Non, je ne regrette rien/La vien en rose

Edith Piaf (Marion Cotillard) La Môme -2007

Review do NYT:
The god, the bad and the truly French

Non, je ne regrette rien (1960)
( Vaucaire/ Dumont)
Non ! Rien de rien
Non ! Je ne regrette rien
Ni le bien qu’on m’a fait
Ni le mal tout ça m’est bien égal !

Non ! Rien de rien
Non ! Je ne regrette rien
C’est payé, balayé, oublié
Je me fous du passé !

Avec mes souvenirs
J’ai allumé le feu
Mes chagrins, mes plaisirs
Je n’ai plus besoin d’eux !

Balayées les amours
Et tous leurs trémolos
Balayés pour toujours
Je repars à zéro

Non ! Rien de rien
Non ! Je ne regrette rien
Ni le bien, qu’on m’a fait
Ni le mal, tout ça m’est bien égal !

Non ! Rien de rien
Non ! Je ne regrette rien
Car ma vie, car mes joies
Aujourd’hui, ça commence avec toi !

La vie en rose Site em Inglês.
vienrose.jpg
Gerad Depardieu (a-do-ro!) et Marion Cotillard

La Vie en rose
(Gugliemi et Monnod)

Des yeux qui font baisser les miens
Un rire qui se perd sur sa bouche
Voilà le portrait sans retouche
De l’homme auquel j’appartiens

{Refrain:}
Quand il me prend dans ses bras,
Il me parle tout bas
Je vois la vie en rose, Leia mais deste post

O Círio de Nazaré, em Belém do Pará. o culto, a festa.

Esta foto sempre esteve linkada ao Flickr. Mas é necessário dizer que o fotógrafo é um moço bastante gentil, chamado Bento Peck (Sua página no Flickr é esta. Clique).

=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=
O Círio de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém do Pará ( sempre no segundo domingo do mês de Outubro, sendo portanto uma data móvel) é uma das mais belas e fenomenais manifestações do culto e da glorificação mariana que, como se sabe, existe desde a mais remota Cristandade.
Tal culto em Belém é caudatário da da tradição portuguesa e um dos mais importantes fulcros de manifestações para conhecer o quotidiano de um santuário e analisar as motivações dos peregrinos nas suas relações com o sagrado, as suas formas de organização, pode ser encontrado aqui. CLIQUE. Sim, é do ano 1337 e é em (ou na) NAZARÉ, município, concelho, de Portugal
Sim, é tudo muito, muito antigo em sua origem. E é quase certo que manifestação como a de Belém, do Pará, não há outra igual. Mas temos também o nosso belo começo:

Tal começo pode ser lido aqui neste post, parte de uma série que está sendo feita pela querida (foto)jornalista e professora Luciana M. Rayol, do blog Cintaliga , a quem sou triplamente agradecida. Ela faz um convite que não é só um convite, é uma CONVOCAÇÃO. Em caráter mandatório;-). Para que, nós, paraenses, façamos posts sobre o Círio.
Devo dizer que desde 2001 – o começo dos blogs para quase todas as antenadas, ok, desculpem, pessoas no Brasil – sempre fiz posts sobre o tema. Onde quer que eu estivesse, esse segundo domingo de Outubro era impregnado de recordações imprecisas, mas fortalecidas pela distância e aguçadas… ah! uma coisa que talvez muita gente não saiba: morando no Rio de Janeiro, os paraenses têm e fazem um singelo, mas muito contrito Círio particular, saindo da Igreja (be-lís-si-ma) de Nossa Senhora de Copacabana. Não se preocupem, que chorávamos todos, telefonávamos uns para os outros e lembrávamos, principalmente – pra que mentir? – a culinária majestosa e absolutamente inimitavel, única , (unique) a nossa. O espírito de tolerância e fraternidade, claro, a união no exílio, qualquer que seja o tipo, e que, aliado à memória gastronômica, fez ser chamado o Círio, de o Natal dos Paraenses.
Posts sempre houve, mas com algo a considerar:
A consideração: Eu passei cerca de 15 anos morando fora de Belém e do Pará. Alguns fora do Brasil. Mas desde 2001, este sentimento que descrevo acima virou post nos meus blogs. Em todos e sem faltar um único ano, faço posts sobre o Círio, não só como paraense – felicíssima que sou por sê-lo – mas também como observadora da manifestação em seu aspecto antropológico: a pedido de uma jornalista conceituadíssima a professora Regina Alves, escrevi um texto que considero mediano, sublimemente modesta que sou;-) para o Jornal O Liberal, quando este lançou um vídeo, muito bonito sobre o Círio) . Não sei se houve outro.
A FESTA
Mas reparando bem, o Círio é uma festa e uma festividade. O conceito de *FESTA* (quem não lembra das comunas francesas… bom, lembra de ter lido, claro;-))) ] é muito forte do ponto de vista antropológico e do ponto de vista histórico, uma vez que não só comemora, mas re-memora, instrui, ensina, reforça, revive. Ajuda a traçar perfis sociais e também as práticas e ritmos festivos. Transfere um legado.
O antropólogo,professor Isidoro Alves escreveu uma tese que se tornou a referência fundamental dos Estudos sobre o Círio: O Carnaval Devoto.
Tal expressão foi retirada do livro de Dalcídio Jurandir – que ganhou nova edição – o que foi objeto de maciça divulgação no Sub Rosa – O livro é o “Belém do Grão Pará”. Parece que Dalcídio também foi descoberto antes pelos paulistas: a jornalista Elis Marchioni tem um site desde 2000 sobre Dalcídio. Por favor desculpem a digressão.(*)
Porém, sempre gosto de citar uma pessoa por quem eu tenho a maior admiração. Ela é de São Paulo: Rita Amaral. Ela tem site (tá bom, sítio) e é conhecida mundialmente. Ninguém entende de *FESTA* – festividades, tombamentos, procissões, festejos , incluída já a Festa do Círio de Nazaré – mais do que essa moça, Rita Amaral. Saravá, Rita!.
A Rita Amaral é t.u.d.o e quem quiser pode baixar o e-book da maravihosa.;-)
E para confimar ainda mais esse caráter, fora das tão mal-queridas “hostes” acadêmicas, a Escola de Samba Unidos do Viradouro – olha que chique: fez seu Enredo assim Pediu pra Pará, Parou!..Com a Viradouro Eu Vou/Pro Círio de Nazaré! . E vejam que já era o remake de um antigo caranaval de um ano que não se sabe bem qual. (Estão me dizendo aqui, que ninguém mesnos que ELZA SOARES era a “puxadora” do samba.!;-). Olha, gente, puxa ,eu, francamente, não sei o que vocês querem de mais maravilhoso, mais posh , mais rock, mais chique, mais fino e mais tudo o mais – do que o Círio de Nazaré. Nazaré rules!!!
AUSÊNCIA
Então, meus Círios, nesses 15 últimos anos sempre foram festas (?) de ausências. O momento de relembrar quem estava no passado e agora não mais… , quem foi, quem voltou, quem saiu, quem sempre esteve lá. Os afastamentos, os auto-exílios; os voluntários , ou os nem tanto… A vontade de, asistindo, a cobertura feita pela TV e pela Internet, “no ano que vem eu estarei lá”. Ou a luta íntima: nunca mais vou ver minha terra. Sim, realmente, O Círio é uma festa poderosa, notável , e como toda festa pode ter seu lado de alguma tristeza, mas não amargura. Sempre haverá aqueles para quem se prepara ou os que nos preparam *a festa da vinda*.

FINAL
Agora uma coisa também importante, em 99% das fotos do Círio, observa-se que há um mar de mãos levantadas dirigindo um pedido para a Virgem-Santa. Aclamam, louvam, mas também pedem , imploram e esperam pela Graça. Uma bênção especial. Uma casa , um emprego, a saúde, uma cura…

Não posso omitir um caráter secular da festa: à medida que o tempo passava, o Círio se tornou uma manifestação política, de ‘politicagem’ mesmo. Cheguei a ver governadores, prefeitos, de épocas tão distintas, tipo assim os do clã Barbalho. E os que eram seus adversários. Todos na *berlinda* Nada contra. É comum em todos os lugares que conheço ou não, manifestações como essas servirem de vitrine para políticos. Oh! e como!
Este ano que vou passar aqui, soube que mais ou menos 20.000 (vinte mil) funcionários públicos “temporários” com mais de 10, 15 e até 24 anos de serviço serão demitidos – vapt! assim se dissolvendo no ar – de seus empregos. Perderão seus direitos adquiridos, não importando o tempo que serviram às Instituições e ao povo. Fico boba! Só uma coisa já dá para perceber a gravidade do fato: 24 anos de serviço (e de trabalho) jamais serão recuperados e são anos que contam para uma aposentadoria que periga estar perdida.

Obviamente este não é um post político, mas também é, porque tudo , *T*U*D*O* na Vida é político! E então, esses vinte mil pares de mão(s) – de paraenses- estarão, com certeza mais que absoluta, dirigindo-se, mãos levantadas, à Maria de Nazaré.
*****
P.S. Luciana – eis o meu post. Obrigada pela lembrança e Parabéns pela iniciativa. Luciana também me pediu para que lhe enviasse, caso encontrasse blogs paraenses (?) ou de paraenses que, por mais que vocês não acreditem, a maioria deles data de menos de um ou dois anos. OK, Conheço praticamente todos. Alguns, que estão aí no sidebar, são bons. Ou muito bons. Em muitos deles o Sub Rosa “foi” (foi, entendem;-)?) linkado. Outros nem sequer souberam de sua existência;-) Mas os melhores, conheciam;-) Agora é bom saber que muitos desses blogueiros são a favor da medida. Agora são, antes, não eram. Se é que eu me faço clara. A lei é de 1988 com efeito retroativo a 1983 e por minhas parcas sabenças em termos de contas, pelo menos 4 ou 5 governos e respectivas Câmaras de Vereadores, Deputados etc passaram ao largo da questão . E agora, Santa?!

******
Nota: (*) A propósito de Dalcídio Jurandir, autor da expressão *carnaval devoto* e grande militante político, leiam aqui, caso desejem: Sub Rosa- Louca por Dalcídio (em 2002) – Não deixem de ler os comentários, principalmente os professores ou alunos de Universidades;-) –
Já a querida Elis Marchioni *ROJAS*;-)- no seu “Louca por Dalcídio”, aqui, aqui desde 2000.
*******Música sobre o Círio e sobre Belém*******
1-Salomão Habib, um dos mais sublimes violonistas que já ouvi. Mas eu não conto. Que sei eu? 1
*
2
Aqui outro Sebastião. Este já “der Meister Sebastião Tapajós” acompanhando Jane Duboc (ambos acompanham-se) em Bom dia , Belém! Um poema de Adalcinda Camarão, musicado.
2-

*
3-
E mais o Habib! Oráculo. Que ganhei de presente. Obrigada. Este é o CD CORDA&FÉ

¡¡ Felices cumpleaños !! D. Pedrito!


Digam o que disserem, ache o que quiserem achar;-) mas para nós essa legião imensa inumerável de mulheres almodovarianas,  que SEMPRE gostou de ti, foi com  Mujeres … que aprendemos te conhecer   e a te amar!

¡Parabéns, Pedro!
E dizemos el   refrán:
Pepi, Luci, Bom y otras chicas del montón!

Voilà: o post republicado.

FOI ASSIM NA VERSÃO ORIGINAL.

DEAREST E-BETH’s MEME

Fiquei sabendo, quando fui ler a minha querida Thata:
No dia 18 de agosto, ela, minha querida Faerie , minha fotógrafa preferida, escreveu. Logo, o Inagaki – que, mesmo com tenazes dores-de-cabeça não é bobo nem nada, além de ser meu querido também – viu a jóia que isso seria, divulgou… e pronto. (*). Alastrou-se pela Internet.
Como a minha conexão não anda católica hohoho, (oh!) não sei se já terminou a ‘febre’, mas ler a inspiradíssima Thais me incitou. Não resisti: perdoem-me, sim?

Aqui ela, minha fada fotógrafa Bethskaya:
Eu (a Beth)
Não sei bordar, não sei costurar, não sei tricotar, não sei crochetar, não pinto, não desenho, não danço, não canto e não toco nada, mas sou apaixonada por artes em geral. Fotografo masomenos, sei a teoria. Adoro ler. Amo tecnologia, mas sou fã de cartas. Louca por cheiros e sensações – sou taurina.
Tenho um senso estético chatíssimo, chega a doer. Gosto de animais e plantas mais do que de gente. Cabelos sempre curtos e sempre acima do peso, sorrindo por dentro, pouca gente é capaz de enxergar. Boa de garfo e de fogão.
Tenho muitos conselhos no bolso, nenhum dinheiro. Amo incondicionalmente, mas
tenho calos doloridos, não pise. Gosto de frio, de chuva, da noite, da europa.
Vivo no Brasil, a vida pode ser cruel. Devo, não nego, pago quando puder. Adoro
caixas e laços mais do que presentes, dou mais do que recebo. Cobro atenção. Não
mordo”.
**********

E aqui estou, com muitas palavras, masomenos eu, Maria Elisa (Meg) Guimarães:

Sou doutorada em “Inabilidades Domésticas”, aliás, o único complexo de
inferioridade que eu tenho é, justo, com gente “prendada”; danço que é uma maravilha (vivo dançando, se é que me entendem) e de arte entendo menos que nada.
Fotografo tudo com o olhar, usando câmeras sou uma negação, mas dou meus *shots* e acho fotografia Arte maiúscula.
Sinto uma saudade agressiva do tempo em que eu podia ler de tudo e até no escuro.
Technoanta’, não saberia viver sem tecnologia, o que nunca me impediu até hoje de ter intensa vida snail mail nem de conhecer e receber em minha casa (muitíssimas) pessoas de quem gosto. Au contraire.
Abestada e querendo ser mãe do mundo, adoro sons e cores; a luz é tudo. Aqua cancerianae.
Sim, vejo com espanto que tenho um senso estético tão esquisito, que sou às vezes confundida com ele.
Para aqueles que amo, decreto leis e proibições: nada de dor, perdas, sofrimento ou separações: só vale vida feliz e realizada.
Gosto de quem gosto, de quem não gosto nem lembro e sei logo quando vou ou não gostar de alguém, não importa que seja gente, pessoa ou nenhuma das duas categorias que, como todos sabem, não são coextensivas.
Detesto coisas e gente muito certinha. Sou torta e totalmente gauche.
Sou boa de garfo e melhor ainda de dedos, de mesa e de cama, vocês nem imaginam. Cozinha, jardim e área de serviço.
Sorrio e choro e gargalho e ranjo os dentes tanto por dentro quanto por fora e quem me conhece sabe que eu poderia até simular, mas não saberia dissimular sentimentos e reações.
Franqueza, minha fraqueza.
Amo com uma intensidade de meter susto ao Padre Eterno e não me esquivo e nem me arrependo das dores que amores assim, inevitavelmente, causam. Não saberia mesmo amar diferente.
Calos? só os que vêm de outros tipos de amor, daqueles em que se dá entusiasmo e se recebe em troca incompreensão. Por favor, continuem a pisar, enquanto podem. Muito em breve, fecho para balanço.
Adoro a primavera e o outono, e à noite sou rainha.
Barcelona e Paris sempre disputaram minha preferência, mas meu coração agora balança por Budapest, eia, pois Anna Barbara, que não me deixa mentir;-)
Adoro dar presentes que é arte muuuito mais fácil que saber receber. E meus presentes sempre vão acompanhados de laços estrelas e rendas de afeto, envelopes e caixas decoradas de bem-querer.
Às vezes, vão coisas minhas, por engano, que nunca devolvem. Chato, isso!
Não gosto de cobrar absolutamente nada, não funciona! Mas se tivesse que cobrar alguma coisa seria justiça. Sempre.
Ah delicadeza!. Onde já se viu amizade ou amor sem delicadeza, entrega ou disponibilidade?
Quando vejo que falta isso, arranjo sempre um jeito de dar- imperceptivelmente- minha demissão – irrevogável, claro- e saio sem bater a
porta. Quando vão ver não estou mais.
Acho mais corajoso, decente e bem melhor falar que calar.
Morder é preciso e necessário, mas prefiro que não seja eu a morder: a Vida sempre se encarrega de *morder* quem merece ser mordido. Prefiro observar.
Afinal, saber esperar, como dizem os chineses, é uma grande virtude ;-)

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Nota: Retirei os comentários antigos, para não ser indelicada, constrangendo alguns.

Obrigada, Luma.
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Bom, agora a parte biológica/ genética. Sei que não vão me dar a menor confiança (tadinha de mim) , mas mesmo assim: repasso para o Jorge Poeta, para o Lord um “senhor” escritor, para o Fausto um jornalista, estupendo repórter, que deixou de mostrar para nós seus poemas, para o Plima, um tremendo historiador e crítico da sociedade e para Alena, uma refinada encantadora de palavras.
Seja o que Deus quiser!;-)
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AAAH!!!!! Agora leiam aqui, por favor, e depois não reclamem de mim;-)

Etel Frota

Agora, o biscoito fino pros happy fews!
Ontem na recuperação dos flotsam aqui vai algo que me deu muito prazer. Uma marca do que o Sub Rosa sempre se orgulhou: de ser um mero blog de divulgação. Tudo bem que quase sempre breaking the news;-)) Oh yeah! Modéstia pouca é bobagem.
Olhem só:
etel_monica.jpg
Etel Frota, querida, com Monica Salmaso, no Sub Rosa.(dez 2002)
lançamento de Artigo Oitavo… Gente de Deus! Tõ pasma!
Etel Frota e Monica Salmso Artigo Oitavo no Sub Rosa
Lacaniana

Conhecer este amor voraz
insaciado e virtual
É conhecer o buraco, o vazio,
a impotência do meu desejo

É saber que fé não remove
sequer mal-entendidos
Que o nunca nada tem a ver
com o antes ou o tarde
Que quem semeia vento
pode envelhecer esperando a colheita
Enquanto colhe a tempestade
o outro que nem estava interessado na lavoura
É saber que o que tem na frente é nada
Desesperança
Morte
Amanhã ou daqui a vinte e sete anos
Não existo eu
Não existe você
Existe esta dor
Esta ausência
E a alma do mundo, que no momento não pode atender

Quer deixar recado?
Etel Frota. Lacaniana. In: Artigo Oitavo no Sub Rosa
E aí pessoal de Curitiba,;-)) vocês nunca que imaginavam que minha história com Curitiba já vem de óhohóó…desde o tempo do Império:-) Aqui a página da etérea Etel – poeta, roteirista e letrista que já lançou seu segundo livro de poemas Líricas…- no My Space.
Beijo, Etelísima, da sua Meg Bee. Putzgrilo! Nem eu me lembrava mais que o Sub Rosa era tão importante;-). Não por ele mesmo, obviamente, mas pelo que já divulgou! Pelas pessoas que passaram por suas páginas. De primeira água! Do mais puro quilate.
(*) passo depois para responder e replicar o meme da Luma;)
Presentinho para vocês: O que são memes.

MEME. MEMÉTICA. MESMERIZANTE HISTÓRIA

(sinceramente, sou péssima em título, mas neste me superei: é ho-ro-ro-so!):o(

Queridos todos todíssimos.
É, claro que não é por eu estar na própria presença de meu próprio (jawbreaker intencional) blog, mas é fato inquestionável que – como diria o Chico, aaaai!!: Foi bonita festa, pá! Há coisas que nem que a gente queira, sorry, pode negar hohoho.
Então, a todos, muito, muito obrigada, e vamos partir para a vida : the show must go on
Bem, os *memes*. Que que são mesmo, os *memes*? Richard Dawkins em The selfish Gene teorizou sobre a Memética e isto está espalhado na Internet. A questão é que alguns memes não são ricos, fortes e ‘dignos’ -sim! vocês vêem a série HEROES? – pois deviam;-) eu falei num post PODER E EXCLUSÃO (que eu que não vou linkar a mim mesma) a questão do poder genético, os genes basicamente são e *DEVEM* ser “preconceituosos” – “sort of” – Biologia é assim mesmo, lembram de ESPARTA, a cidade grega, de Licurgo? -pois então – então, dignos no sentido de valiosos para (de) serem *replicados* ;-). Assim, na blogosfera: à proliferação avassaladora dos memes, seguiu-se, naturalmente o desinterese. Entretanto, de acordo com a vontade, o desejo e o gosto do freguês, alguns *memes* são maravilhosos. Daí o título do post que se deve a um meme que eu adorei. Está lá na iluminada Luma pessoa que, pelo menos , falando por mim, é uma hábil e gentil blogbióloga: cuida para que não passemos por situações ameaçadoras, adverte-me a respeito de coisas perigosas. E eu que não tenho vocação para ser – agora nem nunca mais – A donzel in distress…
Pois bem, voltando ao meme da Luma que eu adorei: “…republicar um texto que eu tenha gostado, de minha própria autoria, podendo atualizá-lo, se necessário. A tarefa passará para outros 5 blogueiros.”
Isso de *minha pópria autoria*, ficou muito jóia;-)). O que as pessoas não percebem – e por isso se chateiam;-) eu, claro era uma que me chateva- hoje não, hoje estou maravilhosa, como na veeeelha piada – era com esse negócio de passar para 5, 15, *n* blogueiros. Ora, mas esta é que a função do meme. Se não repassar, blow it! Dammit! Afinal nem sempre de um intercourse resulta um baby, certo? ;-) A gente designa os 5 blogs, agora se eles vão continuar ou não, blew it up! mas uma coisa é certa, se formos ficar premiando e sendo premiados, passando memes, já não faremos mais nada em termos de blog. Isso eu acho. Perdoem-me. Então, amanhã eu volto para reponde r com inefpável prazer ao meme da luna, mesmo porque eu só devo ter um ou dois posts “de minha própria autoria”. É ou gato ou gata”;-)

It’s a most unusual day (UPDATES ESPECIALÍSSIMOS!)

weiss13lg2.jpgR. Weiss. Find out.

De amor nada mais resta que um Outubro
e quanto mais amada mais desisto:
quanto mais tu me despes mais me cubro
e quanto mais me escondo mais me avisto.

E sei que mais te enleio e te deslumbro
porque se mais me ofusco mais existo.
Por dentro me ilumino, sol oculto,
por fora te ajoelho, corpo místico.

Não me acordes. Estou morta na quermesse
dos teus beijos. Etérea, a minha espécie
nem teus zelos amantes a demovem.

Mas quanto mais em nuvem me desfaço
mais de terra e de fogo é o abraço
com que na carne queres reter-me jovem.

Natalia Correa – Portugal

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AS MULHERES

posing_cr.jpgcharlotte rampling

“As mulheres carregam nos olhos os fogos dos sete infernos. Pode-se pegar na carne delas, qualquer trecho do corpo: é quente. Não será do sol do mundo. É das antiquíssimas labaredas, que elas atravessam sem se queimar.Mas o fogo aquece-as para sempre e a cintilância das labaredas perdura, anzol ou garra de ar.
As mulheres quando morrem vão, mas voltam vestidas de outras peles e de outros cabelos para continuar os serviços lá deles. O diabo autoriza quando estão no ponto: “Voltem”. O diabo sabe o que faz. Aí elas se misturam de novo no meio dos povos e o aroma delas é de raízes silvestres. As curvas feitas nas ancas são cavadas pessoalmente pelo diabo que recheia muito bem recheada a parede das ancas. Ele mira e remira as ancas e satisfeito sorri, o hábil oleiro.
O diabo ensina as artes de falar; de sorrir; de prometer; de chorar; de aliciar; de imantar, de fingir, até elas alcançarem a sabedoria: para ir deixando um rastro de estragos.
Dizem que há exceções. Quanto a essa parte não sei.”

Haroldo Maranhão, escritor brasileiro – (1927-2004)

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flores_secas_donana.jpg2005_10_07_02 (flores secas por Don’Ana)photo by Claudio Boczon

Os corações que não têm apoio acabam por desmoronar
“”My friends are my estate.”
Emily Dickinson (1830-1886)
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Hoje, o meu blog Sub Rosa completa seis anos. Irrefutavelmente(*). Agradeço a todos os meus Amigos. Por eles e com ele, minha alegria é imensa. Eles estão todos comigo . E esta é uma bênção. A maior, a melhor.

A melhor música para marcar este dia.

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Para a minha festa não tão modesta:-) “With a little help from my friends”, de Lennon&McCartney, com o awesome JOE COCKER, ORB Sim, ele é da OBE. Ou vocês acham que eu ia deixar por menos. In fact, Su Rosa deserves
=-=-=-
AGORA ALGO MUITO IMPORTANTE; UPDATE: Diz respeito ao Irrefutavelmente lá de cima. É o seguinte, graças a ajuda de meu querido Amigo,intrépido repórter, voce pode ver o SubRosa na versão v1. na versão 1.2 e na versão 1.3 (E agradeço aqui a Fer Guimaraes Rosa, sempre amiga e sempre querida!, ao esplêndido Vitor Carbone (MuiGats) e à queridíssima Nancy Marchioro:
Voilà: Só pra verem como é a vida!. Leiam com atenção. Observem alguns nomes citados. Pode até ser que o *SEU* nome esteja lá. Não é o máximo? E vejam a quantidade de comentários hohoho. \;o/

AQUI: SUB ROSA

Lindo, lindo, lindo;-)))))))) . Então, irrefutavelmente!. Agora, continuamos aqui, na versão 2. Obrigada a todos que me proporcionaram isso, ao longo de todo esse tempo. O melhor [SEMPRE] ainda está por vir.;-)

UPDATE 2: Pessoas ,queridas, Olha só o FLABBERGASTED (Sub Rosinha) que pessoa muito querida acabou de me mandar…Iuhuuu!!! Olhaí, gente. É , ESTOU MUITO FELIZ!!!!!!! . QUE FESTA IMODESTA! Agora quanto aos meus 7 leitores estou/sempre estive certa, mas:

SubRosinha-Flabbergasted: Deus é insone!;-))

BLOG TREE é isso aqui!