Paulo Santos – Exposição

tres estradas da ultima fronteira

Convite da exposição do Paulo Santos, “Amazônia – Estradas da última fronteira”, que abre no dia 5 de agosto. A exposição traça um roteiro de quase três décadas de cobertura fotográfica do autor, profissional de grande atuação na cobertura de acontecimentos marcantes na região.

========
=-=-=-

Serviço:

Onde: Palácio Lauro Sodré – Museu Histórico do Pará-MHEP – Galeria Antônio Parreiras

Quando: Abertura – 5 /08 /2010 – 19 h

………….Visitação Pública: De 06/08/2010 até 24.09/2010
………….Local: Praça Dom Pedro II s/n – Cidade Velha – Pará-Brasil.

=-=-=-=-=-=

via Ronald Junqueiro. (visite)

Sobre sub rosa
The most of all things and persons in the entire world drives me *flabbergasted". That includes me.

7 Responses to Paulo Santos – Exposição

  1. Allan disse:

    …Não vai dar para ir, o que será um pecado.

    Beijocas :)

  2. Vi as fotos e os blogs ligados a esse link.
    Que mundo diferente!

    ( reclamação: no próximo post ponha várias fotos direto, assim o leitor ganha tempo)…Grata!

  3. sub rosa disse:

    Muito diferente, eu sei. Vc só não disse se é diferente para melhor ou pior do que vc conhece ou esperava:-)

    Agora, como é que é? Como assim, Bial? “Fotos direto”?
    Onde eu errei: me ajude.
    Na minha cabeça, a intenção era
    1- ler o texto do Ronald, jornalista integrado ao projeto do do Paulo.
    2- conhecer o blog so fotógrafo, do autor das fotos, que compõem a mostra.
    Me diga: o que eu deveria ter feito?
    Como diz o velho refrão: Servimos bem para servir sempre!:-).
    Se não está bem , reclame. Se reclamar… ensine, OK?
    beijos

  4. Pusesse as fotos abaixo do blog. Os olhos já ficariam mais encantados. E o post, mais poderoso. Mas agora já foi…
    A sua seleção de fotos é uma criação sua. Isso é que é! Escolher o leit motiv ( kkk) já é uma. Mas entre tantas, algums fotos, é revelar-se ao receptor do post.
    ….Mas tudo bem. Ficou bom.
    ….

    Diferente não tem conotação. Para ser verdadeiramente novo há que se omitir conotação. É novo. É um povo diferente.
    Diferente é inédito, surpreendente. Não tenho o que dizer. rs

    Só reclamo nas emergências.

    Benedito Nunes? Post mais recente: ele sim ensina. Nossa! Adoro os livros dele.

  5. sub rosa disse:

    Aaah! Rose
    e depois vc diz que detesta semiótica e semioticismo…:-)
    Olhe só: a minha pergunta não se refere (ah eu aqui ensinando padre-nosso a vigário) a significados, a possíveis polissemias. Nananinanão.
    Eu fiz a pergunta porque como vc sabe, as palavras se “engatam” no referente.
    Indo direto ao assunto: Só existe *novo* em referência ou relação ao *velho*; moderno em relação ao *menos moderno ou antigo* – os cristãos são modernos em relação aos bárbaros, por exemplo. Enfim…
    Eu perguntei, porque obviamente, só existe, você só registra o *diferente* em relação ao que já é familiar, o que quebra a barreira do conhecido e assimilado, ao que conduz à estranheza ou estranhamento… (eita, pau! me sinto ridícula tendo que escrever isso).
    Bom, de qualquer modo, eu perguntei – na minha opinião, modestíssima e quase “insignificante” – se era diferente em relação a quê/ se ao que vc imaginava ser, diferente em relação ao que vc vive, diferente em relação à sua experiência; seja geográfica, ou cultural (já que vc deve ser muito “viajada”, em qualquer sentido.
    Cáspite!:-)
    ***
    Certamente, em praticamente todos os livros do Benedito, vc encontrará isso. Logo ele, heideggeriano, crítico literário por excelência..não é?
    beijos

  6. rose disse:

    Só estava enrolando…Daí vim o aq papo de estranhamento…Sempre q não sei alguma coisa menciono o qualissigno ( ou quasímodo?).

    É diferente pra caramba. Muito diferente. Tão diferente…Você nem sabe quanto…Mas é bom, uma sensação boa, assim de saber que existe um lugar tão mais tão diferente com blogs e textos tão diferentes…

    Mas gostei do que escreveu, Meg. Sinto falta de ler seus escritos, assim, mais longos, detalhados…
    Obrigada…( no facebook não cabem tantas palavras, só links…Não gosto. Um blog tem mais elegância, substância, não é uma pista onde se colocam links. Viva o blog e os seu, claro.

    * vou reclamar sempre…hi hi hi…e dizer coisas estranhas.

    * Em tempo: eu não gosto de semiótica, semiologia passa…Mas semiótica? Não mesmo.

    E agora, vou-me….

%d blogueiros gostam disto: