Vou-me embora…

… pro passado.
Não o meu, nem, muito menos, o seu, claro *pisc,  mas…
Confira.
Será que é um canto de sereia?  Terá sido tão bom assim? Ah!

Ab-so-lu-ment  dé-li-cieux!

Depois, me conte.

****

Links adicionais, após leitura e com a ajuda preciosa da Rose e outros leitores, como Maria Helena e Selma:

O tempo passa.
Ramenzoni – história das marcas.
Marinetti.

Sobre sub rosa
The most of all things and persons in the entire world drives me *flabbergasted". That includes me.

97 Responses to Vou-me embora…

  1. Rose disse:

    O vídeo é pra pensar. Interessantíssimo!
    O poeta traz, ao presente ,os comerciais : a ”passárgada/passado” desponta, sobretudo, nos produtos industrializados antigos ( das décadas de 30 pra cá), nos filmes ( enlatados)… Há outras referências, mas me atenho às coisas da industrialização. O poeta encadeou uma série de marcas e produtos, sem se ater à cronologia. Repare. Começa pelos setenta, vai além …passa pela Valisère, dos anos sessenta. Ziguezague no tempo. É tb uma metralhadora de signos, da era industrializada, pois sim. Emociona, bastante!
    Você sente saudades dessas propagandas, Meg? Eu sinto. Num instante o tempo bóia, pura emoção.
    Quando a gente é criança, não distingue o que é marca, produto, natureza. Eu recordo, tu recordas, etc.
    Eu adorava o guaraná Antártica, o Biotônico Fontoura, os dropes Dulcora. E você?
    ( se o poeta tem tanta saudade desses produtos do passado, será que não gosta dos de hoje? Nem é o caso de pensar. Poema não é pra saber exato. Há pistas. Mas, se o passado é a utopia! – decerto, foi bem melhor. E , se foi produto, outro produto, bem melhor. Do q exato ele gostava? Da ingenuidade das propagandas? Da incipiente indústria?
    *Ps. Que comportamento das mulheres ele rememora? Achei estranho. Saudosismo dum tempo que não foi o dele.

  2. sub rosa disse:

    Puxa, Rose
    sem a *sua* leitura, eu jamais ia notar coisas que me passaram completamente despercebidas.
    Mas tudo o que está sendo dito não é propriamente do nosso passado, como vc chamou atenção, de uma linha de tempo circunscrita à idade de cada um, mas simplesmente – não tão simples assim – o que já passou, o que ficou lá atrás.
    Não há uma linha de tempo, nada é linear, algumas coisas (signos, marcas, apelo, denominações), eu nem reconheço.
    Claro que há um apelo ao “o que passou é que era bom” . Intencional, não acha?
    Mas vou ouvir de novo.
    “marinetti, eu pensei que fosse o poeta do futurismo… :-). Capivarol existiu? É a persistência do signo, sim.
    Volto depois, você engatou uma…semiótica pura!
    Um beijo, querida.

  3. sub rosa disse:

    bem, escrevi isso, pedindo desculpas por não responder logo, e agora relendo o que vc escreveu, vejo que escrevi coisas que vc já disse , claramente no seu comentário.
    A utopia do passado, sim, claro, sua análise é perfeita.
    Um presente: a carnavalização:-) no carnaval.
    Mas volto, mesmo, depois.]
    ****
    BTW: Hoje é o aniversário da nossa Magaly.
    ***
    Olhe só:
    http://carrosantigos.wordpress.com/2009/10/27/marinetti-o-automovel-e-o-futuro/

  4. tereza disse:

    Eu já conhecia o vídeo, Meg. Achei muito divertido:)
    Hoje estou exausta, mas tive um bom feriado:)
    Beijos, querida.

  5. tereza disse:

    Parabéns, Magaly.
    Felicidades!
    Abraço afetuoso.

  6. Rose disse:

    Meg,

    por que não faz uma entrevista com a Magaly? Essa mulher tem muita coisa a dizer…
    Quem quisesse mandaria perguntas.
    Um modo de comemorar o aniversário dela.
    Eu posso mandar umas dez questões.

    Ah! Ela podia ceder umas fotos dela para enfeitar o texto.

    • sub rosa disse:

      Rose,
      brilhante idéia!
      -=-=-=
      Puxa, se eu tivesse pensado nisso antes:-(
      Vamos aguardar então. Ela é uma excelente entrevistada. Vc precisa ver…
      Além de ótima poetisa.
      beijos

  7. tereza disse:

    O.T. Meg, não sei se você conhece o vídeo. É antigo.
    gosto muito. Achei 0 desenho lindo.E Aquarela você conhece.Vale a pena ver.
    Beijos.

    http://www.laboratoriodedesenhos.com.br/aquarela.htm

    • sub rosa disse:

      Ô, Tereza:-) que lindo!
      Eu adoro esse tema e a música também.
      Vc sabe que assim que comecei na internet, beeeem antes dos blogs, eu recebi um arquivo executável (.exe) com essa música.
      Vc sabe que guardei até o ano passado, quando perdi meu velho e primeiro HD, era o máximo tinha 9Gb hoje estamos usando HDs de 1Terabyte(TB).
      E tanto a música quanto a letra continuam lindas e ternas.
      Obrigada por esse presente que med deixou comovida

  8. tereza disse:

    Não sei se é tanto O. T. assim:) bjs.

  9. tereza disse:

    Totalmente O.T.
    Le Flâneur (do século XXI, eu diria:) Gostei. E Você?
    Delete depois, se preferir ,Meg.

    • sub rosa disse:

      Muitísimo oportuno, Tereza. (Não sei qual é o seu mistério, mas este aqui é demais.:-)
      Ele diz que é um projeto, mas não sei bem o que há por trás do video. Não alcancei.
      O tema do flaneur – primeiro em Baudelaire e depois continuado pelo Walter Benjamin – é
      realmente o tema mais central do Modernismo nas artes e nas Letras e nas idéias.
      Ficou um efeito bárbaro!!! Belíssimo.
      Ele é americano e estuda numa Universidade Americana em Paris. Perfeito!

  10. tereza disse:

    Descobri o tema do flâneur em Walter Benjamin:) Gosto
    muito dele.bjs.

  11. tereza disse:

    Eu também achei o efeito bárbaro!
    Ele é americano e estuda numa Universidade Americana(?) em Paris. Esse “perfeito” foi irônico?
    Se eu fosse estudar em Paris, iria preferir uma Universidade Francesa. Nos Estados Unidos, uma Universidade Americana, and so on…Um “estranhamento” não seria mais intenso se houvesse um relacionamento mais próximo com o “diferente’?
    Por favor, me explique o que você quis dizer? bjs.

  12. Rose disse:

    Esqueci!

    * Volto ao tema no post, não poderia deixar isso.

    Tenho muita saudade do Óleo Saúde e mais, de Anderson Clayton…

  13. Magaly disse:

    Não vou faltar, esperem-me. As obrigações advindas do aniversário me prenderam no gmail, no yahoo no orkut e no facebook . Depois que a fiisoterapeuta me largar, de tardinha volto pra cá , pra acertar contas com vocês, ‘ inventaderas’ de moda, ouviram?
    Nem li nada do post ainda. Beijos pra todos.

  14. Magaly disse:

    Ufa! Martéria à beça! Li tudo, vamos aos comments de cada assunto.
    Adorei, no vídeo, a pronúncia do i nordestino, antecedido de t ou d. Estava com saudades do ti e do di sem o chiado corruptor, limpinhos, levinhos, delicadinhos.Não é bairrismo, gente. São as raízes, mais fortes que tudo. Apreciei imensamente o texto crítico de Regis Bonvicino, sua análise do Cota Zero e do Sinal de Apito, o texto todo é uma senhora aula de crítica literária. E os comentários?! Rose, com os olhos de lince de especial professora de redação, arrasou. Viu tudinho, tudinho mesmo, o geral, as minúcias, a navegação aleatória no tempo e no espaço. Danadinha! Rose, você estranhou a postura das meninas perante a estratégia da conquista pelo sexo oposto. Achei estranho também A que passado ele se referia e a que tipo de sociedade? Bom, ele não se preocupou em delimitar o tempo em que as coisas ocorreram.Qualquer ponto no passado podia configurar sua Passárgada. Será que se explca assim?
    Teresa lembrou com muita felicidade a música do Toquinho no desenho Aquarela. Como diz a Meg, terna e linda até hoje, perpetuando-se em nossas lembranças.
    E o tema do Vimeo, excelente também, Teresa.
    Agora, com licença, tenho que ‘puxar as orelhas’ da Rose. Inventando moda! E Meg incentivando. Entrevista? Que tenho pra dizer? Olhem, estou desvanecida com o carinho de vocês, mas fico com os abraços espontãneos e a amizade linda que nos mantém próximas. Teresa, obrigada pelos parabéns.
    Rose, o Òleo Saúde foi demais. Encerrou brilhantemente.
    Beijos e agradcimentos a todas vocês.

  15. Rose disse:

    Que texto bem servido o da Magaly!

  16. sub rosa disse:

    Hahaha,
    isso mesmo, Rose, ela tem a mente aristotélica, taxeonômica, não deixa nada de fora:-)
    Volto já aqui, enquanto preparo, em fogo brandíssimo, o novo post.
    beijos
    =-=
    Ah! escutem isso, aqui em Belém do Pará, afastado rincão segundo a Rose, não chegava nada mesmo na segunda metade do século:-)
    Então, as rádios eram locais, nunca ouvi muitos dos jingles que existiram. Esse óleo Saúde, nunca ouvi falar.
    Pra você verem, a geografia ajudando ou atrapalhando o “pogréssio” de seus filhos:-)
    beijos

  17. Isa disse:

    Magaly, querida conterrânea, parabéns!

    Ótimo post, Meg. Assim como Magaly, gostei muito do sotaque, imagino que o poeta deve ser de Recife (pelo sotaque) e os pernambucanos sempre arrasam. Dei boas risadas, mas muitas das coisas que ele fala não conheci…

    Parece que o passado está na moda. Vocês viram a TV retrô de 14 polegadas que a LG lançou recentemente? Ela é lindinha. Os rádios e aparelhos de som retrô também são lindos (e caros). Ao mesmo tempo que o design é antigo, alguns aparelhos tocam rádios web e vêm com base para Ipod. É uma mistura do novo com o antigo, aliás, só a aparência é que é de uma coisa antiga. É fofa a mini-geladeira retrô da Brastemp nas cores azul, vermelha e amarela. Uma marca, a Dbox, tem muita coisa retrô, vão lá no site ver. Eu me amarro nos aparelhos que tocam vinil, CD e têm entrada USB e para cartão de memória. Já vi em decoração a mistura do moderno com o retrô.

    Quanto ao W* Chagas (por causa do video que a Rose postou), é verdade que ele não casou de novo, desde a morte de Cacilda Becker? Acho isso impressionante, principalmente porque é figura pública. Afinal, são quatro décadas de viuvez.

    Beijos.

    • sub rosa disse:

      Ei!!! Viva, querida Isa:-)
      Uma autêntica maravilha ver vc por aqui e arrasando com seu comment.
      Desculpe a demora, tá bem?
      Minina, minha mana, por que vcs decidem “acabar” comigo toda vez que comentam.
      Eu não sabia e não sei de nada disso, mas vamos lá:-)
      Engraçado, num post sobre coisas old-fashioned, acaba derivando o mais moderno da tecnologia não
      Deliciosamente irônico:-)
      1- parece que o professor é cearense, ou não? talvez um recifense no Ceará.

      Isa, querida, vou revelar um segredo, muito aqui pra nós, eu parei lá atrás no vídeo com karaoke, hahaha, vivo num território perdido que nem é tanto o passado e decididamente não é moderno. Ainda bem que vim pra internet antes:-).
      Não sei o que é blackberry, ipad/ ou seria Ipod, é sse da Apple a que me refiro. É isso? pois bem, Ipad nem pensar em fazer parte do meu mundo. Quem sabe com sua ajuda… Tenho um apaelho para blu-ray porque nossa queridíssima Selma me deu de presente, mas não tenho a mídia, os vídeos, tudo o que gosto não foi gravado em DVB. Parece que sai o Bastard Inglorious e esse sim, vou ver. Estou pensando em comprar tv em 3D, que é, pensando bem, coisa antiquíssima, Hitchcock filmou o Disque M para Matar em 3D, então hahahá…
      — Só quando vs escrevem aqui é que fico sabendo das coisas. Por isso não deleto nada do que a Tereza e vc me indicam em link.. falando nisso, cadê o link para essas maravilhas techno-maravilhas, hein? hein? Pois e , no entento eu não tenho a antiquíssima *vitrola* e vivo implorando à minha plantação de meninos e meninas – muito mais novos do que eu, alunos, ex-alunos e amigos, que me digam onde comprar. A queridíssima Elis Marchioni Rojas ficou de ver essas duas coisas, a)aparelho que toque vinil. Já o marido dela, me prometeu um b)gravador de DVD, para gravar programas que passam na TV (não digital). Como o programa de ontem Por toda a minha vida, com o Cartola, pela TV Globo;
      Aí vem vc me maltrando:-))), maltratano como diz a nossa Fal:-) dizendo que a-do-ra aparelhos de vinil, CD e tem entrada USB??? Onde tem? Na Dbox? Ah! mande o link, que entre comprar uma lavadora de louças e esse aparelho, mon coeur balance:-);
      Mais uma vez repito, vc é fera, feríisma nessas coisas de decoração, ah! se é:-)
      E, por fim, o W*Chagas, de fato, agora que falou eu reparei: a viuvez deve ser pra sempre, não? Que bacana, eu acho:-)

      Um beijo e tomara que alguém leia isso e ploft! apareça o meu tocador de vinil
      =-=-
      só pra constar, eu ia ver, acabei de colocar o DVD da obra prima “O Falcão Maltês, (do John Huston, c/Bogart e Mary Astor, e o super fab Peter Lorre, a-doo-ro! ) pra ver. Mas antes, eu vim aqui, ver emails. Por pouco, e essa lindeza de comentário ficaria retida:-)
      besos, chérie.

  18. sub rosa disse:

    Qu’ridas e qu’ridos:
    vejam esse link que a Rose me mandou:
    http://goo.gl/l6lJ8
    merci, Rose.
    Leiam. Tereza, leia e depois me diga:-).
    Por essa eu não esperava. Será influência do Joyce e a Nora Barnacle? Wow!
    bjs

  19. tereza disse:

    lembra do sabonete Eucalol com suas estampas e do sabonete Lever com estampas e até brindes de estrelas de Holywwod?E um monte de lembranças aqui:
    Esse blog é uma máquina do tempo.
    Role a barra para ver o sabonete lever e suas estrelas.
    http://carissimascatrevagens.blogspot.com/2009_01_01_archive.html

    • sub rosa disse:

      Eu estava justo pensando em falar das estampas Eucalol.
      Eu devo ser do tempo, mas não me lembro muito bem.
      Parece que houve duas edições dessas estampas maravilhosas que são famosas, eram muito belíssimas coisa e tal (Eu sou do tempo que se falava coisa e tal hahaha) e as que eu me lembro não são lá essas Coca-colas.

      Lembrei que me enviaram (um amigo mineiro que a Rose e a Magaly conhecem) essa crônica:

      http://oglobo.globo.com/cultura/xexeo/posts/2011/02/13/obsoleto-362114.asp

      Mas quero repetir, a gente nem sabe se é ou era do tempo de alguma coisa.
      Vocês lembram do filme Bye bye, Brasil.
      Acho o máximo.
      Ele retrata exatamente isso que eu quero dizer.
      Belém só ficou na rota da modernidae, seja lá o que isso queira dizer, depois da Rede Globo.
      Nada de A Cigarra, J. Carlos, O Cruzeiro etc..
      Eu por ex, não me lembro, de muitas das publicidades famosas, que volta e meia eu ouço até gente mais nova do que eu- falar ou mencionar.
      Dommage!

      http://oglobo.globo.com/cultura/xexeo/posts/2011/02/13/obsoleto-362114.asp

  20. tereza disse:

    As revistas antigas…melhor que Emulsão de Scott
    É só rolar a barra:
    http://carissimascatrevagens.blogspot.com/search/label/REVISTAS%20RETR%C3%94

    • sub rosa disse:

      Esse blog é uma coisa!
      ***
      Mas, que coisa eu vou dizer, a não ser repetir, por qual artes de berliques e berloques:-))) – só essa expressão já me condena hohoho – vc encontra essas coisas?
      Não, porque eu te contar, eu faço pesquisa no Google, chego até a ensinar alunos etc… e não encontro essas coisas.
      Aliás, eu quando coloco um post, tenho a certeza de que vou ter *dever de casa* passado por vcs meninas
      :-)
      Lembra o Marcus outro dia dizer coisas, citar sites e dizer, “sorry vai sem link”:-)) ?
      Pois é…
      Adorei o blog retrô.

  21. tereza disse:

    Meg, eu já conhecia. Muito bom mesmo. O Rosa da Ara é um outro Rosa. O que o amor faz, não é:)))

    • sub rosa disse:

      Uau!. E como!!!

      lembrei mesmo do Joyce e sua mulher Nora.
      Quem disse que o casamento era o túmulo da paixão, não conheceu esses dois:-)

  22. tereza disse:

    Ahahahaha! Quando eu li aparelho que toca vinil, cd, tem entrada USB e para cartão de memória, lembrei-me de você))) Lembra que você disse ter ficado com inveja de mim e da Jaqueline porque possuímos aparelhos que tocam vinil e CD? Pois então, o meu agora é mais que museu, não tem entrada USB e nem para cartão de memória. Meguita, fiquei feliz por você:))) Besitos.

  23. tereza disse:

    Não acredito que perdi Por Toda a Minha Vida com o Cartola! Eu só ligo tv para ver filmes e vivo perdendo bons programas. Que pena!
    beijos.

  24. tereza disse:

    Meg, sobre o W*Chagas, parece que não é bem assim.Mas não posso escrever nada aqui, nos seus comentários. Quem tiver curiosidade, melhor procurar no Google.

    • sub rosa disse:

      Ah! bom.
      Supondo que sim, então pode ter casado, né?
      =-=
      Tereza,
      Já foi dito que se cura o tédio com curiosidade e para a curiosidade não há cura:-)
      ;o/
      beijos

  25. Rose disse:

    Olha só.

    Este casal foi problema….Mas agora saíram cartas dele. E parece que não foi bem o que o filme – ótimo!- mostra ( ele parece malvado com ela).

    Pena que não consigo mais encontrar o filme…É bonito .

  26. sub rosa disse:

    Rose,
    eu definitivamente a-mo esse filme.
    Desde a primeira vez que vi.
    Eu gostaria de revê-lo.
    Vou procurar mas acho que será difícil achar, não fez sucesso, infelizmente.
    Obrigada:-)
    bjs

  27. tereza disse:

    Meg, já nem sei mais o que é memória minha ou do Google. Enlouqueci?:))) Brincadeirinha. Não sei se quando nasci existia sabonete Eucalol. Mas ganhei uma coleção
    das figurinhas do sabonete Lever com a foto das atrizes
    de um lado e do outro lado sobre a vida delas (internet) Não sei a data dessas figurinhas, mas lembro do sabonete Lever quando criança. Não conheci as figurinhas.Você viu a parte que lhe enviei sobre os sabonetes e as estrelas de Hollywood? Aquelas bem antigas mesmo? Lembramos de coisas que nem vivemos ou conhecemos. Eu consigo me imaginar vivendo em todas as décadas do século XX que eu não vivi. As imagens do cinema, as músicas, tudo presente em nossas memórias. Mais fortes do que se fossem livros.
    Como se eu reconstruísse um passado que eu não vivi.
    E, que tem mais de imaginário que real, óbvio. Mas o passado real também tem muito de imaginário.
    No início do post, você escreveu “terá sido tão bom assim”?
    Beijos.

  28. tereza disse:

    Meg, você viu essa parte do blog retrô? É muito interessante.
    http://carissimascatrevagens.blogspot.com/2009_01_01_archive.html

    • sub rosa disse:

      Não, Tereza, querida,
      mas, pelo que vi, é lindo…
      Volto depois para responder a você e à Rose, certo?
      De fato, dá para refletir e muito:-)

      bjs

  29. Isa disse:

    Oi, mana. Você recebeu os links?
    Postei em comentário anterior e não apareceram.
    Veja aí, por favor, se o comment ficou retido.
    Beijos

    • sub rosa disse:

      Nope, maninha, nope:-(
      Pensei até que vc tinha me mandado por email.
      E, olhe, como o comment foi liberado, agora não fica retido.
      (imagine, eu dizendo isso pra vc que é fera em sites e internet:-) shame on me!).
      Aliás, como eu perdi o
      http://meguimaraes.com
      quando fiquei doente (mais de um ano, vc sabe), queria ver como vc me ajuda para conseguir outro site:-) puxa com esse pedido público …
      hehehe
      bjs

      arrrr! estou louca pra ver isso, quem sabe não é agora que toco meus disco em vinil, né?:-)

  30. Rose disse:

    Dado à reflexão isso que a Teresa escreveu. Importantíssimo…

  31. Isa disse:

    Pois, então… eu até fiz o comentário anterior para saber se realmente estava liberado. Como são vários links, pensei que o WordPress tinha retido. Se não conseguir por aqui, envio por e-mail mesmo. Não se esqueça que ainda estou com internet ruim, vc nem imagina que deixei o vídeo do poeta saudosista (descobri que é paraibano, por isso o sotaque parecido com o do pernambucano) baixando e fui fazer outras coisas, depois voltei e assisti, por isso não inseri os links da primeira vez.

    Sobre suas dúvidas, tem IPOD, IPHONE e IPAD. BlackBerry é uma marca de smartphone, ficou famosa porque Obama tem um. É tipo um celular, mas recebe e envia e-mails via Outlook, vc pode acessar Youtube e MSN, mas só se tiver o pacote de dados de sua operadora. Outras marcas também têm smartphone, o meu, por exemplo é da Samsung.

    Ah, Rose e Meg: entendi o caso W*Chagas. Tudo bem, alguém me falou.

    Ainda sobre o passado, andei pensando que algo que me encanta é a palavra, a palavra dada. Não sei se é falsa impressão minha, mas me parece que a palavra tinha seu valor.

    Outra coisa que parece que era legal no passado eram as amizades, mais uma vez, não sei se é minha impressão, mas penso que elas perduravam. Os empregos também. Acho que Bauman fala algumas coisas sobre este assunto em Modernidade líquida.

    No próximo comentário, só links.

    Beijos

  32. tereza disse:

    Meg, Isa e leitores: só não falei sobre a vida do W*Chagas, porque qualquer coisa que um comentarista escrever aqui sobre alguém, sem provas, e que alguns considerarem prejudicial à imagem da pessoa citada e que não tenha sido publicado, você pode ser processada.Li isso no blog da Fal.
    Eu falaria tranquilamente sobre o assunto, o preconceito não é meu. E acredito que nem dos leitores do blog.Vai que aparece alguém aqui etc…Eu podia ter explicado, não é? sorry.

    • sub rosa disse:

      Nah!
      Tereza, querida: nada de pedir desculpas, por que já, não é?:-))

      Sabe oq ue me deixa triste? é ver que preconceito pode partir, exatamente da pessoa que se sente ofendida, não é?
      Mas vamos deixar isso pra lá.
      Afinal, todos viram, que a questão aqui era a questão da pemanência e de uma romântica história de amor, digamos, para “além da vida”, como é o título do lindíssimo filme do meu amado Clint.
      Alguém viu esse filme?
      A Magaly viu e me contou.
      Todos dizem que é a coisa mais linda!
      bjs
      assinado: Meg Eastwood:-))
      -=-=-=
      p.s: gente, querida: torçam por mim, graças à queridíssima Isa, minha amorinha, parece que agora sim, conseguirei meu toca-vinil.
      Iuhuuu: o preço está ótimo.
      Só estou em dúvida, quanto ao modelo.
      Não sei.
      Olhem aqui:
      http://www.shopmania.com.br/compras~online-equipamento-de-som-dj~comprar-toca-discos-vinil-ion-com-conversao-para-formato-mp3-via-conexao-usb~p-2247739.html
      bjs.
      Isa, deve ser o Askimet que prende ou manda pra lixeira, quando há muitos links. Para ele, parece spam:-(

      Obrigada, Tereza, por ter ficado contente por mim:-) Torça, linda!

  33. tereza disse:

    Uau! Agora você vai curtir os seus discos de vinil:)))
    Fui ver os modelos. Também ficaria em dúvida. Tem até conversão para formato mp3! Depois conte pra nós qual você escolheu:)
    Beijos.

  34. tereza disse:

    Eu não vi ainda, mas quero muito ver Além da Vida.
    Não perco um filme do Clint, que amo de paixão, viu Meg Eastwood?;))

  35. Rose disse:

    Amanhã, Tv Cultura de São Paulo, documentário sobre o Clint.

  36. Magaly disse:

    ‘Tou botando sentido’ na farra que vocês fizeram sem mim, de sexta feira, dia 11, pra cá, depois que deixei meu comentário. Fiquei sem internet até ontem de madrugada,
    mas por um ótima causa e estou feliz demais. Recebi a visita de meu neto JP e noiva, pelo meu aniversário, na sexta à noite, ambos vindos de um plantão. Mesmo cansados, me expulsaram do computador, reclamando do desconforto em que eu trabalhava: monitor pequeno, apoio para teclado alto demais, cadeira ergométrica, mas não adaptável ao tamanho da estante, uma infinidade de impropriedades. Num lapso mínimo de tempo, estava tudo transferido para a televisão na sala, mas as mudanças exigiam um roteador, mais umas pecinhas que nem distingo de tão estranhas pra mim. Voltaram sábado e domingo à noite e, finalmente me instalaram no ‘bem bom’.Viram como neto safo salva a gente?
    Corri para o Subrosa certa de que os comentários do novo post prometido já iam adiantados, quando encontro a farra aina rolando no post do paraibano saudosistaSabem o que aconteceu fiquei até 3 horas da matina lendotudo que foi dito,vendo os vídeos, acessando os sites. Ah! Vocês são demais. Hoje, pareço meio drogada, mas me diverti a valer. E mais ainda. Agora meu teclado e meu mouse são sem fio, o que significa espaço e movimento pra vovó aqui – presente de aniversário dos dois. Não é fofo demais, como diz o Anselmo Góis?
    Agora , recolho-me, para ajeitar minha sala transformada em escritório, ver se faço com que permaneça sala de visitas com coforto de escritório inteligente.
    Meg, lembra aquelas peças de música que eu apanhava com o Mílton Ribeiro? Estou passando aos poucos para um ipod que ‘herdei’ desse meu neto há poucos meses. Delícia das delícias. De quando em quando, herdo coisinhas assim. Estava de olho num I Pad que me facilitaria a leitura, mas agora, com este telão e letras gigantes, vou deixar pra quando ele já estiver em sua forma mais perfeita.
    Uma coisa chatinha: furtaram de minha bolsa /sacola meu amado celular Nokia, da Vivo. Está bloqueado, enquando a raiva passa e apanho outro. Pessoa de idade não deve sair sem celular. Desta vez, aprendi. Vou escolher o mais barato da Vivo, sem funções que nunca uso pelo celular, um modelo próprio para ‘espertinhos de rua’. como a gente sempre fez pondo na bolsa os 10 reais do ladrão.
    Agora, vou-me. Beijos.

  37. sub rosa disse:

    Gente de Deus!
    Nossa, Maga, este seu comentário é uma deliciosa crônica, que me deixa amarelinha e verde de admiração (eufemismo daquele sentimento… que não ousa dizer o nome;-).
    E para mal dos meu pecados -vejam bem, é um documento de como é que somos modernos.
    Num post sobre o passado, eis que a Magaly aparece como a versão da Isa = as duas participam, tomam parte e ( fazem parte) em um mundo tão semelhante.
    Mundo aliás, ó tão dessemelhante.. como diriam Gregório e Caetano, para mim.
    Está aí a reposta àquela pergunta um tanto filosófica da Tereza, já bem respondida pela Isa: também gosto de coisas que, em plena vigência no passado, hoje são apenas uma mera lembrança. Tanto no plano do comportamento e das relações interpessoais quanto na esfera da técnica, no sentido heideggerianao ( a técnica é a forma de re-fazer a essência da natureza ) o que nos *desafia* e nos desabriga (entbergen)
    Recomendo a leitura do texto “Sobre a Serenidade” do Heidegger e sim, Isa, no Modernidade líquida, o Bauman discorre sobre esse tema.
    =-=
    Eu fico boba lendo esses comentários de você, parecem um presente que, nem sei se mereço.
    Um amigo me escreveu dizendo que tudo bem, gosta de alguns dos posts, mas o “quente” (sic) são
    os comentários:_)
    Eu não poderia concordar mais com ele, do que já concordo.
    Obrigada, meninas. Muito obrigada, até eu passei a ler meu blog de outra maneira.
    Um beijo.

    p.s… agora, só uma coisinha , o que vem mesmo a ser o *smartphone*? é um telefone inteligente como diz o nome, em inglês?
    Tenham paciência comigo, que quem entende do riscado são vocês, à frente a Magaly, há!
    p.s2- Magaly, essa expressão ” tou botando sentido” :-))) é simplesmente o máximo. devia ser tombada, preservada, como dizia o professor Benedito:-)

  38. tereza disse:

    Magaly, sabe que adoro quando você escreve alguma coisa sobre um acontecimento qualquer em sua vida?
    Gosto de ler você.Conta seus casos de um jeito leve e agradável.
    Pois é, perdeu a farra:))) Mas valeu a pena, presença de netos, presentes de netos.Que coisa boa!
    Beijos, querida.

  39. Rose disse:

    Por tudo isso eu disse que é preciso entrevistar a Magaly. Quem sabe em julho. Cada uma faz uma pergunta aqui mesmo…nos comentários…

    • sub rosa disse:

      Rose, dependendo de mim a Magaly será entrevistada.
      Entretanto, eu também estava pensando em convidá-la para escrever semanalmente – sobre o tema que escolher – aqui no Sub Rosa.
      Todos ganhariam, não é?
      O que vc acha? O que a Tereza acha?
      Vcs contam muito para mim.
      beijos

  40. tereza disse:

    Sabe o estudante da Universidade Americana de Paris
    que fez o vídeo Le Flâneur? O vídeo dele está no blog da Cora, hoje :) Fiquei muito insegura ao colocar o vídeo aqui. Achei que só eu tinha gostado, coisa e tal :)

    • sub rosa disse:

      Como insegura??!!!!
      Você insegura, Tereza, mas se vc é que traz o crême de la crêmepra cá.
      Não brinque, querida.
      Este vídeo realmente é maravilhoso, belo e o projeto é maravilhoso.
      Baudelaire e Benjamin!
      Ainda bem que gostamos e comentamos:-)
      V é dez+

  41. sub rosa disse:

    Tarán…
    Viu só, Tereza?
    E olhe que a Cora continua antenadíssima!!!!

    Por isso me mandam dizer o que eu contei pra vcs. Da nossa caixa de comentários ser o melhor do blog…
    Menina Tereza, seu passe vale ouro.
    Não nos abandone, visse?
    :-)
    essa nota me deixou feliz.
    Viu só, quando fico boba e nem pergunto *onde* e sim, *como* vc consegue tudo isso. |o/
    Vou lá no blog da Cora:-)
    beijos, minhas lindas
    :-)

  42. sub rosa disse:

    será o meu navegador, ou o link da entrevista está quebrado ou corrompido?

  43. tereza disse:

    A sua caixa de comentário diz muito do que você é.
    Se o conteúdo do blog não nos interessasse, você não teria comentários. E tem blog que as pessoas comentam uma vez, não tem nem bom dia e elas não voltam…
    E você nos deixa à vontade para comentar. É simpática e carinhosa com os seus leitores. Aprendemos muito com você. Mas se você fosse apenas inteligente e culta,
    talvez não fosse o suficiente para ter comentaristas.
    beijos.

  44. tereza disse:

    Deve ser aquela entrevista que tem no vídeo que coloquei aí. Também não consegui ver a entrevista.

  45. sub rosa disse:

    Tereza,
    coisas como essas que vc me diz, a gente sequer contesta. Apenas se emociona.
    O que melhor se pode fazer é, simplesmente, agradecer. A emoção fica. Intacta. Íntegra. Sempre.
    Espero nunca decepcioná-la
    E obrigada por estar aqui conosco: este espaço é seu.
    Um beijo, querida.

  46. sub rosa disse:

    Rose, dependendo de mim a Magaly será entrevistada.
    E com muito prazer, por mim e por vocês:-)
    Entretanto, eu também estava pensando em convidá-la para escrever semanalmente – sobre o tema que escolher – aqui no Sub Rosa.
    Todos ganhariam, não é?
    O que vc acha? O que a Tereza acha?
    Vcs contam muito para mim.
    beijos

  47. tereza disse:

    Concordo com a Rose e com você. Acho ótimas as idéias da entrevista e da Magaly escrever semanalmente no SubRosa.
    Beijos .

  48. Rose disse:

    Sou mais pela Magaly ter uma crônica semanal. Ou quinzenal.
    Mas a gente escolhe o assunto. Assim, ela vai se sentir desafiada.
    Cinco assuntos. Você, Meg, escolhe 5 pessoas – vc inclusa – para escolher o assunto. Depois você sorteia aí em Belém, nesse distante rincão.

  49. tereza disse:

    Concordo, Rose, mas acho que a escolha do tema deve ser dela.

  50. Rose disse:

    Não, Tereza! É um desafio para a Magaly.

    Mais emocionante assim.

    Assim: abra um dicionário. Feche os olhos, aponte uma palavra ( com os olhos fechados, claro); o que sair é o assunto que ela deverá falar. Se for planta ou algo assim, escolhe outra vez. A não ser que ela saiba.
    Adoro desafios e jogos.

  51. Rose disse:

    Exemplo. Abri o dicionário, agora, um Aurélio, fechei os olhos e tirei a palavra ABICHORNADO, particípio de ”abichornar”. Isso quer dizer 1 desalentar, desanimar; mas também 2 vexar, envergonhar.
    Olha, Tereza.
    Uma crônica sobre vexames, vergonhas que passamos todos os dias…
    Magaly podia escrever. O que saísse ela escrevia. Ou alguém diria a ela um tema.

    • sub rosa disse:

      ABICHORNAR:
      Regionalismo: Sul do Brasil.
      verbo intransitivo
      1 tornar-se (o tempo, a atmosfera) abafadiço; abochornar
      transitivo direto e pronominal
      2 tornar(-se) abatido; aniquilar(-se)
      Ex.: a inspeção abichornou os meninos> <abichornava-se com a doença
      transitivo direto e pronominal
      3 submeter(-se) a algo vergonhoso; envergonhar(-se)
      Ex.: a revelação abichornou-o, abichornou-se com tantas acusações
      transitivo direto e pronominal
      4 fazer agir ou agir como um covarde; acovardar(-se)
      Ex.: as armas abichornaram os adversários, abichornou-se ante o inimigo

      =-=
      ABICHORNADO
      n adjetivo
      Regionalismo: Sul do Brasil.
      que se abichornou
      1 que se tornou abafado, sufocante; abochornado
      2 que se tornou abatido, desanimado
      3 que se vexou ou envergonhou
      4 que se acovardou ou intimidou

      Fonte: HOUAISS
      =-=
      Que palavra anti-eufônica, hein, Rose?

  52. tereza disse:

    Rose, estamos falando e a Magaly está caladinha:)
    O que será que ela acha?

    • sub rosa disse:

      Puxa, eu escrevi meu comentário enquanto vc, Tereza, escrevia o seu. Só que eu demoro horas e o comentário é longo.
      Rose,
      pelo amor de Deus, a sua idéia é marvilhosa mas parece que ela se adapta mais a isso que vc diz, a jogos e desafios.
      E a Magaly não estará se submetendo a isso.
      Tem de ser algo tranquilo e com muita liberdade.
      Pra jogar o seu jogo, proponho que seja vc:
      aí, sim: fazemos o jogo e eu e a Tereza :-)- eu aqui no meu rincão distante hohoho, e a Tereza, aí mais perto- vamos passar o teste para vc, cada quinzena um tema:-)
      O que vc acha?:-)
      Aceite!
      Espero que vc entenda o que quis dizer, certo? Numa boa, tá bem?:-)
      bjs
      =-=-=

  53. sub rosa disse:

    Hahahah!
    Gente, que medo de nós, me deu agora;-)
    Nós aqui discutindo e decidindo o destino da Magaly!

    Eu queria ser uma mosquinha pra ver a reação dela.
    bem, pelo menos quando eu falar pra ela, el verá que foi em nome da democracia.

    Outra coisa que me lembrei mas não deve ser do tempo de vocês; quando eu estudei o Curso Primário (vejam como sou antiga) havia uma Antologia que tinha uma fábula, envolvia um gato de nome Faro-Fino.
    Era o terror dos ratos e ees fizeram então uma assembléia dos ratos para neutralizar o perigo.
    Terminaram decidindo que a saída era colocar uma coleira de guizos no pescoço do faro-fino.
    Quando ele se aproximasse os guizos faziam barulho e todos poderiam sair à socapa! (*) hahahah, olhem a palavra, mais antiga do que isso:-)
    Ruidosamente saudaram o campeão, herói, autor da ideia, vencedora em assembleia.
    Estavam comemorando, com palmas e bravos! quando um ratão velho, metido a filósofo acabou com a festa, perguntando:
    Tudo bem, mas quem vai colocar o guizos no pescoço do Faro-Fino?
    Pano rápido!
    É a nossa cara!
    beijos
    M.
    -=-=
    p.s – recebi email da Isabela Percov.

  54. tereza disse:

    Hahahaha! Eu pensei a mesma coisa. Imagine, nós aqui decidindo o destino de Magaly. Só que a Magaly deve estar se divertindo com tantas sugestões que ela não vai seguir:)))
    Rose, você que gosta de desafios e escreve muito bem,
    aceita a sugestão da Meg? Acho que seria ótimo!
    Beijos.

  55. tereza disse:

    Ou então, Rose, a sua sugestão de escolher uma palavra no dicionário.É um desafio.Você acha emocionante.
    Falo sério. Você aceita?

  56. tereza disse:

    Escrevemos ao mesmo tempo novamente, Meg:))

  57. tereza disse:

    Rose, fugir “não vale” ! Nós te pegamos:)
    bjs.

  58. Rose disse:

    Tereza? Que que é isso?

    Quem é de fugir? Eu dou um tempo, esse é meu tempo, coisa de caipira envergonhada.

    Escutem as duas. O desafio é para a Magaly! Eu decido por ela. Pronto. Tenho autoridade para tal. Sou libriana, tenho balança e tudo.

    Gostei das várias acepções da palavra, Meg. Eu censurei a primeira, pq achei que não dava pedal (gíria de 1966). Escolhi a acepção 2, ”vexame”.
    Quereria uma crônica sobre o vexame escrita pela Magaly: É ISSO QUE EU QUERO!

    Ah! Ela pode ”escolher” outras acepções. Olha que liberdade.
    Só se ela não quiser nada com nada.

    Depois, pode haver um júri pra nota. Esse júri vai ser a própria Magaly – que vai se avaliar. De 1 a 10. A performance. O que ela esperava de si e o que conseguiu. Mas ela não pode mentir.
    O outro jurado é fantasma e dá a nota por um sorteio que a gente inventa. Palitinho, algo assim.

    Se o total – nota da Magaly mais nota jurado fantasma – der mais que 7, ela será contemplada com uma prêmio …Aí a gente vê que prêmio – de verdade, coisa concreta. Nada de flores on line.

    * eu invejo o jogo, nadica de escrever. Meu cachorro está doente.

  59. Rose disse:

    Ah! Não é invejo o jogo mas , invento.

    Meg, o diminutivo de Rose pode ser Rosezinha ou Rosinha, tanto faz.

    São variantes, assim feito eu, que vario muito.

  60. sub rosa disse:

    Mas, Rose, nós queremos convidar a Magaly, não afastá-la.
    Quem é que vai convidar uma pessoa e depois fazer um jogo e ainda por cima, pasmem! julgá-la, dar nota para ela.
    Vc lê a Magaly, aqui, ou em outros lugares, ela tem uma vida cheia, intensa… imagine se vai aceitar..ah! Rose, pelamordideus…
    =-=
    Sei que depois vc vai pensar melhor.
    Em todo caso, assim acabamos inviablizando a possibilidade de termos a Magaly escrevendo coisa que ela faz magnificamente bem, aqui no Sub Rosa.
    -=-=-
    Desde quando se convida e se julga. Eu, hein?
    Por certo, perdeste o senso !, diria Monsieur Bilac
    +++
    bem,
    como está o Yuri, vc disse que ele estava bem e feliz, eu fiquei mais sossegada.
    Descanse…
    =-=-=
    pra finalizar recebi email da Isabela, ela cita vocês, nome por nome, tem nome de uma moça que não sei quem é, deve ser uma comentarista eventual, e nos fez uma surpresa, depois eu conto
    beijos

  61. Rose disse:

    Meg, Meg…

    Ninguém iria julgar a Magaly. Ela mesma se julgaria. E depois a outra nota – um júri fantasma- poderia ser o final do número da loteria, entendeu? Com a soma…

    Um jogo, só isso. Não é julgamento do texto, ela avaliaria a si mesma. Ela se daria uma nota.

    ….Inviabilizamos a Magaly nada. Ela pula o que eu escrevi, e escreve o que ela quiser.
    Imagine se vamos julgar quem quer que seja! Meg! Eu sou brincalhona! E afirmo que esse jogo seria bem legal.

    – Passo minha vez….
    Acho melhor eu me recolher embaixo do tapete.kkk
    Até daqui três posts…..Beijos a todos.

  62. tereza disse:

    Rose, já li seus ex-blogs agora deletados e conheço o Yuri. Gosto de cães, já tive vários. Melhoras para ele.
    E um beijo pra você.
    P.S. Ah, não fique longe daqui. Vamos sentir a sua falta.

  63. sub rosa disse:

    E eu, Tereza, estive lendo , relendo e trelendo os escritos da Rose, inclusive estes últimos comentários e tenho de fazer um hat-off:
    ela é uma tremenda professora.
    Inata!
    No conhecimento e na prática, na metodologia!
    Quem me dera!
    Parabéns, Rose, Rosinha, minha canoa…
    beijos

  64. Rose disse:

    Só que a canoa hoje está furada…Meg.

    Aqui, 12h11. Confusões com Yuri e eu tenho de dar aula. Podiam existir gizes anestésicos .

    Veterinário fala em eutanásia. Mas, antes, tentaremos o Gardenal, que lembra Gardel, o do tango.
    Yuri chora sem parar, são fantasmas que vê de tanto viver. Viver muito traz fantasmas? Viesse ( vivesse) o Gasparzinho.
    ……………………………………………………………
    Obrigada, Meg e Tereza. Faço o que posso para clarear -na lousa – essa cega (a minha) vida.

    Beijos

  65. sub rosa disse:

    Rose, eu sinto muito, ele já estava um tiquinho melhor, não é?
    Faça o que seu coração mandar, querida.
    A gente (tenho a certeza de que posso falar assim) está torcendo por vc e por ele.
    Mando-lhe meu carinho e solidariedade.
    Daqui desse rincão distante :-)

  66. tereza disse:

    Meg,também acho que a Rose é uma tremenda professora, por tudo que já li dela.
    Eu queria ser aluna de redação da Rose, mas talento não se transmite.
    Mais tarde vou lá no post novo:)
    beijos.

  67. tereza disse:

    Rose, vou torcer para o gardenal dar certo.
    Beijos, e o meu carinho.

  68. Magaly disse:

    Do alto dos meus 84 anos, eu sentencio: Parem de delirar. Eu juro que entraria na brincadeira para ver todo mundo feliz, mas não tenho condições físicas para a maratona que vocês querem armar. Antes de qualquer consideração, quero dizer que, enquanto ‘vocês se divertiam às minhas custas’, eu estava num inferno astral, desconectada de tudo. Imaginem uma vovó que nem eu, depois de visitar o céu, pegar umas ondinhas nas nuvens, conversar com os anjos, de repente perder o chão, ver-se no escuro, desligada do mundo? Tudo parou, televisão sem sinal, net fora do ar, computador ausente . Isto desde que estive aqui fazendo o comentário anterior. E, para culminar, hoje, durante a maior parte do dia, um apagão em toda a Gávea e uma área do Leblon. Moro no oitavo andar, não dava nem para falar com o porteiro, sem interfone! Meu neto, sem poder voltar cá. Finalmente, agora à noite, por telefone, ele me foi dando umas dicas e recompusemos quase tudo, menos a televisão.
    Agora que dá para voltar a falar, digo-lhes, Meg, Rose e Teresa, fujo da raia com a maior simplicidade. Gente querida, sou só dentro de uma casa com suas implicações. Preferi não manter empregada com receio de meu jeito exagerado de me comportar. Eu sabia que, tendo alguém para fazer as coisas, eu não iria desgrudar do computador ou da poltrona da leitura. Mantenho uma pessoa que me faz uma boa limpeza semanal e o resto é comigo. Para vocês terem uma idéia, atualmente, eu só frequento o blog da Meg e tenho compromisso com meu blog ‘Onde Estamos?’, onde posto semanalmente (em teoria). Qualquer trabalho
    a mais pode compromter meu processo de definhamento natural, o que está fora de minhas cogitações. Deixem-me quietinha, tomando parte da farra gostosa que fazemos aqui, felizes. Quem sabe vocês viriam a se desencantar comigo mais cedo do que imaginam! E reverter situações assim não é tão fácil. Se vocês soubessem quanto esse carinho todo me faz feliz e como eu gostaria de corresponder às expectativas de vocês! Beijinhos doces pra vocês todas.+

  69. Rose disse:

    Que ótima crônica essa aí em cima. Obrigada, Magaly!!!!! ( mais uma crônica, hein?).

    Adorei este :

    “Preferi não manter empregada com receio de meu jeito exagerado de me comportar. Eu sabia que, tendo alguém para fazer as coisas, eu não iria desgrudar do computador ou da poltrona da leitura”

    E este?

    ”Qualquer trabalho
    a mais pode compromter meu processo de definhamento natural, (…)”.

  70. tereza disse:

    Magaly, eu vou lhe dar uma dica importante. Quando faltar energia elétrica no seu prédio e você não puder interfonar para a portaria (e essa era uma preocupação minha, pois moro em prédio) use seu celular e ligue para o telefone da portaria. Se o telefone da portaria for sem fio, ligue para o celular do porteiro, se ele tiver celular( todas as pessoas tem celular) peça a ele o número.Assim você não corre o risco de ficar isolada.
    beijos.

  71. Magaly disse:

    Obrigada, Teresa, ótima sugestão. Vou pedir o número do chefe dos porteiros que está a maior parte do tempo no prédio, mesmo sem estar funcionando como porteiro na ocasião. Aqui há vários deles e eu teria que apanharmitos números..Agradecida, meu bem.

  72. Magaly disse:

    Rose, mande notícias do Yuri. Aguente firme, deve ser muito difícil mesmo.

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