“BELÉM, nortista gostosa eu te quero bem” (Manuel Bandeira)

No dia 12 de janeiro deste ano, a cidade de Belém (antes Santa Maria de Belém do Grão Pará) onde nasci e hoje, após 15 anos de ausência, moro, fez 392 anos de fundação.
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foto Geraldo Ramos.

Como todos (não) sabem eu estava doentésima, impedida de blogar e praticamente durante todos esses dias do mês, limitei-me a ‘re-publicar’ posts antigos ou nem tanto.

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Estação das Docas “refuncionalizada”;-)

A Júnia, minha amiga, uma médica que mora em minha Oh Minas Gerais, totalmente apaixonada por Belém me chamou atenção para esse texto do Carlos Alberto Dória e só então eu me toquei do anivesrsário da minha cidade (shame on me. Perdão, Senhor). E resolvi publicar aqui.

Só ontem, porém, é que vi mais uma das encantarias dessa menina encantadoríssima ;-) que é a (professora) Luciana Rayol de quem, todos sabem, eu gosto muito, muito. No seu maravilhoso blog Cintaliga (que ela faz com mais duas ‘coquettes copines‘: a Patrícia e a Eva) ela fez um post especial, no dia 12, e adivinhem a quem dedicou, hein?, hein?.. er…não é por estar na minha presença mas vejam lá.;-).

E foi assim, sem que ninguém me tivesse avisado, o que fez valer ainda mais a surpresa, que eu vi o rico e finíssimo presente de Luciana.

Luciana – que é também uma espécie de Vênus ou Afrodite nosssa – e quem é amazônida sabe que não invejamos nenhuma mitologia – Anadiômena, a saída das águas, rosa morena que convive com as nossas águas ‘grandes’ – foi logo depois de minha queridísima Luana, do Diário de Lulu , responsável pela queda dos véus de meus olhos. Antes tão acostumados e familarizados por uma lembrança antiga e viciada, hoje, rompidos o hábito e o esquecimento, reconstituídos, prontos para ver a verdadeira Belém, que é linda e é amada. E que antes eu não via. Obrigada, Luciana e Lulu!

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Pietà, Museu de Arte Sacra, Belém/PA foto Octavio Cardoso.

Vão ao final, talvez, mais fotos, mas certamente músicas que Luciana menciona

E ah! Luciana, não se ‘amofine’ com nada. O Thiago de Mello, é figurinha carimbada, mas sempre está em Belém, na casa de Dona Norma Barata, esposa de Ruy, o Paranatinga, e mãe de Paulo André. É minha querida amiga, nossa amiga, minha, dele e -se você quiser – sua também.;-)

De novo, obrigadíssima, Luciana. Anadiomena. Walter Benjamin que o diga.

A riqueza sem preço de Belém
Por Carlos Alberto Dória
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