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CANETA REVÓLVER – Marilia Castello Branco
Pessoas queridas, é por emoções como esta, enfim, é por isso que embora há mais de 5 anos eu venha me dizendo diariamente que devo acabar com o Sub Rosa, algo me faz prosseguir, às vezes, contra toda a lógica.
Abro um espaço neste recolhimento involuntário em que me encontro para dar esta notícia: quem foi blogueiro militante (mas militante mesmo) em 2002/2003 há de lembrar do soberbo blog da DIVINA ROSA, que outra não era senão a (dra.) Marilia Castello Branco, psicóloga, que cruzava a profissão com alta literatura (Marília, jamais esqueço os seus contos e exercícios inspirados em Grandes Sertões, do divino ROSA (perdão, não foi possível evitar), que era provada – posta a exame público em blogues ad hoc.
Agora, nem vou falar mais nada, vou deixar aqui o link e vejam, corram, acorram todos para o acontecimento:
Autógrafos
Amanhã, (dia 25 de setembro) às 19h
Livro: CANETA REVÓLVER
Só posso dizer que a sinopse é, embora eficente, modestíssima. Como eu dizia, quem estava por aqui em 2001, 2002 etc… sabe e muito bem o poder transfigurador da prosa de Marília, para nós a divina Rosa.
E o que é o mistério da Rosa… não é?
Marilia, eu tenho em algum lugar uma foto sua, que guardei e hoje iria servir à perfeição, mas tenho que parar por aqui. In bocca al lupo, querida.
=-=-=-=-=-=-=-=
E para confirmar que, como diz a lenda – já está virando um axioma - não existe ex-blogueiro, por favor leiam abaixo melhores, melhoríssimas informações:-) Tu-do!
* CANETA REVÓLVER Da escritora MaríliaCastello Branco! – Isso me dá uma felicidade, uma comoção igual àquela – efeito do conhaque de Drummond!
6 comments 24 September 2009
Wanna Be Startin’ Somethin’ (UPDATED)
∞ ∞ ∞
Voilà! E por que não (re)começar agora, não é, gente?
Tenho mil coisas a dizer, nenhuma porém de que me sinta capaz de falar agora…
Só sei que agradeço a todos, todos que me ajudaram neste momentos difíceis, a alguns até agradeço por me terem feito rir (ah! esse danado do Lord Caco )
Aliás, só para *me amostrar* e e embora sem querer ofender ninguém, o Lord é tão chique , mas-tão-mesmo que … lembram a coleção TEMPO_REI da Editora Positivo de que falei aqui em outro post há algum tempo? Pois muito bem, agora na mesma coleção Ricardo [Ramos] Filho e a escritora Vivina Viana são colegas . Ela lançou – como toda a torcida de todos os times já sabem – o livro Aqui em Nova York . Bem, na verdade, segundo ela me informaou, agora que está nas Minas que ela as tem Gerais e completas) houve outros lançamentos, relançamentos, mas comentarei depois.
Olha aqui, só por agora: Cronopinhos…
No mais quero dizer, que apesar de todos os contratempos e alguns dias de raro sofrimento, nunca estive tão feliz. Et pour cause…
Daí o título, que fico devendo ao querido Fausto Rego, que ganhou a Bia para enriquecer o grande elenco das mulheres (lindíssimas) da família.
Magaly, eu te amo. Pela sua amizade e apoio que nunca falharam. E isso a gente não agradece, apenas, emociona-se. E Oh moça linda do Des Tours, Des ‘Incommunales’ Délices, je t’aime aussi bien.
Pessoas todas, queridas, (as que sabem a quem estou me referindo) eu amo vocês. Obrigadíssima- pelos emails, telefonemas, colo, orações, receitas, piadas, paciência com meu humor..como é mesmo o meu humor…:-), enfim, por tudo, obrigada, e muito graças a vocês, já estou quase boa e já é hora de voltar a ser feliz.
—
E só pra eu ir embora, tomar meu chá com o Chapeleiro, devo dizer que não, não, não acreditem… há pessoas que morrem… e outras que, ao contrário, se imortalizam. Viva o Rei! Magina… mais vivo que jamais.
E um obrigada especial a (poucos) quem têm gentileza, sensibilidade , superioridade para, já que não podem impedir o massacre, pelo menos com elegância cobrem a nudez das almas vergastadas.
(ai, essa frase tá meio assim … não está?.., mas deixa ficar.(=)
∞∞∞
Um R. I. P. sentido ao escritor RODRIGO SOUZA LEÃO. – ( 1963 – 02 julho 2009) – aqui entrevista ao Portal Literal.
Aqui, o blog do poeta, músico, jornalista e wordsmith . Aliás, eu pergunto, quem não se lembra do seu lado *zineiro*? Quem não recebia o Balacobaco? Pois é…
Notem os posts. O último é de 25 de junho.
Rodrigo era também um provocante entrevistador. (E eu, claro, tinha as minhas preferidas).
Segundo consta aqui, está pronto um livro com suas entrevistas.
**** *****
Gente, meninos, eu juro: Eu, acreditem, não sei mais fazer post. Pelo menos, aqui. Se é que algum dia eu soube:-(
UPDATE / NOTA / ESCLARECIMENTO: Pessoinhas queridas, eu não disse que não sabia mais fazer posts, at all, ou em relação ao conteúdo deles. Isso, sem o menor medo de estar em crise de vertigem de pequena altura hohoho – acho que ainda sei. Um tiquinho, pois assunto nunca me faltou. E modéstia(falsa ou verdadeira) é coisa que como vocês sabem… vocês sabem. Existe?
O que eu disse, ou quis dizer e não me fiz entender, amados e ‘alcandorados ‘leitores atentos, foi não saber mexer com essas imensas e permanentes e incessantes inovações que são feitos a cada 3 dias aqui no WordPress Até pra colocar as categorias a coisa “pega”… Deve ser por ter passado quase 5 meses sem vir aqui. depois eu pego o jeito. Pronto, falei:-).
20 comments 8 July 2009
Čápová e Rossi

Hana ČÁPOVÁ. Renesancní sonety I. 1991, 13 x 19 cm
Clique na imagem: a vida melhora instantaneamente
Cristina Peri Rossi: nasceu em Montevideo, Uruguai, em 12 de novembro de 1941. É a primeira mulher a ganhar o Prêmio Internacional de Poesia Fundação Loewe, em sua XXI edição, com o livro “Play Station”.
R.I.P.
Ese amor murió
sucumbió
está muerto
aniquilado fenecido
finiquitado
occiso perecido
obliterado
muerto
sepultado
entonces,
…………………¿porqué late todavía?
“Inmovilidad de los barcos” 1997
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ORACIÓN
Líbranos, Señor,
de encontrarnos
años después,
con nuestros grandes amores.
“Inmovilidad de los barcos” 1997
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LAS PALABRAS SON ESPECTROS
Las palabras son espectros
piedras abracadabras
que saltan los sellos
de la memoria antigua
Y los poetas celebran la fiesta
del lenguaje
bajo el peso de la invocación
Los poetas inflaman las hogueras
que iluminan los rostros eternos
de los viejos ídolos
Cuando los sellos saltan
el hombre descubre
la huella de sus antepasados
El futuro es la sombra del pasado
en los rojos rescoldos de un fuego
venido de lejos,
no se sabe de dónde.
“Babel bárbara” 1991
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DISTANCIA JUSTA
En el amor, y en el boxeo
todo es cuestión de distancia
Si te acercas demasiado me excito
me asusto
me obnubilo digo tonterías
me echo a temblar
pero si estás lejos
sufro entristezco
me desvelo
y escribo poemas.
“Otra vez eros” 1994
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DEDICATORIA
La literatura nos separó: todo lo que supe de ti
lo aprendí en los libros
y a lo que faltaba,
yo le puse palabras.
“Evohé” 1971
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Seu blog: El poema de la semana
Web Oficial: Cristina Peri Rossi
Notícia sobre o prêmio
Mais poemas
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Eu volto ;-)
13 comments 27 November 2008
Uma vida fabiana
Edição especial que contém, além do texto integral, fotografias de Evandro Teixeira que, durante dez dias, percorreu o sertão nordestino especialmente para produzir as imagens deste livro. Publicação prevista para 28/11/2008.
Olá pessoal.
A nossa Meg não está bem de saúde e me pediu que viesse aqui para agradecer a todos vocês, leitores do Sub Rosa e amigos que enviaram seus depoimentos e deixaram comentários durante esses dias de comemoração.
Ela também me pediu para publicar meu depoimento, o texto “Uma vida fabiana” e o artigo “Enxada versus caneta: educação como prerrogativa do urbano no imaginário de jovens rurais” em seu outro blog Textos Especiais.
Fico encabulada, confesso, mas não consegui me escusar: quando tentei falar com ela ontem à noite, não pôde me atender. Assim, antes de irmos aos Textos Especiais, breves explicações sobre os textos.
No início deste ano, ao concluir uma especialização, depositei uma monografia onde procurei homenagear “Dialética do esclarecimento” (1947-2007), obra de Adorno e Horkheimer e “Vidas Secas” (1938-2008), de Graciliano Ramos. Abaixo, seu resumo:
Além de homenagear os aniversários de setenta anos de Vidas secas (1938-2008), romance de Graciliano Ramos, e de sessenta anos de Dialética do esclarecimento (1947-2007), clássico dos filósofos Max Horkheimer e Theodor W. Adorno, este trabalho é uma análise comparativa entre o imaginário de Fabiano – personagem de Vidas Secas – e o de jovens da zona rural do sul e sudeste do Brasil pesquisados por Maria José Carneiro (1998), para discutir a educação como prerrogativa do urbano no imaginário do homem rural. Através da análise de resultados da referida pesquisa de campo (CARNEIRO, 1998), pôde-se constatar que, tal qual Fabiano, o homem rural ainda percebe a educação como prerrogativa do urbano, tendo as vezes que optar entre sair do rural para freqüentar escolas e universidades ou ficar, se não tiver aptidão para os estudos, ocorrendo, dessa forma, a antinomia do título deste trabalho: enxada versus caneta. Ao mesmo tempo, o esclarecimento está associado à evolução, modernidade e domínio da natureza, visão que é dialética e filosoficamente criticada por Horkheimer e Adorno (1985) na obra também objeto desta homenagem. Este trabalho também enfoca o fenômeno da desruralização em busca de educação e qualidade de vida, políticas públicas de incentivo à permanência no campo e as novas configurações dos espaços urbanos e rurais. Ressalta que o desenvolvimento rural deve ser promovido porque é um direito do cidadão rural, que este deve ter acesso a educação em seu espaço de origem para que não continue a ser forçado pelas circunstâncias a optar entre sua profissão e a educação, ou seja, enxada ou caneta.
Em outubro, para participar de um colóquio internacional de educação, converti a monografia em artigo e, já que precisava resumir o trabalho a um máximo de quinze páginas, retirei a crítica filosófica de Adorno e Horkheimer, mas consegui publicá-la a parte, na Revista Autor, com o título “Uma vida Fabiana” em 01-Nov-2008.
Quanto ao artigo apresentado no colóquio, estou aguardando o parecer – tomara que uma carta de aceite – de uma revista. Assim, pelo menos por enquanto, não poderei atender ao pedido de Meg e postá-lo em Textos Especiais, pois uma das exigências para sua publicação é que seja inédito. Mas vejam como ficou o resumo de seu resumo:
Este artigo [...] adotou trabalho de campo de Carneiro (1998) sobre o ideal “rurbano” dos jovens de duas áreas rurais do sul e sudeste do Brasil e o comparou ao imaginário de Fabiano, personagem do romance Vidas secas de Graciliano Ramos (2006). Tal qual Fabiano, embora desejem educação, os jovens pesquisados a percebem como prerrogativa do mundo urbano, enquanto o espaço rural é visto como lugar de trabalho , tendo que optar entre sair do rural para freqüentar escolas e universidades ou ficar, quando não têm aptidão para os estudos [...].
Em Vidas Secas, vocês devem lembrar, um dos filhos faz uma pergunta à Fabiano e este “vira o rosto para fugir à curiosidade infantil”. Acha que os filhos não têm o direito de saber, porque vão querer aprender sempre mais. O que eles devem aprender mesmo é a cortar mandacaru, amansar gado, consertar cercas… No entanto, já no final do livro, quando mais uma vez fogem da seca em direção à cidade grande, pensa nos filhos “em escolas, aprendendo coisas difíceis e necessárias”. É esta antinomia que meu trabalho aborda, comparando-a a resultado de trabalho de campo realizado por Maria José Carneiro, professora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, em 1998. Espero que ele seja publicado.
Meg manda beijos.
Um abraço,
Isabela.
11 comments 24 November 2008
Coda – Vivina de Assis Viana escreve…
Quando fiz a consulta às pessoas que mais admiro na blogosfera acerca de Graciliano Ramos, soube logo que seria imprescindível consultar a consagrada escritora Vivina de Assis Viana, que conheci há bastante tempo através dos livros que li (eu e Regina Alves, professora da UFPa e minha melhor amiga) e que como mágica, vi aparecer – um dia! - em letra e espírito, nas caixas de comentários de vários blogs amigos, em especial a do Lord Broken Pottery.
Enlevada, magnetizada e com a excitação de quem vê um(a) deus(a) do Olimpo se materializar, escrevi à Regina, e logo iniciamos um contato por email. A freqüência dependia das viagens que Vivina faz grande parte do tempo para a fazenda que possui no interior das Minas Gerais. E, claro, de suas (muitas) ocupações.
Quando enviei as peguntas às quais Vivina respondeu com o estilo elegante de sempre, trocamos um breve comentário. Claro que como sou “saída, apresentada e saliente” , tudo culminou hoje com a publicação de um texto que Vivina de Assis Viana escreveu es-pe-ci-al-men-te para o Sub Rosa (conheceram, er…queridos? ;-)
Então, em grande estilo, a coda (excelsa conclusão) à homenagem a Graciliano Ramos, ao seu filho e ao seu neto. Uma família dinástica.
Fiquem com ela . Primeiro as respostas, o que facilmente se encadeia com o texto especialíssimo. Obviamente, palmas ao final:-)
1- Como foi seu primeiro contato com Graciliano …
Se você se refere a contato pessoal, não tive, infelizmente não o conheci.
Conheci Ricardo Ramos, filho dele, que entrevistei quando fiz, para o Jornalivro, um trabalho sobre o pai. Isso deve ter sido em 71, 72.
Se você se refere a contato literário, eu o conheci cursando a faculdade de Letras, em Belo Horizonte, anos sessenta. O primeiro livro dele que li foi São Bernardo, que nunca mais esqueci. Até hoje é o livro de que mais gosto, daqui ao fim do mundo.
2-Acha que o texto dele é de difícil leitura (leitura “difícil”)
Não, de forma alguma. Trata-se, isso sim, de um texto elaboradíssimo. De uma concisão e de uma simplicidade resultantes de muito trabalho e muito talento.
Afinal, escrever “fácil” é que é “difícil”.
3- Acha que ele não é popular? É popular?
O que seria um autor popular?
Ser lido, conhecido pela maior parte da população? Se for isso, não.
Escrever sobre seu povo, denunciar, descrever, lutar com palavras e idéias? Se for isso, sim.
Ser conhecido, lido e respeitado por professores, escritores, intelectuais em geral? Se for isso, claro que sim.
Não, Graciliano não é freqüentemente citado/lembrado, mas deveria. Como sonhar não é proibido, sonho com o dia em que isso aconteça, com justiça e propriedade.
♣♣♣
“Fui – e sou – amiga da família, sim. Família muito afetuosa, muito generosa quando se trata de sentimentos. Sempre me senti bem entre eles e, como disse, eu os conheci por causa de meu primeiro trabalho sobre o Graciliano.
Quem dirigia o Jornalivro era o Roberto Freire, que me sugeriu conversar com o Ricardo – que eu não conhecia – sobre o pai. Roberto soube que eu gostava do Graciliano, essas coisas.
Pois bem:conheci o Ricardo na agência McCann-Ericsson , ele era o diretor. Conversamos após o expediente, ficou tarde, ele me sugeriu continuarmos outro dia, na casa dele, à noite.
O outro dia virou outros dias, muitos, todos.
Conheci Marise, a mulher, os filhos Ricardo e Rogério, adolescentes, Mariana, oito/nove. Depois conheci D. Heloisa, pessoa maravilhosa, avó homenageada – com razão – nas histórias do Caco.(*)
Começamos a conviver, nunca mais paramos. Almoços, jantares, ora em casa deles, ora na nossa, papos sem fim, meus primeiros textos, meus filhos nascendo, visitas na maternidade, aniversários, casamentos dos filhos dele, ah, quanta convivência enriquecedora.
Mais tarde, 78, quando eu estava grávida do segundo filho, Bernardo, fui convidada pra escrever o volume Graciliano Ramos para a coleção Literatura Comentada, da Abril Cultural.
O livro ficou legal, D. Heloisa gostou muito, os afetos cresceram.
Nos anos 80, Ricardo me convidou pra trabalhar com ele na Fundação Nestlé de Cultura, onde ele coordenava a Bienal Nestlé de Literatura Brasileira.
Daí pra frente, você já sabe: Ricardo Filho, o Caco, começou a escrever, Ricardo pai me mostrou os originais, me entusiasmei, você sabe.
De todos os escritores, Graciliano é o que eu mais gostaria de ter conhecido. ( Entre os cantores, meu sonho tá realizado: conheço o Paulinho da Viola).
Como não aconteceu – ele faleceu em 53, eu tinha treze anos, no interior mineiro – sinto que, através destes descendentes tão queridos, pude conhecer um pouco – ao menos um pouco – mais do escritor talentoso que os livros sempre me mostraram.
Conheci um pouco mais do pai por inúmeras conversas com Ricardo, e por algumas outras, poucas, como Luísa, irmã dele que mora na Bahia, e que eu encontrava em festas, casamentos, um Natal.
Conheci um pouco do companheiro por muitas conversas com D. Heloisa que, sentindo o fervor de minha admiração, contava casos dele, deles, se revelava, me enriquecia.
Conheci um pouco do sogro, e não me esqueço de Marise me dizer que ele queria vê-la vestida de noiva, mas não podia, estava mal, hospitalizado. Pois o casal foi ao hospital, e a noiva foi considerada linda pelo sogro emocionado, que se iria logo depois.”
=-=-=-=
Vivina, coisas como essa a gente não consegue expressar, não se abarca com as mãos e nem com as palavras, como disse um admirador de Graciliano Ramos, o J.G.R. o que você escreveu é “puro brilho de estrelas”.
Podria haver conclusão mais bela, melhor, para um trabalho? Fico muito honrada e agradecida. No fim das contas esse trabalho todo foi tecido com o etéreo estado de graça que dominou todas pessoas envolvidas. Eu apenas uni os fios da tessitura.
Todas as flores do mundo para você, e muitas músicas de Paulinho da Viola (preferência nacional, espero) .Obrigada, Vivina.
16 comments 22 November 2008

