LANA – EM TOM MAIOR. (R.I.P) – Updated

lana.jpg

Quando eu a conheci, descendo de um belo carro, enorme, prateado e se dirigindo para a minha casa, eu sabia que ela era ela. Com um tailleur, cabelos loiros armados em um coque, elegantíssima, a mulher, a pessoa, a senhora mais bonita que eu já vira. Ela vinha do trabalho, quer dizer;-) do Cartório que pertencia à sua família e convidou-me a ir à noite em sua casa.
Quando a vi de novo, no mesmo dia, à tardinha, ela me levou para o seu studio (chique a até não poder mais.) A primeira coisa que eu reparei foi um poster, adivinhem, da front page do jornal New York Times, do dia 8 de novembro de 1917, sim, pois é!, a que noticiava a Revolução Russa. Então, olhei novamente para ela e comecei com a minha marca registrada que é – e temo, sempre será – *cometer* gaffes. O que eu disse? Claro que não sou boba de dizer aqui. Mas tinha a ver com com o fato de ela estar mais alta, os cabelos mais louros e soltos do coque da manhã. E o sorriso.
Idade? mas qual mulher bonita tem idade? Ela não tinha.
Conversamos, conversamos, eu não sei sobre o quê, porque só via os discos, os quadros e os livros… quantos livros, ah! e havia os livros do Che, do Mao. Um poster do Che, belo como nunca. Eu jurava que aquele estúdio era um universo daqueles, os paralelos. Foi assim.
Elanyr Pessoa Gomes da Silva, a majestosa, admirável LANA, que era dondoca, do high,high, high,high society, esposa, mãe de dois filhos, Beth e Eduardo – todos diziam que ela era a cara de várias atrizes lindas do cinema, era a Faye Dunaway, (e era), aqui está outra) e, segundo uns amigos, dizem que foi com ela que nasceu a expressão “uma loura de fechar o comércio” (que, claro ninguém entende, assim de pronto, só contando a história).
A partir desse dia, minha vida mudou completamente. Os filósofos chamam isso de clivagem. OK, eu concordo . E daí a alguns dias eu também vim saber que Lana havia passado também por uma clivagem. Ou melhor, vivia (n)uma clivagem.
A dondoca, a mulher de sociedade, da alta burguesia, soube usar brilhantemente esse lado de sua vida, para exercer um papel do qual muitas pessoas se lembram porque foram atingidas por ele: ela era a protetora, a mecena$, aquela que dava cobertura a praticamente todos os militantes que combatiam o golpe de 1964. e devo dizer que nessa época eu só sabia de ouvir falar, muito de longe, a palavra S*U*B*V*E*R*S*I*V*O*(S). Ajudava com dinheiro quem precisava, colocava pra ir levar revistas pros presos. Isso era chamado *tarefa*. Transportava fugitivos e encrencados.
Mas também, em seu estúdio recebia a “intelligentsia” da terra e os artistas que vinham à cidade (não é pra me fazer de importante, mas adivinhem onde eu troquei as primeiras palavras com o Caetano Veloso? Iuhu!!! E uma pintora, que todos os artistas conhecerão, Maria Bonomi, também conheci lá. Ney Matogrosso, ai que bonito que era. E tantos outros.
E isto sem contar que ela tinha um cinema particular em casa, onde levava filmes que jamais vi depois, nem em circuitos de cinemas de arte.
Bom, ela morreu ontem (anteontem) e sua história fascinante inclui – sem que precisasse- uma opção que fez por trabalhar fora, fora do cartório da família: trabalhou em propaganda numa firma importante a MENDES PUBLICIDADE (ela conhecia e era conhecida por todo o mundo). Depois foi ser jornalista. E o que mais ela poderia fazer melhor no jornalismo? Isso mesmo, colunismo social. E com o pseudônimo de Jeannete Blanche (por aí vocês tiram hoho). Mas logo ela viu que não era essa bem a praia que ela queria, e com a carteira de jornalista que obteve, ela passou a assinar uma coluna conceituadíssima EM TOM MAIOR, sobre artes, promoção e cobertura de eventos culturais e, claro, política. Era uma conspiradora eficiente.
Mas não deixou jamais de ser o que já tinha sido em anos de dondoquice: era hors councours das listas de Dez mais Elegantes. E por muitos anos, comandava uma mesa cativa no Hotel Hilton.
Foi professora da Universidade Federal do Pará, do curso de Jornalismo. Fez Curso de Mestrado. Em Literatura e ensinava Literatura Paraense. E vivia com um fulgurante entusiasmo (no sentido grego da palavra) das pessoas que se consomem no que fazem ou escolhem fazer. Foi magnífica como Diretora de um dos Teatros mais belos do mundo e um dos mais importantes do Brasil, o Teatro da Paz, -( aqui também )- do qual cuidava como se fosse sua casa. Claro que a chamavam de chata, mas quem entendia de preservação de monumentos…? Era zelosa demais e intervinha com dinheiro dela para gerir dificuldades de orçamento. Isso, *eu vi*, eu testemunhei.
Eu sei que este post, tal como todos os meus posts, deve estar ainda mais deconexo: eu não paro de chorar.
E então, ainda que eu tenha mais uns milhões de recordações, de anedotas, de irreverências, gaffes cometidas, eu vou parar por aqui. Não sem antes dizer, que ela era insuportável nessa coisa de ter uma opinião e não voltar atrás – o que me irritava demais – nunca aceitou que eu sofresse de depressão, arre! mas eu a adorava por ser das pouquíssimas pessoas que eu conheci que eram realmente destituídas de dois tipos de inveja: Não invejava nem o sucesso dos demais e … oh! por Gaia, ou por Jove! ela, a Lana, jamais teve inveja de quem era feliz no amor. Disso eu tenho provas. E mais, ela adorava a minha melhor amiga, a jornalista Regina Alves e quem gosta de quem eu gosto, me adoça por inteiro. E era muito amiga da fabulosa jornalista Helena Cardoso, pessoa que eu adorava também.
Ela gostava de cantar e eu ria muito de ela cantar umas músicas antigonas, das quais eu vim a gostar depois: tangos e boleros;-) . Não achei nem para comprar o tango UNO, nem NOSTALGIAS… mas, como sou uma pessoa de sorte, lembro de certa vez ela me ter dito, solenemente, qual música era mais significativa para ela.
E desta vez, Laníssima, a Lei de Murphy não funcionou. Eu achei! Aí está a tua música e letra. Fazes-me falta, querida. E serei sempre, sempre muito agradecida por tudo.

Pequeno concerto que virou canção
(Geraldo Vandré)
Não,
Não há por que mentir ou esconder
A dor que foi maior do que é capaz meu coração
Não,
Nem há por que seguir
Cantando só para explicar
Não vai nunca entender de amor
Quem nunca soube amar.
Ah…
Eu vou voltar pra mim
Seguir sozinho assim
Até me consumir
Ou consumir
Toda essa dor
Até sentir de novo
O coração
Capaz de amor.

Agora, um tango que ela adorava cantar e eu morria de rir, até que hoje vi bem a letra e entendi porque ela me chamava de Hermana;-) Hey, Obrigada, you rule!,

É um tango de reponsa, olha só o “tamanho do estrago” – como diz Ali G. – que é a letra:
=-=-=-=
Nostalgias
Juan Carlos Cobián/Enrique Cadícamo/con orquesta/Canta: Charlo/

Quiero emborrachar mi corazón
para apagar un loco amor
que más que amor es un sufrir…
Y aquí vengo para eso,
a borrar antiguos besos
en los besos de otras bocas…
Si su amor fue “flor de un día”
¿porqué causa es siempre mía
esa cruel preocupación?
Quiero por los dos mi copa alzar
para olvidar mi obstinación
y más la vuelvo a recordar.
Nostalgias
de escuchar su risa loca
y sentir junto a mi boca
como un fuego su respiración.
Angustias
de sentirme abandonado
y pensar que otro a su lado
pronto… pronto le hablará de amor…
¡Hermano!
Yo no quiero rebajarme,
ni pedirle, ni llorarle,
ni decirle que no puedo más vivir…
Desde mi triste soledad veré caer
las rosas muertas de mi juventud.

Sobre sub rosa
The most of all things and persons in the entire world drives me *flabbergasted". That includes me.

19 Responses to LANA – EM TOM MAIOR. (R.I.P) – Updated

  1. valter ferraz disse:

    Meg, bela homenagem à amiga. Quando eu morrer, quero um post assim. Cheio de referências e de boas lembranças.
    Bom te ver produzindo.
    Fique bem.
    Um beijo, menina

  2. Valter, sabe o que é o pior de tudo nessa coisa de morte, na qual não acredito?
    É que quando se chega a um certa idade como a minha, todo mundo que morre ou é conhecido ou é amigo da gente.

    É uma chatice isso, Valter querido: eu lembro do tempo que só morriam “os da outra geração” Ou então os artistas de cinema e da televisão.
    Quera escrever uma epígrafe e nem consigo!
    Putz!
    Tô muito triste, mas também tô muito brava.
    Um beijão e obrigada, Valter.
    Só tem um detalhe: você não vai morrer nunca! Nem ouse!
    Meguita

  3. Eduardo disse:

    Meg,

    perdas irreparaveis são as perdas dos grandes amigos.
    E toda hora se perde um, depois de uma certa idade! Precisamos estar preparados para não sobrar!
    Grande beijo. E não fique brava! Sua amiga não iria gostar!


  4. Obrigada, Eduardo, meu querido Amigo.
    Estou brava sim e não sei o que é maior se a tristeza ou a raiva.
    Estou muuuito inconformada.
    Eu estava programando ir vê-la, encontrar-me com ela e não pude;
    Não dá, Eduardo, não dá…
    desculpa querido, e muito obrigada por comentar.
    Um beijo
    estou msmo muito mal
    Obrigada querido
    Meguita

  5. Elis disse:

    Meg, a vida dessa moça dá um livro bem interesante! Ela deixou tanta coisa boa, que é o que realmente importa. Olha, morrer, só deve ser ruim pra quem fica. Mas é um egoísmo nosso não querer que as pessoas partam. Eu me acostumei às (muitas) perdas desde menina e às vezes nem consigo chorar. Fico pensativa, recordando, dou risada das passagens que só eu e o morto sabiam…
    Só desejo que os “queridos” partam tranqüilos, sem sofrimento de doença. Ah, seria tão bom morrer de repente, à francesa…
    Beijo, acalma teu coração.

    RESPOSTA:
    =-=-=-=-=
    Elis, minha amorinha querida:
    Obrigada por tudo, pela conversa, pelo colo, pela “força” que me deu e me tem dado sempre. Não por isso, mas você sabe que amo você, adoro você. Como têm sido valiosos e valorizados todos os seus gestos de carinho de estima, de respeito… enfim, de maiúscula Amizade.
    Elis, você é mesmo de ouro.
    Num momento desses, de perda (que nem eu mesmo imaginava que ficaria tão abalada) é bom poder contar com os Amigos. Mormente, com alguém como você, tão inteligente, tão compassiva, tão solidária.
    Vem a Belém, tão logo possas, querida.
    Casa e coração abertos pra você.
    Essa amizade, a nossa, da qual me orgulho tabto já está durando demais da conta pra se materializar.
    Com meu mais puro afeto.
    Beijos para ti e um abraço para o Rojas.
    Meguita

  6. Meg, querida,
    Como falar dos estragos que a morte faz, eu que tenho essa total dificuldade em lidar com ela? Por tudo que você contou, ela viveu uma vida digna, bonita, bem vivida. Dos males o menor. E tinha bom gosto, essa música do Vandré, que eu sempre soube de cor, é uma das mais bonitas que existem, embora triste para esse momento. Seria possível que a Danuza Leão tivesse feito referência a ela? Lembro de ter lido referência a uma socialite que protegia os perseguidos da ditadura.
    Grande beijo

    =-=-=-=-=-
    Oh my Lord
    Que bom você aqui. É isso que vale mesmo na vida e principalmente nessas horas.
    Eu também: não tenho dificuldade menor com esse tema: sabe, Lord, meu Pai, (sempre para nós o PAI é a pessoa mais corajosa, irrecorrivelmente o maior herói e ponto!) não me deu grandes exemplos nesse particular;-). Ele tinha horror a isso. Horror que herdei. Mas eu lhe digo, mesmo quem declare não ter problemas (!?) não vai negar: há um momento inical da constatação da perda, ninguém quer ser racional, eu não quero, eu quero chorar tudo até esgotar a dor. E dor não se adivinha, não se intui, ela vem ser esperada. Eu me surpreendo com essa força.
    Obrigada, meu querido Lord.
    E você tem razão, a música é triste mesmo. Muito.
    Felizmente, o meu querido afilhado bloguístico, maior “sonzeiro” da blogosfera, me mandou ajuda.
    E acho que não deve ser ela – Lana, – a referida por Danuza. Na verdade houve algumas pessoas assim. Poucas, mas houve sim.
    Obrigada, obrigada, querido Ricardo, coração de rei.
    Beijos à Lady Cordelia.
    Meu carinho aos dois

    Meglyta

  7. Luciana disse:

    Meg, agora que estou de férias, vou aceitar seu convite pro café, embora eu não tome café. vou ver se compro algo gostoso de comer e beber qualquer dia desses e vou a tua casa – ligarei antes, of course. não quero que termine 2007 e a gente não se encontre.
    Sexta agora vou postar um texto sobre a Vivina, não deixe de ler.
    Um beijo, querida.

    ===========

    Oh, minha querida, é um prazer, uma honra.
    Venha sim, quando quiser. Vou adorar.
    Estamos (eu,pelo menos, estou) sentindo falta da Vivina) mas vou perguntar ao Lord e ao Valter.
    Sabe como é escritor/a.
    Só sei que ela vai gostar: seus posts são maravilhosos.
    E eu *JAMAIS* perco post seu e das meninas.
    ==-=-
    Olha só, querida: eu também não tomo café, mas todo mundo toma…já temos um ponto de identificação.;-)
    Venha sim, ligue, escolha quando quiser o dia.
    Vamos tirar um tempo só pra nós e pode trazer quem você quiser. Ok?
    Me diga do que você gosta.
    Vai ser uma alegria imensa pra mim. E você sabe que sim.
    Muitos beijos, muito carinho.

    Meg

  8. Júnia disse:

    Fotografia mais deliciosa essa…
    Meg, foi Drummond que disse que ele andava meio de banda, de tantos os mortos que guardava no lado esquerdo do peito? Lana deve ter deixado muitos cambaios.
    Um abraço meu, Meg, e diga à Selma que me lembro sempre dela.
    Beijos
    Júnia

    =-=-=-=
    Júnia, Júnia, Júnia, minha flor!!!!
    Ai que saudade!
    Você tem razão, o Drumond tinha mesmo o sentimento do mundo.
    E nossa filhota?

    Podeixar que eu *NÃO* vou dar seu recado pra Selma.
    Quero seu amor, somente para mim;-)))

    Beijos paramineiros
    Meglyn

  9. palpi disse:

    Meg, ter vc de volta, animada como sempre, é tudo de bom. E viva sua amiga Lana, uma pessoa admirável pelo que vc contou, por fazer com que vc nos delicie com essas histórias.
    Estou mesmo é com inveja da Luciana que, pelo jeito mora perto, e pode tomar café com vc. Ah, e eu gosto muito de café, tanto que até produzo. ;)
    Beijão, querida.

    =-=-=-=-
    Palpi queridíssima: Bem que eu desconfiava e procurava arrumar bem a casa quando voc~e vinha aqui:
    E não é que temos uma oligarca da aristocracia cafeeira, por aqui?
    Ainda bem que sempre declarei minha paixão por você antes da revelação;-)))

    Conheceram, papudos?
    Viram só… Língua de fora, mão na fronte e uma vaiazinha carinhosa;-)

    Ser chic, definitivamente não é pra quem quer;-)

    Beijos, minha flor do cafezal;-)
    Quando vem aqui?

    Meguita

  10. regina disse:

    Oi, Meg

    Mana, muito linda tua despedida. Fiquei comovida.
    Também adorei o lindo post que o Barata fez pra ti no blog dele. E o Afonso me deu um lindo presente graças a ti.
    Tu estás “o” sucesso.
    Aproveite o dia.
    bjs
    Regina

    PS: E que me dizes da sacola porteña? Agradou, decepcionou ou mais ou menos?

    =-=-=-=
    Mana, se não fosses tu. Se não fosse por ti…Já sabes, não é?

    Ai, a sacola, o Borges o Félix Nadar…. CHIQUERÉSIMO!!!!
    Como diria o Maïakovski: comigo (contigo) a minha anatomia enlouqueceu;-)

    Vou já já lá nos dois.

    Bom, se o dia está bom, merecemos, não é?
    Ou como diria um amigo meu: Merecêmo-lo!
    ;-)
    Beijos, maninha

  11. regina disse:

    Ah, maninha
    E a foto é ótima, eu me lembro dela.
    Tá vendo como achaste?
    bjs

    =-=-
    Hihihi;-)
    Maninha, eu li….que coisa muito linda, cheia de innuendoes;-)

    Tudo do jeito que o db gosta.
    A-do-rei!

  12. Vivina de Assis Viana disse:

    Meg e Luciana!

    Estou aqui, respondendo presente! (Não sei se ainda existem “chamadas”, nas escolas de hoje).
    Andei fora por uns tempos, nas “gerais”, e lá não tenho internet…
    Fiquei quase três semanas cuidando de flores, cortando grama, comendo pão de queijo, lendo, conversando com meus irmãos, sobrinhos. Nada melhor.
    Juro que, de vez em quando, me lembrava desses blogs de vocês, longínquos, inacessíveis…
    Você ficou afastada, por um tempo, não é, Meg? Posso ser solidária, ainda que com atraso? Não gosto de me omitir, mas quem manda me embrenhar pelo misterioso interior mineiro? Que você fique, e não se vá mais.
    Luciana, post sobre mim??? Você vai me deixar duas noites sem dormir, menina! Hoje ainda é quarta-feira, pô! Fico imaginando: será que você anda lendo algum livro meu? Qual? Fico feito criança, quando ganha presente, brincando de adivinhar, sem chegar a lugar nenhum…
    Beijos carinhosos pra Meg, e expectantes pra Luciana.
    Até sexta, e que o tempo voe!!!
    Vivina.


    =-=-=-

    Vivina querida, nossa estrela;-) superestrela, megaestrela.
    Hoje não vou cobrar , mas já cobrando, o seu blog:-)
    Que saudade e vc lá pelo campesinato, pelos domínios pastoris…
    Deixe eu ficar mais fortezinha que você vai ver.

    Já avisei a Luciana
    E você sabe que quem faz meu tempo é você.
    Linda!
    Obrigada
    Meguitar;-)

  13. regina disse:

    Pronto, Mana, deixei a história e um “livro” lá no Afonso pra ti.
    Agora vai lá ver.
    Bjs

  14. Maninha,
    Que classe!
    Que coisa linda!
    Nossos mortos (gulp!) vão finalmente tendo o que não podem ver, mas o que de melhor podemos fazer.
    Não sei se isso é consolo, mas…
    Muito bacana , Régia, esse lado do repórter que tu realçaste, maninha.
    Afinal, ele não era bobo. Senão não dizia qo que dizia.
    Te amo muito minha querida e tenho muito orgulho de ser tua Amiga.

    E deixa eu me me derramar, &%$#*&%, isn’t that what a blog is for, anyway?
    beijos, querida
    Mana Meg

  15. Retrato maravilhosamente bem escrito, Meg. Já amamos a Lana e sentimos tua perda. Linda despedida.

    Uma pessoa muito especial.

    Beijo.

    =-=-=-=

    Um beijo, Milton querido.
    Um grande beijo.
    Obrigada e saudades, querido
    M

  16. aninha-pontes disse:

    Meg querida, são pessoas lindas de alma assim, que sentimos a perda como irreparável.
    Alguém que viveu muito, e creio gostava da vida.
    E, aos poucos vamos nos sentindo orfãos, perdedores de grandes cab eças e grandes almas.
    Muito bonita a sua homenagem.
    um beijo minha querida.
    Foi bom falar com você, ou trocar mensagens escritas.
    Amamos você.

    =-=-=-=
    Meu anjo, meu bem:
    Obrigada
    O que posso dizer mais?
    Obrigada, meu amor.

    Beijos para o Valter.
    Meguita

  17. Regina disse:

    Mana, obrigada por ter detonado uma corrente de príncipes, mais uma cornucópia de felicidades e coisas que tais.
    Lana e Flores devem estar se acostumando a conviver, pelo menos na blogsfera,.
    Um beijo e não tenhas medo de ir ao facultativo, esculápio ou coisa assim.
    Vai dar tudo certo.
    E eu não vou por que o pé inchou de novo e tenho que ir
    para a igreja fazer trabalho de campo.
    Umas 21h30, 10h estou em casa de volta. Se puderes me dar notícias do filho de Hipócrates, vou gostar.
    bjs
    Regina

    =-=-=-=
    Claro, maninha, vou com a Sônia.
    Olha só: escrevi onome do Berbary errado, é com I e não Y, não é?
    Fiquei mortinha de vergonha, mas diz pra ele que adoro ele.
    E o nosso AK já viste aí do lado?
    Está como destaque:-))) -parece escola de samba;-))
    Não que isso signifique muita coisa agora, antes era melhor.
    Beijos, maninha.
    Que tudo isso perdure.
    Muitos beijos pra ti e, lógico, o dobro pra Vevé, querida

    Mana
    P.S. Como diz um amigo meu, muito querido; você AR-RE-BEN-TOU!!!!!!!

  18. Regina disse:

    Não mana, o antes não podia ser melhor pq. era o antes. O agora é o que temos e está do bom, vamos administrando pra ficar melhor.
    Lembra-te do que escreveste para o Afonso, animando-o a não desistir. Eu achei magnífico, serve para mim também, para todos nós.
    Não esquece de me contar, de noite, umas 20h já estou, sobre o esculápio.
    bjs e boa sorte. Estou atrasada e já vou saindo.

  19. nelson disse:

    Meguita, não conheci a Lana e conheço a foto, as morenices que vivem as lembranças, nossos dias brasileiros, expressões corporais perfeitas da satisfação de servir comida deliciosa à anfitriã da boa amizade, quem compartilha sabores e simplicidades…apenas degustação do momento.
    Beijos,

    =-=-=
    Você sabe tudo, conhece tudo meu estrelo.
    Beijo especial pra você.
    Meguita

%d blogueiros gostam disto: