“Confieso estas ternuras y estas rabias”

Consuelo Tomás Fitzgerald

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“Female with veil” by Herbert Ritts

DE LA PROPENSIÓN A LOS ACCIDENTES



Me he estrellado contra el cielo esta mañana.
La palabra que no dije
se hizo cráter en el centro de mi boca.

Lo que quedó de mí podría recogerse con cuchara
una que los duendes usan para tragarse auroras y presagios

Les ha sido muy difícil identificarme.
El marfil que sustentaba mi vértice en el mundo
es ahora una espiral de sueños en soltura.

Ilusiones borrosas astillan mis pulmones

el cerebro está lleno de gorriones lastimados, pero vivos
y candiles encendidos para los ritos nobles.

Se me ha derramado la arena de los días
en castillos para nadie defendibles
y una mancha de señales emergentes

De tres neuronas salvadas del colapso
han salido carcajadas
y un ruido de tambores.


Solo así han sabido
de quién es ese cadáver tan bonito.

DE LA PROPENSIÓN A LOS OLVIDOS

La felicidad- me dijeron-
es asunto de poetas ebrios.
Útiles solo para cabalgar la luna
con todo y sus acólitos nocturnos.

Escóndete tras la puerta me dijeron.
No cruces la línea que separa al ahorcado
de su mediodía.

Huye del espejo y sus engaños
únete más bien a una legión de imágenes
promotoras de la ausencia.

Trágate tu amor al prójimo
y sus dinosaurios descalzos.
Esas utopías ya no las compra nadie.

Si descubres un vuelo de monarcas coloridas
dales la espalda
no escuches su caricia en el aire
y el escándalo de sus alas encendidas.
Podrías no recuperarte.

Ama la sombra y sigue sus instrucciones
protégete en su círculo de las tentaciones
que la luz produce

Súmate a la sagrada ley de lo que no se mueve
eso es lo que perdura.

Todo esto me dijeron.
Pero mi desnudez no tenía bolsillos para entonces.
Tampoco una memoria para el llanto.
He seguido la ruta de las aguas
en su afán de mar y de horizonte.
Y no puedo detenerme todavía.

Nascida em 1957 em Isla de Colón , Panamá, Consuelo é poeta e contista. Jornalista. Tem seus poemas e contos traduzidos para o inglês, francês, holandês e…bengali.

Bibliografia:
Confieso estas ternuras y estas rabias (1983)
El cuarto Eden (Poesia: poemas eróticos) 1995
Agonía de la reina (Poesia) (1995)
Cuentos rotos Contos. ( Contos breves) 1991)
El libro de las propensiones (2001)

Para saber mais:
Entrevista.(Leia aqui)

E aqui.

ADENDA: Nem necessito dizer que ela é uma de minhas Poetas preferidas. Nem só pela poesia que, muitíssimo boa, (IMSHO) ainda precisava de um grau a mais de excelência, mas também, pela coesão – conforme vocês verão/lerão na Entrevista– de ação, pensamento e obra, dignidade como mulher, como pessoa, com aquilo que se diz que o humano deve ser. A par disso, Consuelo é exímia ourives da miniatura verbal, em seus contos breves (alô pessoas que se interessam pelo assunto, conto breve ou miniconto é isso que Consuelo faz, OK :-)? e mantém admirável posição no mundo como mulher do século XXI.
Vale muito a pena ser conhecida.

Agradeço a …, que me incentivou a ilustrar os poemas, com esta pièce de Ritts. Não sei viver sem um mentor intelectual, enteeindem????!!!!. Então, pela primeira vez coloco uma ilustração … assim.. tão..assim:-)Bom, fiquem com Consuelo.

===

Recado/pedido ao professor Idelber Avelar (ah, Idelber, vc é que tinha tanta razão hohoho): Será que algum de seus alunos ou mesmo colegas, toparia uma tradução à altura do valor dessa mujer? Não peço a você (mas posso até pedir), pois sei que você está ´preparando Curso muito especial, para suas turmas de Doutorado. (Chiquerééééésimooo!). Mas pelo menos, considere meu pedido, está bem?(*) Vi umas traduções de um certo poeta, mas eram tão ruins que preferi descartar (sei que é deselegante dizer isso aqui, mas, por favor, entendam, a tradução é algo tão importante, que não à toa, o Santo Protetor dos Tradutores é, ninguém menos que São Jerônimo …e dou-lhes um doce, se adivinharem por qual razão…

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ATTENTION, PLEASE: Pessoas queridas:
1-Cheguei, baixei e só não saravei;-), porque depois de uma noite sem dormir e um dia cheio de trabalho, ainda vou almoçar.
Volto logo pra responder tudinho:-) : A sensacional notícia do dia é o Gabriel, que chegou para alegrar o coração dessa linda e querida amiga.

2-Já estive olhando os comentários (uau! fiquei super, super feliz) e embora não vá comer o doce que cabe ao Lord, meu companheiro de insônia, fiquei abobada com o talento desse menino. For Gosh’s sake, isso que eu li aí nos comments é muito, muito bom!

Sobre sub rosa
The most of all things and persons in the entire world drives me *flabbergasted". That includes me.

21 Responses to “Confieso estas ternuras y estas rabias”

  1. Meg,
    Cheguei naquele ponto da insônia em que já estou preocupado. Sei que o dia será difícil. Só que não resisto à uma charada. Seria São Jerônimo o padroeiro dos tradutores por ter traduzido a bíblia para o latim (A Vulgata)? Se for não esqueça de comer o meu doce. Estou de regime.
    Beijo

    Milord:
    Eu estou na segunda noite seguida.:o(
    Mas que bom:
    Já peguei entao um dos seus weaknesses:-)))
    É verdade: S. Jerônimo.
    Então, oba, oba! e eu nem estou de regime:o)
    E vc sabe
    por que se chamou Vulgata?
    E que é a etimologia da palavra “vulgar”, vulgarização?
    Claro que sabe, mas diga.
    Um beijo
    Meguita
    P.S Falo do texto discutido, amanhã, OK?

  2. Eduardo.P.L says:

    Querida, Meg, vir aqui, ler e aprender. Tomei nota. Mais uma para minhas “futuras” leituras. No momento vou elogiar o “VEIL” da moça! Hahaha. Beijos. (;-)

  3. aninhapontes says:

    Meg querida, dá prá entender razoavelmente.
    Gostei de conhecer um pouco sobre a poetiza, ver os elogios que você faz,é porque ela é realmente ótima.
    Agora, parabéns pela imagem. É de muito bom gosto, bonita mesmo.
    Gosto de imagens que mostram o que é belo, sem escancarar o que incomoda, ou fere os olhos.
    Um beijo

    Aninha , você nem sabe como me fizeram bem os seus comentários.
    Eu estava encabulada com a foto, Nunca haviacolocado algo assim.
    Mas, ainda bem , ufa!!!! que vc gostou. Aprovou!
    Obrigada.
    Agora, Aninha, me avisaram que os links estavam todos quebrados. Se vc quiser ler de novo.
    Leia a resposta que eu dei pro seu BEM.
    E obrigada por confiar no meu gosto… Não sei se é tão bom assim:-)
    Te adoro, minha garota.
    beijos
    meguita

  4. Esse Jerônimo não foi o “último dos bravos”?
    Hipi haiô, Hipi haiê!

    Hahahahahah

    gente, olhem só esse meu querido pivete (é meu afilhado e *EU* posso chamá-lo assim:-))
    Alguém se lembra de um programa chamado Jerônimo, o Herói do Sertão?
    Lord, vc que ia dormir ao som do jingle das Casas Parahyba, não se lembra?

    Só sei que Hip aiô não é:-)
    Isso é ou de Bonanza, ou de Bat Masterson…
    Hahah
    beijos, querido
    P.S. Vocês estão vendo porque la vita é bella?

    .

  5. Meg, a ilustração é o Máximo!
    Adorei conhecer a Consuelo(ao menos um pouco, que é o que permite uma pequena e rápida leitura).
    A poesia em língua espanhola ganha um “quê” especial, a sonoridade de las palabras, tudo fica melhor.
    Um beijo

    Ela é fantástica, concordo com você.
    Como o Idelber (Avelar) deixou subentendido, a “parada” é forte: ela tem um vocabulário rico, uma difícil e rara conjunção entre forma e conteúdo.
    Vc vê no segundo poema: A palavra monarca,é difícil entender que se trata do que chamamos de *MARIPOSA*, mas o que fazer, pergunto a vc e ao Lord? Mariposa é po[etico: Não é! Nessse contexto, pelo menos não é.
    E o próprio começo do primeiro poema é terrível e (terrific)
    Estrellamento: é como se houvesse uma colisão, na verdade há, ela diz que há um acidente: a colisão e a isso ela dá o nome de estrellamento –que ora, é lindo, porque parece que ao colidir ela estrelou-se.
    Que palavra em português existiria para isso?
    E la nave va… Valei-nos São Jerônimo!
    beijos e parabéns por ter-se livrado do writer’s block.
    Meguita


    OH, SENHOR e cadê minha querida Nora Borges que não vem por aqui? :-0(((( For Pete’s sake, Nora, venha, por favor. Beijos

  6. Yvonne says:

    Oi querida, tudo bem? Apareça lá no meu cantinho e veja a novidade. Beijocas

    Fico tão feliz, Yvonne: foi o acontecimento feliz do ano:-))
    Beijos, querida

  7. gugala says:

    Con su elo
    y los de nosotros
    Faço-me corrente
    Bjs. Beleza. Vou atrás dos Rotos Cuentos
    RESPOSTA SOMETHING SPECIAL
    Gugala:
    Desde que entrei na Internet pela primeira vez, e nos blogs, mais especificamente, em 2001 (como eu canso de dizer, ay yo lo sé qué repetitivo hoho) fiz um desafio para mim mesma: Como crítica, nunca focar o ruim, o medíocre etc e sim, realçar o bom, o melhor, o sublime.
    Como sou extremamente tímida não falarei do que todos sabem e que pode ser entendido nas entrelinhas;-) – isso tem me custado muito, pois as pessoas não entendem que ao ruim, ao baixo, ao medíocre e sem valor eu endereço a pior das críticas que é o meu silêncio (Tenho horror ao silêncio, pois as pessoas não sabem usá-lo, não entendem que o silêncio é uma forma de falar de si mesmo). Então, como só me lêem, quando eu digo o valor do que e de quem realmente merece, fui taxada de todos os insultos desde os desgraciosos, até os nonsense: que elogio, que digo que tudo é bom, que isso e aquilo, coisas do gênero. E, absurdo dos absurdos: que eu elogiava com o intuito de *comprar* as pessoas, ou a amizade das pessoas… Mas comprar o que? Que amizade, se tudo se esvai? enfim essas patacoadas da burrice que esta é mais nociva que a maldade pura e simples. Não reprovo essas pessoas, não tenho delas nenhuma afecção, elas não me afetam, porque simplesmente eu sei que é difícil para elas entender o meu objetivo, aquilo a que me proponho. Se é bom eu digo e realço e se não é bom… eu me calo. Cheguei a um ponto em que posso me permitir isso. E depois, para falar mal, para fazer com que a crítica seja sinônimo ou de insulto (não raro,a crítica passa para o terreno da ofensa pessoal) ou de destroçamente de um trabalho, de uma criação, ah para isso já há gente demais.
    Eu costumo brincar, dizendo que os críticos ferrenhos, os do “outro” tipo, sintomaticmente dizem de si próprio ou as pessoas dizem deles: O critico Fulano *baixou o pau* no livro do Sicrano;-))) o critico Beltrano desceu o pau, ou desceu o malho na música, no poema , no livro de A, B, ou C. Puxa, notei ao longo do tempo que essas metáforas de descer e baixar…logo o quê? eram muito comprometedoras. Ou melhor, muito significativas e freudianas;-)). Embora eu reconheça que as pessoas ainda têm um ranço da idéia que vem do século 19, que se o crítico falar mal de tudo, quando chega a falar bem de alguém, este se considera hiperdimensionado…não é? Para isso, aconselho quem se interesse, o livro do Alexei Bueno Duelos no Serpentário. U-ma coi-sa! As mais teríveis polêmicas críticas na istória da Literatura, e que inclui a de José Veríssimo contra Machado de Assis, e outras.
    Já a minha tarefa é mais difícil e mais árdua, porém mais compensadora: Eu não só digo e assinalo o que é bom, como estudo e pesquiso e uso minha experiência para dizer, porque o que é bom.. é realmente bom:-)) tá ligado?;-))
    Olhe, (creio que vou ter essa permissão) para falar do casdo de uma escritora brasileira que tem dois livros publicados. Do seu primeiro livro eu disse que a primeira parte, o primeiro capítulo estava entre as páginas mais bem-escritas de toda a Literatura Brasileira. Porém, houve descontinuidade entre esse primeiro capítulo e o resto da obra. Por isso nada escrevi a respeito, ou melhor publiquei no meu site, e fiz uma aposta: estamos diante de uma escritora que será consagrada. Só.
    Como ela é prolífica, (já deverá ter uns quatro livros prontos) quando li o primeiro capítulo do seu segundo livro, eu gritei como louca: É este!!! é este…este, sim! este é que é o livro, e…coisas que nós, críticos malucos, entendemos como um estado de êxtase: o da intuição bergsoniana, o saber antes de haver o que irá haver. (chic, hein?)
    Passamos uma noite falando do livro, e eu era a favor , ou melhor torcia para um outro título. Mas ela concluiu o livro.
    Pois bem, para encurtar a história (?): o livro foi publicado e foi elogiado por pessoas do naipe do Millôr Fernandes, e nem é tanto isso. O que me deixou radiante foi que, simplesmente, o livro ganhou o Prêmio Casa de Las Americas, um prêmio de um valor inestimável, ilibado, um pr~emio fora da comunidade a que se dirigia em princípio e ela hoje é uma escriora que dá palestras, conferências e, creio, não há limites para o futro literário dessa escritora.
    Estou falando do livro “Um defeito de Cor” da escritora (essa sim, uma senhora escritora) ANA MARIA GONÇALVES
    Ter reconhecido isso, logo no nascedouro , no nascimento (momento precário para um crítico) dessa criação essa é que é a compensação, o ganho, o salário moral do crítico é a confirmação de uma época e de uma comunidade a quem a obra é dirigida
    Estou tranqüila e feliz. Não me arrependo em nenhum momento de ter sido franca quanto ao primeiro livro que é um belo livro, mas faltava-lhe a força, a intensidade, a articulação mais perfeita etc – enfim, tudo que o segundo livro teve e que foi, como já disse, foi reconhecido e confimado, principalmente fora do País.
    Leia aqui sobre “Um defeito de cor” da escritora Ana Maria Gonçalves.
    E aqui sobre o Premio Casa de Las Americas
    Bem, e porque estou dizendo tudo isso? Primeiro porque é uma forma de conversar , de falar mais à vontade, e ainda assim ser na Internet e pode ser lido por todos.
    Segundo, porque, não fosse alguns impedimentos, eu deveria estar escrevendo sobre esse livro, cuja fortuna crítica só tende a aumentar.
    (Quem sabe eu não torne essa resposta num post? Mas me pergunto: não seria tomado como provocação indireta? Deixemos o fluxo da vida correr.)
    E por que eu estou fazendo esta mastodôntica resposta a você, depois de um dia em que trabalhei muito (ainda bem)?
    Porque tenho visto, há tempos, o que você comenta nos blogs de amigos e de ex-amigos:-))) meus. No meu maravilhoso (duh!) e amado Sub Rosa você nunca comentou, logo não teria sido naturala que eu expusesse minha opinião sobre o que eu lia. Aqui, neste maravilhoso e atual Sub Rosa v.2 hohoho, tive a sorte de tomar contato com muita gente fantástica e as vi comentando no meu etc… blog.
    Ora, quando recebi esses comentários o que pensei: Viva!, afinal o que me aconteceu foi uma bênção disfarçada: eu estava muito acomodada no anterior e este aqui ficou de mais ‘responsa’:-))
    E assim que li vc fazer comentários realmente muito witty no blog do Milton Ribeiro, e em outros blogs… eu gostava muito de alguns. Até das citações: “Há males que vem pra Belém” me fez rir à cântaros:-). E havia também aquele tipo de comentário definitivo, sabe? Aqueles, depois dos quais, a gente fica sem jeito e sem nada para dizer…
    E finalmente, vi o desafio do Eduardo Lunardelli, sobre as fotos. E, more definitively, li o que vc fez com o Consuelo.
    Guga, não quero poder (mas que história é essa de que falar com outros é poder?), nem amizade, não quero absolutamente nada, nem sequer chocolate – como cantava o TIM MAIA – que não seja espontâneo. E assim mesmo – como sou muito fechada, hay que tener la quimica.
    Portanto, é da forma mais genuína e gratutita que lhe digo:
    Na minha concepção o que vc fez hoje, neste comment foi *pure criativity*… No sentido de rare, pure, outstanding. Brilliant!
    É difcílimo, ao contrário do que se pensa, lidar com o minúsculo.
    Parodiando o blog e a música : “Lido assim parece à toa… masssss!
    Até a sua despedida: “Beleza. Vou atrás dos Rotos Cuentos” parece integrar-se no *poetrix*
    Anyway: estou querendo muito escrever sobre tradução, mas dum jeito que sirva no formato post de blog da Meg:-). Ou seja curto e objetivo;-). O Valter e o Lord andaram discutindo e eu ouvi, digo li, alguém mencionar um dos maiores tradutores que já existiram: JOSÉ PAULO PAES.(como vê , o que não me faltam são idéias e ganas para pô-las em prática, por isso eu não poderia morrer agora, absolutely, no way!:-)
    Então, vi no último verso um composer de Con su elo com Cuentos Descompuestos.
    Explicando: as durezas da tradução é que o tradutor de poesia tem que traduzir poeticamente, certo?
    Ora, o que vc fez com Consuelo? Con su elo, após uma er. er.. desconstrução, o “rearranjamento” e a “sublevação” do sentido
    E a idéia de mini conto ficou no leitor de poesia, e quando vc diz Contos Rotos Contos ( a tradução é rica para roto em espanhol ) vai desde rasgado, interrompido até o poético: descompuestos
    Voilà.
    Se quiser só um conselho, pelo qual não me responsabilizo: Ria, pinte , borde e arquitete;-) , mas não deixe de escrever. Contos ou poemas. Todos breves.
    P.S. Aos interessados em tradução , e que chegaram até aqui, eu lembro o exemplo do poema de William Carlos Wiliams:
    “This is just do say”
    I have eaten
    the plums…
    onde se encontra o famoso exemplo dado por José Paulo Paes: na poesia, uma ameixa nem sempre é…um ameixa.
    Beijão, Bom dia!
    ===
    Ah! e a quem interessar possa: estou agora profundamente interessada em estudar – quer dizer, olhar com olho crítico, comentários e respostas de comentários.
    Em alguns blogs, é onde está the marrow of the thing”:-))
    Uau, não tenho mais coragem (leia-se, força e alento) de escrever nadinha, hoje. Digo, escrever, como merecem, os meus queridos que aqui comentaram.
    Mas, pensando bem, tangenciei muitas coisas para vários comentadores? comentaristas? Como é que se diz?
    Bom dia!
    P.S. Não tenho nada – como qualquer crítico não tem, também – absolutamente nada com o sucesso do livro de ANA MARIA GONÇALVES. O mérito é utterly da escritora magnífica que é. Meu papel se resume ao acerto da constatação, desde o primeiro momento.
    Para melhor e mais acurado exame e compreensão disso recomendo dois livros:
    1- Edmund Wilson . AXEL’S CASTLE.

  8. Idelber says:

    Sugestão anotada, Meguita, e obrigado pela menção. Está no caderninho, e a Consuelo merece — mas de tradutores de poesia aqui vamos mal e eu só me arrisco muito de vez em quando :-(
    Um grande beijo,

    Idelber!
    Que maravilha, vc aqui batizando o S R v2:-)
    Não podia me deixar mais feliz!
    Arrisquemo-nos então,
    Ok?
    E combinemos, combinemos…
    Um beijo para ser dividido por dois:-)
    Meguita

  9. James says:

    Bela sugestão.
    ” Hay que aprender a pensarse en minúscula.”
    Também acho que é por aí…
    Um abraço.

    Uh baby!
    JAMES , fiquei com medo que você não viesse mais.
    E logo depois do nosso papo sobre poesia!!!
    Me chame do que quiser, OK?;-))
    beijão
    Não suma! Ordem!;-)

  10. Magaly says:

    Sonoros os poemas. Dá pra gente entender direitinho mesmo para aqueles que, como eu, não têm o domínio da língua.
    Amei o sugestivo título : ‘Confieso estas ternuras y estas rabias’
    O fim do segundo poema é muito bonito, revelador.
    A ilustração, coerente com o texto, é de muito bom gosto.
    Fiquei curiosa com o título da revista ‘Maga” e corri pra descobrir, mas a página não abriu.
    Beijoca

    Maga, meu amor,
    Que revista MAGA é essa?
    Quando for assim avise que o link está quebrado,
    Aliás, por favor , gente, se virem link quebrado ou errado, me avisem, OK?
    Olhe seu comentário me deu mais segurança, como eu disse para a Aninha.
    Parece que vcs adivinharam. Obrigada

    Adoro também esses trechos.
    E sempre acho que um título pode *fazer* um livro.
    Leia a resposta pro Valter ferraz.
    tiadoro, amorinha
    beijos
    M.

  11. Gostei da Consuelo, gostei muito do Ritts e mais ainda da modelo que ele utilizou. Que a Carol não leia isto daqui!
    Falando sério, você só reforçou ainda mais meu desejo, já incrementado pelo Casa das Letras (http://casa-das-letras.blogspot.com/) de conhecer mais a fundo a literatura de língua espanhola.
    Já fiz algumas compras, baixei o dicionário da Real Academia Espanhola e vamos que vamos!

    Ótimo, RR;-)
    agora qualquer passo em falso, chamo a Carol:-)
    Sério: Não deixe , não adie esse desejo.
    Comprar não é sinônimo de que vai fazer.

    Dou a maior força a esse plano seu.
    Separe um tempo que você não tem (tempos é coisa que quanto menos se tem, mais se arranja…
    E mande bala
    beijos
    E vou cobrar.

  12. Mário says:

    Meg, vim retribuir a sua carinhosa visita. Fica tranquila quanto ao meme, o tempo é todo seu. Abraços, Mário.

    Obrigada, Mário
    Me aguarde.
    beijos
    Meg

  13. Eduardo.P.L says:

    Meg, querida,
    comentários e mais comentários. Bons como o texto. Me refiro aos seus!Mas estou baqui agora para transmitir um recado do Ery, que produziu uma ilustração especialmente para o Varal, e ( não me pergunte com que critério) colocou o Sub-Rosa no varal.
    Beijos

  14. Meg, querida Meg. Por onde andei antes de frequentar o Sub Rosa? Flanando por aí, desperdiçando força e energia(seriam a mesma coisa?).
    Poderia estar aqui por perto de você. Mas não, cabeçudo que sou, pousando aqui e alí como borboletas.
    Bom, dizem que para tudo há o tempo certo, talvez já me tenha respondido.
    Saboreei cada palavra que colocaste ao Gugala. Respondeu a ele, falando a todos.
    Sabe que sempre páro para pensar antes de responder a um comentário dele? Principalmente quando o comentário que ele coloca é um simples ponto de exclamação: (!)
    Enfim, com pessoas inteligentes todo o cuidado é pouco. Elas são perigosas. Elas pensam. E quando além disso são arquitetos, o perigo aumenta ao exponencial.
    Você conseguiu.
    Um beijo

  15. Meg,
    Apenas para responder à sua pergunta. Não parei para pensar na etimologia da palavra. Pra ser sincero não tinha a menor idéia que Vulgata relacionava-se com a palavra vulgar. Vivendo e aprendendo.
    Beijo

  16. Meg,
    Volto apenas para dizer que li o comentário ao Guga com interesse, prazer e concordando com tudo. Quando citei José Paulo Paes, recentemente, foi por considerá-lo um grande tradutor, dos maiores, e por gostar muito dele. Eram muito amigos lá de casa, a Dorinha e ele. Gostava de ouvir as conversas que mantinha com meu pai, meu tio James Amado, Osman Lins, foi uma época em que aprendi muito e da qual guardo imensa saudade. Vejo merecimento na lembrança a José Paulo Paes.
    Beijão

  17. gugala says:

    Meg, fiquei altamente comogido embora constranvido com seu ‘comment d´comment’ (que realmente dá pano pra manga e ainda um vestidinho). Comovido pela sua franqueza , clareza e destreza para com qq assunto. E constrangido ao triplicar com está ‘rotice’ pobre e semicopypasteurizada:

    “This is just do say”

    I have eaten
    the plums…
    e o ‘ameixa’ de sobremesa

    Reverencio-te mais uma vez, só que esta em público, ó Grande MEG
    beijo carinhoso

  18. Antonio says:

    Anotado!

    :-)))
    Não me disse o que achou da outra.
    beijos
    M.

  19. Meg,
    isto aqui não é um blog, é um sarau
    no qual espero ter assento,
    sempre!
    (Será que, ainda, se fazem saraus?)

  20. nelson says:

    Antes de entender a lingua a sonoridade da palavra aproxima e são os sonidos
    (…”Nem já a rama dos pinhais rumorejava aquele saudoso sonido”…)
    de Consuelo que deixam rumores de poemas de amor, de pasión, de amistad,
    E impõem sensações favas contadas.
    Beijos lavrados dessa beleza,

    Oh! Nelson, que lindo.
    Sim.
    Beijo
    M.

  21. Oi, querida Meg,
    por força de assuntos profissionais, sou sócio de um Arquiteto argentino, além da natural afeiçaõ que tenho pela lingua espanhola, adoro esse idioma. Sua sonoridade, me encanta. Só não dá pra pensar em verter para nossa lingua, embora todo o recado eu consiga apreender.
    Ao Idelber, então!
    besos
    fernando cals

    Pois é, precisamos do Idelber
    Mas ele, agora, está preparando Curso para nós e para os orientandos dele e alunos do Doutorado.
    Temos que ficar com o original…
    Mais vale um original razoavelmente compreendido, que uma tradução comprometedora.
    Vc sabe.
    Beijos, querido
    Meguita

    >

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