A quelque chose, parfois, malheur est bon

Continuo sendo Rosa

Este post também podia ser chamado de As aventuras da Meg (apenas para amigos verdadeiros hohoho) ou da Maria Elisa Guimarães, com o WORDPRESS e seu novo blog. Ou ainda, como na música do meu amado Paulinho da Viola: “A vida não é só isso que se vê….”

Como estou com muita pressa, vou dizer aqui o essencial:

1- Este blog tem cerca de 3 dias de vida útil e foi iniciado no dia 1 de março.

Iria servir como terapia , pois eu, tal como uma das mais lindas pessoas da blogsosfera disse, sou “blogueira terminal”: com seis anos de blog e sem nenhuma intenção de morrer, e mais notadamente, morrer para os blogs, com meu verdadeiro nome, que sempre, oh my gowd, sempre foi Maria Elisa Guimaraes, pois minha médica falou:’Maria Elisa, se você não voltar agora não volta nunca mais..’

Eu que sempre achei maravilhoso aquele ‘causo’ mineiro (e verdadeiro) da época do ínício da ditadura quando perguntaram, cobrando uma posição de Minas Gerais (ei, mineiros, iuhuuu!) se estava com o Jango ou com os miltares que deram o golpe, alguém , não sei se foi Tancredo ou Bias Fortes, mas foi uma raposa de rabo peludo hohoho, respondeu a frase que ficou na História:

MINAS ESTÁ ONDE SEMPRE ESTEVE” .

Aliás, parece que a PIADA não é essa, (embora sirva muito bem) mas aquela (também mineira) , em que um superior mandou que suas tropas se retirassem, (deve ter sido numa situação cruel e de situações cruéis, eu agora entendo) em que o superior disse aos seus comandados:

OLHEM VOCÊS DEVEM SAIR ASSIM: NÃO TÃO DEPRESSA QUE PAREÇA UMA FUGA, O QUE É COVARDIA, E NEM TÃO DEVAGAR QUE PAREÇA PROVOCAÇÃO

Pensei muito, matutei e disse: puxa, se tem uma coisa BOA, ÓTIMA, EXCELENTE, que esse inferno me trouxe, foi essa , que a poucos humanos essa graça é concedida: O linchamento, para mim, virou uma faxina, soube quem era e quem não era meu Amigo de verdade… Pessoas de quem, sem indulgência, ou acumpliciamento, recebi um apoio que realmente só quem cultiva a grande arte da AMIZADE (entenderam porque eu escrevo Amigo, sempre com maiúscula?) reconhece e é capaz de oferecer.

Mas, sem me deter muito mais nisso que é jóia e que é rara, eu resolvi começar o blog só agora, num tempo em que achei que não era tão prematuro que parecesse provocação e nem tão tarde que pudesse deixar-me ficar mais entristecida, manietada, subtraída etc…

Comecei então esse blog, com todas as características de um blog só para convidados, em caráter experimental e com um grande medo de errar a mão. Por isso é que convidei pouquíssimos Amigos que sequer tinham blog, escritores, médicos, e apenas 4 blogueiros, os quatro demais eram aqueles fiéis leitores que eu dizia que tinha 13, (mentira, eu tinha menos) e mais um que é blogueiro indeciso e todos sabem quem é : o meu beloved Amigo, CÉSAR MIRANDA .
E claro, minha linda, lindíssima, brasileira-romana-austro-húngara Anna Barbara, que é pessoa cuja existência na nossa vida é presente que supera tudo que de ruim já se passou.

Depois de uma semana – segundo meus planos – eu convidaria os outros, mas qual não foi a minha surpresa, que sem eu contar para ninguém e pedindo no email-convite que esse blog NÃO fosse divulgado, nem sequer a sotto voce e ainda por cima, nem todos vieram, entre os AV (amigos verdadeiros) , o Sub Rosa(flabbergasted v.2 foi colocado aí na interface e na administração do WORDPRESS como o blog que mais crescia… oh heavens! Conheceram, ó 7 papudos?:P

Aí, foi como disse uma pessoa: Meg, já considerei fazer um post, um link e anunciar teu blog, pois já não é mais segredo etc etc. (não foram essas palavras exatas). Mas o sentido era esse. Aí, gelei! Mas, como sou mulher e não um rato, avisei algumas pessoas que estavam sendo mesmo que indiretamente citadas e coloquei o nariz – ou o pescocinho- para cima e me preparei para o que desse e viesse e até para o que viesse.. e desse! (perdão, infame!)

Portanto, meus queridos, estava eu qual Inês, posta em sossego , pensando (sempre que eu penso dá m…) no meu mundinho, verdadeira ilha particular, privée … e a moçada olhando.

E agora o segundo ponto e o mais importante porque definidor: As pessoas que vieram depois, e que assinaram e comentaram, me deixaram felicíssima (Deus sempre está do lado dos esbulhados, será?) . Creio que foi devido aos curiosos procurando, devido à qualquer inconfidência e mais os amigos queridos, que a situação inicial mudou: fizemos um carnaval de conversas através dos comentários, eta lelê! Eles todos é que me fizeram esse bem…: Ora se já não era mais segredo, então que seja nas regras da arte: coloquei aí do lado, no sidebar ou barra lateral, onde nada havia, pois detestaria causar embaraço público (na intimidade, é outra coisa) a quem quer que seja, inda mais meus queridos amigos, os nomes e links dos que me ajudaram a tomar tão temerária decisão.

Embora o problema não fossem os outros o problema era eu mesma – afinal tenho o direito de ter blog como qualquer um tem. Ou não? – Eu é que imaginei que não saberia mais blogar, não sabia como começar etc etc etc… , que iria ter lembranças tristes etc… E depois fiquei bastante tempo sem computador , thank goodness. Ainda estou. Não estou com o meu onde tenho tudo o que se precisa para se fazer um bom blog. Ok, médio! Então, resolvi colocar os links dos meus Amigos, ao lado, ou melhor, mixed com alguns dos blogs de que sempre gostei. Independente de seus donos. Ou de suas atitudes para comigo. Logo…

ISTO É IMPORTANTE: Não pretendo e não tenho intenção -aliás essa nunca foi a minha política – trocar links. Magina, logo eu! Pensamento meio fraquinho esse, não? For Pete’s sake, my cake!

Embora , sem dúvida eu tenha ficado felicíssima ao ver pelo Technorati , que o primeiro e único a me dar um link foi o meu inestimável, imenso Amigo Fernando Cals (Eta lelê, flamenguista que não nega a personalidade que tem!). Obrigada Fernandão (isso, ele que falou, quando um dia , eu disse, “pode me chamar de Meguinha ou Meguita, ele respondeu na chincha: e pode me chamar de Fernandão hahahahahaha!” Obrigadíssimo Fernando! Você é daqueles que me devolvem a fé nas pessoas .

Emtão, já sabe: se vc achar seu link aqui e ficar surpreso (os Amigos não ficarão, bien entendu) tem duas coisas a fazer: ou deixa , sabendo que por alguma razão, você foi bom/boa comigo, ou realmente admiro-lhe o valor, como crítica, de seu blog. Mas não lhe peço nada. Decididamente, quem me conhece, mesmo que não goste de mim, e queira ser verdadeiro e justo, além do meu mau humor insuportável, sabe que eu sei apreciar qualidades. Ou a segunda coisa é dizer: Meg, sinto-me mal e não quero ser linkada por você. Eu tiro o link, ainda com MUITO, MAS MUITO mais prazer do que o que tive ao colocar. Certos, assim, então?

É só isso por enquanto.

beijos e até à volta.

Sobre sub rosa
The most of all things and persons in the entire world drives me *flabbergasted". That includes me.

7 Responses to A quelque chose, parfois, malheur est bon

  1. Maria Elisa Guimaraes says:

    Ô, Ane:
    Ai de ti que me percas esse Pós, esse curso, por não fazeres essa monografia!!! Vou onde tu estiveres, guria e te deixo sem possibilidades de arranjares mais nomes para ti, falou?;=c)
    Afinal, por que é que tu achas que não te escrevo? Ou não tenho te escrito? Com 376 anos, quantos cursos achas que já fiz e sei que qualquer pessoa ou vegetal, ou ser inanimado serve de desculpa pra quem tá na tua situação. Basta respirar…;=)
    Mas tens razão em duas coisas: estou muito, muito brejeira, é (???) estou sim, me sentindo muito bem. Estou alegre (olha o post do Ery aí embaixo). Mas sei que independe de mim a alegria, como ficar triste também independe. De mim ou de outrem, diga-se com bastante ênfase! Mas como já disse não cultivo tristeza. Minha personagem preferida, deves conhecer, era Lou Salomé, então lembra dela e tens uma Meg.
    Da vida quero sempre o melhor. E sempre o “marrow” da vida!
    Quanto a links, putz, será que escrevo tão mal assim que não deixei claro no meu post? hohoho…. Embora um teu me causasse especial alegria, não tendo tá tudo beleza, sabes disso, tá certo?
    Bom, agora tá valendo, já estava, na hora em que me deste a dica e eu não entendi… para pouquíssimas coisas na vida sou lerda, mas no meu atual estado, a visão e a análise ficam curtas.

    P.S Adorei, adorei essa coisa de dizeres….”verdadeiro nome, isso no teu caso:-))) Concordo, sei bem a que te referes, mas, acredita nunca dei para a heteronimia de Fernando Pessoa, quando tentei experimentar em situação não-bloguística… deu no que deu….:-(

    Beijo. .

  2. ane aguirre says:

    Queria ser curtinha, mas acho que não vou conseguir porque o teu post é longuinho.

    Explico: eu raramente comentava no outro Sub Rosa, então é minha intenção manter-me comportada do jeito que eu era, até porque assim eu me sentia bem. Mas eu li este post e te achei “brejeira”, solta, ágil com as palavras. Pareceu-me um bom sinal e queria te dizer isto.

    Sempre concordei com essa coisa de usar o “verdadeiro nome”, mas isso no teu caso, viu? hehehe! Porque eu adoro inventar verdadeiros nomes para mim a cada ida e volta. De qualquer forma, os nomes ou apelidos não nos escondem quando as palavras nos revelam. Tou certa ou tou errada? (do verbo “tar” me revelou um amigo)

    Confesso que eu fui dessas que não entendi o caráter experimental; depois reli o convite e me dei conta que eu tinha feito uma leitura apressada, já pedi desculpas por isto? Mas não fiz post nem coloquei link, viu só? Embora o Google tenha feito muito bem a sua parte, me contaram. E eu fiquei aliviada porque com um cara chamado Google ninguém concorre. Agora, se vc colocar o meu nome (o atual) no Google já pode facilmente chegar aqui. Imagina?!

    Pronto. Eu não vou comentar mais. Estou cheia de livros abertos e anotaçoes à lápis por todos os lados… e bilhetinhos e um calendário fazendo tic-tac bem alto anunciando que não vai dar tempo de terminar a tal monografia. Vou ter uma síncope.

    Só queria saber: agora tá valendo?
    A gente pode anunciar na nova novela da Globo e tudo?

    ;)
    Desculpe a brincadeira, Meg.
    Eu espero que vc tenha bons leitores e comentadores por aqui. Nunca fui parte daqueles 13, vc sabe. Mas nunca alguém vai me ouvir dizer que o Sub Rosa não era um blog importante. Você sabe, sim fazer blog… deixe de rodeios. Então faça. E o resto era o resto. Cuide-se direitinho.

    Beijo.

  3. valterferraz says:

    Meg, bom te ver. Voltarei.
    Um abraço forte para você

  4. Maria Elisa Guimaraes says:

    Ah! Valter, duas coisas:
    Primeiro: sinta-se em casa, sinta-se bem-vindo sempre.
    Segundo: olha, esse talento que me fazia ler o que escrevias/escreves no Blogspot, me deixa feliz por estares aqui.
    E cheia de mais resposnsabilidade.
    Um beijão, caro amigo de pelas bodas de quê mesmo? Só sei que é mais que de PRATA.
    Estou toda prosa, com sua visita, traga a Aninha aqui. Ok?
    Beijão para os dois
    M.

  5. Eduardo says:

    Meg, eu disse que não iria ficasr pagando minutos neste CORREIO, mas não resisti e li sua postagem acima! Eu agradeço sua linkagem. Eu também não sou de trocar favores, mas o seu estava la no VARAL antes de ter visto ele aqui. Beijos e vai em frente! PS- O autor de TUDO no VARAL sou eu, quando é obra ou foto de terceiros dou o crédito. O retrato da Renata, é meu. Ela é a retratada! Beijão.

  6. nora borges says:

    Pois li este post agorinha… eu deveria ter começado a visita de hoje por ele, ñ é?
    Também vi a brejeirisse nas curvas das linhas e nos risinhos marotos das entrelinhas… achei muito bom.
    Também sorri aqui com seus mais cem anos em menos de uma semana… acaso foi o impacto do aniversário dos Cem Anos de Solidao?
    Esqueça o til neste teclado, ok?
    Inventar nomes é muito difícil quando a mao da gente ( e o coraçao ) nao mudam de identidade, nao é? Por isso sempre fui Nora.
    Bueno…nunca falei tanto no seu blog, heim?!

  7. Oh Nora.. só hoje quase um mês depois é que vi o seu comment.
    Por favor me pedoe.
    Um beijo
    Meg

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