Sgt Pepper’s (o mais definitivo (?)- 40 anos! Palmas!

Os amigos bloggers do blog-revista CULTURAMMA, fizeram um belíssimo trabalho de interatividade a respeito de Sgt Pepper’s.
Queriam ver, ler e participar:
CULTURAMMA sobre 40 anos de SGT PEPPER’S – cristalização de uma época

Obrigada, Ernesto.
Meninas e meninos, querendo participar, eles se dispõem a responder quaisquer questões. a respeito.
Fico felicíssima por essa interatividade e agradeço a Ernesto que gentilmente comentou e nos deu a dica;-)
Obrigada. Muchas gracias, Valeu!
James, tens uma pergunta que é minha também: E o papel de George Harrison, neste disco está sendo subestimado?
Penso que não, mas eles podem responder melhor. Lord Broken Pottery também pode nos responder. Pois ele é beatlemaníaco roxo:-)
Oh my gosh, estou muito feliz por esse contato. É o que se espera da lida de blogar.:-)

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Pensavam que eu não ia falar , é? Tudo bem que não sou expert em Beatles, e eles chegaram tarde na minha vida, mas aqui vai a expressão do meu fascínio..
Outra coisa: Não falem mal do William Shatner perto de mim, porque já sabem (ou não sabem) mas pra mim ele é…bom, é Deus no Céu e ele na terra. Mais ou menos, tipo o Clint, mas com diferanças relevantes. hohoho.
Deleitem-se, e aí estaão 55 razões para cultuar Sgt Pepper’s.
-=-=-=-=–
VOILÀ:

=-=-=-=-=-=
02/06/2007
40 motivos pelos quais “Sgt. Pepper’s” ainda tem importância
Leslie Gray Streeter
Em West Palm Beach, na Flórida

O disco dos Beatles, “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, lançado 40 anos atrás, não foi o único álbum de 1967 que um dia seria considerado lendário. Ele pertence a um grande grupo que inclui “Are You Experienced”, the Jimi Hendrix, “The Velvet Underground and Nico” e “Surrealistic Pillow”, do Jefferson Airplane.
Mas, temos que admitir: trata-se do “Sgt. Pepper”. E dos Beatles. É impossível não querer mais quando se trata da música da banda de Liverpool. Eis aqui 40 motivos pelos quais nós ainda amamos o álbum e, para parafrasear a música do título, sempre curtimos o show.
sgt_pepper_cover_40anos_beatles.jpg
1. A música de título. Adoramos a sua nervosa combinação do antigo e tradicional (trompas francesas, Paul McCartney na imitação de pregoeiro) e do moderno arrogante (o relaxante ritmo psicodélico do coro e a passagem sugestiva: “Gostaríamos de levá-lo para casa conosco; adoraríamos levá-lo para casa”). Bem! Será que John Philip Sousa aprovaria?
2. O conceito. Juntamente com “Pet Sounds” dos Beach Boys, que o influenciou, este foi um dos primeiros álbuns conceituais, o que faz dele o avô de obras como “Dark Side of the Moon”, do Pink Floyd, “Journey through the Secret Life of Plants”, de Stevie Wonder e “American Idiot”, do Green Day.
3. O mito do ácido. Qual é o verdadeiro significado de “Lucy in the Sky With Diamonds” (literalmente, “Lucy no Céu com Diamantes”)? A música diria respeito, conforme insistia John Lennon, a uma pintura que o seu filho Julian fez de uma garota da sua classe, ou trata-se de uma referência ao LSD? Honestamente, de certa forma gosto de não saber a resposta – o rock precisa ter os seus mistérios bizarros.

4. “When I’m 64”. Eu adoro “When I’m 64” porque se trata de uma destas músicas, como “Hope I die before I get old”, do álbum “My Generation”, do The Who, cuja letra foi obviamente escrita por jovens. Eles não pensavam na possibilidade de que, 40 anos depois, poderiam estar vivos e ter 64 anos de idade, conforme ocorreu com McCartney no ano passado.
5. A capa. A memorável capa do artista Peter Blake mostrando imagens dos Beatles e de vários notáveis que os membros da banda gostariam de ter presentes em um concerto imaginário. Todos fizeram sugestões, exceto Ringo, que teria dito que não se importava, e que aceitaria o que quer que os outros quisessem.
6. A influência da capa. Como sempre podemos contar com os matemáticos para que usem os seus dons de formas esquisitas e maravilhosas, os caras do departamento de matemática da Faculdade Mercyhurst, na Pensilvânia, criaram um site que detalha a capa do álbum e traz um quadro no estilo pintado-por-números mostrando quem é quem. Confira no site http://math.mercyhurst.edu/~griff/sgtpepper/sgt.html
7. The Beatles: os primeiros mestres de cerimônia? Várias músicas do álbum incluem amostras, incluindo o som de fãs dos Beatles gritando no Hollywood Bowl em “With a Little Help from My Friends”.
8. Um fato esquisito. A versão de “Sgt. Pepper” lançada no sudeste da Ásia, na Malásia e em Hong Kong, substituiu três músicas – “Lucy in the Sky with Diamonds”, “A Day in the Life” e “With a Little Help from My Friends” por três músicas de “Magical Mystery Tour”, incluindo “The Fool on the Hill”, “Baby You’re A Rich Man” e (com a grafia errada) “I’m the Walrus”, devido à suspeita de referências a drogas.
9. Mais sobre a capa. Os nossos favoritos entre os objetos estranhos que apareceram na capa: um narguilé, que pode ter ajudado a alimentar os boatos sobre drogas, uma figura em pedra de Branca de Neve e um gnomo de jardim que não está procurando nos vender uma viagem com desconto.
10. A versão em fita de oito pistas. Como gostamos das referências a tecnologias kitschy ultrapassadas, achamos engraçado o fato de a versão em fita de oito pistas lançada pela Capitol ter não apenas modificado a ordem das músicas, de forma que estas coubessem igualmente nas quatro seções da fita, mas também editado a reprise da música título. Gênio ou ‘intrometimento‘?
11. E falando sobre reprise. Adoramos uma banda com uma visão tão corajosa e às vezes tão pomposamente avant-garde que eles deveriam ter uma reprise. As reprises, para nós, querem dizer: “Aquilo que nós dissemos é tão importante que vamos dizer novamente! E faremos isso em frente ao seu rosto”. Ou, “Acabaram as nossas músicas, portanto, eis aqui uma reprise!”.
12. Condado de Palm Beach, alerta! O cantor e compositor Dion DiMucci, atualmente morador de Boca Raton, na Flórida, é uma das celebridades exibidas na capa.
13. “Lovely Rita“. O casamento perfeito entre a ironia e a celebração da mulher trabalhadora cujo trabalho é às vezes irritante.
14. De volta à capa. Ela inspirou uma grande quantidade de paródias, incluindo duas versões dos Simpsons,
We’re Only in It for the Money” do álbum de Frank Zappa Mothers of Invention, com Zappa de vestido,
* a paródia relacionada ao Monty Python “Sgt. Rutles’ Loney Darts Club Band” do “The Rutles“, que traz um alvo de dardos no meio.
15. Por outro lado… Ela também inspirou o “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band“, estrelando os Bee Gees e Peter Frampton, que é um dos filmes mais impossíveis de se assistir que eu já tive a oportunidade de ver. E falo como alguém que já viu “Roadhouse” mais de uma vez.
16. Mae West originalmente não queria que os rapazes aparecessem para vê-la em nenhum momento. Os Beatles tiveram que obter a permissão de todas as pessoas que eles queriam que aparecessem na capa e que ainda estavam vivas. Mae West inicialmente recusou, porque teria achado uma tolice aparecer em uma banda relativa a um clube de corações solitários. Mas quando os rapazes lhe escreveram uma carta pessoal, ela cedeu e permitiu que eles utilizassem o seu retrato.
17. E falando de capas. A infame “Lucy in the Sky With Diamonds” de William Shatner, apontada em uma pesquisa britânica de opinião como sendo a pior capa dos Beatles a penetrar em uma cavidade auricular, é na verdade deliciosa de uma forma surrealista e tola.

18. O crescimento. Na música, visuais, legado e no gigantesco salto maluco. O álbum ajudou a romper com a imagem da banda como sendo os “four fab”, um grupo de rapazes de aparência inocente.

19. O quinto Beatle! Ainda que ele já estivesse morto há algum tempo, o ex-Beatle Stu Sutcliffe aparece na capa.

20. Os britânicos receberam a obra mais cedo. O álbum foi lançado no Reino Unido em 1° de junho de 1967, mas foi reproduzido em 20 de maio no show da BBC “Where It’s At”, integralmente, com a exceção de “A Day in the Life”, que foi banido devido a (cantem comigo) referências a drogas.

21. E falando sobre músicas banidas. O título original era “In the Life of…” (“Na Vida de…”).

22. A primeira música? Bem, a primeira gravada para o álbum foi “When I’m 64“, e a última “Within You Without You“.

23. Um acobertamento! Gandhi e o ator Leo Gorcey de “Dead End Kids” foram ambos removidos da capa. O primeiro porque a gravadora britânica EMI ficou com medo de ofender os fãs indianos, e o segundo porque queria dinheiro para que a sua imagem fosse usada.

24. Paul: Morto de novo? A conspiração “Paul Está Morto” aparentemente vai além da capa de “Abbey Road”. O esquisitíssimo site TurnMeOnDeadMan.com indica várias pistas malucas contidas na capa de “Sgt. Peppers”, incluindo a sugestão de que os jacintos amarelos soletram “Paul”. Ah… ok.

25. Sgt. Pepper: As Sessões Coreanas. Quando “Sgt. Pepper” foi lançado na Coréia em 1977, foram apagadas da capa todas as figuras famosas, exceto os Fab Four, o que foi uma forma de evitar controvérsia.

26. Sgt. Pepper: o restaurante! Não se trata apenas de uma inspiração musical – existe um restaurante em Hickory, na Carolina do Norte, chamado Sergeant Pepper’s, que alardeia possuir “um gostinho dos anos sessenta”. E os sessenta aparentemente têm gosto de bolo de queijo frito.

27. Ainda o Número Um. A “Rolling Stone” o escolheu como a mais importante gravação de rock de todos os tempos.

28. O álbum lançou em 1967 o chamado “Verão do Amor“. Será que devemos culpá-lo pelo surgimento da moda do patchouli?

29. A parceria. John Lennon disse à “Rolling Stone” que o álbum representou “o pico” do seu relacionamento musical com Paul McCartney.

30. E no princípio… Diz-se que as raízes do álbum se encontram no período em que a banda teve que ficar musicalmente desocupada após fazer o seu último show ao vivo em 1966, uma prova de que o ócio é o playground da genialidade.

31. O conceito. McCartney aparentemente teve a idéia de formar um grupo alter-ego chamado Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Bande, no qual os Beatles tocariam sem serem eles próprios.

32. Oito pistas! “A Day in the Life“, a despeito de ter sido aparentemente bastante banida, marcou a estréia da gravação em oito pistas.

33. Ele ainda é influente. Mas como? A BBC encomendou um álbum como tributo, trazendo The Killers, James Morrison, The Fratellis e Oasis.

34. Ele foi muito popular. O álbum passou 15 semanas como o mais vendido nos Estados Unidos.

35. Ele ganhou muitos prêmios. Foram quatro Grammys, incluindo o Álbum do Ano, Capa de Álbum, Álbum com Melhor Trabalho de Engenharia e Melhor Álbum Contemporâneo.

36. Ele é definitivo! O álbum foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll em 1988, e naquele ano foi batizado de “O Mais Definitivo Álbum” do Hall. (***)

37. Ele demorou um pouco para se tornar definitivo. As sessões de gravação duraram 129 dias, ou cerca de quatro meses, ou aproximadamente a duração da temporada de “American Idol”. O que leva a…

38. Uma má continuação! Mas na semana passada, os American Idols do passado e do presente prestaram homenagem ao álbum no final da terceira temporada da série, que foi doce e ligeiramente horrível ao mesmo tempo.

39. Mais do que apenas a capa do álbum. O conjunto se abria como um livro, e as letras estavam impressas na parte posterior, algo que nunca ocorrera antes.

40. Mais capas esquisitas! Shatner não foi o único – Shirley Bassey fez “A Day in the Life”, Bill Cosby (!) “Lucy in the Sky with Diamonds” e “Fool on the Hill” foi feito por Mickey Dolenz, mais famoso como um dos integrantes do The Monkees, que foram, é claro, uma paródia dos Beatles.

Tradução: UOL © 1996-2007 UOL – O melhor conteúdo. Todos os direitos reservados.

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P.S – Um dos meus próximos posts – será dedicado ao EDUARDO LUNARDELLI e versará sobre paródia na obra de arte, Ok, Edu?

Os outros 15 ítens leiam aqui.
Sgt Pepper’s completa 40 anos ; descubra 15 fatos sobre o disco. (imagine!)

(*) Leiam o fato número 24… como esse pessoal gosta de morrer , não acha? É porque eles são civilizados, hohoho.

(**) Tô pensando em me assinar Maria Eli G – não passe batido!

(***) ahnnn? O mais definitivo? ei, e eu pobre menina das montanhas, pensava que definitivo queria dizer…definitivo:-) E o menos definitivo é qual:-))

Tiau! e se encontrarem links quebrados ou errados , deixem um recado, OK?

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9 Responses to Sgt Pepper’s (o mais definitivo (?)- 40 anos! Palmas!

  1. Ernesto says:

    Impresionante obra.
    Con unos amigos le hicimos un homenaje al Sgt. Pepper’s.

    Bravissimo, Ernesto
    Como disse, excelente teu blog/magazine
    Transmite aos teus colaboradores, mis felicitaciones.
    Sub Rosa

  2. Meg, querida,
    Pensei em escrever sobre os 40 anos, iria fazer um post, depois passou batido. Encontro, gratamente surprêso, a referência aqui. Muito bem lembrado. Sou beatlemaníaco fanático. Uma das imagens mais fortes que guardo na memória é a de sair para ir comprar um disco, ainda LP, recém lançado, dos Beatles. Lembro-me que em 1965 estávamos morando no Rio. Desci do elevador, andei pela rua Toneleiros, em Copacabana, tomei a República do Peru até a Nossa Senhora de Copacabana, entrei em uma loja com o dinheirinho de minha mesada, tinha então onze anos. Comprei o Beatles 65 (aquele com a cara dos quatro Beatles na capa). Voltei para casa como se levasse um tesouro debaixo do braço. Segurei a bolacha negra tremendo de emoção, ainda lembro do cheiro. Quase gastei a agulha da pequena vitrolinha Philips. Foi assim com todos os discos deles. Emociono-me ainda quando ouço Eleonor Rugby, a preferida de meu pai. Agora, enquanto estou escrevendo, quase que posso ouvir a voz grossa dele cantando a música. No meu carro carrego um CD que gravei com as minhas preferidas dos cabeludos. Posso afirmar, sem medo de errar, que é ainda o som que mais ouço. Muito do inglês que sei aprendi com eles, ouvindo. Durante um bom tempo sonhei com a volta do grupo. Dia em que tornariam a tocar juntos. Sofri muito com a morte de John Lennon e depois de George Harrison. Sinto um carinho enorme por Paul e Ringo, os sobreviventes. Tenho pelos Beatles enorme sentimento de gratidão. Ainda hoje, quando estou triste, quando de noite me dá vontade de me matar, os Beatles são minha Pasárgada.
    Beijão

  3. Lord, que belo depoimento, magnificamente contado.
    escrito com a emoção contida e na dose certa.
    Belo, belísimo.
    Um beijo
    Meg

  4. gugala says:

    Caraça! Como tá bonito isso por aqui.
    bj
    -=-=-=

    Resposta:

    Guga!
    Obrigada. Que bom vires aqui!
    Como é que vc não me avisou nada…Humpft!
    Mas já fui comentar em todos os posts do Pedro Alayon,
    que talento esse menino tem!
    E sabes que só falo o que sinto…
    E além do mais, mesmo sem ver a opinião dos outros, gostei, fiz perguntas e só depois vi as opiniões do Claudio – que é sinceríssimo e exigente, e do Eduardo, que também gostou.
    Sabe o que achei mais interessante?
    É que só depois que cheguei lá e depois de ter comentado é que reparei que o Pedro tem o sobrenome parecido com o teu, certo? Que enorme coincidência, essa!;-))
    mas isso não vai nos influenciar
    hohoho.
    beijão
    Parabéns, coruja:-)
    A-do-rei messssmo!
    Meguita
    Uau!

  5. Oi, Meguita,
    na verdade, explicar o Sgt Pepppers, é uma desnecessidade.
    Histórico, emblemático, definitivo, o disco é auto-explicativo.
    Uma das obras primas da dsicografia mundial.
    beijos
    fernando cals

    Concordo contigo, Fernando.
    Creio que o melhor que se faz é justamente utilizá-lo para seguir mais adiante.
    Como no caso que já falei dos rapazes que fazem o Culturamma.
    São fantásticos e fizeram um aggiornamento da famosíssima capa.
    Um beijo
    Meg

  6. Ernesto says:

    Meg, muchas gracias por tus elogios y recomendaciones. Aquí, mi respuesta a tu comentario.
    Gracias por suscribirte a culturamma e invito a tus lectores a hacerlo (acá). Por supuesto, me suscribí al RSS de Sub Rosa y recomiendo a tus seguidores que lo hagan.
    Un saludo desde Buenos Aires.

    Ernesto,
    ainda vou estudar aquela capa e los pibes:-)
    Empezamos una buena amistad, yo lo creo.
    Muchas gracias por tuas palabras que son muy generosas.
    Por supuesto, estaremos en contacto;-)
    Besos a todos.
    Meg

  7. Magaly says:

    Curti os Beatles através de meus sobrinhos adolescetes e de meu filho mais velho na pré-adolescência, meio alienada, engolfada com os filhos mais novos que vieram com grande intervalo.em relação aos primeiros.
    Foi uma época de transformação de rebuliço político, de mudança de comportamentto. Eles deixaram as marcas de sua passagem, sim.

    Magaly, faço a você a mesma recomendação que farei a todos os leitores do Sub Rosa.
    Inscrever-se (subscrever) o Culturamma e não perder nada, absolutamente nada deste post aqui. A cristalização de uma época

    Volto depois para responder com mais apuro ao Ernsto e a você.
    beijos
    Meg

  8. Gugala says:

    querida, Meg, adorei seus comentários por lá (e ele tb pelo q percebi). Ele acabou de entrar nesta blogolândia e ainda está meio assustado com a ‘fama’, anyway qq hora pinta por aqui, se ainda não pintou. Sobre o não-aviso da sua iniciação(a dele), deixei a chamada no meu blog, até que as traças o comam, já que ando desinspiradíssimo e atrá$ disto. Beijos
    =-=-=-=-
    Guga, seu desisnspirado hahahahahah
    (Vem cá, qual pessoa desispirada escreveria o termo DESINSPIRADO! hahahahahah)
    então corra, mas sei que não correrá muito: vc tem algo que é equivale a ca$h:-):
    Muito talento e trabalho.
    E não liga não, iue eu sou muito reclamona:-)
    hahaha… sou dengosa e assumo.
    Anyway, é sempre válida a filosofia de pára-choque de caminhão: “Quem não chora não mama”.
    Shalom e Axè
    Mas olha a surpresa que eu tinha ainda não coloquei…:-)
    beijão,

  9. gugala says:

    ops, é o pai da criança que escreveu acima. Pelo jeito ele andou por aqui. ahaha. bj

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