À TOUT À L’ HEURE, Loulou, notre Zazie!

Que tu est super, gamine! Que tu est chic, chic alors!;o))))


Tu dejà nous manques, chérie.
À bientôt.
:o(

Sobre sub rosa
The most of all things and persons in the entire world drives me *flabbergasted". That includes me.

4 Responses to À TOUT À L’ HEURE, Loulou, notre Zazie!

  1. AV says:

    Meg,
    Muito rápido, só para responder à sua “resposta especial”:
    1. Obrigada pela resposta e pelos comentários, um amor.
    2. Demore o tempo que quiser, eu sei que vc é uma imbatível e super ocupada anfitriã bloguística!
    3. O Brasil é imenso, claro. Se digo que Belém não é muito longe de Parnaíba, é em proporção ao tamanhão do país. Tudo é relativo, e essa distância aqui em Portugal seria impossível.
    4. Não percebi o que disse sobre o camarão ser uma espécie em extinção. A fazenda da minha irmã vende todo o camarão e peixe que produz, é o próprio Mangue que está protegido por leis ambientais.
    5. Finalmente, tenho que lhe dar um desgosto: sorry, o House confessou-me que é por mim que está apaixonado. Acho até que é por isso que aceitou fazer uma 4ª série, para eu não deixar de vê-lo… (eh eh eh)

    Beijo, linda
    Ana

  2. Maria Elisa says:

    Ana:
    Desculpe: eu é que entendi mal: imaginei que lá no Parnaíba, os camaroezinhos, coitadinhos, é que estavam sendo protegidos. Aqui há regras para épocas de pesca etc etc… imaginei isso. Mas isso varia demais, apesar de termos uma costa (litoral) muito rica.
    E depois, vc não imagina o quanto é díspar o preço de camarões em restaurantes no Brasil inteiro. Aqui nós os temos em quantidade, de todos os jeitos, feitios e tamanhos , principalmente. Frescos, salgados, (de)fumados, camarões-rosa, camarões-cinza… enfim… .
    Já lagosta, isso já não temos. Nem as amêijoas, os “perceves” que comi bastante e bem aí na vossa Costa da Caparica, em casa de amigos… E como eu adoro uma paella (à) valenciana. yummy!
    Voltando ao Brasil, já em Maceió, por exemplo, comemos lagostas, a três por dois: come-se à hora em que se quer etc eteceterrá… e não se precisa pagar em *certa* espécie, como se faz nos USA, se se é convidada a jantar e se pede lagosta;-)))) if i make myself clear;-)))

    Pois bem, estamos acertadas, ah! sim, este comment sobre sua vinda ao Brasil e o lançamento de seu livro, obviamente será transformado em post, no tempo apropriado e preciso (aliás vc já reparou que eu adoro dizer: “sorry, periphery, mas vc leu tal coisa… primeiro aqui no Sub Rosa”) certo?

    Então como eu ia dizendo… tudo está bem, muito bem, tudo vale a pena etceterrrá… agora, isso do Doctor House não está a correr bem, por acaso até não está…vai muito mal.
    Ele anda a bandear-se para si, é? Deixe estar. Obrigada por me avisar;-)))
    E vamos resolver sem derramamento de sangue, hope so!:-)))))))) essa situação hahahah
    beijos, beijos, um bocadito ressabiados. hohoho!

  3. Maria Elisa says:

    Isto tudo me fez sentir mais saudades da nossa linda e queridíssima Lulu.

  4. Eduardo.P.L says:

    Meguita, gostei de ver a “minha” Marilyn em foto tradicional na casa da sua amiga Marliz , ( homenagem do pai, à eterna Marilyn?) e me chamou a atenção a altura da tela, do vaso com flores, na parede ao lado da janela. Pergunto por que? Por que as pessoas pregam telas nessa altura? Talvez a Marliz , uma intelectual possa me responder essa questão, que há tantos anos me atormenta. Sem sacanagem, a pergunta é séria.

    Beijos grandes a você e a simpática anfitriã!

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