Rilke, um excerto…

air
Air- Weiss

“Essas antiqüíssimas dores
não serão finalmente fecundas em nós?
Será tempo de nos libertarmos, amando, da coisa amada…
docemente como quem se desabitua
dos peitos maternos.”

Rainer Maria Rilke

Mais Rilke…

=-=-=-=-=-=-=-

Para todas as leitoras do Sub Rosa versão 2, 3, 4…:-)

Cliquem no link, por favor,sim?

http://www.jacquielawson.com/viewcard.asp?code=1218865519768&source=jl999.

Beijos.

Sobre sub rosa
The most of all things and persons in the entire world drives me *flabbergasted". That includes me.

30 Responses to Rilke, um excerto…

  1. James says:

    O blog da senhora é interessantíssimo.
    Um abraço.

    ;-))
    Obrigadíssima:-)

    O blog do *senhor* é – sem dúvida- excelente. Tanto pela intenção , quanto pelos posts.
    Sou nietzche(i)ana de carteirinha.
    Um abraço.
    Meg

  2. Eduardo.P.L says:

    Meg, querida pode mandar mais Rilke. deste gostei. Idem da ilustração, claro, pois és campeã.
    Não vai ficar magoada comigo, mas dei o SELO do Award Thinking Blogger para o Sub-Rosa. Já fazia tempo que estava faltando.
    Agora tens que continuar com a corrente indicando mais cinco para o SELO. Bjs e desculpe….risos!

    Olhe, Edu, Isto é o que se chama uma saia justíssima…que , aliás, ficam-me muito bem, quando não metaforicamente falando, modéstia às favas;-)

    Como vou fazer se mais de 20, 200 blogs são meus preferidos?
    Vou ver uma saída estratégica, senão já digo: Milton Ribeiro, Denise, Aninha Pontes, Lord Broken Pottery …que já está indicado… aí? como fico se só tem mais um e eu com tantos blogs maravilhosos?!!!!
    Socorro!!!!!
    Não, essa é demais pro meu coração…
    Mas fiquei muito, muito feliz!
    Obrigada. Muitíssimo!
    Honra, honra, honra, caro Eduardo, para mim!
    Meg

    respondido âs 3:05h da matina, sábado;-)

  3. denise says:

    A poesia como uma escultura. Perfeita. Mas, como libertar-se da coisa amada, amando? Dá pra pensar.
    beijo, menina

    Sem dúvida, Denise… É terrível, sei disso… já tive que fazer isso, mas se não fosse uma faca no coração, qual seria o mérito?

    Um beijo

  4. Que lindo.

    Veja bem (piada entre eu e a dona do blog, OK?), até eu gostei! E não pense que fiquei pensando em me reabituar ao seio materno…

    Muito bonito mesmo. Texto e imagem.

    Beijo.

    Mas não queremos sempre voltar ao seio materno, esse é o retorno que mais desejamos, depois do retorno ao útero, não é? As chamadas perdas objetais? Os deslocamentos do “afeto”?

    Outro dia li um texto-post seu que falava em psiquiatria e psicanálise… então vc saberá disso melhor que eu:-)

    Cuidemos apenas que isso seja transicional… E não vou me estender sobre isso.

    Mas, adorei que tenhas gostado do que disse Rilke… Espero que esta seja minha função:-)))

    São quase 4 da manhã , voltarei para refazer essa resposta.
    Beijo

    Pronto já fica valendo o post pelo Dia das Mães:-)

  5. thata says:

    eeeita que esta foi no x da minha questão!
    anda lendo meus pensamentos, meguita?
    e respondendo à Denise, deixar o peito nem sempre é uma decisão dos filhos, né? geralmente cabe à mãe afastá-los lentamente ;)
    beijos

    Ler, não creio, querida Thata, minha menina…
    Mas sentimentos femininos são sempre cíclicos, não é?
    Também respondi à Denise.
    Mas para vc ainda digo mais: separações, ainda que feitas por causa de Amor, são sempre atos se não de violência, tomados como violentação.
    E para quem sofre a dor, não sabe o quão lentamente ela foi tentada.
    Ah! eitos e cilícios do Amor, que não cabem em nenhuma divisão das tentativas de catalogação.

    Já disse que fiquei feliz e tinha saudades de você, linda?;-)

    Beijos, então;
    Meguita

  6. Antonio says:

    Liberdade :D

    Só!:D

  7. Então, eu aprendi exatamente assim, perguntei lá no segundas intenções, eu acho… :P
    o jeito mais fácil é:
    “esse é o post bla bla bla bla.

    e fim do post bla bla”
    no editor de post tem uma tecla “more” que faz adiciona essa tag, o que fica abaixo do fica escondido :)
    beijos!

    Yep!
    MilhÕes de mercis.
    Eu acho que isso é que é legal…partilhar o que se sabe com quem não sabe.
    bjs para ti e Simone e familia, Ok

  8. resolvido :)

    Obrigada, Antonio

  9. Meg,um pouco de dor não mata ninguém.
    Algumas dores são, inclusive essenciais. Rilke sabia disso. Alimentava-se delas, eu creio.
    Lí Rilke no seminário. Foi objeto primeiro de adoração, depois vieram a dúvida, depois meio que a decepção. Ele existencialista, eu naquele tempo como hoje, perplexo. Com a vida. Com os homens.
    Fique bem,
    Um beijo grande

    ps:acho que vc entendeu errado minha resposta lá, ou me expressei mal. Vc responder aos meus comentários às quatro da madruga, para mim se reveste de uma capa especial. Dedicação e carinho, é o que eu acho.

    Desculpe, mil desculpas, mas, como só eu posso saber;-), digo-lhe que não entendi errado, não, Valter. :-) E você sabe disso.

    Do mesmíssimo modo que *O MURO* lembra ou não, dependendo da formação de quem lê, o livro de Sartre, que não é um conto.

    E, se eu pudesse, baseada no que tenho lido do que você já postou, pediria que (permanecesse) você não mudasse o título do livro, como justa homenagem a alguém (melhor escritor que filósofo) mas ainda assim alguém que pensou, de forma extremamente aprofundada, as contradições da existência humana: Jean Paul Sartre.

    André Malraux e Hannah Arendt , em épocas diferentes querido Valter, dois monstros sagrados, têm livros diferentíssimos mas com o mesmíssimo título e o mesmo “subject”: “A condição humana”.
    So wath?;-)

    Então, pense.
    Mas, como sempre, gosto que seja assim, que se discuta, pois acho que como no filme Casablanca, o personagem de Claude Rains diz para o personagem do Humphrey Bogart:
    “Este pode ser o começo de uma grande amizade”

    Pode apostar.:-)
    beijão

  10. denise says:

    Meg, respondendo ao comentário lá no blog, não tenha vergonha de nenhuma dor. Cada dor é única e é nossa. Chore-a sim, é vida que nos amadurece e nos faz mais gente. Acredito que o sofrimento nos faz melhores. Não que o desejemos, mas é fato.
    beijo enorme, menina

    Denise, sabe o que mais? Sou a mulher mais sortuda, the luckiest woman in the entire world. Há cerca de nem sei quanto (pouco) tempo, tudo que eu tinha era… o mundo, hostil e algumas pessoas muito mais… Hoje, sem eu ao menos esperar….isso, tão lindo.
    Não querendo desfazer dos demais :-) hohoho, o meu blog hoje é o que tem os mais belos comentários e as pessoas mais bacanas do mundo. Awesome, awesome, awesome!
    O que mais posso pedir?
    However, minha dor não passou, Denise, ainda não não dá para responder este seu belo commnt sem chorar…:-), por isso não respondo, minha linda. Tenho que dar mais tempo ao tempo.
    Mas para você, faço questão de dizer: Muiro, muito obrigada!
    Todo o BEM do mundo para você, da ‘quaaase-feliz ‘
    Meg

    P.S. Só acredito na alegria. Nietzsche, (alô, Valter) meu pensador de plantão, já dizia, de forma definitiva:
    “ALEGRIA é a FORÇA MAIOR”

  11. lulu says:

    Perfeito.

    Não é?
    beijos. Muitos, querida

  12. aninhapontes says:

    Conseguir libertar-se de uma dor, é sempre uma conquista, e se for amando, melhor ainda.
    Um beijo querida.

    Adoro quando você vem por aqui e comenta, minha linda.Você tem sempre uma interpretação precisa.
    Um beijo, querida Aninha e um Felicíssimo Dia das Mães.
    É uma data triste para mim. Um dia lhe conto.
    Mas digo-lhe algo.: Certa vez estava em um país estrangeiro, um país que amo muito e que me deixa feliz.
    Pois cheguei a ficar deprimida, uma semana trancada no quarto.
    Só depois vim reparar que, no Brasil, era a semana do dia das Mães.
    Lá não era.
    Veja, como o Inconsciente é soberano!

  13. Eduardo.P.L says:

    Meg, se descobrir quem é o ESCRITOR pai do QUEBRANDO POTES estou curioso por saber. Qual seria a PALAVRA. Outra curiosidade. Beijo grande e bom domingo dia das mães! O texto de hoje no Valter , sobre o assunto, me comoveu às lágrimas. Me lembrei de você. Bjs.

    Eduardo, querido. Cheguei lá no “perplexoinside”, e fiquei paralisada. Não, não é para qualquer pessoa, escritor ou não, fazer um relato daqueles, *daquele modo*, daquela maneira. Puro Nietzsche!

    E lembrei de um trecho de uma das “Cartas…” do Rilke que diz assim:

    As coisas estão longe de ser todas tão tangíveis e dizívies quanto se nos pretenderia fazer crer; a maior parte dos acontecimentos é inexprimível e ocorre num espaço em que nenhuma palavra nunca pisou.

    Já quanto ao nosso Lord da Ordem da Cerâmica Broken, eu penso que não descobrirei, mas esperemos que ele seja magnânimo como convém a um representante da alta nobreza e me diga baixinho por email.

    Um beijo,
    Meg – estou precisando mesmo de arranjar um título de nobreza para mim… ;-)

    P.S madrugador:-)
    Gente, claro que já descobri quem é o ESCRITOR , Pai do Lord Broken Pottery.
    Acho bom ele guardar segredo, (mas será que não é segredo de Polichinello, tantas pessoas falam dele, a Sibila , se não me engano e outros)… fica bem melhor assim, e assim podemos escrever, de forma natural, como sempre.

    Oh que dia tão feliz!

  14. Ery says:

    Lindo, lindo, lindo! Profundíssima inspiração. E a imagem, hein? Perfeita.

    Acho isso mesmo de Rilke, também, Ery.
    Feliz fim de semana.
    Obrigada por comentar.
    Volte sempre, eu sempre estou lá pelo *seu* Infinito…:-)
    Meg

  15. Meg, estava à tôa por lá, vim aqui te ver.
    Fica bem que a gente também fica.
    Lí o que vc escreveu para o Eduardo sobre o post no perplexo.
    Hoje já dá para falar no assunto. Há tempos atrás não falaria.
    Sempre tive total conciência sobre os fatos alí narrados. Nunca me foi escondida a condição de filho adotivo. Isso nunca me fez mal. Mas também não era algo que eu estivesse disposto a compartilhar.
    Hoje não tem mais problemas. Acho que minhas leituras de Rilke, um pouquinho de Sartre, Soren de Kiekergaard até o danado d0 Nietzsche me ajudou. Os traumas se foram, a alegria voltou.
    Podemos falar do assunto numa boa, não me constrange.
    Me preocupo com você, sabia?
    Te queremos bem.
    Um beijo grande

    Valter, a minha alegria não voltou, e ainda não sei se posso falar da minha dor.
    Quando se pode falar *COMO* você falou, acho que está cortado o nó górdio. Está tudo beleza.

    Sei muito bem, que você e Aninha gostam de mim. Mas tudo bem…. Leva um tempo, como na música do Lulu Santos, mas *vai passar* e vou ficar bem, contando comigo mesma. E a little help from my (new) friends…
    No mais, querido Valter, pô… deixa de falar assim comigo…;-)))))
    Essas coisas, que a gente sente que vêm do coração, como diria o Poeta (preferido do Milton) deixam a gente emocionada como o conhaque do Drummond.

    E lembro aqui o final do poema:

    […]
    Mundo mundo vasto mundo,
    […]
    mais vasto é meu coração.

    Eu não devia te dizer
    mas essa lua
    mas esse conhaque
    botam a gente comovido como o diabo.

    Vou agora ver um filminho e… Denise, ainda não não dá para responder seu comment sem chorar…:-), por isso não respondo, minha linda. Tenho que dar mais tempo ao tempo.
    Um beijo a todos.

  16. Nelsinho says:

    Adorei, Adoro, te adoro, Meg!

    Obrigada, Nelsinho. Você é que é especial e o Mukandas merece ser vistado por 20 milhões de leitores.
    Obrigada por tudo que eu lhe devo, e que recebi com afeto.
    Meg

  17. Meg, querida,
    A insônia é um mal (ou bem?) terrível. Estou lendo “pelaí” desde quatro. O nível dos comentários está elevadíssimo: Rilke, Sartre, Maulraux, Nietzsche… Só gente culta por aqui. Como fico meio preguiçoso pela madrugada, vou baixar a bola um pouquinho.
    Fiquei muito impressionado com a emoção sentida nos comentários e respostas. Diria que todos andam com a alma à flor da pele. Sendo a ovelha negra da família, aquele que consegue falar de emoções mais escancaradamente, sem o rigor alagoano de meus antecessores, fico à vontade.
    Aproveito para agradecer a sua indicação e começo a lidar com a encalacrada (se é que o Lula permite-me o uso da palavra) em que o Eduardo nos meteu. Indicar cinco blogs é tarefa que me fará em mais alguns cacos. Colocar o selo em meu blog será difícil. Sou completamente ignorante em matéria dos artifícios inerentes a esse saudável exercício de blogar. Sei postar textos, apenas textos e é o que me basta. A idade, e uma certa rebeldia que vem da juventude, faz-me impermeável demais a certos aprendizados. Aliás, engatinhando como estou no ofício, procuro somente apurar o jeito de escrever. É o objetivo que me imponho, apenas.
    Veremos…
    Grande beijo e obrigado mais uma vez.

    Tanta coisa a dizer… acho que volto, ainda volto por aqui.
    Obrigada, mylord!
    Um beijão
    Meg

  18. Passando para te desejar um bom domingo, e agradecer as flores lindas que recebí alí em cima.
    O seu rosto voltará em breve ser iluminado pelo sorriso, e seu coração vai vibrar de alegrias.
    Sei disso.
    Um beijo

    só quero saber duma coisa..lá, ri lá, lá:-)

    Ah bom!
    Agora que fui no seu blog, est´[a tudo bem, linda:-)
    Beijos
    Meguita

  19. Eduardo.P.L says:

    Meg, todos os segredos revelados. Puxa, nunca pensei que fossemos ter tão perto, tão boa e tradicional literarura brasileira!

    Diga lá, querido Eduardo:-)))
    Somos ou não somos the best:-))) hohoho…?

    É isso que dá: onde está o Sub Rosa, ou melhor o Sub Rosa e eu, Meg, Maria Elisa Guimaraes, temos uma pensamento, que é um excerto do famoso poema do poeta espanhol JIMENEZ:

    Não sou eu que escolhe o melhor: é o melhor que me escolhe.

    Ueba!!!!!!

  20. denise says:

    Meg, adorei as flores! Lindas! E retribuo em dobro um jardim inteiro pra você! Felicidades , minha linda, neste e em todos os dias de sua importante vida.
    beijo carinhoso, menina

  21. Meg, corrija aí o nome do filósofo: NIETZSCHE!
    Assim não dá Valtão, assim não!
    Bom, o resto acho que entendí tudinho, agora vou praticar tá bom?
    Beijim

    Valter, caríssimo, não disfarça, coméquié? O título vai permanecer não vai?
    ;-)))

  22. Allan says:

    Já aconteceu de estar catando ostras e encontrar uma pérola? Pois me aconteceu agora.

    Putzgrilo, Allan…isso que você disse…é um prêmio para mim, dessas coisas do conhaque do Drummond:-)
    Obrigada, querido

  23. adelaide says:

    Que beleza geral, Meg! Sim, senhora, você é mesmo incrível. Obrigadíssima por essa homenagem maternal, floral e – apesar de todos esses “ais”, intelectualizada a esse ponto. Obrigada também pelo Rilke, que nunca é demais e sempre tem aplicações apropriadas a qualquer momento da vida. Feliz dia das mães, mesmo retroativo. O que afinal não faz mal nenhum, porque o tempo, como você deve saber, não existe. Abraço.

    É verdade. É isso que digo para mim mesma, Adelaide

    A grande ilusão metafísica

    Um beijo
    M.:-)

  24. Matilda says:

    Lindas as flores, Meg querida, flores sempre me comovem.
    Linda a ilustração, lindo o verso…
    Beijos, :).

    Querida, descanse, afinal metade da cura é o repouso:-)
    beijos para você,
    M.

  25. Alma says:

    Lindo poema!
    Lindíssimo cartão, Meg!
    Obrigada, vc me fez descobrir a pólvora: o botão direito do mouse!!!!! Merci, merci!
    Beijo grande

    Hahahah, ri muito e adorei…
    Fiquei feliz com essa..!
    beijo, querida

  26. pedrita says:

    belíssimo. beijos, pedrita

    Seja bem-vinda, Pedrita.
    Be my guest:-)
    M.

  27. Eduardo.P.L says:

    …..O melhor que me escolhe….pô….essa é boa! Só a modéstia me impede de usar!!! Risos e beijos. Boa semana!

  28. Talvez, quando essas “antiqüíssimas dores ” sejam “finalmente fecundas em nós”, esteja na hora…

    Oh D. Afonso, perdoe-me mas não entendi o seu comentário…
    Miinha cabeça é fraca:-)
    Porém isto não é problema, afinal o Rilke merece comentários profundos como o seu.
    Um grande abraço
    E volte sempre.

  29. nelson says:

    Meguita, se o wordpress me deu 2 IPs me resta então acompanhar o entusiasmo e gritar URRRAAA..rsrsrs

    Adoro Rilke e voce nos deu perfeito exemplo pra gente gostar de poesia ainda mais.
    “Hora Grave” (tradução de Paulo Plinio Abreu), foi assim que tomei conhecimento – é como dissesse : – You’re talking to me?!..
    Transcrevo o começo e o fim:
    “Quem agora chora em algum lugar do mundo,
    Sem razão chora no mundo,
    Chora por mim.
    …….
    Quem agora morre em algum lugar no mundo,
    Sem razão morre no mundo,
    Olha para mim.”

    Meguita, desculpe minha incompetencia, os links não chegarem ‘vivos’.
    Gosto do Jon Stewart e seu Daily Show, Global Edition na Cnn ( sabado la pelas 18:30) e se for a praia web site do programa traz material interessante:
    http://www.comedycentral.com/shows/the_daily_show/index.jhtml
    O outro link é duma fotógrafa, das favoritas, a Leibovitz:
    http://www.cnn.com/2007/SHOWBIZ/05/10/annie.leibovitz/index.html

    Beijos, carinho e amor, num perfeito bouquet virtual, vá lá,

  30. Nelson, querido, veja só?
    Só hoje fui reparar que seu comentário estava classificado como SPAM.
    Mas sou atenta.
    E atenta a você, claro.
    Beijos
    Meg

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