Meia dúzia de 5, 6 ou 7 desimportâncias. (UPDATED)

meg_geneve_alCA minha queridíssima (já avisei que não uso superlativos em vão) Ana Vidal lembrou meu nome para uma tarefa er… complicada, digamos, importante: lembrar, a respeito de mim mesma, alguns desses pequeninos nadas (para nós, talvez, mas para os que nos vêem e que conosco convivem ou conviveram, pode ser -poderá ter sido – fonte de desagrado ou irritação, pensando bem). Escolher e apontar 6 deles.

Eu achei engraçado e considerei isso um desafio, pois afinal essa desimportância não é tão irrelevante assim, tanto que todos se lembram . Daí que desgraça pouca é bobagem (hohoho) eu resolvi escrever o que primeiro me viesse à cabeça, e que inocentemente lembrei. Mas aviso que isso que pode, ao mesmo tempo, ser bom ou ruim. Mas que nada se pode fazer. Esas características nos constitui, sem que a gente preste tanta atenção, como diz na belíssima canção de Wilson Batista, cantada pelo Príncipe Paulinho da Viola:
Eu sou assim/
Quem quiser gostar de mim, eu sou assim

series
Me voilà, donc:
1- Tenho a concentração de uma borboleta. Sou atenta a tudo que se passa à minha volta, qualquer coisa me dispersa. Logo, as boas coisas da vida, coisas de ‘responsa’, tipo estudar, discutir a relação e a própria relação, eu tenho mesmo é que fazer em local discreto, silencioso e à prova de som.;-) “Se não, não dá!”

2– Adoro dar e também ganhar presentes. Bem, gosto mais de dar. Mas não me aborreço nadinha em receber;-). Por exemplo, na primeira foto, lá acima à esquerda: eu recebi de presente da minha chiquerésima e linda amiga que mora na Suíça, ora vejam só o quê, uma linda sacola gravada com as minhas initials: M E G – cliquem para aumentar e vejam só o quê e o porquê – assim mesmo. Não acham um doce que alguém se lembre de você, desse jeito? E dentro dela, estão presentes, de novo, lindíssimos, cartolerie italiana, benissimo, que ganhei do meu amigo Allan Robert, que é um fofo, que é gourmet, ambientalista e tudo de chic que possam imaginar. .. Obrigada, mais uma vez, Allan! É o que eu digo: assim tem sentido eu só pensar nos que gostam de mim… Mas, vem cá? tem mesmo, aí alguém que não goste de mim? Hmmm. ;-)

3- Música! Música! Música! meu combustível. E costumo ligar músicas à lembrança de pessoas. Mesmo das que não conheço. E também livros. Os livros que quase nunca leio um de cada vez. Um tipo de livro tem que servir de descanso ou apoio para outro..

4- Tenho uma inexorável memória. Não esqueço de nada. O que é terrível… é bom para estudar e para música, para reconhecer pessoas, lembrar do que me disseram;-))) mas péssimo para a pele e às vezes para o coração;-) Uma vez li na biografia da Ingrid Bergman, ela dizia que o segredo para ficar bonita até os 150 anos era não ter memória, esquecer tudo. Eu estou fazendo o possível.

5- Tenho a mania de pensar que, em graus variados, todo mundo gosta de mim. O que é excelente, pois se é verdade, ótimo, se não for, é excelente política;-) e não fico com raiva de ninguém, não é?

6– Quando acordo, favor não falar comigo, não sou gente;-). E o mundo não é mundo. Só vou me “humanizar” láááá pelas 3, 4h da tarde. Devo dizer que sou insone. Pavorosamente insone. (estou escrevendo e são 3:54 A.M tsc..Tsc…)

7– Sou adicta;-) em séries (TV Shows). E vejo reprises e compro os DVD’s de todas as temporadas das que mais gosto…(yes, tenho todas de Friends, todas as que saíram de Seinfeld e… um dia tiro uma foto pra vocês, já tirei, vejam ao lado, o Doctor House). E adoro spoilers. (Eu e a Fabia (Fal) Vitiello trocamos figurinhas, pois adoramos as mesmas séries;-))) – [Hellow Fal, o Uncle Saul não é gay, ele esteve querendo ser, (uma aventura juvenil hohoho), e agora, quem sabe “poderá estar querendo e sendo” de novo. Mas não é convicto. Estou falando da série, que adoro, BROTHERS & SISTERS.

7.1 – Acho que essa aí de cima não valeu. É mais que desimportante. Vou dizer outra, quando acordo sou mau-humorada; de tarde perdôo tudo, e à noite quem faz barulho sou eu. Ah! e sou prolixa (mas isso é segredo hohoho) e ah , de novo, sou indecisa.

É isso!

Entonces, ‘agradeço comovida nesta hora de emoção’, e, escolho as minhas *pessoas* que por sua vez poderão responder a seu bel prazer(???de onde eu tirei essa expressão, Senhor?!) ou não e são estas: Marie Tourvel, Ery Roberto, querido, meu amado Lord Broken-Pottery, a Elis Marchioni ; a queridíssima CoRa – COisa Rara- COração VAlente, e, claro a Rose Marinho Prado, professora de Semiótica, minha, particular.

(Ah! E, prestem atenção nesse menino, que me faz dar gargalhadas indecorosas. O dono do blog Coisas e Tralhas, que vai longe. Ouçam o que eu digo.Ou leiam)

ATENÇÃO: Se por alguma razão não quiserem ou não puderem, a casa aqui aceita, e tudo bem, OK? Só não vou avisar, para não criar compromisso nem constrangimento. Todos sabem o que acho de *memes*, ou como diz a Ana Vidal, correntes. Sintam-se livres para não fazer ou demorar o quanto for necessário.

*************

Duas notas importantes, íssimas:

Rose, querida, sei mesmo que a coisa não é muito simples, apesar da aparência. Mas sei também que não peco pela clareza;-))). De modo que, caso não entendam direito, aqui estão dois links em que tudo está mais claro do que água clara, pois se até eu entendi, quer dizer, eu acho-))):
1– Meia dúzia de nadas e
2- Meia dúzia , do excelente blog A Curva da Estrada!

Sobre sub rosa
The most of all things and persons in the entire world drives me *flabbergasted". That includes me.

22 Responses to Meia dúzia de 5, 6 ou 7 desimportâncias. (UPDATED)

  1. E ,se, lá da carteira, perto da janela, alguém, meio tosco, perguntasse:

    – Professora, não entendi o que é pra fazer.

    ( esse alguém – meio lesado na capacidade compreensão de propostas- gostou tanto tanto do seu post novo )

    EM TEMPO URGENTE

    Calma, Meg. Não estou dizendo que é professora. Calma. Brinco.
    Estou dizendo que não entendi o que é pra fazer.

  2. Mas, Rose, minha amiga, mon amour, você pode até não acreditar, mas *EU SOU PROFESSORA* e me orgulho muito disso, criança;-)
    Eu fiz uma nota lá em cima. Diga se entendeu ou não, está bem, meu anjo?
    Beijos

  3. Allan disse:

    Sou distraído, desligado e esquecido. Vivo no mundo da Lua. Datas, nomes e fisionomias. Já passei cada vexame…
    O bom é que só me dou conta do vexame muito depois (Já falei que sou distraído?).
    Apenas vou vivendo.

    E acho que não exista niguém são neste mundo que não goste de você.

    Beijocas
    :)


  4. Querido Allan, você, sempre tão legal, vc é um anjo.

    Meu querido, essa ´parte aí de “haverá alguém qe não goste de mim”? , claro está e você sabe muito bem disso, que é uma *TREMENDA IRONIA* e você é um dos privilegiados que sabem por qual razão faço isso.

    Não podemos esquecer que a ironia, sem sarcasmo, é um dos poucos prazeres, legitimamente inocentes, a que uma pessoa pode se dar sem risco de ofender ninguém.
    Mas, quando escrevo, dou boas gargalhadas. É o chamado *ganho insuspeito*, que nosso bom Herr Professor Doktor Freud nos deu de presente.

    E Piacenza, só não veio ainda pra um post, por causa do formato. É um retângulo complicado pro meu scanner. Mas é lindíssima e suas descrições são dignas de figurar num livro.
    Grazie tante. Mille baci, Allan

  5. Meg, Meg… você é tão querida e está tão presente em meus pensamentos quanto Belém, a cidade que me fascina. Concordo com o moço Allan: qual ser não gostaria de você? (Só que eu passo um pouquinho da conta, tenho adoração por Meg).
    Sossegue um pouco e volte brejeira.
    Beijo.
    =-=-=-

    Fofa!;-)

    Estou tomando o chá que você me mandou, ao lado daquelas coisas lindas.
    Você, minha linda e maravilhosa;-)
    Smacks!

  6. O Réprobo disse:

    Adorei! Então a da memória está fabulosa; entende-se, no sentido de evitar a visibilidade das cicatrizes que, também espiritualmente, vamos coleccionando.
    Mas, por vezes, as marcas da vida servem como atractivo suplementar- Lembra-Se de «Fargo»? Também vale para a interioridade.
    Beijinho, Querida Meg

    =-=-=-=
    Querido Réprobo:

    Bingo!!!!

    Tocou no meu ponto fraco: cinema! E ainda mais o filme dos Cohen, que é maravilha autêntica!

    Bom, se ainda há alguém, que diz coisas tão bonitas , mas tão bonitas que até esquecemos de investigar se são verdadeiras (não digo que não o sejam, lol….), a Vida ainda vale a pena.
    Não esqueço, Querido Amigo que devo a si um email.
    Obrigada e um beijinho daqui desse lado do mar.
    Meg

  7. Marilia disse:

    Se a sua memória é, então, inexorável… lembra de mim?
    Passei aqui, passo às vezes, muito poucas, mas me alegra encontrá-la rediviva, ressurecta, mais paraense que nunca. A gente é feito pra isso, não há que ter pudores de reinventar-se, isso é pra gente de imaginação pequena
    Há anos fechei tudo, blogs e outras cositas, que minha profissão não permite e tenho uma preguiça enorme de estar me inventando personagem de mim mesma.
    De umas poucas tenho saudade: você, Luísa, no more.
    Este ano possivelmente estarei lançando livro, se acontecer mesmo te mando convite.
    beijocas

    =-=-=-=-
    Marilia, minha divina e graciosa e preciosa!!!!!!!!
    Como pode me perguntar isso???!!!!!
    Você tenha uma certeza: eu tenho trazido você, por todos esses anos, no meu coração Tenho um cartão que me enviou!!! Lindo!
    Ai, meu Deus, não vai haver superlativos nem pontos de exclamação suficientes para dizer da minha alegria.

    A Rosa, Rosa mais linda! A dos textos de Guimarães, mais super Rosa que nunca, no seu texto-sonho. Lembra?

    Oh Marilia bela! saí para médicos (uma amiga diz que faço uma maratona House, entre tantos médicos) não estive bem e então deitei, para ver somente agora seu comentário. Que só me deu alegria, intensa felicidade.
    Rediviva e redimida já que você veio aqui.
    Olhe, sinceramente não sei o que diga.
    Só o coração fala:
    Além da felicidade o desejo intenso de genuíno sucesso à altura do seu genuíno talento.
    Como não lembraria?
    Mas nem que a memória não fosse inexorável… de você, minha divina dama- divina rosa!
    Ah!!!!!

    Um beijo, carinhoso, que não vai matar a saudade, mas ameniza!
    Que venham os livros.

    Esta casa é sua, valeu a pena refazê-la.

    Ah como lembrei agora da querida *L;-)
    Beijos, muitos
    Meg
    (Sim, estou em Belém e reencontrando a mim mesma e à minha cidade!
    Considere ter uma casa aqui, na cidade que é bela.)
    Iuhuuu! Meu email é subros at gmail dot com
    Uau!!!!

  8. Leonor disse:

    Obrigada pelo elogio :-)

    =-=-=-=
    Pura verdade, Leonor, pura verdade!
    Um abraço
    Meg

  9. Pronto, Dona Meg

    1 – Gosto de café com leite. Mais café que leite. Na manhã, alegre. Um estardalhaço. Madrugo, tagarela, pingo na rua, no proseio. Os varredores, os cata-lixo e frentistas. Perguntas tantas e a escuta. Estorvo dos sonolentos matinais..

    2 – Dum medo, derrubado, nos vãos da casa. Penumbra. Copos trincados. No medo de voar. E prossigo. Medonha e morena. Brasil arcaico e avô.

    3 – Ciumenta, de perder o tino. Inviável para o Amor. Na mala, o timbre: Perigo. Mas desabo às flores e matas e bichos. E o coletivo das gentes. Sou bolo de fubá, mal cozido. O dentro é movediço. Mas consciente. Cafundós do sertão.

    4– No rio, abraço o drama. Piaff, café pequeno. A gargalhada repara. Montanhas, lenimento. Novata sempre. Minas, talvez.

    5 – Sozinha, sem solidão. Forte. E dentro, bola de vidro, chacoalha e a menina grita. Quem foge da chama cura.

    6 – Tímida disfarçada na Luz. Escuro. Lamparina. Pulo na cama, cedo. Na noite, memória duma revolução primária. E acordo piando.

  10. marie tourvel disse:

    Vamos lá, Meg, querida, tentarei escrever:

    1) Sou pretensiosa. Acho que o Baudelaire escreveu Le Monstre para mim, mesmo tendo vivido em época diferente da minha (ele pensou em Marie, com toda certeza, aquela moça do futuro). E que Mick Jagger compôs Lady Jane assim que avistou aquela menininha linda (eu, sou eu) nascida na Maternidade São Paulo.

    2) Tenho dois programas favoritos de TV. Um é o Seinfeld, que é exatamente “o nada” o outro é, por motivos óbvios, o Manhattan Connection, “o tudo”.

    3) Tenho mania de reler. Parece coisa de gente burra, mas não é. É prazer. Adoro reler um bom Auden, um bom Yeats, um bom Flaubert. Sempre saio diferente das releituras. Releio posts antigos de blogues igualmente antigos. Isso é muito bom.

    4) Sou roqueira, daquelas de ir em show e tudo, mas ultimamente estou ouvindo jazz, em homenagem ao meu saudoso pai, que adorava. Muito Coltrane, muito Miles Davis, muito Ella. Estou cada vez mais apaixonada.

    5) Sou inconstante. Tenho fases de excelente humor e fases de humor meia boca, mas nunca mau humor. Vivo fazendo piadas de minhas mazelas.

    6) Embora não pareça, pelo que escrevo, sou extremamente tímida, envergonhada, mas sempre, apaixonada.

    7) Nunca, nunca me dê mais de duas taças com vinho. Pode ser fatal. A não ser que algum moço tenha outras intenções que não me ver subindo em mesas e dando show. Com três taças, já me torno perigosa.

    8) “Eu sei de quase tudo um pouco e quase tudo mal. Eu tenho pressa e tanta coisa me interessa, mas nada tanto assim… ” Letrinha desgraçada da Paula Toller que me traduz.

    Eu sei, Meglyn, querida, que era 5, 6 ou 7, mas eu sou 8, poderia ser 9, 10, 11….

    Beijos


  11. Queridos todos, todíssimos:
    Eu volto amanhã e vou responder a todos.
    Hoje estive com (pre)ocupações médicas, mas já esta tudo bem, beníssimo;-0
    Eitcha, Marie e Rose, Vocês saõ anjos.
    Todos são maravilhosos.
    Leonor, querida, obrigada, Meu querido Réprobo, vou ver o blog, Elis, meu anjo
    Obrigada a todos.
    Já me comuniquei com alguns agora mesmo, não é?
    Mas, a Dra. Marília realmente sacudiu o meu coração, quero que saibam que estou feliz até o último fio de cabelo.

    Obrigada a todos.
    Meg
    P.S. Eu não saberia dizer o quanto estou feliz.
    Aguardem, sim?
    Woo-hoo!

  12. aliki disse:

    Chegou! Uma caixinha cheia de carinho e tesouros!!!! Obrigada Meg, e se vc soubesse o qto o timing é exato, pura sincronicidade jungiana: um balsamo para terminar a rude semana. Mais comentarios e agradecimentos seguirão, bisous

  13. Marie Touvel – Sou pretensiosa. Acho que o Baudelaire escreveu Le Monstre para mim.

    Rose – Sério?

    ………………………………………

    Beijos, Meg. Volte rápido.

    * Sou anjo nada. A Marie talvez.
    Aliás, gostaria de saber: o que é um anjo pra você? Um anjo do século XXI? Obrigada.

  14. marie tourvel disse:

    Sério, Rose. Pára tudo e chama a Nasa, Baudelaire me ama…
    Eu, anjo? Acho que não minhas caras. só se for um anjo torto.

    Beijos a todos

  15. Meg

    ” Adoro dar e também ganhar presentes. Bem, gosto mais de dar. Mas não me aborreço nadinha em receber;-)”

    Acho maravilhosa a capacidade de gostar de dar presentes.
    Não gosto. Fico sem graça e acho que ficarei devendo coisas ao dadivoso.
    Dar então….Não dou presente. Todo mundo tem tudo. Pra que mais?

    ……………………………….

    Marie Touvel – qualquer hora dessas escreva um trecho de Baudelaire – o que você tem certeza! que fez pra você. P favor……………………………………………..

    Bom fim de semana , porque agora não piso neste blog até a dona retornar. É chato este blog, sem ela.

  16. Ery Roberto disse:

    Meg, não sei se isto é bom ou ruim, mas quando comecei a pensar nessas “desimportâncias”, descobri certa fartura com relação ao meu modo de ser. Mas, abreviando, eis a “meia-dúzia”, as que considero mais importantes, digamos assim:

    na lida blogueira:

    1- fico imensamente triste quando respondo a um comentário que me atinge de forma pessoal, faço uma “réplica” e a pessoa não dá a mínima consideração ao meu gesto de responder e ignora a necessidade de uma “tréplica” tão esperada. Fico na dúvida se ela resolveu não mais polemizar sobre o assunto ou se aceitou e se convenceu do contrário a partir daquilo que respondi. Aconteceu isto recentemente em um post muito importante;

    no cotidiano da vida real:

    2- quando vou assistir partidas de futebol do meu time – o Coritiba – tenho que entrar no Estádio com o pé direito e tocar o chão com o indicador direito ao mesmo tempo. Numa ocasião eu passei direto pela catraca e voltei por uma saída lateral. Lógico que expliquei ao porteiro, que me deixou retornar por baixo da catraca. Só faltava ele ter negado e eu obrigado a pagar novo ingresso. Naquele dia o time perdeu;

    3- não sei usar cinto que não seja da mesma cor dos sapatos. Quando, eventualmente, não tenho, vou sem cinto;

    4- café, só com açúcar (e bastante). Sucos, apenas com adoçante (descobri que se altera menos o sabor natural);

    5- acordo sempre alegre (mas não tem nenhuma importância – estou sempre sozinho durante a semana);

    6- se ganho um presente e não gosto, não demonstro. Agradeço da mesma forma. Penso que ninguém é obrigado a me presentear e se o faz me dá exatamente aquilo que imagina que eu gosto. Guardo. Quarentena nele. Já aconteceu de passar a gostar depois.

    Bem, tenho outras “desimportâncias”, mas vou respeitar o limite estabelecido. Obrigado pela oportunidade, você sempre acha alguma coisa que nós nunca damos muita importância e que, pensando melhor, são interessantes lembrar, rever, discutir. Valeu. Beijo grande.

  17. marie tourvel disse:

    Rose, querida, vá até meu bloguinho e procure um post chamado “É bonito isso?” do dia 25/01/2008. Você terá a oportunidade de ler um Baudelaire inteirinho feito pra mim. Não me desiluda, querida. Não se contraria doidas feito eu.
    Meglyn, volta logo senão a Rose não vem mais aqui. E aí como faremos, sem você e sem a Rose?
    Beijos

  18. Rose , Marie e Ery Roberto:

    Eu achei tudo muito bem, agradeço imenso.
    Mas, tenho medo quando forem as *importâncias*:-)
    Brincadeirinha.

    Obrigada por responderem.
    Marie e Rose, e como fico eu, com febre e tal e vocês abandonarem o blog assim. Fala sério, hein?
    Precisam ver o que o Baudelaire escreveu para mim,
    Eu sou a Passante … semblable… OMG!

    =-=-

    Ery, escrevi uma coisinha no post de hoje (domingo)
    .
    Feliz dia de são Patricio para todos.
    beijos

  19. Querida Meg, o blog é seu. Febre? Recordemos Ode Triunfal , de Álvaro de Campos, no qual que ele escreve “À dolorosa luz das grandes lâmpadas eléctricas da fábrica
    Tenho febre e escrevo. ”

    Não deixe de escrever pra gente. Aproveite quando a febre baixar um pouco.

    Eu estou aqui para ler você. Aprender com você. Insisto nisso.

    Um abraço

  20. marie tourvel disse:

    Alto lá, Meglyn, querida, abandonei, não. Adoro este espaço. Tive é muito trabalho esses dias e estou voltando de uma catarse. Postei um amontoado de breguices lá no Letras… Beijos

  21. AV disse:

    Obrigada pela paciência de responder à “corrente-meme”, minha querida.
    Não tenho tido muito tempo, só hoje passei por aqui para te agradecer. E aviso que estou preparando correio de volta, com mimos portugueses…
    Beijinhos


  22. Querida, paciência??? nunca, queria que fosse mais;-))
    A-do-ro me exibir!!!! sabias, não?
    E quero-te sempre aqui, nunca para aggradecer, daqui és a dona, the owner, e vou ao Porta do Vento, mas fico louca e boba com a produção em ritmo alucinante.
    Já fui, já fui, já vi o Catavento, imenso, vi tudo. Emocionei-me e volto depois. Que foto linda a que tiraste, já salvei até. (Sintra revisited)
    E acho que não recebeste meu email, mas a autora do livro Crônicas de Quase Anor é nossa querida Fal
    do blog Drops da Fal, uma verdadeira instituição:
    http://dropsdafal.blogbrasil.com

    U-ma coi-sa!!!!!!
    Ela vai adorar ser linkada no Porta.
    beijos
    Meguita, que te adora

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