Posts Tagged Amizade

Bom tempo.

“Um marinheiro me contou/ Que a boa brisa lhe soprou/Que vem aí bom tempo/  O pescador me confirmou/  Que  o passarinho lhe cantou/ Que vem aí bom tempo…” (Chico Buarque)

Delicado equilíbrio (aff… como o diz o maior blogueiro do mundo Rafael Galvão: “Sem trema. Acabaram com o trema. Coisa chata.”).

Meus grandes amigos, independente de idade, mais novos, mais velhos, amigos queridos, outros nem tanto, mas pessoas que de algum modo admirei, pessoas que amei como o querido Walter Bandeira, meu professor na Escola de Teatro,  *o*  cantor – confessa e confessada paixão musical de Elis Regina-poucos sabem disso)  enfim, pessoas que faziam parte da população afetiva do *meu* mundo. E do mundo em que  (me) vivi. Do mundo do qual, no tempo hábil, emigrei para  me impor – a partir deles – os standards de altitude e platitude que eu seguiria ou recusaria.

Não foi só Walter, foram vários. Mas em Walter homenageio todos eles. Cada um deles,  cada uma delas, nesses últimos tempos, , de maneira diferente, levam ao morrer, um pouco de minha compleição interna, dos *golden slumbers*; do desenho, do traço de minha existência (na concepção de Ortega y Gasset).

Sinto-me mais aferrada, mais ligada e mais amante de meus Amigos, dos meus mais íntimos.  Nem quero ir , nem quero que eles me deixem.

Daí os dois trechos: uma promessa, à qual me agarro. E como não posso deixar de ser quem sou, orgulhosa em minha solidão, busco o Poeta (um dos maiores) para o consolo de quem espera. Afinal, il faut avoir de la patience, la grande patiente…  Il faut “pacienter”.

“O trágico, na medida em que não depende da culpa, mas do momento em que o destino se cumpre, afasta-se da moral. Dificilmente podemos falar de moral quando há situações que não controlamos. Mas não deixam de ser trágicas, uma vez que são também irreversíveis, desequilibradas e injustas.”  Teócrito.

Meu carinho a todos. Bom fim de semana. Carpe diem!


11 comments 17 July 2009

PAULO MENDES CAMPOS (IV e V)- Feliz Aniversário, Paulo!

kiki de Montparnasse/Man Ray

Kiki de Monparnasse por Man Ray

SABEDORIA

Se acaso, por um momento, teu coração, como o de teu pai, ficar vazio, arruma a casa, abre a janela, põe tua roupa nova — para que o vento a caminho, mais uma vez, te arrebate vivo.
***
Fotógrafo de parque faz instantâneo de eternidade.
***
Vinho farto e mulheres limpas consolarão do exílio o estrangeiro.
***
São seis os elementos: ar, terra, fogo, água, sexo e morte. Não, são sete: e lirismo.
***

Sabedoria… a máxima seria anoitecer como um bêbado e amanhecer como um abstêmio.
***
Maturidade é recolocar, em juízo, os dramas do adolescente.
***
Rebeldia é instinto de conservação do entendimento.
***
O diabo da escola da vida é a bagunça do método pedagógico.
***
O bom historiador que escreve mal devia entregar o seu material ao mau historiador que escreve normal.
***
Quase todos vivem em permanente rendição. Os melhores alternam períodos longos de rendição com tumultos libertários. E só os raros vivem em guerra permanente pela independência.
***
A verdade, esta mitômana.
***
O vazio me enche.
***
O grave do homem grave é que ele não está fingindo: é grave mesmo.
***
Fotógrafo de parque documenta para a posteridade o insuportável silêncio do anonimato.
***
Executados os exercícios da dor, os ofícios humanos se arrastam numa gelatina desculpavelmente ridícula.
***
A natureza para ser comandada precisa ser obedecida.
***
Quem jamais foi traído não sabe o que perdeu.
***
O povo é o silêncio. Serei o advogado desse silêncio.
***
O amor amplia o horror da morte.
***
Todo herói acaba chato.
***
Medo. Tem-se. Mas não se deixa ele mandar na gente.
***
Morte. Não estou pronto agora, mas, se ela chegar agora, estou pronto.
***
Homem sou: e um bom pedaço do que é humano me é alheio.
***
Mandamento marginal: não tirar ninguém de seu engano.
***
**** *** ****

APANHADAS NO CHÃO

- De um amigo meu, no bar: “Trabalho tanto que não tenho tempo para nada; à noite, bebo um pouco para lembrar as minhas mágoas.”

***
- De um vendedor de cinzeiros de barro em Belém: “Se eu escrever [cinzeiro]com C, em vez de S, ninguém vai comprar.”
***
- De um conhecido meu, quando lhe disse que certo homem público, embora de poucas luzes, era grave e honesto: “O jumento também é grave e honesto.”
***
- Do mais preto, passando por mim, quando o menos preto lhe disse que ele só pensava em mulher: “Ué, pensar então em quê?”
***
- De uma expressão mineira: “Fala mais que pobre na chuva.”
***
- Do finado Humphrey Bogart: “Um homem está sempre duas doses abaixo do normal.”
***
- De um forjador de provérbios: “Caranguejo idoso pensa muito e brinca pouco.”
***
- De um velhinho, ante o ar conjectural do caixeiro, quando pediu na livraria um manual sobre limitação de filhos: “Não é para mim; é para papai.”
***
- Do matuto para o médico: “Foi tiro e queda, doutor: a pílula desceu e parou direitinho na casa da dor.”
***
- De um velho do interior ao provar soda pela primeira vez: “Tem um gostim de pé dormente.”
***
- De Jaime Ovalle: “O importante não é saber se a pessoa gosta de uísque, mas se o uísque gosta da pessoa.”
***
- De Camilo Paraguassu, em um poema: “Vista de Paquetá, a lua é linda.”
***
- De Garrincha, muito absorto, meio segundo antes de ser dada a saída no jogo do Brasil com o selecionado soviético em 1958: “Olha ali, Nilton, aquele bandeirinha é a cara de seu Carlito…”
***
- Do mesmo, contando ao colega onde comprara uma gravata (Roma): “Foi naquela cidade onde seu Zezé deu um tombo no vestiário.
***
- Do mesmo para um companheiro de pelada: “Quer parar de driblar!”
***
- De “Osvaldo Cabeça de Ovo, no dia em que seu time de areia perdia de cinco a zero: “Arrecui os arfe para invitar a catastre.”
***
- Do treinador, também de praia, Trindade: “A missão do centrefór é atrapaiar os beque.”
***
- De um outro treinador para o goleiro: “Carambolou, arreia.”
***
- De um torcedor a meu lado, vendo uma jogada magistral do enciclopédia Nilton Santos, errando, paroxismado, na tônica: “Dá-lhe, catédra!”
***
- De Graciliano Ramos, quando ouviu pela primeira vez um rouxinol: “Eta passarinho chato!”
***
- Do cabo Firmino, na revolução de 30, promovido pelo comandante da Força Pública Mineira, por ato de bravura em batismo de fogo: “Uai, seu coronel, tava pensando que era manobra.”
***
- De Hemingway sobre a famosa modelo Kiki de Montparnasse: “A única mulher que nunca dormiu em sua própria cama.”
***
- De um estudante para mim: “Escritor é o Euclides! Olha só: O sertanejo é — vírgula! — antes de tudo — vírgula! — um forte — ponto!”

Paulo Mendes Campos (1922-1991)- De um caderno cinzento — Apanhadas no chão – Ed. Civilização Brasileira, Rio de Janeiro,1969

**** *** ****

Prestem atenção em todas, mas reparem a do “nosso” Graciliano;-)

Este post – no qual, reconheço não ter mérito algum, a não ser o carinho da escolha, é para todos, mas mui especialmente, um regalo para o meu Queridíssimo PAULO CUNHA PORTO, um Cavalheiro. Cavaleiro da Ordem da Jarreteira e dos Corsets . Honni soit…:-). Parabéns e Felicidade, all my best wishes pelo seu aniversário . Um bocadinho chateada pois ele está tomando de assalto os corações das meninas brasileiras. Que o digam Marie e Maríla;-).
Obrigada, imenso, pelos dardos! Você é simplesmente *o* MÁC-SI-MO!!!:-)

Meu presente musical .. ai, ai, vc não gosta de música brasileira, mas vou arriscar esta:

7 comments 8 November 2008

Sub Rosa – Ano 8. Yesssss!!!!!!!

são sete rosas, contando com vocêhihihi, ok foi mal;-)

são sete rosas, contando com você! hihihi foi mal, mas eu sou assim:-)

Sim, hoje o Sub Rosa faz aniversário. Clique para ver como ele era há…

7 anos!

E continuo recebendo delicadezas, expressões de simpatia, motivos de alegria e riso e um doce repouso na espera de todos os que se acostumaram com ele.

Em alguns momentos – praticamente todos os dias – penso em terminar com ele, só porque jamais deixei de visitar todos os blogs de que gosto. E eles sim é que são do ramo. Eles é que sabem fazer blogs. O que é que me faz então insistir em dar aos outros algo que lhes subtrai, retira o tempo de ver coisas melhores?

Ah!, claro que é o egoísmo e  a vaidade imensos que só não são maiores que a minha modéstia;-).

Embora sem saúde completa, no momento estou vivendo uma fase particularmente feliz de minha vida, mas nunca tive medo ou vergonha (e nem poderia, não teria razões para isso) de dividir os aparentemente maus porém imprescindíveis momentos de tristeza, vergonha e dor. São eles que removem a poeira de nossa alma e as lágrimas são necessárias para limpá-la e dar lugar à vida. Vida que segue e se renova.

Eu poderia falar de minha melhor amiga, Regina Alves, de meu querido e muito amado Professor Benedito Nunes, que também me chama de Amiga, e que sempre me aconselhou a escrever um livro sobre os males  da ‘tristeza’. Afinal, devo muito a eles quanto a manter o Sub Rosa. Mas não o faço, pois são tantos, são tantas  as pessoas, os que me presenteiam diariamente… Seria injusto. Devo muito e tanto, tanto a tantas pessoas e continuo a dever e a agradecer.
E, sabem, à medida em que me acontece algo, acreditem, só fico mais fortalecida com a AMIZADE das novas pessoas que vêm de todos os lugares, e, claro, desculpem,  principalmente os que me deixam boquiaberta e inacreditavelmente feliz com o fato de sublinharem o afeto,  a consideração e a confiança de sempre. Nesse aspecto, posso dizer que jamais tive uma perda.  Se tive, ainda não tive tempo de constatar. Uma só que fosse.  Alguém pode ser tão feliz e dizer isso?

Sou péssima em escrever sobre mim (por isso só escrevo sobre os outros e sobre o que é realmente bom), de modo que sem dispor de muito tempo, recorro a um texto da poetisa LEDUSHA SPINARDI.

Algo que publiquei lá pelo idos de 2002 no meu site e que pode ser lido aqui.(clique, svp)

PRECE DE UM DIA QUASE IGUAL A TODOS

Deus dos delicados, não me abandone nessa guerra
insana.

Minha máquina de ser beira a pane
enquanto o veludo da voz de Billie lambe as paredes do lusco-fusco.

Abençoe, Senhor,
tudo que dói em nós, indispensável.

As tardes despenteadas em Grumari,
as lágrimas do homem que me amou e nunca disse,
o negro agonizante sob o sol narcísico de Ipanema,

as crianças
que tão cedo me deixaram farta de lágrimas e leite, o eco
esquivo de Frederico, sinais de musgo.

Abençoe as escarpas
da
minha vida enquanto desenterro estas palavras – o carmim destas
palavras com as lascas afiadas da dor.
Sonho piscinas,
atraída pelas labaredas.

Preciso dormir bem dentro das suas asas enormes,
pai.

Ledusha Spinardi. Prece de um dia quase igual a todos“. Que mais tarde seria publicado em: Exercícios de Levitação, Editora 7 Letras, segundo informação da própria Ledusha, em seu comentário  no Sub Rosa ;-) Conheceram, papudos?;-)))

Por agora, é só. É tudo. Volto depois.

E, claro,  um beijo de aniversário no meu , no seu e no nosso Repórter Mosca, o queridíssimo Fausto Rêgo, o pai da Diretora, chefe do Grande Elenco, a quem amo de paixão e que é um Amigo, óóóó de ages, de quem me orgulho muito (e ele não deixa eu perceber que a recíproca pode não ser verdadeira) e que fez aniversário neste lindo mês de Primavera, no dia 5. (clique para ver il suo umore :-)

Pessoas queridas, amadas, polvo em geral: este  post foi escrito e *AGENDADO* para ser publicado no dia 19.  Vai que não publique…Tô sem Interet e tô nelvosa. Tomara que seja publicado. Inshallah!

E se for publicado, quero deixar um beijo para minha queridíssima amiga Elis Marchioni Rojas. A amiga jornalista, especialista em  Dalcídio Jurandir, desde antes de 2001! Ô Elis, que coisas lindas, só vi agora. Quanta coisa bonita você tem na alma.  Você, uma das pessoas de quem mais gosto no mundo. Mulher(es) de Antenas.
Elis e Milton, manda bala, amiga!
Minha querida amiga Elis Marchioni Rojas com/avec/junto ao escritor brasileiro, amazônida, amazonense MILTON HATOUM. É mole? Vejam como ela é linda. Ô Elis, ah se o Folhão soubesse a magnifíca jornalista que você é.

beijos!
E a música  só poderia ser L’Amitié com Françoise Hardy- tema do filme Les Invasions Barbares.

Vocês viram o filme? Gostaram? Ah!!!!

24 comments 19 September 2008

Viva Marie!

you're super duper, Marie T.

you're super duper, Marie T.

[...]

You say I am repeating
Something I have said before. I shall say it again.
Shall I say it again? In order to arrive there,
To arrive where you are, to get from where you are not,

You must go by a way wherein there is no ecstasy.
In order to arrive at what you do not know

You must go by a way which is the way of ignorance.
In order to possess what you do not possess

You must go by the way of dispossession.
In order to arrive at what you are not

You must go through the way in which you are not.
And what you do not know is the only thing you know
And what you own is what you do not own
And where you are is where you are not.

T. S. Eliot (1888-1965)

Para Marie, porque sim. E porque é culta e é divertida. E porque, além do mais, você *É* além do mais. E porque me dá alegria e saúde em doses maciças. E porque me divirto com os ícones da bananice, hohoho… E, de novo, porque sim. Merci, Marie, morro de rir;-)  Way to go!;-)

E porque como disse uma vez, o Alexandre Soares Silva, Esq. “gostar não significa concordar”. Com tudo, acrescento eu;-)))). Eu concordo com um bocadíssimo de coisas lá na Marie.

E duas músicas para você. Divinha? Uma não e outra sim. Uma sim e outra não. Se não gostar, diga, viu? And…Go, Marie!


E você que não é bobinho(a) já deve ter colocado essa menina no seu Bookmarks, certo?

8 comments 3 August 2008

Fragmentos de um evangelho apócrifo (I)

Franco Murer (Italia-século XX)

Franco Murer (Italia-século XX)


3. Desventurado o pobre em espírito, porque debaixo da terra será o que agora é na terra.
4. Desventurado o que chora, porque já tem o hábito miserável do pranto.

5. Ditosos os que sabem que o sofrimento não é uma coroa de glória.

6. Não basta ser o último para ser alguma vez o primeiro.

7. Feliz o que não insiste em ter razão porque ninguém a tem ou todos a tem.

8. Feliz o que perdoa aos outros e o que se perdoa a si mesmo.

9. Bem-aventurados os mansos porque não condescendem com a discórdia.

10. Bem-aventurados os que não têm fome de justiça porque sabem que nossa sorte, adversa ou piedosa, é obra do acaso, que é inescrutável.

11. Bem-aventurados os misericordiosos, porque sua felicidade está no exercício da misericórdia e não na esperança de um prêmio.

12. Bem-aventurados os de limpo coração, porque vêem a Deus.

13. Bem-aventurados os que padecem perseguição por causa da justiça, porque lhes importa mais a justiça que seu destino humano.

14. Ninguém é o sal da terra; ninguém, em algum momento de sua vida, não o é.

15. Que a luz de uma lâmpada se acenda, embora nenhum homem a veja. Deus a verá.

16. Não há mandamento que não possa ser infringido, e também os que digo e os que os profetas disseram.

17. O que matar pela causa da justiça, ou pela causa que ele crê justa, não tem culpa.

18. Os atos dos homens não merecem nem o fogo nem os céus.

19. Não odeies a teu inimigo, porque se o fazes, és de algum modo seu escravo. Teu ódio nunca será melhor que tua paz.

20. Se te ofender tua mão direita, perdoa-a; és teu corpo e és tua alma e é árduo, ou impossível, fixar a fronteira que os divide…

24. Não exageres o culto da verdade; não há homem que ao fim de um dia não tenha mentido, com razão muitas vezes.

25. Não jures porque todo juramento é uma ênfase.

26. Resiste ao mal, mas sem espanto e sem ira. A quem te ferir na face direita, podes oferecer-lhe a outra, sempre que não te mova o temor.

27. Eu não falo de vinganças nem de perdões; o esquecimento é a única vingança e o único perdão.

28. Fazer o bem a teu inimigo pode ser obra de justica e nao é árduo; amá-lo, tarefa de anjos e não de homens.

29. Fazer o bem a teu inimigo é o melhor modo de comprazer tua vaidade.

30. Não acumules ouro na terra, porque o ouro é pai do ócio, e este, da tristeza e do tédio.

31. Pensa que os outros são justos ou o serão, e se não é assim, não é teu o erro.

32. Deus é mais generoso que os homens e os medirá com outra medida.

33. Dá o santo aos cães, deita tuas pérolas aos porcos; o que importa é dar.

34. Busca pelo agrado de buscar, não pelo de encontrar…

39. A porta é a que escolhe, não o homem.

40. Não julgues a árvore por seus frutos nem o homem por suas obras; podem ser piores ou melhores.

41. Nada se edifica sobre a pedra, tudo sobre a areia, mas nosso dever é edificar como se fora pedra a areia…

47. Feliz o pobre sem amargura ou o rico sem soberba.

48. Felizes os valentes, os que aceitam com ânimo semelhante a derrota ou as palmas.

49. Felizes os que guardam na memória palavras de Virgílio ou de Cristo, porque estas darão luz a seus dias.

50. Felizes os amados e os amantes e os que podem prescindir do amor.

51. Felizes os felizes.

**********
Jorge Luís BORGES (1899-1986). O Elogio da Sombra. Trad. Carlos Nejar e Alfredo Jacques. (Rev Trad.: Maria Carolina de Araújo e Jorge Schwartz), 1969. IN: Borges, J. L. Obras Completas. S. Paulo : Globo, 2000.

N.E. Borges fará outros fragmentos apócrifos , um dos quais em Os Conjurados.

♦   ♦   ♦

 

 Este post é  dedicado ao  Amigo Ricardo [de Medeiros Ramos] Filho Escritor talentosíssimo, ganhador de vários prêmios (veja este aqui)  e que num mundo tão frio e cinzento e de ligações tão oscilantes e frágeis, que se rompem, às vezes de forma incompreensível (leia-se Zygmunt Bauman )-, ele, ao contrário,  lindo e elegante (Lady Cordélia que o diga)  ilumina esses meus difícieis dias gris dizendo o que se pode ler aqui, (comentário nº 16) e que eu imodestamente não cometeria a deselegância de esconder;-))      Não é o má-xi-mo?  Pois é! Eu fico sem poder dizer mais nada.
BTW,
Leia esse post e saiba mais sobre o
Ricardo – o Lord Broken-Pottery e a escritora Vivina de Assis Viana que é uma querida, mas tão desaparecida dos meus olhos amazônicos.;-)

Franco Murer

 

 

18 comments 29 July 2008

Previous Posts


Readiness is all.
Shakespeare. Hamlet. Act v. sc. 2.

Últimos posts

Recent Comments

Magaly on CANETA REVÓLVER – Marili…
Vivina de Assis Vian… on As crônicas de Vivina
Elis Marchioni on Os meus, os seus, os sonhos de…
Magaly on CANETA REVÓLVER – Marili…
lord broken pottery on CANETA REVÓLVER – Marili…

Arquivos

Tags

adeus agradecimento agradecimentos Amizade Arte atores barroco Belém best wishes blog blogs cannes 2008 cinefilia cinema comportamento crítica cultura escrita escritores feminismo filosofia Graciliano Ramos happy birthday homenagem humor interatividade literatura livros movie movies música orações Oscar® padre Antonio Vieira Pará Paulo Mendes Campos Poesia poetas política prêmio quiz quotes tradução vida Vinicius de Moraes

Meta