez com o Milton sobre o Paulo Francis. Você discutiu pesado, no nível que eu gosto de discutir.
    Sinceramente, foram nessas discussões que eu conheci você como a intelectual que é. E sobre Paulo Francis, eu teria coragem de discutir pesado com você.Eu li o Francis.E não foi apenas o Diário da Corte, não. Li outros jornais como o citado Pasquim, a Revista Civilização Brasileira,o livro Trinta Anos Esta Noite.Simone de Beauvoir por que eu conheço muito da obra dela.Mas poesia e traduções, sinceramente eu sou aluna.Você discutiu a Susan Sontag, ou acha que não vale a pena? Não tem interlocutores? Por pouco tempo em minha vida encontrei pessoas que gostavam dos mesmos autores que eu e fazíamos debates(independente da minha área de especialização).Quem lê hoje?Quem???
    Fora da leitura obrigatória das escolas? Fico sinceramente frustada. Mas escrevi apenas para completar a minha resposta à sua crítica. Acho que blog é mesmo entretenimento.Está certíssimo que blog seja entretenimento.Se possível, inteligente.
    Só não sei se você já debateu pesado com as suas leitoras, ou se com elas a discussão é mais leve.
    Não li todo o seu blog. Boa sorte.

  94. tereza disse:

    Por favor, se for possível, se achar melhor, favor tirar o
    negrito, não sei usar mesmo. E esse comentário eu coloquei no lugar errado seria depois do comentário 96.
    Infelizmente pensei que estava escrevendo na ordem e ficou errado.Não precisa deixar resposta nenhuma para os meus comentários. Obrigada.

  95. Rose disse:

    Dos estatutos

    O blog podia ter dois níveis, o Baby e o Avançado. Quem escreve coloca o nível que pretende usar no cume do comentário.
    Mas pode ter tb o Baby Um, que seria o meu, porque eu leio bastante, mas não domino o pensamento científico, não tenho mestrado. Sou bacharel e brincalhona.

  96. Flavia Viana disse:

    oi Meguita:
    bom dia, você deve estar descansando, OK, você merece.
    vim trazer uma coisa linda para você:
    mais posh impossível. Sua cara:

    http://fromme-toyou.tumblr.com/tagged/film

    Não esqueça de ver as gifs.
    bj

  97. Flavia Viana disse:

    ei gente, estive lendo os comentários, vamos pegar mais leve, a Meg está doente.acabou de sair do hospital.
    claro, logo ficará boa, mas por enquanto vamos maneirar, certo?
    afinal somos amigos dela, né não?
    quem sabe, se não todos mas muitos aqui são amigos ou pelo menos têm um certo apreço, grande ou pequeno mas apreço por ela.
    poxa vida, ela e a Magaly que nos recebem tão bem aqui, não merecem essa coisa que aí está.
    eu tô fora. vamos pelo menos respeitar a ausência… e tornar esse local agradável?
    que acham?

  98. tereza disse:

    Você tem razão.Eu estou muito deprimida. Como não estou bem, vou desligar o computador.Sério.

  99. Rose disse:

    Flávia,

    eu só tentava amenizar o clima. Tenho o maior respeito pela Meg.Não entendi. Mas tudo bem, tudo certo. Tomara ela fique ótima.

  100. Carol disse:

    Cheguei até aqui por indicação da Luma, (estudo Letras, turma da Vera, na UFRJ). Poucas vezes vi uma discussão exaustiva a respeito de Blake , feita por leigos. Acho isso ótimo que não seja em sala de aula ou em teses e dissertações. Parabéns pela discussão. Não pude evitar ler o que disseram sobre o aporte de um blog, mas acho que este supera a média e em alguns momentos, eu diria que é mesmo excelente, já estive lendo outros posts.
    Tudo depende quem faz e de quem participa. Só acho que se não tiver cuidado, mais de 100 comentários desencoraja a leitura, infelizmente. Eu quase desisto. Mas, se eu pudesse dizer mais alguma coisa, diria que traduzir um poema é escrever um outro poema. Não é traição. Não tem jeito.
    Abs

  101. sub rosa disse:

    Olá, Carol,
    muito obrigada pelo seu olhar generoso, que divido com todos os que participaram deste post, afinal o mérito é muito mais deles que meu.

    Seja muito bem-vinda e fique à vontade.

    A todos : eu queria comunicar que por motivos de saúde, e por não poder responder – quando necessário e apropriado – aos comentários, resolvi aplicar a moderação.

    Obrigada a todos os que me escreveram preocupados com o que estaria acontecendo a mim e ao blog, e que aceitaram compreensiva e generosamente os motivos.

    Obrigada, são todos uns amores.

    Agradeço, obviamente, pela torcida e pela preocupação, à Flavinha, Celia e Cesar Trakl, (zehr Schatz) e Orlando:-)

    Estou necessitando mesmo, a idade… you know;-)
    beijos a todos.
    M.

  102. Rose disse:

    Nossa! Pegar leve?

    Pelamordedeus, comentário moderado?

    Não quero prejudicar ninguém…que é isso?

    Beijos

  103. tereza disse:

    You’re a brave crimson (Sub)Rose

    • sub rosa disse:

      :-)

      Desculpe, mas não entendi sua frase, acho que meu inglês é insuficiente para tal. Podia traduzir para mim?

      • tereza disse:

        Se a correção gramatical é mais importante que os sentimentos que tentei expressar, o que escrevi nada significa(em negrito).
        Ainda assim, vou responder à sua pergunta.

        Resolvi escrever depois de ler o comentário da Carol.Gosto do jeito que você conduz o Subrosa.

        Quanto à sua pergunta, veio em português claríssimo.Mais claro, impossível. Todos os seus sentimentos estão nela contidos.

        O que eu quis dizer é que você deveria substuituir “ sick rose” por “brave rose”.Você é uma brave rose e não uma sick rose. E preferi escolher uma crimson rose que é a rosa do poema de Blake. Por que escolhi “brave” e não “beautiful “ ou “wonderful”? “Brave” é a palavra que diz melhor o que eu queria dizer.Acho que você é uma rosa esplêndida e corajosa.A sua coragem sempre vence a doença e eu quis dizer isso. A sua coragem é maior que as dificuldades que você enfrenta.E não há ironia no que eu disse.Foi escrito com muito carinho. Eu sou sincera.Não quis magoar você em momento algum.
        Deixei os links, que fique claro, não com a intenção de dizer que você não sabe o que é brave
        ou crimson rose.
        Escrevi para você saber exatamente o que eu quis dizer.
        Brave –
        Veja aqui: http://www.merriam-webster.com/dictionary/brave?show=0&t=1305933074
        Crimson rose: imagem de uma crimson rose.

        http://www.scottisharts.com/gallery/gallery.asp?GalleryNo=1&PaintingNo=31&Size=Large

        P.S. Em momento algum, nos comentários do post, eu fui grosseira, irônica ou tentei ofender você.Reli calmamente e continuei não entendendo o comentário de uma leitora defendendo você. O que eu fiz, foi apenas responder à questão que você colocou sobre os comentários no blog.Se você lesse calmamente o que escrevi, veria que não há motivo para tanta confusão.Fui cuidadosa com o que disse.Apenas respondi às críticas que você fez dizendo o que eu acho, depois de ler cuidadosamente vários posts seus. Discordar de você não é ser grosseira, não é? Ou tentar expor o que penso? Se escrevo tudo isso, é apenas porque não gosto de mal-entendidos. Sei que você é lúcida e sabe separar os seus sentimentos e a leitura do comentário. Só escrevi mais um comentário porque você perguntou. Desejo que Você fique bem logo.

      • tereza disse:

        Meg, não se preocupe em responder o comentário 118.
        Obrigada.

  104. Magaly disse:

    Sumi por algum tempo atendendo a problemas de casa, de exames, de pequenos trabalhos. Em compensação, venho encerrar o post com um abraço amigo, onde reside a expectativa de um convívio saudável, harmonioso , jovial.
    Tive a intenção de deixar com vocês um som, mas só consigo deixar o link de acesso. Façam isso, a peça é maravilhosa – um movimento da Sonata Moonlight, de Beethoven.

  105. sub rosa disse:

    Ah!Magaly que gentil da sua parte, querida
    Com tudo isso, ainda vir aqui se despedir…

    Olhe, este site, este blog, tem dessas coisas, a gente pensa uma coisa e sai outra:-)
    Taí, viu?, está tocando lindamente. E apareceu o vídeo.
    Obrigada, meu anjo.
    É simplesmente maravilhoso, obrigada, querida.
    Você é totalmente demais, como a música cantada pelo Caetano.
    E, para ser mais justa que a Justiceira, vou dizer o quanto gosto da concertista a admirável Atsuko Seta.
    Um beijo e nosso obrigada! (acho que posso falar por todos.

    missa est!;-)

  106. luma disse:

    Wow!! Muito legal que a discussão prosseguiu e me desculpem, somente hoje pude retornar a leitura do blogue. Sinto não poder participar mais ativamente!
    Pode ser que o poema evoque a Inglaterra, pois era assim que se referiam à ela aquela época. Hamet também disse “rose of the fair state”
    A Inglaterra estava doente, corrompida por este worm (verme) que representa a cobiça, ambição e manobras políticas – o revolução industrial foi a causa de todas essas mudanças e o uso do verbo “uivar” talvez sejam os apitos das fábricas e as fumaças das chaminés o que dá sentido a “Seu escuro amor mudo”.
    Mas já vi tantas interpretações, como Rose (mulher) e Worm (padre), como se o poema se referisse a um estupro.
    Meguita, entendi bem a intenção da publicação do poema e suas amigas também. A intenção foi animar o bloguinho enquanto Dª Meg não vinha :)
    Espero esteja melhor. Salute!! Beijus,

  107. tereza disse:

    Só queria dizer que gostei muito do comentário da Luma. Ela acrescentou muita coisa ao que eu tinha escrito sobre a rosa evocar a Inglaterra daquele tempo.
    A Luma é excelente comentarista.

  108. tereza disse:

    O link acima para crimson rose não está bom.
    Encontrei este que é melhor :

    http://www.luwish.com/RED%20images/pages/Crimson%20Rose_jpg.htm

  109. James disse:

    Cara Mestra,
    primeiro, deixe-me agradecer por sua gentileza extrema de ensinar a fazer o negrito , nos comentários principalmente pela forma como, depois de ensinar, explicou à sua leitora, lá no outro blog. Isso foi muito bom, eu cometia o mesmo erro dela, ganhamos com essa explicação. (vamos ver se sai certo)
    depois quero dizer que estive fora do Brasil, nesse tempo todo. Quando estive na Inglaterra, lembrei-me de você, como modelo de professora. Da forma como nos ensinou essa alquimia que é a tradução e Walter Benjamin.
    Estava eu na terra do maior dos William’s. Que deixou de ser tão ameaçador como era antes de suas aulas.
    Vindo aqui, noto que manteve o mesmo nível elevado em seu blog, sempre sem perder a distinção.
    Já havia conhecido o Blake através de suas aulas sobre o poema The Tyger.
    Li, at glance,aqui, The sick rose, e acho decisivas as duas intervenções de nossa querida amiga Luma Rosa.
    Vi, porem que não se estendeu sobre Augusto de Campos como fez , em aula, sobre o Tyger.
    Um abraço e regozijo pela retomada do contato.

  110. James disse:

    Em tempo: noto que está ou esteve doente, desejo sua recuperação e seu sorriso de volta.

  111. Vera disse:

    Depois de me deliciar com seu último post , o das imagens, que sob uma aparencia descompromissada é filosófico também, vim até aqui e estou maravilhada, com a Luma Rosa, hábil e precisa, ela toca no problema de fundo aqui, que é a polissemia do poema, ou não é?
    Você é como diz o meu marido: joga bem nas onze:-). Além de ser extremamente carinhosa.
    Fiquei preocupada com a sua saúde, estamos torcendo, você merece. Continue assim, doce Meg.

    professora, é descompromissada ou descomprometida? Profi, profi:-)

  112. Celia Trakl disse:

    Como eu desconfiava, voltei para ver se a discussão continuava e fiquei maravilhada. Eu não sei de outro lugar na internet que se pode ver uma discussão como esta (aliás, Meg Rose, sempre achei que você é muito mas muito democrática, demais até, WTH!).
    Como já disse, reforço as palavras da Luma, agradeço sua delicadeza e generosidade em partilhar conosco tanta coisa, não é comum isso,
    e só tenho uma coisa acrescentar, convém não esquecer a igualmente wunderwol Magali! Adorei seus ricos comentários (sem desmerecer os demais)
    Magali, permita lhe dar um beijo, já li o seu post aqui, no SubRosa, sobre a Marina Colasanti e seu livro, que me foi muito bem recomendado, e que me ajuda a passar tanto tempo sem ir à minha terra, ajuda a matar a saudade de um Brasil, de fato um país muito mais gentil que a terra que ora me acolhe.

    Obrigada, Magali, vielen Dank!
    Com mais tempo, irei deixar um comentário lá.
    (hoje, estou no meu lap português, posso usar todos os acentos a que tenho direito)
    kusse, queridas.

  113. Magaly disse:

    Celia, com emoção agradeço suas referências a meu respeito, sua imensa gentileza. Vou ficar feliz, sim, com o comentário prometido com tanta espontaneidade. Você me deixa à vontade de retribuir com um beijinho este nosso agradável contato.

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