Luigi Augusto de Oliveira e, incidentalmente, HQ e incentivo à leitura.

THRILLER TROPICAL

Pois não te mates em vão,
que quanto mais as quiseres,
verás que são mulheres
.
Jorge de Aguiar, século XV

— Bate se for homem!
Quase que já esperava: deve ser uma frase universal delas, pensou. A atmosfera do quarto – era o apartamento dele – uma gelatina: a tensão parecia evaporar-se das carnes e como sombras furibundas escorrer pelas paredes.
O desafio emudecera tudo. Porém, sem as espadanadas rangentes das gastas argumentações – ou talvez mais exato dizer ex-argumentações, já há muito feitas meros marcos de bandeiras ilegíveis, a delimitarem territórios ocos –, das dueladas mediante as mesmas munições velhas de guerra, pólvora encharcada de tédio lodoso, o efeito mais imediato do silêncio fora fazer destacar-se ainda mais a expressão envilecida do semblante da moça. No entanto tão recente ainda a impressão de frescor em sua beleza, quando eles… – melhor nem lembrar, a funda panela da frustração escondia submersa mais raiva ainda, sempre passível de ferver por sob os caldos frios da melancolia.
Límpida e alta, emoldurada pelas madeixas suaves, a fronte que o orgulho fazia erguer como a de um fanático que se crê senhorio da verdade e da incorruptibilidade, perfeita a imobilidade de estátua de santa – apesar das narinas que pareciam, embora com delicadeza, a ponto de pôr fogo –, o que ela vinha fazendo, no entanto, era apenas, nem mais nem menos, aquilo que de mais primal e óbvio o instinto de desafio lhe ordenara: irritava o macho até os últimos limites. Que parecia fazer questão de, num avanço lento e metódico, como se tangido por um motor engasgado e indiferente, testar e romper um a um.
Em tudo isso não pôde ele, bem vivido, histórias às dezenas nas ainda rasas rugas dos quarenta, deixar de pensar, embora os relampejos cacarejantes de tudo aquilo não lhe demorassem na memória mais que dez segundos; estava porém frio, tinha de reconhecer, apesar de intensamente desejar-se àquela hora um Otelo. E respondeu então também com o óbvio mais mecânico: sentou-lhe a mão na cara.
Ela desabou na cama, não por susto ou pela força contida do golpe (mas contida de forma que não o parecesse, a mão hábil em não trair o necessário teatro que as feições encenavam sem mentira) – mas exatamente porque, como um gatilho, vinha-o esperando; ainda assim, foi a reação inteiramente sincera:
— Cachorro!

Nele um sorriso, prontamente engolido, ameaçara emergir ao rosto em trevas; não se pudera deixar de imaginar latindo ternamente para ela: ao vê-la atirada ali, inevitável lembrar-se das vezes em que ela lhe chamava “seu cachorrinho”, e prosseguiam, a cadelinha a balançar a crina provocante. Mas já agora saltara da cama a mocinha, e mais uma vez fez-se o óbvio: ao telefone, discou o número do irmão:
— Ele me bateu!
Mais patético seria difícil, Joana D’arc aguardando reforços e, a um tempo, o ar de expectativa da menininha sapeca que contou para o pai as brincadeirinhas sujas do primo ou do irmão, só para vê-lo apanhar. Apanhar por ela, afinal. Haviam-se sentado, ela à mesinha do telefone, no canto, ele – que remédio! – pesadamente na cama, já de antecipado aborrecido com a espera. Dali a pouco puxaria de sob o colchão um jornal antigo, umas revistas eróticas ainda mais.
Mas não demorou mais que uns quinze minutos, que maravilha o trânsito àquela hora, ele pensou. Ouviu o interfone, foi erguendo-se lento boi a caminho do matadouro, baba pingada pouca, ralificada pela tensão. Porém já ela, muda ao botão do aparelho, abrira o portão, de um salto. Voltaram a sentar-se, joguetes atarantados do inescrutável. Atarantado e ainda assim entediado, ele pensou, sem vontade de que percebê-lo fosse alguma vingança.
Cinco minutos e ouviam a campainha, pôs-se ele de pé, espreguiçou-se (não conseguiu conter…), deu dois passos, parou, pensou – e espantou-se. Campainha?! Mas já de novo a ouviam, premente. Atravessou a sala que se estendia como um velório extinto defronte a si, percebeu o pega-ladrão do trinco, a postos, estacou por um segundo, pensativo ainda, abriu a porta lenta e pensativa. O outro – já o sabia, necessário porém constatar sempre – era mais alto. Recuou um passo, a porta a meio, hesitante. No entanto o outro apenas enfiou o carão, bufou:
— Vamos descer lá na rua, acertar as contas, nós dois.
Ouviu e quase indignou-se. O outro, só o carão metido na porta – da qual com normalíssima cordialidade tocara a campainha! espantou-se de novo –, esperava, olhos ferozes e desmilingüidos. Mas, descer? Do nono andar, até a rua?! Vá ter consideração assim no inferno! Civilizadíssimo o Grande Irmão esperava.
Mais uns quatro ou cinco segundos, tempo suficiente para que tudo se lhe repassasse pela tela tosca de uma mente que, bem sabia, já lhe fora bem mais lúcida e precisa, mas por outro lado cada vez mais tarimbada. Pois então… ora! por que o sujeito não fizera meter logo o botinão na porta e arrebentar-lhe as fuças? E não teve mais dúvidas, e murmurou um com licença quase já feliz, e deixou que a porta batesse reprovativa, e quase arrancou a corrente num puxão – efeito do gesto realentador de todos os graus do ânimo –, e anteviu o drible desarmante e mirou o foco nos olhos do bom irmão:
— Escuta aqui: a gente pode brigar, ou a gente pode ir tomar cerveja.
Pôde perceber, no tipo de espanto que leu no olhar do outro, a surpresa doce de uma virgem que já previamente sabe que admitirá o atrevimento.

*Luigi Augusto de Oliveira é escritor, e autor , entre outros, dos romances Dalma na Rede (já esgotado) e Solo para Ti, que foram premiados em concursos de alto nível, como o I Festival da Literatura, promovido pela Xerox e pela Revista Livro Aberto, e o Primeiro Prêmio Redescoberta da Literatura Brasileira, promovido pela Revista CULT (a antiga, ou da primeira fase). Agora, olhem essa história: Quando Luigi foi um dos vencedores do Concurso de Narrativas Breves Haroldo Maranhão, promovido por todos os blogs que se uniram ao Sub ROSA, em agosto de 2002, Nancy Marchioro e eu não sabíamos o que colocar ao lado do nome de Luigi, para “linká-lo” uma vez que ele não mantém blog, e não sabíamos (Pater, pecávit) que ele já era um escritor laureado e de valor reconhecido, mas como sói acontecer no Brasil, conhecido apenas pelos happy few. Inconformada, e- confesso – ‘abelhuda’ :o) perguntei por e-mail ao próprio Luigi, como ele tomara conhecimento do Concurso e o que deveria colocar ao lado de seu nome. Recebi, então um e-mail saborosíssimo contando coisas a respeito de Concursos, da seriedade que le intuíra haver no nosso, de como o escritor João Antônio, já famoso submeteu-se, sob pseudônimo a um Concurso no qual ele próprio já havia sido premiado, outra história era sobre o Antõnio Cândido , sim, claro- ele mesmo… E a resposta à primeira questão, sobre os links, que conservarei aqui, deu-me imediatamente a dimensão de um grande escritor:
“Luigi Augusto de Oliveira é mineiro. Dizem que está vivo. Parece que escreve”

Este post é uma forma de agradecer a alguns de meus leitores, pelo cuidado e carinho que me dispensam, nestes dias difíceis, (vocês nem imaginam o quão difíceis) na forma de e-mails, comments, conversas, chats. Pessoas que não têm se recusado a dar-me um apoio. Enfim… até o Rafael Galvão, juro, (podem perguntar pra ele;-), talvez adivinhando meu desassossego, já me autorizou a falar mal dele (!). Imaginem, logo ele, que não merece , de jeito nenhum. Afinal ele é um bad guy, e…. Juro que estou lendo a todos, ok, M.?, me perdoem pela demora. Volto logo. Um beijo e muito, muito obrigada.
P.S: Bom, eu nunca vi post ter P.S , mas enfim… Eu queria dizer que agradeço muito a todos os que responderam às minhas perguntas sobre a questão *história em quadrinhos (HQ) X leitura e literatura*
São perguntas muito toscas, muito simples, mas vocês não imaginam a contrapartida riquíssima que tenho obtido. Algumas tão, mas tão interessantes que eu até peço permissão para publicá-las. O certo é que o assunto está bombando e eu que não vou deixar os meus leitores saberem em terceira mão, essa não! têm que saber aqui.:) Marcatti (o escatológico); Fabio Moon e Gabriel Bá e Editora Conrad são os atores principais.
Obrigadíssima a todos pelo tempo que tornaram disponível para mim, bem, para o assunto (vocês são uns lindos, uns “quilidos”, charmosos e tudo, tudo que existir de bom. Muitos deles, responderam mais rápido que imediatamente. Smacks!!
Claro que para depois, sim?, depois de toda a atenção ao texto do Luigi, e enquanto eu não voltar- eis aqui dois “regalos”, dois belíssimos e maravilhosos links sobre o assunto (Gente, quando eu fizer aniversário me dêem de presente uma caixa muito bem sortida de *adjetivos*, pois eu já não tenho mais aqueles bonitões que o Nelson Rodrigues usava – e, para meu desespero, só aparece para mim, coisas estupendamente fantásticas de bonitas e maravilhosas:
Sobre tudo que envolve leitura e literatura:este post, meg-avilhoso ao extremo da minha querida (sim, eu sei que ela é querida de todos mas eu vi primeiro, certo?) Lulu:
“Legal…mas tem história?” . Aliás, às vezes penso que só deveria existir um blog (perdão, guys) que era o blog do Lulu;-). Leiam o blog todo, inteirinho.
E isto é pura verdade: o blog da Lulu é uma referência sobre vários assuntos na blogosfera. Basta ver os labels (marcadores) Imbatível!
Sobre HQ, e leitura, literatura e outros *media=mídia*: este link que achei muito interessante e é a razão da minha ilustração. É ótimo. Acredito que, não intencionalmente, o autor , Carlos Martins de Oliveira Carlos Eduardo A. Martins, será referência obrigatória quando se escrever a respeito da figura feminina nas HQ, quer dizer, na era pré-Valentina, a tigresa de papel;-) do …. Crepax . Obviamente que a Luluzinha, criação da Marge H. Buell, que foi também uma pioneira -mulher- no traço e no grapho(*) e a Mõnica, do Maurício de Souza, brasileiríssima “rule” também. E eu, que tenho 317 anos, e sou do tempo em que a Betty Boop era censurada, lembro que existiu no Brasil, uma espécie de pin up, chamada Lili, a Garota Atômica. Não sei se se encontra em sebo, mas pega muito mal dizer que se leu;-). Eu não li mas que existiu, ah existiu.
Voilà:Sheena e as tarzanas
Por fim, perdoem-me as pessoas (elas sabem quem são) a quem eu tenho ‘apepinado’ a paciência, pedindo apoio, fazendo perguntas, buscando ajuda, pedindo, insistindo, enfim, explorando o conhecimento alheio. Lads and gals, the Pearly Gates yada, yada, yada; thx a lot, and luv ya. A bunch of kisses.
===
EM TEMPO: O site dos irmãos Fabio Moon e Dnaiel Bá (10 Pãezinhos) está completando 10 risonhos anos. Parabéns.
E o livro (gente, como é que se diz? é ilustração, não, não é?) enfim , O Alienista, de Machado de Assis, na versão HQ, pelos dois, é da Editora Agir. Que, como todos sabém é da Ediouro.;-)
===
Um obrigada muito especial à querida Juliana , do excelente blog Depois da Queda. Ela tem sido preciosa, inclusive relevando meu humor terrívelmente oscilante. Um beijo, Juliana.

Sobre sub rosa
The most of all things and persons in the entire world drives me *flabbergasted". That includes me.

14 Responses to Luigi Augusto de Oliveira e, incidentalmente, HQ e incentivo à leitura.

  1. Rafael says:

    I’m not such a bad boy no more, no more.


    No? since when?
    we never no, we never no!
    ;-))
    smooch

  2. James says:

    Cara mestra:

    Longe de mim semelhante isto!

    Nunca o blog da senhora perderá o lugar de honra entre os amigos do Reflexões!

    Falhas de comunicação…

    Um abraço.
    =-=-=-=-=
    James, adoro esta expressão: *semelhante isto* ;-)))
    Agora é que vou reclamar mesmo
    bj
    M.

  3. lulu says:

    Meg,
    minha querida, Meg…
    puxa!!

    obrigada.
    lu.

    =-=-=-=-=
    Ah minha querida Lulu, este post já estava pronto há bem uns dois meses, e eu fazia referência a nossos chats, em que vc me dava a maior força. Nunca vou te agradecer o suficiente.
    Claro que todos os blogs deviam e devem existir, tomara, espero que *TODOS* tenham compreendido (você, eu sei que compreendeu a minha manifetação carinhosa).
    Mas, nunca, nunca mesmo me pense em ou ouse não escrever, nunca mesmo.

    Já basta eu não poder com a Juliana, que escreve divinamente mas…tsc tsc…
    Vocês, minhas meninas quilidas não me matem do coração.
    E quanto à questão da leitura, realmente de fato e de direito, seu blog, minha linda, é uma referência na Internet.
    Assim como o da Clé!
    Ah! agora que me lembrei o Rafael *não* me mandou o link da Vagalume que eu pedi…mas, olha só, o bad boy, não esperava isso de um very bad, terrific boy;-)!
    Beijos, minha linda e venha quando puder e der parar aqui;-)

  4. Meg,
    sempre que precisar de uma resposta para as pesquisas, é só dizer. Estamos aí.
    Um beijo grande

    =-=-=-=
    Ah! meu querido
    Obrigada, isso é importante saber.

    Adorei as respostas.
    Mas dona Anninha que é bom, né?
    ;-)))
    beijos
    M

  5. aliki says:

    Me voici, Meg, é o seu mail foi direto para o spam- e não sei como responder, sou extremamente pré-histórica do ponto de vista inform’atico… Fui à China sim, em maio – mais je te le raconterais ailleurs, acho que por carta se nâo mudou o endereço. Tendresse,

    =-=-=-=
    Tiens!
    Ma gamine! :-)))))))
    j’ suis lá, comme toujours, je pense.
    Mais, maintenant, c’est mon tour:-)
    Je t’adore
    Ça m’a fait ravissant(e)
    M.

  6. Matilda says:

    Meg, beijos, :).


    Oh querida:
    Também como A. emaranho-me em lembrares. ah! se…
    É lindo!
    Sobretudo: é bom!
    Mas escreverei com vagar, sim?
    beijos
    M

  7. Meg,
    Sempre alerta e pronto para emitir respostas sobre a sua batuta, desde que seja convocado. Vir aqui e ler o que você escreve é uma delícia a que não posso me furtar.
    Beijo

    =-=-=-=
    Ah! milord, dessa vez não escrevi quase nada: quem escreveu foi o Luigi e o Carlos Eduardo Martins.Não é?
    Aliás, dedique -se tiver – um tempinho para ler o texto do Carlos Eduardo Martins, que, também, é precioso pelas notas. De rodapé(?)

    beijão
    M.

  8. Meg,
    Estou curiosíssimo para saber o resultado das pesquisas sobre HQ.
    Beijo

    =-=-=-=
    Ih! Lord acho que Houston, we have a problem:-)
    Tenho de dar conta de uma cositas aí, livros e textos. E imagine, o CSS do blog, e até músicas e filmes.
    Mas prometo que até o meio da próxima semana, sai…
    E olhe a espera vale a pena: tenho tido resposta verdadeiramente amazings!!!!!!
    Um barato, realmente hohoho.
    ;-)))
    beijo
    Meguita

  9. Querida não li ainda seu post.
    Vou tentar voltar amanhã se tiver melhor.
    Tentei falar com vc hoje, mas não te vi on line.
    Deixo um beijo.
    Amanhã logo cedo, vou ao laboratório colher sangue e urina para exames.
    Depois te dou notícias.
    Outro beijo

    =-=-=-
    Depois, não!
    quero para ontem, viu, minha linda?
    Um beijo estalado e vc vai ver que tudo estará bem…
    Olhe que a gente precisa de vc você também precisa de você.
    Então: take care, ok?
    com carinho
    Meguita

  10. Magaly says:

    Meg
    Que bom saborear novamente este texto do Luigi, é bom demais o que ele escreve. E trouxe à tona tantas lembranças daquele ano em que vc lançou o Concurso Narrativas Breves Haroldo Maranhão. Inesquecível aquele momento no blogverso!
    É mágico o efeito que causa o texto em questão: a cada leitura, a gente se depara com um ângulo novo, com mais uma surpresa, com uma forma nova de perceber tal ou qual detalhe. É, Meg, vc tem que nos brindar mais vezes com os textos de Luigi.
    Vou agora aos links indicados, relê-los e, se der, voltar cá para comentar sobre eles.
    Estou com um compromisso: recolher-me um pouco mais cedo em benefício de minha saúde.
    Beijos.

  11. Magaly, minha sweetie,
    Tenho certeza absoluta de que o Luigi deve ter ficado feliz.
    Coloquei o texto de propósito:
    1- para que quem não conhcai, lesse e comentase
    2- pra madar um recado indireto pra ele: Luigi, um trecho, um fragmento, uma página pro SubRosa!!!

    Quem sabe, você pedindo ele mande;-)

    Ah! e leia os dois textos são excelentes;
    beijos, mortinha de sono
    Sua Meggy

  12. Eduardo.P.L says:

    Beijos Meg. Como nunca li HQ me furtei de emitir juizo.

    =-=-=-=-=
    Hahahahaha
    Eduardo, fala sério;-))))
    Estou morrendo de rir e olha que estou com depressão severa
    Sua reposta é o máximo!
    Não digo que só tenho amigos maravilhosos?;-)))
    Um beijo, querido
    Meguita

  13. Juliana says:

    Obrigada, Meg

    Cê sabe que estamos aí, pro que der e vier;)

    bjim

    =-=-=-=-=
    Eu que agradeço, obviamente.
    Cê é um doce, mas fala mineirim comigo, fala?:-))
    Tipo não reflexivo:-))
    Te adoro, Ju
    E obrigada pelas madrugadas insones na folga do cad monkey, que têm me salvado a vida. Salvado, mesmo.
    Isso é muito mais do que mereço.
    beijos
    M

  14. Ana Vidal says:

    Meguita, estou com remorsos. Estava tão aflita de tempo que não correspondi à honra que vc me deu.
    Não que fosse ajudar muito, como lhe disse – não sou autoridade na matéria – mas devia ter encontrado um tempinho extra para dizer mais alguma coisa.
    “Me perdoa, viu?” Espero que para a próxima vez não seja excluída dos seus happy few!! Se for, mereci…

    beijão
    ana

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