E… eles?;-) Updated: Waldick, sempre no meu coração…(R.I.P)

e eles querem <b>mais</b> o quê?;-)

e eles querem *mais* o quê?;-)

só pra avisar que estou kicking pouco mas muito alive e espero voltar pra valer, logo, logo. Com esta ilustração do awesome Nick Deawr.

Que poema lindíssimo, Marie, la Tourvel., putzgrilo. Corram lá.  Não conhecia a autora.

*****  ***** ****
Sem mais, queiram aceitar um forte amplexo…;-)
A música, claro,  é de Dorival, que adoro tanto que é difícil escolher só uma. Mas vou ver.
Bom, acudiram vários cavaleiros cavalheiros que resolvi colocar 3:
Esta do fantástico músico e compositor  Dorival Caymmi – Canções Praieiras, que eu não acredito que você não tenha (ai, tadinho!) ou não conheça hohoho

A segunda é com João Gilberto e outros baianos maravilhosos: Milagre. (Se sabe que muda o tempo, Se sabe que o tempo vira…ah!)

Acontece que o grandioso Dorival foi, é , um baiano feliz, com sua Stella Maris!

=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-===-=-=-=

Putzzzzz….Agora mudando de direção: Deus de um outro dos meus Olimpos, estou traspassada de dor. Waldiiiiick? O que vamos fazer sem ele, eu e Beki Klabin?Olha, nem vou falar nada: Mas onde é que a gente vai parar? Obrigada pela triste informação. A gente tinha quase a mesma idade apenas dias de diferença…;-)  num é possíver….tsc tsc… Fala, Waldick, canta aquela nossa: -)))Ouçam só:

=-=-=-=-=

Lamento, igual e e profundamente por FERNANDO TORRES. A vida é um valor precípuo e é a morte que nos dá a referência dessa igualdade. Existencial. A distinção é pelos feitos. Vejam essa foto aqui, muito representativa.

Sobre sub rosa
The most of all things and persons in the entire world drives me *flabbergasted". That includes me.

16 Responses to E… eles?;-) Updated: Waldick, sempre no meu coração…(R.I.P)

  1. marilia disse:

    Bom te sentir voltando aos poucos…
    Eu adoro o Dorival – que agora está na maracangalha eterna, junto com sua Amália…

    beijos, querida
    be happy
    be cool

  2. sub rosa disse:


    Mari lilika, querida.
    Digo a você e aproveito pra dizer a *T-O-D-O-S* com quem tenho uma dívida imensa – de emails, presentes;-))), respostas, projetos, conversas.. e, principalmente, de et coeteras, que só um pouquinho de paciência, além de toda que já tiveram.
    Com pouco mais;-) tô em forma.
    Mil beijos, querida, obrigada pelos belos wishes, and take care.
    M.
    P.S. As que não respondi é porque nem sempre tenho acesso ao pc. tcherto?

  3. nunca morreu tanta gente que nunca havia morrido ainda.

    que coisa!

    =-=-=
    Hahahahahaha
    Claudio, essa não tinha entrsado, mas dei um jeito e..quer dizer fui lá no SPAM e voilá.
    Devo dizer com a enorme bondade que me caracteriza que esta está infame!!!!!!!!!!

    beijos e
    KKKKKKKKKKKKKKKKKK
    M.

  4. Nelsinho disse:

    Caymmi, claro!
    Que bom que de vez em quando você aparece; Eu sou seu fã, Meg! E por sê-lo, preocupo-me. Nem gosto de mandar mails, porque…sei lá porquê? Mas telefonaria se pudesse!

    Waldick nunca me impressionou, mas lamento seu passamento.

    Um beijo

  5. Nelsinho, Waldick nunca te impressionou? Mas ele era apenasmente impressionante!

    :¬)))

    Te aguardamos aflitos de pressa, Meg,

  6. Andreas Dreher disse:

    LOL; LOL
    O Herr Professor Sig não sabia o que as mulheres queriam? Sabia sim, só queria se certificar.
    Já nós queremos tudo, por isso fica simples.
    O feminino é complicado e na época dele era histérico, ou não?

    Não conheço bem vossa música, mas Dorival Caimmi sempre foi ao lado Jobeim e Vinícius uma santa trindade.

    =-=-=
    Waldick? I’m out

  7. sub rosa disse:


    Hahahahah
    Nelsinho, o Waldick é um dos maiores ícones do gênero romântico das canções, chamadas por um nome que não ouso dizer aqui hohoho.
    Mas, muito embora breguíssimo, ele foi um fenômeno, pois é de uma época em que eu- *EU* que sou do tempo do Império, -ainda não tinha nascido e ele era capaz de cobrir todo o continente brasileiro.
    Isso está longe de ser pouc coisa, certo? E nunca saiu de cima, oooops;-) (não resisti) nunca ficou por baixo, ops de novo, digo, nunca conheceu o ostracismo. Chegou a balançar os corações e outros atributos de damas do nosso melhor e maior high , high, high society,
    Puxa, eu tinha que pagar uma homenagem… pagar um cronológio, não sei….
    É o autor do famoso hit *EU NÃO SOU CACHORRO NÃO* depois reinterpretado pelo divinal Falcão, (outro bamba que eu adorava, não sei se ainda adoro), na lingua de Spike Lee como *I’M NOT DOG NO*!
    Boleroso, só perde por meia cabeça, para o grande REGINALDO ROSSI, o famoso autor de uma música maravilhosa *Mon amour, meu bem, ma femme*. Que tem até virundu.
    Diga lá, é uma riqueza olímpica de nossa música, sem a qual jamais haveria WANDO, nem a bossa nova. E estaríamos todos cantando HELLO do Lionel Richie.;-)))

    Tá bom, desculpe, tô com febre.rsrs =^-^=
    Quem disse tudo foi o nosso Milton Ribeiro, sempre colocando o dedo no suspiro: Waldick nos impressionará para sempre. É o nosso Gilbert Bécaud.

    P.S O título que coloquei aí no post é o mesmo do documentário feito pela Carla , a Camuratti

  8. Magaly disse:

    É, Meguinha, lá se vai mais um, agora, cantor. E não foi sozinho.Mais um ator também,- Fernando Torres, ator/ diretor.. Caymmi ( escreve-se assim?) já nos deixou com o coração na mão. É Deus que temos a memória de cada um através das músicas que compuseram, interpretaram; das peças, novelas, filmes em que atuaram. Uma grande herança.
    Você mandou bem ao falar sobre o legado do Soriano. Não gosto da música brega/romântica, mas reconheço o espaço que abrem esses fenômenos.
    Melhoras e um beijo grande.

  9. sub rosa disse:


    Maga, minha adorada, com todo o respeito, você entende que fiz uma homenagem *brincante* , exageradamente brincante, ao Waldick Soriano.

    A vida (não só a humana) tem valor igual e lamentamos a morte, igualmente, a não ser em casos especiais. É uma questão axiológica, penso.
    Agora, com Fernando Torres , grande ator, eu tinha uma identificação especial e pessoal. Você deve imaginar o porquê.

    Estou muito triste,.
    Um beijo, minha filhota e amiga querida especialíssima.

    Assim que puder, falamo-nos ao telefone, está bem? Tenho muitas novidades, MUITAS!
    Obrigada por avisar.
    Te adoro muito, muito, muito.
    Minha linda e queridinha Maga.
    Que bom que vem sempre aqui, mesmo eu estando *dicumforça* no estaleiro.;-)
    Beijos
    Sua
    Meggy

    =-=-=-=-=
    Andreas, excelente observação a sua.
    Beijos ao pessoal aí.
    M.

  10. Nelsinho disse:

    :) :) :)

    Meg e Milton

    Dou a mão à palmatória e corrijo:

    Nunca gostei de sua música e estilo, embora adore e devore do Bolero ao Samba-Canção.

    Quando li seu post, Meg, a imagem que me ocorreu, foi o Waldick todo de negro vestido, com seu chapéu e óculos escuros alfinetando o há muito falecido José Fernandes exibindo sua cara de poucos amigos!…

    Reconheço o Icon, sem dúvida.

    =-=-=-=-=
    Hahahahahahah
    O José Fernandes falava, mas adorava o Waldick. Flavio Cavalcanti , com perdão da má lavra, também;-)
    Nelsinho, só agora pude vir ver os comments e já fiquei feliz por todos, inclusive o da minha querida Aninha, minha amiga querida de todas as horas.

    Olhe, prometo para você e a querida Nina -em especial, e para os fãs do Sub Rosa em geral (são cada dia mais tão poucos, Nelsinho sniff hohoho) que vou fazer uma sessão especial de boleros.
    Minha querida e adoraval amiga amicíssima DANIELLA THOMPSON, há alguns anos presenteou-me com um CD absolutamente*amazing* de um cantor chamado ARMANDO GARZÒN. Só boileros , mas que boleros cheios de classe.
    Como diz o outro: Aguarde! Aguardemmmmm!

  11. marilia disse:

    Hahaha
    Eu escutava um lp de Waldick quando era pequena… Mas só gostava da música do cachorro =)
    Também gostava da boemia de Nelson Gonçalves e da ia iá e do io iô de Wando.
    Era uma criança meio breguinha – ainda bem que passou
    kkkkkkkkkkkkkkkkkk

    =-=-=-=-=-=
    Marilia uma coisa posso lhe dizer: só pode ser chique, quem conhece o brega.
    hohoho.
    Tem que ouvir muito Reginaldo Rossi que é famoso em plagas (ops)planetaris, Agnaldo, todos dois Timóteo e Rayol) Odair José, AMADO BATISTA, Leno e Lílian, Evaldo Braga, Vilma Bentivegna e todos os demais
    Se alguém souber de mais uns, que acrescente …
    É u-ma g-l-ó-r-i-a!!!!!!
    (essa gíria acabei de inventar)
    Wando ou Vando, excelente lembrança hohoho
    Beijos, minha filha, e lá pelo fim do mês começo a respirar melhor.
    Aguarde o seu presente ao qual você fez jus;-))))
    Não pense que esqueci.

    beijocas, meu anjinho, sempre a primeira a comentar…gosto tanto disso.

  12. putz, pelo navegar da barca do Caronte ultimamente, toda semana teremos novidades obituárias…

    selaví

    =-=-=-=
    My dearest *chrzesniak*;-)

    Pois é, já houve um tempo em que todo mundo que morria era distaaaaaaaaaaaaante de todos nós.
    Hoje, a gente até parece que conhece todos eles.

    Como vão as sessões didáticas lá no PORÃO?
    Assim que melhorarem as coisas por aqui, estarei lá.
    Pocalunki

  13. marie tourvel disse:

    Ei, Megleen, querida, quanto ao poema publicado lá no Letras -lindíssimo, fui apresentada a ele por uma pessoa mais maravilhosa que o poema, pode ter certeza. ;) Quanto ao Waldick… queria ter sido a Cláudia Barroso. :) Beijos!!!

    =-=-=-=
    Quer dizer que o querido Waldeck namorou a Claudia Barroso, além de mim e da Beki?
    Ah! então ele aproveitou a vida, não é?
    Um beijo, garota linda e perigosa

  14. aninha pontes disse:

    Meg querida, sempre que nos deparamos com a perda de alguém assim, que de uma forma ou de outra mexeu com o coração das pessoas, nos sentimos mais pobres. Nos sentimos perdedores.
    É assim que me senti com a morte de Fernando Torres.
    Ele lembrava fisicamente muito o meu pai, os cabelos brancos, o formato do rosto. Tive a impressão de perder mais um pouquinho o meu pai, se é que é possível isso, uma vez que meu já nos deixou há tanto tempo.
    Um beijo grande prá você.
    =-=-=-

    A-ni-nha queriiiiida!
    Que beleza você por aqui, minha anjinha!

    Você disse tudo, muito melhor do que eu poderia dizer. Melhor do que muita gente disse.
    Aninha eu tinha uma identificação com ele (FERNANDO TORRES) também. Relacionada à saúde.
    Mas ele – ao contrário de muitos, sobe preencher o mais dignamente possível sua passagem por aqui.
    Um grande beijo
    Meguita

  15. Ery disse:

    Meg, bom demais vir aqui e te encontrar assim, com a “corda esticada”. Se você pede eu atendo. Quer mais bregas? Que acha do Sr. RC Braga e sua fase “caminhoneiro”?

    O que me impressiona com certos artistas, e é o caso do Waldick, é o fato de acabar em angustiante estado de solidão. Pelo que li, o documentário da Patrícia Pillar revela um tanto disto. É verdade que ela, para muitos incompreensível, fez o trabalho como fã e por tê-lo completado com o Soriano ainda vivo, de certa forma produziu o resgate que a ele achava que era devido como pessoa. Achei um gesto terno, ninguém pode dizer que não foi legal.

    Feliz por tê-la postando, viu?! Beijo.

  16. sub rosa disse:


    Querido Ery,
    Tento, fortemente, manter a corda;-) mas não está fácil. Nada grave mas que solicita muito desta sua frágil amiga. Melhor dizendo, amiga frágil!;-)
    Olhe só, eu adorei, adorei este seu comment.
    (RCBraga, vou logo dizendo que para mim está über alles hohoho, ele é o máximo e hors concours, com todos os defeitos…).
    O que adorei foi vc ter colocado mais cantores bregas: eu tenho um sentimento tipo assim do maior escracho. Não penso que a Gal Costa, ou Caetano Veloso gravando, vão tornar o Anísio Silva ou o Peninha menos brega.

    O que me encanta neles, bem como Angela Maria (excepcional cantora, “*mãe*” de todos junto com Dalva de Oliveira) e a própria Dalva é exatamente o sentimento falso mas rasgado, veia aberta que todos sentem mas escondem porque não *pega bem*.
    Lembra do Orlando Dias que se rasgava todo? É o que neles se expõe ou o que eles expõem o que a gente tenta esconder com o risinho amarelo que disfarça. Gilbert Bécaud fazia isso na França. O Odair José mandava parar de tomar a pílula e prometia tirar a moça *desse lugar*.
    O Evaldo Braga que mandava a gente “sorria, meu bem!”
    É o desnudamento dos sentimentos (ou a auto refreação dos mesmos) que muito dificilmente fará com que eles sejam lembrados.

    E nesse caso, é exemplar e sintomático o caso de Waldick – com o documentário de Patricia Pillar, onde convergem e se sobrepõem as emoções do *CANTOR e sua carreira e do próprio homem e sua vida.
    Insisto em Reginaldo Rossi, porque vi um documentário que me espantou, e sobre quem eu li um artigo numa revista estrangeira e assim acho que pelo menos esses dois vão poder ser lembrados para além do nosso pouco caso, para além do nosso desejo de excluí-los, para além da nossa negação em nome do bom-gosto.

    Até mesmo nós -no caso eu e outros poucos) que adoramos o escracho do Cauby (magnífico cantor) choramos nossas dores no canto das dores verdadeiras ou não deles.

    =-=-=-
    Sei que ficou confuso, mas é assim mesmso, Ery querido, com 75 anos e tendo uma persona a ser mostrada, fica difícil ser *o* matador, não é?
    Mas o que mais agradeço em seu comment, além da gentileza de vir até aqui, é a oportunidade de conversar. Minha depressão sempre diminui um pouco, se dissolve momentaneamente numa gargalhada quando posso conversar com alguém inteligente e bem informado como você.

    E seu comment foi muito lindo.
    Beijos, beijos , beijos e milhões de mercis.
    Meguita

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