PAULO LIMA, MOCORONGAS.NL: Omstreeks hen en hun werk

Digitale revolutie in de jungle :Samen laptop kijken =  (Revolução digital na Selva: Vendo juntos o laptop.)

As mocorongas e a revolução digital
 oooo wat n schatjes, maar t bloed van onder je nagels als ze niet van de pc afblijven als je aant werk bent

(Intróito necessário)
Uh babe!
A grande vocação do Sub Rosa sempre foi mesmo a de ser um blog de divulgação. Há sete anos faço isso, sendo que neste último ano, por um desafortunado atropelo e interveniência de ‘forças menores’;-)  – hoje felizmente superados e esquecidos, o-bá! o-bá! o-bá!  –  tive que testar não só as amizades, leitores e o cacife que, eventualmente, poderia ter para a divulgação.
Há pouco, o Sub Rosa completou um (1) ano  neste endereço e nesse exíguo tempo obteve um número bem significativo de visitas que, acho, me permitem voltar a fazer, ainda que timidamente,  aquilo de que  sempre gostei: nada em proveito próprio, nem falar  do meu umbigo (nada contra quem faz, adoro blogs confessionais),  mas minha praia mesmo é  divulgar o que é bom e dizer por que o que acho bom é bom realmente.

***Gezondheid en Geluk!***

Disto isto,  eu quero fazer uma recomendação. Importantíssima, claro está. E que eu só a obtive através do Grande Embaixador, o “é o maior”, o “da best”  em termos de Sociedade da Informação   e outras *muitas*  coisas mais, que é o historiador  Paulo Lima, o Plima para os amigos,  entre os quais eu orgulhosamente me incluo. Aqui o blog do Plima, a quem agradeço. —> C’est ça!

O Paulo Lima, olha só como ele é cheio dos poderes, Hallicrafters!!;-)   além de tudo o que disse e que é,  é também das pessoas mais cultas que conheço, embora seja  flamenguista (OK!)  e deixou o Rio de Janeiro, (fomos vizinhos no nobre bairro de Copacabana)  depois de 40 anos – ele só tem 35 anos, os outros 5 são da entidade Professor Otto – para viver e morar em Santarém, no Pará, norte do Brasil, na riquíssima região Amazônica, para emprestar seu valor e talento e charme:-) ao PSA, ops, no PROJETO SAÚDE E ALEGRIA.  Paulo já está tão… tão em Santarém, que até já escolheu seu clube de futebol…. lá na Pérola  do Tapajós.  Tudo direitinho, clube da primeira divisão, certo?.

Ele está lá fazendo tudo ficar diferente, atraente, tira só um fino da tribo que ele conheceu e nos presenteia  com a promessa de contar tudo: os Zo’é !!!!!!!. (Putzgrilo!). E tem mais uma coorte de pessoas poderosas, o Yasser,  o Totonha, que certamente lhe dirão o que ele já está descobrindo: Na Amazônia, tudo é grande, tudo é gigantescamente, majestosamente grande. Desde a aventura até o tédio, às vezes.

Pois bem,  Santarém é lindíssima (parece que está um pouco mal-conservada, mas lembro a beleza do “encontro das águas dos rios” – Amazonas e Tapajós –  e outros encontros (hohoho)

 O Projeto existe desde 1987 e visa a “promover o Desenvolvimento Integrado através de ações voltadas para a organização comunitária; saúde; produção e manejo agroflorestal; geração de renda; educação, arte e cultura; gênero; infância e juventude; comunicação popular e pesquisa participativa.  como se pode ler também no blog do  FABIO PENA.

E a grande indicação é o blog MOCORONGAS, de três guapas moçoilas holandesas que estão realizando um trabalho absolutamente fantástico, ‘per-fei-to’ aqui em Santarém.  E para quem se interessa por uma visão mais ampla do mundo – Weltanschauung, uma reflexão a respeito do  que pode a colaboração entre seres humanos, para quem respeita um mundo não-dicotômico entre homens, animais e a Natureza , a “entreajuda”, o despreendimento desprendimento, a consciência de de valores mais altos, o senso da humana aventura humana, a ‘vontade de potência’  então fica mais fácil entender a grandeza do trabalho das meninas. Vão lá e digam um Olá! para elas. As nossas “mocorongas holandesas”  já estiverem em Recife e têm fotos lindas de lá.

O blog é esse: Olha que coisa mais linda esse logo/banner!
banner do blog, clique e amplie
E está aqui:
Clique, e chegue lá.
Vocês vão ficar abismados, como eu. Apesar de que o vocábulo Mocorongo se aplica, aqui na Amazônia, à cidade e aos citadinos de Santarém, a bela pérola do Tapajós, as neerdlandaises já queridas, escreveram tu-di-nho em holandês, que como todos sabem é a língua oficial do Pará, quem sabe até, a segunda, do Brasil. :D \o/ pisc*

Brincadeirinha, Fabienne, mas poramordideus, os brasileiros, e não só eles, querem saber de vocês, o que acham, o que pensam de nós, de vocês, de Santarém, dos trabalhos aí desenvolvidos, não é??? De sua importância e tudo o mais. Que tal um mocorongas.(NL) in BR?

Aqui a Fabje tocando violão  Ah!!! e elas têm uma aranha doméstica, quer dizer, um aracnídeo de verdade, e grandão, que já é  da casa;-)). Vejam lá nas fotos.
Fabienne, Fabje, tocando violao
 
MAIS FOTOS INTERESSANTES aqui .

PARA QUEM ELAS TRABALHAM e o QUE FAZEM?  aqui: Um FAQ!

O sítio (site) e do INTERNATIONAL SERVICE. Vale a pena ler.

ENCICLOPÉDIA DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL (Contemporâneo). Valeu, Paulo!

Dúvidas? escreva para Jacobiennagel [at] yahoo [dot] com ou fab40 [at] hotmail [dot] com

BEM, para as “mocorongas”  (no sentido amazônico, claro,  ih meninas,  no sul-maravilha,  parece que o vocábulo quer dizer outra coisa) que já estão há mais de dois anos entre nós, e já estiveram na linda cidade do Recife, do meu poeta Manuel Bandeira -, e na não menos bela Maceió, do grande escritor – Graciliano Ramos  –  para o querido Amigo Paulo Lima  e para a Emma ;-) Gezondheid en Geluk!

Muito felizes em  saber de vocês, o Sub Rosa e seus 14  leitores.;-)

Bom, Santarém é tudo de maravilhoso, É a segunda cidade mais importante do Pará. Tem o rio Tapajós, tem o Mascote, tem o Mutunuí, ah! tem tem….
O mais é dito e mostrado -muitíssimo bem – em fotos pelas três novas mocorongas muy guapas. E que sabem trabalhar muito bem e divertir-se idem. O blog do Paulo LIma é u-ma coi-sa. Precisa fazer bookmark dos dois,  djá!

PROJETO SAÚDE E ALEGRIA… Ô meninas, como fica isso em Dutsch;-)) Gezondheid en Geluk?

=-=-===-=-=-=-=
Incidentally: Desculpem-me  pelos dias em que estive,  e ainda estarei outros. em necessária manutenção, vocês já sabem que não é por estar na minha própria presença, mas sou legalzinha, alegrinha, digo, humildemente, ótima;-))) , mas não estou bem. Como sabem, queridos, tenho defeito de fabricação, de montagem, whatever. A gente se entende, não é? E obrigadíssima por todos os comments e os emails maravilhosos. Não sei pelo que me sinta mais feliz:  se por ver que existem pessoas maravilhosas como vocês que os escrevem, ou se por mim, por  ter a sorte de recebê-los.
O fato é que estou feliz e agradecida: deve ser (também) muito por causa das bênçãos de minha amiga, Palpi, ou algum descarrego feito na Bahia, hello, Ah! Liki! Em todo caso, pé de pato, mangalô 3 vezes:-) , afinal,  vou, em breve, receber em casa, um Senhor Embaixador. Quanta honra para uma pobre duquesa!

Volto dentro de alguns dias, aí sim, para ficar. E com muitas supresas, mesmo! Mas muitas, dimaisshhh!;-) Grandes revelações;-)))  Stay tuned. OK?
Música, maestro:-) Esta é minha. Beijo pra todos:

Paulo, esta é pra você. E pras meninas mocorongas. Traduza para elas, OK?: ” A cada milágrimas sai um milagre!”
A letra é da poet(is)a Alice Ruiz e o cantante é o nosso inesquecível Ita Midnight :-o(. Eu a-do-ro!

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UPDATE: CONHEÇA TAMBÉM A REDE MOCORONGA DE INFORMAÇÃO, sugestão de Fabienne.  (Valeu!, querida.) Merece um post à parte.

P.S. Leiam o comment da Fabienne e respeitinho comigo, conheceram, papudos? ;-)) (private joke)

Duas linhas, enquanto não volto: o que acham?

É mesmo assim?

“… havendo de tratar da dor do bem perdido, o primeiro perdido sou eu, porque, quando quero combinar a dor com a perda, a perda com o bem, e o bem com a dor, me acho cercado por todas as partes, e preso sem saída, dentro de um círculo por uma parte inevitável, e por outra incrível. Todos crêem que a dor é a medida da perda, e a perda a medida do bem; sendo, porém, certo, como é, que o bem possuído se estima menos, e o mesmo bem perdido se estima mais, daqui se segue que a perda cresce e faz maior o bem, e que o bem perdido, feito maior, faz também maior a dor. De maneira que, caminhando do bem para a perda, e da perda para a dor, o bem, a perda e a dor são menores; porém, tornando da perda para o bem, e do bem perdido para a dor, a dor, a perda e o bem são maiores; e tudo isto, sendo o bem o mesmo, e não diverso”

Antônio Vieira (Portugal [Lisboa]*1608 + Brasil[Salvador/Bahia] 1698)
Pe. Antonio Vieira
Fico uns dois dias fora do ar.
Volto logo. Nem respirem;-)
————-
 


P.S. Meninas e meninos:-) Volto logo com o post sobre esta delícia aqui.

Um beijinho para a Sofia.

Para um excelente fim de semana: Jaime Sabines “redux”

LOS AMOROSOS (*)

JAIME SABINES

Los amorosos callan.
El amor es el silencio más fino,
el más tembloroso, el más insoportable.
Los amorosos buscan,
los amorosos son los que abandonan,
son los que cambian, los que olvidan.
Su corazón les dice que nunca han de encontrar,
no encuentran, buscan.

Los amorosos andan como locos
porque están solos, solos, solos,
entregándose, dándose a cada rato,
llorando porque no salvan al amor.
Les preocupa el amor. Los amorosos
viven al día, no pueden hacer más, no saben.
Siempre se están yendo,
siempre, hacia alguna parte.
Esperan,
no esperan nada, pero esperan.
Saben que nunca han de encontrar.
El amor es la prórroga perpetua,
siempre el paso siguiente, el otro, el otro.
Los amorosos son los insaciables,
los que siempre —¡qué bueno!— han de estar solos.
Los amorosos son la hidra del cuento.
Tienen serpientes en lugar de brazos.
Las venas del cuello se les hinchan
también como serpientes para asfixiarlos.
Los amorosos no pueden dormir
porque si se duermen se los comen los gusanos.

En la obscuridad abren los ojos
y les cae en ellos el espanto.

Encuentran alacranes bajo la sábana
y su cama flota como sobre un lago.
Los amorosos son locos, sólo locos,
sin Dios y sin diablo.
Los amorosos salen de sus cuevas
temblorosos, hambrientos,
a cazar fantasmas.
Se ríen de las gentes que lo saben todo,
de las que aman a perpetuidad, verídicamente,
de las que creen en el amor
como en una lámpara de inagotable aceite.

Los amorosos juegan a coger el agua,
a tatuar el humo, a no irse.
Juegan el largo, el triste juego del amor.
Nadie ha de resignarse.
Dicen que nadie ha de resignarse.
Los amorosos se avergüenzan de toda conformación.
Vacíos, pero vacíos de una a otra costilla,
la muerte les fermenta detrás de los ojos,
y ellos caminan, lloran hasta la madrugada
en que trenes y gallos se despiden dolorosamente.
Les llega a veces un olor a tierra recién nacida,
a mujeres que duermen con la mano en el sexo, complacidas,
a arroyos de agua tierna y a cocinas.
Los amorosos se ponen a cantar entre labios
una canción no aprendida

Y se van llorando, llorando
la hermosa vida.

JAIME SABINES nasceu em Chiapas, em 1926, e morreu na cidade do México D.F., em 1999. Publicou *Horal (1950), *La señal (1951), *Adán y Eva (1952), *Tarumba (1956), *Diario semanario y poemas en prosa (1961), *Poemas sueltos(1951-1961), *Yuria (1967), *Maltiempo (1972),* Algo sobre la muerte del mayor Sabines (1973) e *Otros poemas sueltos (1973-1993).

O caráter coloquial e comprometido de sua poesia, sua comovedora claridade, converteram-no em um dos poetas mais populares do México, onde seus recitais convocavam multidões.
“Um Baudelaire contemporâneo”, assim disse dele o crítico Donald Fogelquist.
E seu compatriota Octavio Paz considerava-o “uno de los mejores poetas contemporáneos de nuestra lengua”.

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Para ouvir o poema declamado pelo seu autor, clique aqui. E escolha.

(*) Publicado pela primeira vez em 2004. Aqui, prestem atenção nos comentários;-)

Gênio! Esta crônica do César Miranda é de gênio. Falei!

Ou Olimpíadas Internacionais de PEQUI;-)

Olimpiadas de Pequi
Pequi, arroz de pequi, flor de pequi e por aí vai!

 

Então, como vocês todos (não) sabem  quando fico desaparecidinha é porque a coisa está mal-parada (leva hífen?) De saúde, claro, ah se eu tivesse saúde como tenho felicidade, ou sorte, ou whatever tudo de bom, nos outros departamentos. Ah! vocês iam ver o que era bom pra tosse (ops). Felizmente tenho médicos lindos e maravilhosos e quem sabe, graças a eles,  eu ainda vou sair ‘sambando , me  acabando num cordão, na multidão de re-reco na mão e desaparecer no turbilhão da galeria’;-) A minha amada Dra. Júnia que o diga! Obrigada, doutora…

 

Pois é, mas como ia dizendo, antes de ser violentamente interrompida por mim mesma, eu só hoje pus, botei, coloquei;-) a cabecinha de fora e vim ver o que estaria acontecendo nesta FEIRA MODERNA, a que chamam de blogosfera, ver se não tinham esquecido de mim, (bem os visitantes diminuíram bastante, mas não faz mal… Mentiiiira, FAZ MAL SIM, seus adoráveis batráquios ingratos me esqueceram, não é?)  e eis que deparo com  esta maravilha (e nem vou falar mais nada, corram para lá)
É o César Miranda, em um dos seus inúmeros melhores momentos,  subvertendo os sentidos, os significados, e com o humor no ponto máximo de descolamento…ops, deslocamento significante.  Recortes e desvios. De risos.

 

“[…] Além disso, há tanta gente não mantém a palavra comigo, por que eu iria fazê-lo? Seria ridículo eu considerar a palavra de quem, logo a minha, como se fosse lei. Aliás, nem toda lei eu obedeço. A lei da gravidade, por exemplo, burlo de vez em quando e vou em vôo por aí. A lei da gravidade por sua vez também não me obedece e estamos quites (eu, com alguns hematomas). As leis não obrigam ninguém a nada, apenas nos impõem sua sanção, mas quem quiser pode desobedecer, não é proibido […].”
Ave, César, poeta, sonetista e rei dos palíndromos. Você é a quinta coisa melhor do mundo, depois de amor de Mãe;-). Aqui, a doida (na verdade a moça falou em *distúrrrrbios mentaisss* hohoho)  que te ama.  E confirma isso, pois como todos sabemos, amor é coisa que não é para amadores.  E parece que nem para humoristas. Aliás, principalmente;-). Salut!

 Todos lá, segurem o gajo pelos pés, pois ele promete voltar a escrever, mas diz que não cumpre suas promessas. Perceberam o sentido desviante da escrita do César.?

ATENÇÃO: Agora o César está em novo endereço!!!!!! No A POSTOS

“Fasten your seatbelts…!” (UPDATED)

Outstanding BETTE forever!

5/04/1908 -2008

bette davis, the best

Bette Davis c. 1938
Image courtesy MPTV.net by IMDB

Não penso em fazer nada (a não ser que pudesse fazer melhor e não é o caso) além de admirar isso:
Bette Davis , do blog Aprendendo a aprender, um dos meus favoritos depuis toujours.
Ou o que fez aqui o Bette’s number one fan, meu querido Moa, do melhor blog de cinema  ever:

Lá, não percam o famosérrimo anúncio de Bette, JOB WANTED “pedindo emprego“. (exclusivo do Cinefilia), ; realmente quem perde o Cinefilia está comendo mosca. hohoho.
*Aqui a página oficial de Bette Davis e o roteiro da comemoração Ih! it’s really gonna be a bumpy night;-)))). Indeed!
♣♣♣
Ok, OK, UM QUIZ:  (Já disse que adoro quiz?) eu sei que ninguém mesmo lê esse meu blog, mas se por acaso algum entre os seis ou sete dos dias de semana chegar aqui , vou fazer uma pergunta.Hoje, dia em que se comemora o aniversário de 100 anos de nascimento da Bette Davis (Bette’s 100th birthday) , se tivesse de escolher, que filme veria? E qual de suas *quotes* (pode ser em qualquer língua) é mais familiar para você?   Eu…. bem,  eu não posso responder, mas se pudesse;-)  diria que é essa mesma: “Apertem os cintos que hoje a noite vai ser do balacobaco;-)))”
E o filme, ai, ai, ai, aquele que realmente não sei o título em português, digo, em brasileiro, o Now Voyager , (frase de Tenysson) e que é onde ela diz: “Para que o céu, Jerry,  se já temos as estrelas?”
Iuhuuuu! Quem vai nessa?

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***Obrigada, Allan. Motivada pelos comments maravilhosos, obrigada,  coloco lá embaixo um post relacionado que mostra o quanto BETTE DAVIS passeia no meu coração, tipo assim de borguezins, hohoho

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Gente,  eu realmente, podem crer, sou orgulhosa, metida e vaidosa dos meus 10 ou 12;).  Tenho motivos para isso: Vejam o que a  nossa queridíssima ( minha amiga de muuuito tempo, é bom lembrar)  Magaly ofereceu-nos:

“Meg, olhe eu aqui!
Vi tantos filmes de Bette! Todos tão bons que a gente fica com dificuldade de escolher o melhos. A lista é imensa. Até a copiei uma vez que precisei para me lembrar do nome de um filme que estava vivo ma minha memória, mas sem nome. Aí vai :

Principais filmes

* 1931 – The Bad Sister, de Hobart Henley
* 1931 – Seed, de John M. Sthal
* 1931 – Waterloo Bridge (br: A ponte de Waterloo), de James Whale
* 1931 – Way Back Home, de William A. Seiter
* 1932 – The Menace, de Roy William Neill
* 1932 – Hell’s House, de Howard Higgins
* 1932 – The Man who Played God, de John G. Adolfi
* 1934 – Of Human Bondage (br: Escravos do desejo)
* 1935 – Dangerous (br: Perigosa)
* 1936 – The Petrified Forest (br: A floresta petrificada) de Archie Mayo
* 1936 – Satan Met a Lady
* 1937 – Kid Galahad (br: Talhado para campeão)
* 1937 – Marked Woman (br: Mulher marcada)
* 1938 – Jezebel (pt: Jezebel, a insubmissa – br: Jezebel)
* 1938 – The Sisters (br: As irmãs)
* 1939 – The Old Maid (pt: A ama velha – br: Eu soube amar)
* 1939 – Juarez
* 1939 – The Private Lives of Elizabeth and Essex (pt: Isabel de Inglaterra – br: Meu reino por um amor)
* 1939 – Dark Victory (pt: Vitória negra – br: Vitória amarga)
* 1940 – All This, and Heaven Too (br: Tudo isso e o céu também)
* 1940 – The Letter (pt / br: A carta)
* 1941 – The Little Foxes (pt: A raposa matreira – br: Pérfida)
* 1941 – The Great Lie (br: A grande mentira)
* 1942 – Now, Voyager (pt / br: Estranha passageira)
* 1942 – In This Our Life (br: Nascida para o mal)
* 1943 – Old Acquaintance (br: Um velha amizade)
* 1944 – Mrs. Skeffington (br: Vaidosa)
* 1950 – All About Eve (pt: Eva – br: A malvada)
* 1952 – Phone Call from a Stranger (br: Telefonema de um estranho), de Jean Negulesco.
* 1952 – The Star (br: Lágrimas amargas)
* 1962 – What Ever Happened to Baby Jane? (pt: O que teria acontecido com Baby Jane? – br: O que terá acontecido a Baby Jane?)
* 1968 – The Anniversary (br: O aniversário)
* 1978 – Return from Witch Mountain (br: Perigo na montanha enfeitiçada)
* 1978 – Death on the Nile (pt: Morte no Nilo – br: Morte sobre o Nilo)
* 1987 – The Whales of August (br: Baleias de agosto)
* 1989 – Wicked Stepmother (br: A madrasta)

Principais prêmios e indicações
Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (Oscar) (EUA)

* Recebeu 10 nomeações oficiais na categoria de Melhor Atriz e uma sem estar nos boletins de voto (as regras da Academia permitiam que tal acontecesse na altura). Até 2006, só duas atrizes tiveram mais nomeações nessa categoria: Katharine Hepburn, com 12, e Meryl Streep, com 11 (mas tem mais três como atriz principal).

_________________
Vi uns vinte pelo menos. Adorei todos. Mulher incrível; entre os que vi, destaco Vitória amarga, Jezebel, Eu soube amar, O que terá acontecido com Baby Jane?,A Ponte de Waterloo, Lágrimas Amargas, A Carta, Servidão Humana, enfim, é difícil escolher. todos são magistrais. O  que me ficou mais na lembrança foi A Malvada. E é o que eu gostaria de rever hoje á noite
Parabéns para a Bette centenária!”

Magaly Campelo de Magalhães

–Obrigada, querida!
POST RELACIONADO: ASTONISHING BETTE (R)


The Bette Davis Eyes: clique.

04/04 – HOJE! – Oh my Hotness! – 04/04

ohmyhotness.jpgclique para ampliar

“Olá polvo,
Dia 04/04, em homenagem a tão auspicioso dia e das infinitas possibilidades de trocadilho da data haverá uma festa na Mary in Hell,  na qual eu(a JU), o Jeff e o Marckye (da Express Yourself) tocaremos novamente, para comemorar de três, quatro e de cinco a vinda ao mundo do Igor, do Fábio, e de moi aussi (abafa a velhice, plíis).Tejem lá;)
Presepada, coreografia e modelões garatindos.

SERVIÇO:
O quê: —Oh My Hotness! -music to turn people on
,
Quando: dia 04 de abril, a partir das 23 horas, na Mary in hell.
Entrada: 10 reais, mas com convite (pegando comigo – ELA, a JU ) fica só 15 de consumação, sem entrada. O flyer está anexo (e vejam como eu gosto de polvo).
Beijos!
DJ: Ju (9243-3044 para maiores informações, ou só pra ouvir minha voz sensual)
ps: o flyer não é o convite, o convite é aquele raio da mary.”
—–
ELA, a minha doce Ju, não é demais? É… e é radical.
Ou, como diz minha amiga MARIE TOURVEL: Ela é do balacobaco;-)
(Ah! nas áreas…horas? vagas, a Ju? Bem,  ela é arquiteta. É linda e reflexiva;-))) mas só por fora:-)))) E às vezes  ataca de Monkeycad)Parabéns, minha Amiga queridíssima Juliana. Castiga aê! Aliás, você é que me faz pensar: o que faço para merecer amigas tão maravilhosas?.

OLHA SÓ AQUI; MARY IN HELL: Fica em Beagá, no Savassi.
AMANHÃ quero relatório completo em cima da minha mesa!;-))

♣♥♣

Feias, quase cabeludas (II) Um, dois, três; para Gugala e Claudio

brossa.gif(poema visual de Joan Brossa)

O Feias e Cabeludas I foi uma homenagem que fiz a Lord Broken-Pottery, -confiram, silvp- um grande Amigo, (que sempre me deixou tranqüila em relação isso, o que é fantástico)  e um dos escritores que mais amor demosntra pelas palavras. De ordinário, obviamente, escritores tem relacionamento íntimo, às vezes estranho, às vezes de amor, às vezes mágico com as palavras.
Creio que não as escolhemos, elas é que nos escolhem. São maviosas, às vezes maldosas, ora amigas, ora tiranas, indomáveis,  e ninguém me tira da cabeça que tal como falou o Huckleberry Friend, os livros e as palavras são entes animados, aliás animadíssimos;-) e fazem *gato e sapato* de nós, de acordo com o mood em que  estejam.

Então, a crônica do grande escritor Haroldo Maranhão (minha recensão sobre um livro de Haroldo, publicada na Revista COLÓQUIO – LETRAS da Fundação Calouste Gulbenkian, marcou a minha estréia como crítica literária em âmbito  internacional – te mete, se eu ia perder  a oportunidade dizer isso, exibida e modesta como sou. hohoho )

Então, hoje, apresento mais uma do Haroldo Maranhão.
 Dedicada a todos, claro, mas em especial para  Gugala e Claudio, (este já conhece, mas…) –  que como todos sabem são Os Reis do Wordplay ; do trocadilho infame ou não, lembrando sempre  que trocadilho  bom é o mais infame, claro.

UM, DOIS, TRÊS.

Três pacholas. Três alvares. Três araras. Três bocós . Três patetas. Três pongós. Três ineptos. Três papalvos. Três pataus. Três pacóvios. Três quadrúpedes. Três tapados. Três acéfalos. Três basbaques. Três sandeus. Três lanzudos. Três simplórios. Três bananas. Três trevosos. Três bisonhos. Três sabões. Três toupeiras. Três jericos. Três tijolos. Três escuros. Três paparotos. Três obtusos. Três orates. Três cabeças de galo. Três anastácios. Três paturebas. Três beldroegas. Três nanocéfalos. Três inhenas. Três coiós. Três lesmentos. Três xexés. Três varridos. Três babões. Três chasquetas. Três quartos para alugar. Três camelos. Três lapúrdios. Três marmotas. Três bocas-abertas. Três bucéfalos. Três nulos. Três mancos. Três cabeçudos. Três babosos. Três vazios. Três pachecos. Três labrostas. Três patos. Três salsinhas. Três paspalhos. Três calinos. Três estultos. Três pancrácios. Três microcéfalos. Três descerebrados. Três ocos. Três estropiados. Três desentendidos. Três alonsos. Três encasquetados. Três negativos. Três vesgos. Três hierofantes. Três letrudos. Três bolônios. Três escassos. Três burlões. Três zebróides. Três palhouços. Três lóios. Três padres de réquiem. Três desconexos. Três anfigúricos. Três pigmeus. Três acanhados. Três bordalengos. Três bate-orelhas. Três estafermos. Três marrecos. Três acanhotados. Três ningres-ningres. Três deslambidos. Três acácios. Três caras n’água. Três chochos. Três tolhidos. Três abananados. Três boiotas. Três ovas. Três pãezinhos. Três paparretas. Três contusos. Três confusos. Três sabaquás. Três manés. Três patolas. Três orelhudos. Três tábuas rasas. Três curtos. Três apedeutas. Três patacos. Três malabrutos. Três ventosas. Três mal arquitetados. Três apagados. Três pecos. Três quartas-feiras. Três nabos. Três paspalhajolas. Três deficientes. Três desalumiados. Três azêmolas. Três cepos. Três toscos. Três caliginosos. Três jacarés. Três minguados. Três pax-vóbis. Três belarminos. Três bonifrates. Três patetas das luminárias. Três matutos. Três labregos. Três parvos. Três papa-moscas. Três simplícios. Três pandorgas. Três mulas ruças. Três lerdaços. Três lucas. Três ignaros. Três abobados. Três legalhés. Três cabeças de bagre. Três pamonhas. Três canhestros. Três banfistes. Três lavados. Três savadilhas. Três zeros à esquerda. Três tontos. Três seposos. Três aluados. Três labruscos. Três capiaus. Três desbolados. Três bom-serás. Três pascácios. Três joões-ninguém. Três zés cuecas.

Haroldo Maranhão, 1991

ADENDA:

A história, por trás do texto é, mais ou menos a seguinte:
Haroldo, um sedutor (difícil um grande escritor que não o seja) era também um ótimo crítico literário embora, discreta e modestamente, sempre negasse isso.Muito do que escrevi sobre Haroldo foi com profundo constrangimento, pois ele sabia mais do que muitos escritores e críticos reunidos. (Ele dirigiu um dos melhores Suplementos Literários do País, junto com Benedito Nunes e Mario Faustino, lembrem-se). Pois bem, uma ‘jovem’ escreveu um longo artigo sobre algumas obras de Haroldo Maranhão, e desgostou certos críticos provincianos (eram três) que,  sentindo-se diminuídos, a ofenderam e insultaram. (mas… qual crítico – dos bons, nunca foi insultado?)
Haroldo – um verdadeiro D. Quixote – em (disfarçada) defesa da jovem, escreveu um alentado estudo crítico sobre/contra um pretenso projeto de história de literatura nacional, de autoria dos críticos ofensores e auto-proclamados ofendidos;-). Muniu-se de extensa argumentação e de uma bibliografia irreprochável. Tudo nos conformes.
Mas de quebra, quando o artigo foi publicado, ele não resistiu, e – retirem suas conclusões -junto ao artigo em diagramação especial , publicou essa obra-prima chamada ‘Um, dois, três’.’ Eu a ofereço a vocês. É algo precioso e raro. Dificilmente será publicado em livro, e quando quiserem ofender (com razão, por favor, só quando tiverem razões, afinal, sou uma pacifista, todos podem atestar) alguém que mereça, basta adaptá-lo. Todas as palavras têm o mesmo significado. Mas as minhas preferidas são bonifrates e belarminos. A “jovem”, claro, adorou.(quem diria!)

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