Happy Birthday, Alfred Hitchcock.

Eu, Meg Guimaraes, admito e confesso: sou irremediavelmente portadora do bacilo de (Hitch)cock(*)!
Pronto, já disse. Mas quem me conhece um pouquinho (aliás nem eu me conheço muito mais que um pouquinho) sabe que eu amo e admiro os melhores diretores de toda a História do Cinema -que deve ter 100 e poucos anos. Eu, como tenho 250, conheço praticamente todos, picked up hohoho, em vários sentidos;-) the best, mas meu coração é só, só e só dele. Claro que o Clint Eastwood é amor mesmo independente de cinema, certo, Milton?
Mas amor fílmico e cinematográfico, é Alfred Hitchcock, na cabeça:-)
Hoje é o dia do aniversário de nascimento dele (13 de agosto de 1889-29 abril 1980) e,como sabem que não acredito nessa história de mortes, pelo menos de gente e pessoas megavilhosas, asim meg-avilhosas mes-mo, de modo que estou aqui para lhe dar my best wishes.
Parabéns, Hitch!
E agora algumas homenagens, algumas de gosto duvidoso, mas… whatever, homenagens são irrecorrivelmente homenagens. Period.

E prestem atenção: Talvez tivéssemos mais maravilhas no cinema, se certos atores e atrizes tivessem conhecido Hitchcock e trabalhado com ele. O que ele arranjaria com Meryl Streep por exemplo? ( não venham me dizer que ela tem filme dirigida por ele, que eu me mato;-), cuidadinho comigo!)
Ele que disfarçava seu amor católico por todos e em especial pela valorosa classe artística e cunhou a célebre frase: Artistas (atores, em geral) são como gado. É o seguinte: eu não sei de nada, mas se *ELE* disse é porque é verdade;-) E também algumas louras, sua especial predileção.
Com Amor,
Meg.
hitchcockbrossa.jpg do poeta catalão, o maior e melhor poeta visual que conheço, JOAN BROSSA.
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tippibird.jpg
the fave blonde! – Tippi Hendren (Birds e Marnie)
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hitchcock_blondes1.jpg
Janet no mais famoso dos filmes:Psycho.
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hitch_blondes2.jpg
*
hitchjoanfontainesusp.jpg Joan Fontaine em Suspicion. Sim eu sei ela não era loura, mas aí está loura, que coisa!;-)
E, para finalizar, uma que se eu não colocar, a minha linda amiga pisc* não vai gostar.

kimporcel.jpg Ok, esta foto não é de nenhum filme de Hitchcok, mas é uma foto linda, não é? (Devo esta foto a pessoa que mantém o melhor blog de cinema da blogosfera_. Todo mundo só gosta mesmo é de Vertigo!

Aqui, um terrific artigo par vc:
Cadáver com batatas e molho inglês
Por Davi Arrigucci Jr.

Um presente para vocês.

(*)Quem inventou este adorável wordplay – bacilo de (Hitch)cock foi o cubano Guillermo Cabrera Infante, que antes de firmar-se como excelente e refinado escritor, foi um crítico de cinema – *full time* -= devotado, acurado, e apreciadíssimo.
Escrevia com o pseudônimo de G. Caín. Escreveu não só em jornais, revistas – os periódicos, como tem livros sobre cinema. Aliás, ele foi casado com a atriz de cinema Miriam Gómez.
__________________________________________
Agora, venha cá e diga pra mim, qual o seu Hitchcok favorito, tipo assim, nem precisa ser famoso, não precisa ser Vertigo, nem outro assim impactante:-)

O meu Hitchcock – não-famoso – que eu mais gosto é o The Wrong Man, com um desempenho brilhante de Eve-Marie Saint (loira) e o que nem precisa de adjetivos, Henry Fonda. (ai, ai, ai, a Falconetti)
Diga o seu, please, por favor, diga;-)
Agora, bom dia! Ah! sim e não esqueça: você leu primeiro aqui, no Sub Rosa:-) só pra manter vivo o costume.

P.S: Claro que eu sei que as fotos estão grandonas, mas eu vou diminuí-las, depois, tá bem? Bzzzzzzzzzzzzzzz…..

Sobre sub rosa
The most of all things and persons in the entire world drives me *flabbergasted". That includes me.

18 Responses to Happy Birthday, Alfred Hitchcock.

  1. Cinema não é a minha e nem sei se vou dar uma bola fora, mas escolheria o “Intriga Internacional”, principalmente pela sequência daquele avião no deserto e o final naquela casa franklloydwritgthesca e nas carrancas pétreas.

    Isso sem falar na trilha sonora, mas aí nesse quesito, tudo que o Bernard Herrmann compôs pro Hitch e pros outros é o ó do borogodó.

  2. Yvonne says:

    E quem não é fã? Beijocas

  3. Palpiteira says:

    MEG, houve uma época em que a Globo, ou outro canal (não recordo), passava, uma vez por semana ou coisa do gênero, filmes do Hitchcock. Eu amava filmes de suspense e terror, hoje não assisto. Portanto, acredito ter visto muitos filmes dele, mas ficaram na memória de menina “Psicose” e “Os Pássaros”.
    Bisou.

  4. Isso mesmo, Claudio.
    Agora, você pode cair -quer dizer, ou não cair, nem pra frente e nem pros lados.
    Eu jamais assiti, vi, ou cheguei perto desse filme Intriga Internacionl hahahah
    Mas por falar em casa, a Fezoca fez fotografias da casa que serviu como locação para Vertigo (um Corpo que cai) . E, claro que tenho essas fotos lindíssimas.
    Bem lembrado, Claudio, não é mesmo desses filmes famoooosos, que as pesoas fazem conferências e escrevem inúmeros artigos about.
    Tenho livros aqui da Pauline Kael, tenho o do Truffaut, tenho inúmeros números da Première e sabe, nem quis olhar.
    Quis que fose só o que desse na minha cavbeça.
    Acontece que faltou um : o maravilhoso filme com uma DIVA, sim *DIVA*, na acepção da palavra e que ninguém dá o menor pitaco sobre ela.
    A sofredora e eterna virgem do cinema: DORIS DAY!
    E eu amo essa atuação dela de O homem que sabia demais, ela própria cantando, portanto, vê só , como o Hitch era para a música, ele coloca como quase um personagem a música cantada pela Doris Day “Whatever will be, will be…” e os estlhaços dos metais, os instrumentos yada, yada yada
    Bela lembrança!

    Pocalunki pra você com l cortado

  5. Matilda says:

    Janela Indiscreta (Rear Window).
    James Stewart, Grace Kelly, a cena onde ela vai tirando as roupas da mala, perfeita, a chuva que cai e tira os vizinhos que dormem na varanda, as flores remexidas,.
    James Stewart, caras e bocas de Grace Kelly, delicia de filme.

  6. Meg,
    Se tivesse que escolher entre os dez filmes que mais gostei, Janela Indiscreta estaria na lista. É uma das obras que considero definitiva no cinema. Bom saber que você também é fã desse mago.
    Grande beijo

  7. Magaly says:

    Esqueceram-se de “Spellbound”? Lembro-me de que assisti a várias sessões seguidas, tal a força do tema e a beleza da interpretação e direção. Eu dava aulas até tarde e saía correndo para a última sessão para fixar cada passagem do filme. Uma revelação, no meu jeito de entender.
    “Spellbound” , traduzido para “Quando Fala o Coração”, de 1945, é estrelado por Ingrid Bergman e Gregory Peck, e recebeu a indicação ao Oscar de melhor filme, melhor diretor e melhor ator coadjuvante (Michael Chekhov), entre outros. O produtor David O. Selznick utilizou suas experiências na psicanálise, e até levou aos estúdios sua terapeuta, para servir de consultora a Hitchcock.

    Há também “Notorious”, aqui, no Brasil, “Interlúdio”,de 1946, estrelado por Cary Grant e Ingrid Bergman. Foi o primeiro filme que Hitchcock dirigiu e produziu. Selznick não participou da produção, feita pela RKO (Radio-Keith-Orpheum) Pictures.

  8. Magaly says:

    Sumiu o comentário que deixei há pouco aqui? Ai, meu Deus. Cheguei a relê-lo depois de publicado e ainda vi meu nome à direita em Comentários Recentes. Já estou atrasada nos comentáriios dos poucos blogs aos quais compareço com regularidade e agora desaparecer depois de escrito!
    Desculpe o desabafo Vou tentar reproduzi-lo . E já é tarde à beça. Beijinho.

  9. Magaly says:

    Será que estou louca?
    Decididamente parece caduquice das boas. Desculpe-me novamente, Meggy

  10. Olá bonita. Está tudo bem?
    Ainda trabalhando muito?
    Estou com saudades de você.
    Beijos

  11. Ana Vidal says:

    Oi, Meggy

    Sem tempo para visitar você e participar nestas tertúlias tão animadas. Também sou fã do Hitch, e é difícil escolher um filme. Talvez o Janela Indiscreta, sim, estou com o Lord Caco. Mas também acho genial aquele argumento fantástico em que os polícias comem, ao jantar, a arma do crime (uma perna de carneiro congelada!). Não me lembro do título deste filme. Alguém sabe?

    Um beijo grande, voltarei sempre que possa
    Ana

  12. lulu says:

    Meg,
    seu blog anda lindo.

    Fico com a massa: amo janela indiscreta. Por tudo, a narrativa silenciosa do começo, que diz tudo sem uma palavra, a homenagem ao cinema que é uma janela também indiscreta, a astúcia da namorada, que ao final finge ler um livro cabeça para imediatamente após o James Steward pegar no sono voltar para a Vogue. Um filme qu emudou meu olhar sobre o mundo, fiquei achando que tudo é moldura, nunca olhei para um prédio de aprtamentos do mesmo jeito, quantas vidas e histórias se encerram ali?

    um beijo grande,
    ando com saudades de vc. quero tomar mais chopp em meio às garças.
    Lu.
    =-=-=
    Lulu, que coisa linda e alegria é vc estar aqui.
    Respondo por email, minha linda.
    E venha, por favor volte, volte sim, com a janaína dessa vez..
    beijos
    meguita

    P.S Depois de sua resenha que mais posso dizer do RRR do LLL?
    Me diga: o que?

  13. Luma Rosa says:

    Não sei quantas vezes vi Janela Indiscreta! Mas gostei mesmo foi de “Festim Diabólico” – até fiz postezito sobre ele, se tiver tempo, dê uma olhada http://tinyurl.com/2kd2a7
    Beijus

  14. Certo, Meg.

    Um beijo na segunda maior admiradora brasileira de Hitchcock.

  15. jayme says:

    Eu também a d o r o Hitchcock. Vertigo, é claro, o Homem que Sabia Demais, Strangers on a Train. Mas o conjunto da obra é demais e, de quebra, o livro Truffaut entrevista Hichcock completa tudo.

  16. Allan says:

    Hitchcock!
    Parece um soluço.
    E tem gente que assusta.

    Beijocas

    Thanks

    :)

  17. aaaah! ja ia reclamar–cade a Kim?
    ela eh linda mesmo, nao? um show!
    minha favorita, do meu favorito Hitchcock.

    beijooo! ;-)

    =-=-=-=
    Tava meio russo de encontrar a Kim maravilhosa no seu preferido.
    Daí eu fiz o quê? Peguei a sua Kim que vc me mandou de presente;-))
    Qualquer hora dessa conto umas trivias de Kim, que também ganhei de presente
    Tiadoro muito
    Bjus
    Meg Lee

  18. chico lopes says:

    Para mim, há grandes Hitchcocks até nos pequenos. Mesmo quando não acerta, ele é interessante e fundamental. Escolheria um pequeno Hitchcock como PAVOR NOS BASTIDORES, que pouca gente viu, mas tem Marlene Dietrich como loura má-esquizóide perfeitamente engraçada e com uma cena ótima em que, cantando “La vie en rose”, ela recebe de uma criança na platéia uma boneca empapada de sangue e, a partir daí, “La vie en rose” vira, claro, “La vie en rouge”…

    =-=-=-
    Em primeiro lugar: Honra! Honra! Honra!
    Sua leitura, sua presença, seu comentário. Obrigadíssima.

    Creio que poucos viram, realmente, esse filme, nem sei qual o nome original terei que ir ver. Mas, eu estou entre a pouca gente que viu.
    Lembro de poquíssimo ou nada, mas sei que há problemas técnicos de narrativa.
    Claro que você saberá e sabe muuuito mais do que eu.
    Pretendo se vc permitir no próximo domingo fazer um quiz com seu comentário e contar uma curiosidade.
    Por favor volte sempre corrija o que tiver de ser corrigido.
    Muito feliz com sua presença.
    Um abraço
    M

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