Cultura digital – desconferências (Updated)

“[…] cultura digital é um conceito novo. Parte da idéia de que a revolução das tecnologias digitais é, em essência, cultural.O que está implicado aqui é que o uso de tecnologia digital muda os comportamentos. O uso pleno da Internet e do software livre cria fantásticas possibilidades de democratizar os acessos à informação e ao conhecimento, maximizar os potenciais dos bens e serviços culturais, amplificar os valores que formam o nosso repertório comum e, portanto, a nossa cultura, e potencializar também a produção cultural, criando inclusive novas formas de arte.”

Gilberto Gil . Ministro da Cultura, em aula magna na USP, 2004.

E *desconferência* você sabe o que é?
Se, como eu , você não sabe, sabe pouco, ou muito a respeito, leia, com atenção, este blog; um dia, logo, você vai precisar saber:

DIVERSIDADE DIGITAL


Recomendo , particularmente este artigo:
Convite para discutir financiamento
Analise quem faz o blog. (QUEM SOMOS). Lá, há pelo menos dois amigos meus, cuja competência é irrefutável: Hernani Dimantas e Paulo Lima. São “geniais”. Garanto. Discuta, comente, faça perguntas.

Estão apresentados, certo?

UPDATE: Não, não está tudo certo, se não falarmos de Sérgio Amadeu da Silveira que foi quem reuniu a turma de feras que faz o blog Diversidade Digital.
Como se pode ler, no DD, Sérgio Amadeu foi presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (2003-2005) e membro do Comitê Gestor da Internet no Brasil. Autor de diversas publicações, entre elas “Software Livre: a luta pela liberdade do conhecimento”. Coordena a Rede Livre de Compartilhamento da Cultura Digital.

barra2_linhafina.jpg

E por falar em sociologia da informação, cultura digital/tecnológica, sociedade da informação e tecnologias de informação conhecimento livre, mídia independente etceterrá, o Professor Fabio Malini, que é professor da Universidade Federal do Espírito Santo, mas faz seu Doutoramento em Comunicação e Cultura na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e é flamenguista doente (este dado é muuuito importante, n’est-ce pas?, sem ironia, please) manda avisar que:

A CONSTITUIÇÃO DO COMUM

De 21 a 25 de maio no Espírito Santo, seminário internacional A Constituição do Comum: comunicação e cultura na cidade, em Vitória. É uma realização do Departamento de Comunicação da UFES e da prefeitura de Vitória, com apoio do Ministério da Cultura. A programação você vê aqui no blog do professorFabio Malini, acima citadao.

O site do Seminário, aqui.

E, para não dizer que não falei primeiro:-))
Olha só quem vai se apresentar no dia 23 de maio:
14h – INTERNET: NOVAS FORMAS DE OPINIÃO PÚBLICA E DE CONSUMO
Edney Souza – Blog Interney
Gustavo Fortes – Agência Espalhe
Henrique Antoun – ECO/UFRJ
Moderador: Fábio Malini – Departamento de Comunicação / UFES

É isso!

E, por favor, divulgue também. Afinal, estamos tratando de informação, sociedade de informação, conhecimento livre, direitos autorais, tecnologia e… cultura. Pode- se querer algo mais necessário e atual?

—–

ATENÇÃO: Não deixe de ler isso.

Sobre sub rosa
The most of all things and persons in the entire world drives me *flabbergasted". That includes me.

18 Responses to Cultura digital – desconferências (Updated)

  1. Eduardo.P.L says:

    Tudo anotado. Vamos conferir! Beijos Meg, querida!

  2. Meg, vou procurar saber. Não sei quase nada a respeito. Sou meio deslumbrado com isso aqui e com as possibilidades. Não tenho muito “saco” para discutir. Desculpe o palavreado chulo (é que às vezes penso que estou discutindo futebol com a gurizada, entende?). Mas a verdade é que me entedia um pouco os meandros da coisa. Deixo mais para os mais antenados com a tecnologia. Mas sei que preciso conhecer um pouco mais.
    Prometo me aplicar entremeando com a necessidade de escrever uns capítulos a mais(ando meio relapso esses dias).Mas vou tentar sim.
    Desculpe a curiosidade aqui, moras em Vitória/ES? (só responda se achar absolutamente relevante, tá?)
    Beijo grande

  3. James says:

    Salve mestra!

    Uma vista rápida e o Diversidade foi para a Lista de Links.

    Acredito que uma das mudanças importantes é a “liberação de conteúdo”.

    Já temos dever de casa para o fim de semana…

    Um abraço.

  4. denise says:

    Meg, salvei nos favoritos pra ler mais tarde. Estou gripada e sem concentração. Mas já deu pra ver que se trata de algo especial.
    beijo, menina

  5. Valter, querido amigo:
    Vamos por partes:
    Eu não moro em Vitória, quem mora nessa linda cidade é o FABIO MALINI, professor da UFes e já no finzinho do seu Doutoramento, na UFRJ, ele também mora, ou morou, na linda cidade do Rio de Janeiro., OK?
    2-Dou a maior força para o seu *deslumbramento*. E sabe por quê?
    Grosseiramente simplificando : Os teóricos da Informação na Era Digital, como Pierre Lévy, Michel Serres, Virilio, Lyotard ,, Bruno Latour, e o filósofo-pensador que morreu recentemente Jean BAUDRILLARD (e mesmo antes deles, Pierre Bourdieu, autor do magnífico livro “A Economia das Trocas Simbólicas” e certamente estarei esquecendo outros) mostram que desde que você ou qualquer pessoa tenha um computador e saiba usá-lo contribui para uma dramática e absolutamente inexorável mudança nos conceitos de conhecimento, poder, informação e comunicação, propriedade intelectual etc. Daí que, ENTRE OUTRAS COISAS, desencandeia uma “correlação de forças” (como se dizia in my days) com as grandes empresas, com os grandes conglomerados, redes e mercados que até então, por deter um monopólio, madavam e desmandavam na vida da gente.
    Um exemplo? A MICROSOFT…é *O* grande exemplo.;-)
    Você dirá: e eu com isso? Bem, daí que pessoas como o Hernani Dimnatas e Paulo Lima, foram das primeiríssimas pessoas a mostrar para nós, inclusive o Hernani aproveitando-se da forma de difusão dos blogs, que o conhecimento é livre. All your data are belong to us, é a chave que expressa a inclusão de todos num mesmo sistema, numa mesma sociedade. Daí a luta pela inclusão digital.
    Os conceitos de marketing hacker, ética hacker e hacker são totalmente mudados, revirados. O conceito de copyright sofre um deslocamento par o copyleft. A noção de propriedade é revista em outras bases.
    Os Governos (Estado e Nação) vão ou devem se preocupar com o que se chama de software livre: ou seja os dados podem ser lidos em qualquer sistema operacional e NÂO APENAS aquele que o BILL GATES ou whoever impõe.
    Eu ,por exemplo no momento estou num computador cujo sitema operacional é Linux e meu browser (navegador) NÃO é o Internet Explorer e sim o Mozilla.
    Como eu disse fiz uma exposição precária e grosseira.
    Passando para o meu campo, propriamente, esta nova sociedade vai influir na vida dos cidadãos, na educação, na economia, nos negócios e até mesmo nas relações interpessoais.
    Outro dia li você dizer que o computador daí da sua casa pertence ao seu neto… Ok!. É disso que se trata. A cultura digital é tão profundamente “sui generis” que você disse a verdade, ou seja, independente de ser o proprietário do pc, no momento em que usa o computador, seu neto é tão dependente ou independente quanto você. Ele é um sujeito, ou pelo menos deve ser, de transformação e ação numa nova sociedade.
    O Pierre Lévy chega a dizer que o virtual (de que as pessoas falam tanto sem saber o que realmente é, não é nada etéreo) não é algo tipo fantasmagórico ou um lugar que as pessoas se uitilizam para não-ser: não, o VIRTUAL é um departamento do que se chama o REAL. É parte dele.
    Mas, me diga o que é realidade?;-)))
    Pois bem, é mais ou menos isso, claro que sempre peço que quem tenha mais informações partilhe comigo e estar num blog , para mim, representa isso, não uma imposição ou supremacia, mas uma saudável e democrática *partage du savoir” partilha do saber. Divisão que iguala.
    Por fim, pessoas como aqueles jornalistas, sociólogos, tradutores, radialistas etc do blog DIVERSIDADE DIGITAL, estão lá batalhando para que qualquer pessoa na sociedade da informação, justamente, possa deter cada vez mais… informação:-)
    Possa ser menos dependente do Estado e mais reponsável por sua vida, sua economia, seus negócios.
    Por exemplo fazer seu disco, montar sua fábrica, ter sua rádio (antes chamavam de Radio-Pirata, hoje não sei como se chama) publique seu livro, venda, compre, cite, edite e por fim viva uma vida, que se pretende que seja melhor.
    É mais ou menos isso. Mas não deixe que eu o influencie.
    Na hora que você tiver *saco* e não se entedie, *SÓ e SOMENTE SÓ* se quiser, aproprie-se de seus reais direitos, saiba quais são as suas potencialidades.
    Quem sabe o Valter Ferraz, como qualquer outra pessoa pode ser; pode vir a ser um “fodão” na sociedade digital? Ou até já seja e nem saiba.
    By the way, não existe mais palavreado chulo, penso (aliás a Leila Diniz derrubou essa hipocrisia . Hipocrisia vem do grego hupókrisis e é um sinónimo de máscara, usado no desempenho de uma peça por ex.).
    Ou seja, somos todos atores nas relações sejam quais forem nas sociedades, nas culturas e nas diversidades que assumem.
    O que ( sempre) é necessário é respeito pelas pessoas: não julgar, ou pelo menos só julgar se realmente souber e compreender o que está analisando, cuidar cada um de sua vida, deixando os outros viverem. Pois muito ajuda quem não atrapalha e deixar os outros viverem já é um tremendo “adianto” (e isso é difícil)

    Mas isso já foge ao assunto em discussão, foi uma digressão iresistível, mas totalmente dispensável. Cada um sabe onde o sapato lhe aperta;-)))

    No mais, é estudar sempre e ininterruptamente, pesquisar, tentar sempre saber mais. Informação é tudo… e o filtro solar:-)))
    Bem, já me expus demais aqui… mas quem puder apontar erros que me esclareça, pois se não o fizer, não é digno de “viver o que sabe”.
    beijão pra vc
    beijo para o JAMES, também
    Beijos para a DENISE, graota querida
    Pro EDUARDO: Meu amigo, obrigada e temos ainda saldo de beijos, certo?;-))

  6. Eduardo.P.L says:

    Muito saldo, minha querida Meg! (:>+

  7. Meg, anotadíssimo. Já estive nos sites e blogs indicados. Vou me inteirar de tudo.
    Não te disse que aprendo sempre com você? Se entrar mudo e sair calado daqui já aprendí, agora praticar.
    Um beijo, querida

  8. Meg,
    Trabalho há vinte e sete anos em TI (vulgo tecnologia da informação). No meu curto percurso pela área, raras vezes, encontrei vida inteligente. Sei que é uma generalização preconceituosa o que acabo de afirmar mas tenho enorme dificuldade em ler sobre o assunto. Parto sempre do princípio, baseado nas pessoas que conheci em minha carreira, que uma besta quase completa foi quem escreveu. Você me perdoa se eu não for lá conferir?
    Beijão

    Se eu perdôo? Ora Lord, aqui você é *KING*;-)))
    Só há um detalhe: não é exatamente de TI que se trata nos blogs que indiquei, e nem no post e muito menos no meu comentário- reposta ao Valter;-)))
    O Lord se enganou;-)))
    Mas tê-lo aqui é sempre muito muito bom.
    Um beijo, milord:-). Um beijo enorme:-)
    Meg

  9. Muito bom e muito relevante também!
    beijo!

    ;-)
    Obrigada, querido. O mérito é deles.
    E então, recebeu o que enviei?
    beijos para ti e para S.
    Meg

  10. Do seu post para o comentário do Valter e, daí, pra sua resposta, fora os links que vou visitar! Isso é mesmo cultura disseminada como peste, e das boas!!!

  11. Você é rápida no gatilho: já me respondeu lá no Pras Cabeças. Taí o “tempo real” da internet: até a noção de “tempo” está sendo desconstruída. Abraços.

    Pois é, viu só, Claudio?
    Ah li o que vc escreveu sobre o livro de Aninha.
    Concordo.
    E acho que o livro está entre os pouquíssimos (mas que pouquíssimo, nada) é a publicação mais importante do século, so far.
    Obrigadíssima pela visita.
    Venha sempre e logo:-)
    Todo dia, certo?:-)))
    Beijos

  12. Meg,
    Volto para tentar me justificar, se é que é possível. Costumo fazer uma leitura dinâmica do texto antes de lê-lo. Consigo, dessa maneira, ao selecionar, ler mais coisas. Quanto passei os olhos em sua postagem algumas palavras (frases, etc.) causaram a primeira impressão: Gilberto Gil, Ministro da Cultura, Diversidade Digital, Presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ando com birra de presidentes), Comitê Gestor da Internet no Brasil, Software Livre (sou analista de software), Rede Livre de Compartilhamente Digital. Concluí, talvez apressadamente, que se tratava de assunto ligado a TI, escrito por gente de TI. Como trabalho há 29 anos com TI (refiz minhas contas) e não encontrei nesse tempo vida inteligente na área, fiquei com preguiça de ler. Convém acrescentar que o universo de TI está cada vez maior. Empresas gigantes como a minha IBM, EDS, HP, SCI, Apple, Microsoft, a indiana TCS (Tata) que já está fazendo um estrago por aqui, todas as teles (OI, Claro, Vivo, CTBC, Embratel, Telefonica, etc), Verizon (mais uma americana chegando), Avaya, Spring, Google, etc., trabalham quase que exclusivamente com TI. Sobra muito pouco fora de TI, né?
    Com relação a inclusão digital, mesmo sem ler o artigo, já tenho opinião formada. É mais um artifício que governos corruptos, de países pobres, usam para desviar (lavar) dinheiro. Você sabia que o governo do Zimbabue tem um grande projeto de inclusão digital naquele país? Só rindo mesmo. Poderão até morrer de fome, mas nunca por falta de bits.
    Beijo carinhoso
    ~*~*~*~*~*~

    RESPOSTA:
    Meu querido Lord:
    Olhe, você não precisa se justificar nunca.
    Acho que já deu pra entender que sou uma pessoa que agüenta o rojão (desculpe eu falar assim) exatamente porque eu sou como você, uma pessoa correta, que pesa e pensa o que faz nem que seja depois de fazê-lo. (sim, sei que parece elogio em boca própria, mas aprendi que se eu não falar o que tenho de bom, ninguém vai falar, não é?)
    E nem adianta a gente tentar esperar justiça, o que na realidade, tal como a birra que vc tem presidentes- que compartilho com você – eu aprendi que é coisa morta: justiça não há. Justiça é conto de fadas. Digo isso sem amargura, só constatando a realidade.
    Pois bem, então, usando esse preâmbulo, eu quero dizer que adoro quem é “straight” comigo, diz o que pensa e não vem fazer os tais comentários burocráticos – vem e diz, na chincha:-)
    E por isso adoro você. Já disse publicamente que lamento imenso não ter conhecido seu blog antes.
    Bom, dito isto, vou lhe dizer que as keywords realmente são essas, as da TI. E eu até hoje não parei pra pensar sobre em que conceito eu tenho de quem se dedica a TI, ou escreve sobre, mas já vi *duas* vidas inteligentes: você e o meu grande amigo, professor em Vitória-ES, Luiz Antonio Capezzutto que também é ou foi da IBM, desde o tempo dos dinossauros, em que havia reserva de mercado ou coisa semelhante (não sei bem pois é uma época em que *EU* não existia, apesar de ter 376 anos;-)
    Então as keywords são de TI, mas o que recomendei nesses blogs foi extamente a reflexão sobre os efeitos dela.
    Para dar um exemplo contundente, utilizo-me do que você me forneceu:

    “Você sabia que o governo do Zimbabue tem um grande projeto de inclusão digital naquele país? Só rindo mesmo. Poderão até morrer de fome, mas nunca por falta de bits.”

    Se esse PROJETO sair e for implantado é uma questão de política e de TI , que , à partida, já se sabe que envolve sim, política, claro, nada nem ninguém é santo e “o mundo não é dos inocentes”.. Period!
    Agora quando você me diz, Olha, Meg: Sobre isso só rindo mesmo. Poderão até morer de fome, mas nunca por falta de bits, aí, Lord, reconheça, esse enunciado é um juízo, é analítico e é a opinião de quem entende. Tem, queira vc ou não, um cunho que já não é mais técnico e muito menos tecnológico, é filosófico, ou sociológico ou antropológico. Ou os três.
    S.M.J.;-)
    E só não vim responder antes, veja só, porque estou lendo para depois discutir com uma turma braba e brava, o texto que um certo Ricardo Filho, escreveu para apresentação de Relatórios do Prefeito de Palmeira dos Indios. Que sendo um Relatório, imagine! viria a ser indiretamente uma espécie de origem da careira literária do grande escritor Graciliano Ramos
    Tá vendo? o problema é que ese tal de Ricardo escreve bem à beça (ou à bessa);-)))) e eu ainda estou por aqui.
    Receba um beijo meu, querido Lord, e que é portador do mesmo carinho que me dispensa.
    Meguita.

  13. Hey, tinha um post sobre o festival de Cannes por aqui, não tinha?

    Tinha sim, Valter, mas sua amiga aqui é uma anta e o post dançou.
    Fazer o quê?
    Vou fazer um post mais ou menos, para amanhã.sim?
    bj

  14. Magaly says:

    Ufa! Coisa à beça para aprender, considerar, enfrentar se bem que vc deu uma boa refrescada naquele comentário do Walter. Abriu o horizonte para a compreensão da matéria. Agora é colocar os links indicados bem à mão e procurá-los com freqüência para uma leitura atenta.
    Vou tentar me enfronhar no assunto, é importante, como é
    importante divulgar os nomes e trabalhos dos que analisam, estudam e dominam o asunto.. do jeito qe você fez aqui.
    Se eu tivesse a acuidade mental que você tem, minha amiga, eu estava feita neste fim de vida, imagina isso?

    Maga, querida…hoje vc me elogoiu pouco, estou muito preocupada:-))))
    Ah! eu não sei denada, só sei que pessoas muito competentes estão lá.
    E vc sabe que o Sub Rosa é um blog de divulgação, principalmente agora, após a minha morte …tsc..tsc..
    que tenho muito mais audência, então…:p
    Como dizem: Há males que vão pra Belém;-)
    Beijos, mortinha de sueño
    M.
    Olhe, vc está fazendo mil slides… , Estou gostando de ver a animação.

  15. Mário says:

    Meg, tem uma tarefinha básica para você lá no APOIO FRATERNO. Abraços, Mário.

    Mario, ainda não sei o que é mas já tou com medo….nãããããÕOOO;-)))
    Brincadeirinha, vou passar por lá,
    Bj
    M

  16. Luma says:

    Sou a favor de qualquer forma de transmissão de cultura e aprendizado. Se a internet é a bola da vez, vamos dinamizá-la e torná-la viável pra todos!
    Meg, praticamente acabei de chegar de viagem e estou com todos os meus plug – ins – ins – ins dando tilt e precisando de atualização. Dei uma lida no blogue indicado e confesso, boiei. Precisamos de alfabetização digital. :P
    Boa semana! Beijus

    Mas, qual é o blog? Eu recomendei três, se é o que estou pensando…
    Fui lá no seu blog em visita que vc merece, linda. Sinceramente não me lembro se escrevi algo a respeito outro blog, que não o seu…
    Btw, mas qué rico!
    Tem de *um tudo*, como se dizia.
    Beijos
    M.

    >

  17. Meguita,
    Você acertou na mosca. Também gosto de jogo claro, limpo, procuro falar o que penso. Depois, às vezes, tenho um certo trabalho para consertar as coisas, é importante para mim estar bem com quem gosto.
    Me identifiquei muito com a parte sobre justiça. A idade, algumas experiências vividas, e um certo olhar cada vez mais crítico, me fazem sempre menos crédulo sobre a possibilidade do justo. Talvez a diferença é que isso ainda me traz revolta, não aceito, deixa um certo travo amargo. Nada que uma boa noite de sono, quando consigo, não cure. Sou, sim, direto, detesto burocracia, principalmente nas relações humanas.
    Voltando ao TI, às vezes penso que precisaria dar um desconto, sair um pouco do emocional. Caí nessa arapuca por acaso, fugindo da responsabilidade que o apelo atávico ao mundo da literatura me impingia. Tinha muito medo. Fui estudar Matemática, correndo da área de Humanas, pura covardia. Depois, com muita análise, Freud me ajudou, consegui enxergar o suficiente, um pouco melhor. Ficou uma certa revolta com o pobre do mundo de TI. Teria sido melhor ter seguido outro caminho? Às vezes fico na dúvia. De certa maneira repito meu pai. A mesma inana (sei que você gosta da palavra), agora com a Propaganda.
    Gosto quando você fala em dinossauros. É como nós dos mainframes, gente da velha guarda de TI, nos auto-denominamos.
    Com relação ao Zimbabue é sempre bom lembra que TI é muito caro, dá para desviar dinheiro.
    Chegando ao ponto do trabalho para seus alunos com o artigo meu, fiquei felicíssimo. Gostei muito de tê-lo escrito e, sem modéstia, acho que ficou legal. Mostra direitinho a trajetória de alguém que aprendeu a amar os livros. Ensina que esse amor pode ser desenvolvido. Fala de Ricardo Ramos e Graciliano, duas enormes referências para mim. Há ali uma relação de amor com o texto, com a palavra, com o que tenho vivido. Fico curioso em saber qual será o resultado. Depois você me conta?
    Beijo muito carinhoso

    Querido Lord
    Conto tu-di-nho! Amanhã.
    beijo
    Meg

  18. Oi, Meg,
    dei uma chegada lá no bogue que fala disso. Na verdade, entrei e sai, Falta de tempo, voltarei depois.
    Mas, tenho uma severa implicância com esses novos termos inventados, normalmente “pour epater les bourgeois” e encher linguiça.
    Lembro-me, logo, do “Pós Moderno” e da “Deconstrução”, na Arquitetura, puras balelas e venda de peixe, quando o que vale, mesmo, é se o produto, seja lá o que for, é bom ou ruim.
    In vino, veritas, in acqua, balelas!
    beijos
    fernando cals

    Hahahah: In vino veritas, in acqua , balelas, Muito bom!
    Fernando, vc faz muita falta por aqui.
    Não demore a voltar.
    Super beijo!
    Meguita

%d blogueiros gostam disto: