É AMANHÃ: Heroes, poder e exclusão

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Putz, acho que esse foi pior título de meus posts (e olha que eu tenho vergonha deles), porém, como diz a Liza Simpson, esse quarto é meu e faço nele o que quiser, perdoem o mau-jeito:
Amanhã é;-) ou será o último episódio da série HEROES que , agora, sem a menor ironia, acho que só euzinha aqui, vejo.
Já lancei pedidos de socorro pro Marcio Hack, meu guru máximo para assuntos “seriais” , mas ele não me deu esperança. Talvez por saber que sou meio retardada para essa coisa de baixar as temporadas inteiras. E também porque ele não acredita na série.

As of me, acho que se eu estiver errada é uma espécie de LOST mais o 4.400 (aliás nome brasileiro da atual Lojas Americanas…) e se eu estiver errada é uma série e tanto. HOUSE em primeiro e HEROES em segundo no meu coração.

De modo que, aí vão umas cenas, com a minha mania de achar sempre que vilões são adoráveis e muito sedutores, torço muito pelo Sylar.

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Sobre sub rosa
The most of all things and persons in the entire world drives me *flabbergasted". That includes me.

6 Responses to É AMANHÃ: Heroes, poder e exclusão

  1. Magaly says:

    Meggy,

    Já vejo religiosamente o House toda quinta e me interesso por cada apresentação, mas o Heroes não deu nem pra começar. Não posso repudiá-lo porque não consegui assistir a uma exibição inteira. Não gosto do clima, das sacadas fantásticas, do ambiente pesado. Não vou mais tentar. Hoje, por exemplo, vi esseas cenas que vc colocou em evidência. Não me convencem.
    Desculpe a discordância gratuita
    Um beijo.

    =-=-=-=
    Magaly, minha flor, minha amorinha: o que significa “sacadas fantásticas”? E o que significa “essas cenas não me convencem”?
    Não a convencem de que?;-))
    Pergunto, porque são justamente s motivos pelos quais vc não gosta do seriado, que me interessam SABER, tendeu, lindinha?
    É preciso, pelo menos, que se saiba dizer porque não se gosta e ..p(r)onto:-). E como te adoro muito, minha linda, quero saber o que essa expressão tão mercurial:) significa.
    Muitos, mas muitos beijos no seu rosto lindinho.
    Sua
    Meggy

    Agora, repare: eu não estou defendendo o tal seriado.

  2. Carlos says:

    Bom tê-la de volta, Meg; quando você se despediu, foi ao som de, se bem me lembro, Come Fly with Me. Aos Zeroes, pois. Não acompanhei, desisti ali pelo quinto episódio, mas como levaram durante toda a semana passada… Final: chinfrim. Não, não vou fazer exegeses sobre as imúmeras inconsistências, a imbecilidade abissal dos supostos “heróis” e as pontas soltas vagabas para “preparar a volta”. Única coisa decente nos episódios finais: a garota que faz a Molly. Normalmente, detesto atores mirins, mas a menina foi ótima. Exceto pela cena final, “Officer Parkman, you’re my hero!”, a pox on the roteirista que perpetrou essa abominação. E aquele “gancho” para a segunda temporada, com um Lone Ranger japa… Putz alors.

    =-=-=-=
    Muito obrigada, Carlos
    Vamos aos Heroes (nem posso brincar escrevendo Zeroes porque já há um programa com este nome, sabia? Vivemos num tempo -eu pelo menos vivo bem nele- em que não perde tempo:-) :
    Sabe, Carlos, eu lamento, muito mesmo que não tenha feito esa intervenção tipo assim: “não vou fazer exegeses sobre as imúmeras inconsistências, a imbecilidade abissal dos supostos “heróis” e as pontas soltas vagabas para “preparar a volta”
    Era exatamente isso o que mais me interessava, os comentário. Le, ops… Carlos, os comentários!!!!! As imbecilidades abissais!!!!
    São essas, sim, as que importam.
    E se houve *pontas soltas vagabas* – então o cara é um crânio (uma gíria novíssima que acbei de inventar hohoho): afinal se vc quer escrever uma série (o nome está dizendo S*É*R*I*E!!) há que deixar pontas, senão não vem a continuação, pois se trata de uma série, hahaha pisc*

    Mas , uma coisa eu concordo com você: a garotinha.! Molly. É boa, além de ela não ser retardada nem falar taibitati… mas ela me apavora um pouco: quando ela sorri e mostra os dentes, parece um sorriso de mulher adulta! reparou, nisso? Ou fui só eu que ‘viajei’?;-)))
    Cruz credo!

    No mais devo deduzir que embora a contragosto ficou fã da série, confessa, vai!
    Olha, quando vi o Malcom MacDowell fazendo ponta na série eu dise: Já ganhou!!!!!;-)))
    Bisous
    Meg

    P.S. Vai ter spin off, cara, e escrito sabe por quem? pelo Kevin Smith! Quer mais?
    Right on!

  3. Carlos says:

    Breve adendo. Sobre possíveis trials & tribulations sexuais da Claire:

    http://www.aintitcool.com/node/30606

    Huummmmm, acabei de ler;-)
    de fato isn’t cool at al!
    M.

  4. Carlos says:

    Se mecê pede, nóis vai. Por exemplo. O Parkman merece o título de Telepata Mais Imbecil de Todos os Tempos: aquela dele de sair atirando *e andando na direção do Sylar* é dose, ou ele não sabia dos poderes telecinéticos do vilão? Havia um grosso pilar ao lado dele, era só ficar atrás e mandar bala sem se revelar. Aliás, como é que o Sylar – que estava *de costas* para o Parkman – soube que estavam atirando nele? Uma bala viaja mais rápido que o som, donde não daria tempo de ele Sylar ouvir quer o som do tiro quer os batimentos cardíacos do néscio agente da lei antes de ser atingido. O Peter e o indiano, esqueci o nome, tampouco brilham pelos dotes intelectuais. Ambos, em episódios anteriores, no mínimo subestimaram grosseiramente os poderes do Sylar, e nesse o Peter teve pelo menos duas oportunidades imperdíveis de fritar o bacon do bogeyman *antes* de go nuclear.
    Tá, tinham que deixar pontas prá segunda temporada. IMAUOO (acrônimo de minha lavra, podem usar, não está registrado, = In My Almost Unfailingly Overbearing Opinion), a única decente foi aquela da Molly, “quando eu penso nele ele pode me ver”, o resto… Talvez o problema seja exatamente esse, os roteiristas enfiaram coisas demais em vinte e um episódios, deveriam ter esticado a trama inicial por duas temporadas, vá lá, that’s show business. A mais vagaba foi, Peter e o irmão (elefoas, a “redenção” do irmão, putz alors encore!) sobreviverão ao big boom?
    Etc. etc. ad nauseam tediumque.
    Concordo: o sorriso da garotinha é meio assustador. Mas que ela é uma graça lá isso é. (A Ali Larter não é exatamente de se jogar no Rio da Guarda, chamar a Comlurb, jogar terra em cima que nem gato faz, essas frases machistas d’antanho, mas aí já entramos por outros paradigmas.)
    É, eu li na Well que vai ter um “spin-off” à la “Você Decide”, tomatinho Cica, você vai você fica. Se vai ter o dedo do Kevin Smith (será que o Silent Bob vai fazer um “cameo” hitchcockiano?) espero que ele esteja num dia inspirado. Eu acho Dogma delicioso, e você?
    Não fiquei fã. Tive a pachorrenta curiosidade, ou vice-versa, de ver os cinco últimos episódios; não vou ficar roendo as unhas à espera de mais. E definitivamente não vou encomendar o gibi (existe um, sabia?) com pedaços não mostrados na TV.
    Ufa! Como dizem os “dondocos enfarados” parrrlistanos, cansei.
    P. S.: Taí, eu achei as elocubrações himenêuticas sobre a Claire “válidas, lúcidas e inseridas no contexto”. A propósito, você conhece um artigo carássico do Larry Niven, Man of Steel, Woman of Kleenex?
    P. P. S.: Quem é “Le, ops”?
    P. P. P. S.: Nem Loused nem Quarenta e Quatro Centenas; tente Watchmen, X-Men, por aí.

    =-=-=-=-=-=
    Ai, Carlos, decididamente quando nasci nenhum anjo gauche, nem droit me abençoou ou condenou com a virtude da síntese.
    Levo horas e montes de palavras para dizer o que vc diria em segundos.
    Mas, comecemos, tal como sabem os “connoisseurs – pelo fim:
    Não vou tentar nada, fico absolutamente touched pela suas menções : a todos os comics seja de ano forem (vai ver só porque gosta de tripudiar, não gostou de Spin City no cinema, acertei?) pois bem gosto sim, adoro todos os comics do anos 80, por aí.
    E creio que o Sub Rosa, por não ser de espécie alguma, um blog desclassificado, foi dos únicos a fazer apologia do Stan Lee e..pera unstantinho , também um razoável necrológio do Eisner como pode ver aqui: http://www.meguimaraes.com/subrosa/ à esquerda pode ver ARQUIVOS, OU NÃO VEJA. Antes, veja, não perca o blog do meu amigo João Antônio BÜhrer http://grafolalia.blogger.com.br O sub Rosa, já que Sub Rosa, c’est moi – sou madrinha desa maraviulha e blog. GRAFOLALIA!!! ! além de tantas outras coisas que dizem respeito ao Alan Moore.
    Pois é, meu blog se divide entre A.C ou D.C .;-)

    Conheço o ensaio, não sei se conheço bem para um clássico, mas já fiquei várias horas ajoelhada no milho, em aulas da Marvel Comics.
    E, claro, se para cada palavra, eu façao uns cinco OMG, 13 hohohos e alguns hahahhas, como perderia um ensaio tão “funny”?

    De modo que fico esperando por algo que você me recomende e eu não conheça, certo?
    Não que suas recomendações não sejam excelentes.

    =-=-=
    Agora, vc é um biased bem no mau sentido e me entristece profundamente, quando o vejo fazer – por vias transversas, o elogio à aprencia da absoluta canastrona (? existe esse feminino?) Ali Larter. Pfui!

    E para que não fique tristinho, devo confesar que o Marcio Hack , meu guru, não está por aqui e nem por aí :-o( e aí. não lhe posso responder à altura, a respeito desses..hmm digamos detalhes. Que vc cita com tanta propriedade!
    Essas séries depois do CSI, ficaram de um jeito que uma moça como eu, não pode nem piscar, que já perdeu o cerne, o marrow da tomada inteira.

    Mas, encanta-me , ou melhor surpreende-me que você não fale, não mencione, em nenhum momento, do Mr. Bennet, personagem crucial e deixe acintosamente de reconhecer que a distribuição de poderes me parece ser democrárica: ter poderes não significa ser inteligente, viu seu bogeyman!;-)

    E claro que os dois irmãos fazem o overpass, e sabe, chame-me de idiota, mas acho coisas boas em tudo o que tem potencial para ser bom (claro que me “ferro” ao nivel federal hoho, com isso, todos sabem) , mas acho que todo mundo é bom, e que muitas coisas são boas, e a série é muito interessante para se abordar cientifica ou filosoficamnte as noções de PASSADO E FUTURO…Santo Tomás de Aquino e Borges que o digam… o Tempo de Heidegger fica cada vez mais acessível, e as noções quânticas(?), físicas, temporais deixam de ser *IMEXÍVEIS* (grande neologismo que acabo de inventar).

    É mais ou menos isso, no decorrer da série vi falhas muito maiores, mas não antitéticas. E eu sem um mentor intelectual, uma coisa da qual não posso prescindir.Pater pecávit! Hélas!
    Bem, para (não) finalizar , isso de “se eu pensar nele , ele pode me ver” deixou-me surpressa , bela sacada! , mas ninguém importante falou, eu me reduzi à minha insignificância. Mas adoei que falasse nisso!

    Finalmente, uma pergunta: “LOUSED” que vc fala aí, é para detratar, gozar, anagramar, fazer um wordplay (grrrr) com o homem mais charmoso da face da Terra e adjacências chamdo Doutor House, é,? Hein? , é?
    Cuidadinho ao responder! hohoho
    Humpft!
    Meg, sem abraços e sem sorrisos, nem piscadelas Pics*** hohoho, caso seja.

    P.S; Gostei, (adorei) muito mais da denominação que vc deu *HIMENÊUTICAS* (Holly cow!, vc é muito bom!) do que propriamente das ilações e ao artigo em si, falando da foster filha do Mr Bennet.
    Com toda a isenção!

    PPS.. ah aí no sidebar há uma profesora americana, creio que de berkeley, que faz um spoiler (à época) analisando toda a primeira temporada.
    Brigue com ela, vá!/-)
    M.

  5. Carlos says:

    Não, a safardanagem com o House (o Hugh Laurie é ótimo, mas é um ator cômico, manjas o finadésimo A Bit of Fry and Laurie?) é chamar de Grouse. Loused é aquele da ilha.

    Por que não Ali Larter? Xorcopovinistas do mundo, uni-vos! Quem se importa se ela tem três expressões (?) faciais e olhe lá? Pelo menos não é bimbete, depois nego reclama de pedofilia.

    Eisner… Jamais me perdoarei por não ter ido babar-lhe aos pés quando ele esteve por aqui, vai que descolava um rabisco com dedicatória. O pessoal da Cia do Armazém me falou maravilhas dele, doce de pessoa perde.

    Eu não gosto do Frank Miller, e não é (só) pela carnografia, mas isso é outro looongo papo.
    ====
    Pois é, Carlos, quando saí do Rio, há cerca de dois anos, após morar aí há 15, eu conhecia o Armazém Digital. Em Botafogo.
    Cia do Armazém é a mesma coisa?
    Bom, mas importante mesmo é que Eisner é(ra) daquilo que os franceses chamam *à ne pas rater*.
    smooches
    Meg

  6. HEY, HEY!
    MOMENTO MULHER-BICHA (momento glorioso para qualquer mulher):
    OMG!, OMG! , OMG!
    Oh my gawd!!!!!!
    i’m feeling so so dizzie!

    Quer dizer que o Hugh Laurie (que eu amo, adoro, faria tudo por ele) e o Stephen Fry (que eu só não peço em namoro porque sei que ele hesitaria;-))) Ok tá bom, ele não gostaria, oh! que golpe no meu ego! ) essas duas maravilhosas maravilhas da Natureza, provas absolutas de que existe um PODER MAIOR acima de nós! – sim, como eu ia dizendo antes de ser violentamente interrompida por mim mesma, quer dizer que os dois já fizeram esse programa (!) e juntos…
    Quer dizer que esse negócio de Ab Fab, não era pras quatro e sim para os dois?
    :-)
    Não, querido, eu não sabia o que vai me deixar deprimida a semana inteira.

    Ah, sim, perdoe por eu não concordar, mas não é porque ele representa *a part* em que necessita dizer: “you’re my sunshine in a cloud day”, pro carcereiro lá da rehab, o que deixa de fazer dele um ator excelente e não só cômico.
    De toda forma, Carlos, (e saibam todos!) , a cada vinda sua aqui vc terá direito a red carpet!
    Imagine que eu escondia o passado tenebroso (na minha limitada cabecinha) do Hugh Laurie, pois imaginava que ele tinha vindo para a séire, direto do filme do ratinho … aquele pequenininho. Stuart Little?!!!! Shame on me! Ai esse anel com cianureto que demora a abrir;-o(((
    Unfuckbelievable!, eu não saber disso do Hugh Laurie.
    Desculpe! foi supeiror a mim.
    Eu não uso esse tipo de linguagem… pisc* . I swear
    M.

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