Posts filed under 'comemoração'

Saol fada chugat! - Feliz Dia de São Patrício!

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Tenha tempo para trabalhar
Pois este é o preço do sucesso

Tenha tempo para pensar
Pois esta é uma fonte de poder

Tenha tempo para brincar,
pois este é o segredo da juventude da alma

Tenha tempo para ler,
a leitura é a base da sabedoria

Tenha tempo para suas amizades,
pois elas são o caminho da felicidade

Tenha tempo para amar e ser amado,
é um privilégio que os deuses te deram

Tenha tempo para ser solidário,
A vida é muito curta para ser egoísta

Tenha tempo para rir
Pois as risadas são a música da alma

Oração irlandesa. Uma das muitas usadas no St. Patrick’s Day
Há inúmeras e esta festa verde é marcada pelo sincretismo. Patrick  foi o conversor dos celtas ao Cristiniasmo, mas para isso utilizou elementos como trevo de 3 (três) folhas - a Trindade -  etc… o pote de ouro  etc.. conforme podem ver neste site.

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Outra  blessing  de que gosto muito:

May the road rise to meet you
May the wind always at your back
May the sun shine warm upon your face
The rains fall soft upon your fields
And until we meet again
May God hold you
in the palm of His hand

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.S. Perdoem-me pessoas queridas, este post -eu juro!!! - estava aqui e desapareceu. Este meu blog às vezes é meio mal-assombrado -O. Xiça! Sai pra lá, corpo estranho.:-o)

P.P.S. Ah! sim, no Brasil foi superfestejado, ainda deve estar rolando a festa. Clique..Ueba Sláinte

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João do Méier — John Meyer - St. Patrick’s Day.


7 comments March 17, 2008

Da maior importância: Augusto Boal e Felipe Fortuna

Boal e o Teatro do Oprimido

Augusto Boal, teatrólogo brasileiro que hoje está completando 77 anos) foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz de 2008. A indicação de Boal ao prêmio foi feita em reconhecimento a seu trabalho com o Teatro do Oprimido, técnica criada por ele no final dos anos 60 e que utiliza a estética teatral para discutir questões políticas e sociais.

As comemorações  -tanto pelo aniversário quanto pela indicação - se espalham pelo mundo, (sim, senhor, pelo mundo, tá pensando o quê?) com eventos públicos dedicados à conscientização sobre o aquecimento global, numa iniciativa de grupos do Teatro do Oprimido internacionais. (Conheceram, papudos?) No Rio de Janeiro, cidade do teatrólogo, as homenagens acontecem no Parque do Flamengo.
Dê uma vista na programação de todas as cidade, neste site aqui:
http://headlinestheatre.com/2Degrees08/jokers_events.htm

É o caso de dizer: Ele merece! ele merece!!! Ele merece! E nós, parece que merecemos, não é?

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QUANDO QUEIMAM BIBLIOTECAS

“Tudo é possível quando a política se une à barbárie - incluindo-se a publicação de um livro e a queima de uma biblioteca. Cada um de nós reagirá de modo previsível diante do lançamento editorial e do ato de vandalismo: respeito e admiração por um, horror e repulsa pelo outro. Num poema ainda ensinado nas escolas francesas como lição de humanismo, “De quem é o erro?”, Victor Hugo castiga com dureza uma pessoa que acaba de confessar haver incendiado uma biblioteca. E começa a exclamar colericamente: “Crime cometido por você contra você mesmo, infame! / Você acaba de matar o raio de luz de sua alma! / É a sua própria chama que você acaba de assoprar! / (…) Uma biblioteca é um ato de fé (…) / Então você esqueceu que o seu libertador / É o livro? (…)”. Terminada a longa descompostura, em tom de sermão, o poeta que falou sobre a verdade, a virtude e o progresso, permite que o delinqüente possa pronunciar uma única frase: “Eu não sei ler”. Subitamente, todo o poema se transforma numa composição irônica na qual a força moral do poeta torna-se oca diante do descaso da sociedade em relação a um analfabeto, que reagiu e se vingou a seu modo.

 Por associação, lembrei-me do poema enquanto lia um ensaio perturbador, “Por que queimamos as bibliotecas?”, que trata das violências sociais contra a cultura escrita. Seus autores são dois sociólogos franceses, Denis Merklen e Numa Murard, estudiosos dos recentes episódios de revolta popular que atingiram os subúrbios de Paris - e, especialmente, as bibliotecas de bairro. Eles explicam que, desde 2005, dezenas de bibliotecas foram atacadas e destruídas por moradores do lugar, e se perguntam qual seria o alvo nos casos em questão: uma instituição pública? Um prédio que representa o poder ou a República? Essas questões conduzem os sociólogos, por fim, à interrogação decisiva: o que significa, para os vândalos, uma biblioteca…”

Continue lendo no link abaixo o estupendo ensaio do poeta FELIPE FORTUNA. Lembram de Farenheit 451 de Bradbury? Não estamos longe disso.

 Caderno Idéias- Jornal do Brasil - 15 de março de 2008

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Hoje há dois aniversários importantes para o blog: o da querida  Viv e o do grande  Jerry Lewis, (tomara que se faça justiça a ele em vida, e parem de vê-lo como um mero careteriro) e possivelmente voltarei logo. 

P.S. - Ery Roberto, fique bem, meu Amigo. Você fez o que lhe cabia.  Então…


7 comments March 16, 2008

Para a Fal, a mais amada, parabéns para minha sistah quilida…

A deusa italiana é a Fal. Clique em link ali embaixo
Queridos, este é o único post para o qual eu não desejo comentários (tá bom se quiserem…né? deixem, mas só para dizer que sim!
E apôs … todos chispando lá pro site da Falzinha! Minha flawless flower!
Minha linda deusa italiana, eu sou apenas a sua serva muy leal , salve, salve, ó idolatrada.
E duvido que alguém discorde: a humanidade ainda precisa elevar-se muito para chegar perto do que é essa mulher no quesito, agora sim a palavra em seu sentido real, generosidade, doação intensa, ausência de retaliação, além de ser escritora com um dos textos mais preciosos que conheço (e olha que pouquíssimas coisas tenho feito nessa vida além de ler (ok…tá bom, ainda faço outras traquinagens, por certo)

É isso: talento, inteligência, senso de humor, wit (que não são a mesma coisa) e uma incrível compassividade e altivez para entender o ser humano sem pedir explicações. Porque ela é sábia.

E porque entende que muitas vezes a raiva que se tem dos outros provém da raiva que se tem por si mesmo… eu acho, né?

Mas ela, simplesmente é ela. Vão por mim, quem não quer ser amiga da Fal?

Fal, quilida maninha, eu te aaaaammmmmooooo!!!!!!!!!!! Parabéns pra você!
Parabéns! E é como disse a você pelo telefone…*TODO* mundo só quer que você seja feliz.
Minha deusa… trago-te em meu já andado coração. E como sou feliz por isso. Aliás, como você bem, sabe, a Dona Elisa é feliz por isso!
Agora, gente, quando forem lá no LV da Fal, pros neófitos, aquela instituição e agremiação chamada Livro de Vistas da Fal… cuidado, meninas, não sejam umas batráquias desavergonhadas (*): o Rui é meu;-))))))

Meus 5 leitores, aviem-se…. Depêchez-vous!

‘Batráquias desavergonhadas‘ - expressão absolutamente genial inventada por quem mesmo?..Ora, façam um esforço hohoho

E também cozinha que é uma tentação enlouquecedora e diz a lenda que foi ela primeiro que qaundo fez um prato com siris, disse assim depois de comê-los: Esses siris, em verdade vos digo, não morreram em vão… diz a lenda!

Ou seja ela é profissional no ramo de matar todos nós de shakespeariana inveja.

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P.S. UPDATE NECESSÁRIO: Por um enorme equívoco este post depois de publicado foi despublicado. Peço imensas e sinceras e humildes desculpas. O que sempre faço quando erro.

Pensando e avaliando melhor, o post está sendo republicado definitivamente. For good!.

Te amo, Fal.

Pessoas queridas, por favor não se sintam menos queridas, acontece que a Fal é especialíssima.


7 comments February 17, 2008

“BELÉM, nortista gostosa eu te quero bem” (Manuel Bandeira)

No dia 12 de janeiro deste ano, a cidade de Belém (antes Santa Maria de Belém do Grão Pará) onde nasci e hoje, após 15 anos de ausência, moro, fez 392 anos de fundação.
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foto Geraldo Ramos.

Como todos (não) sabem eu estava doentésima, impedida de blogar e praticamente durante todos esses dias do mês, limitei-me a ‘re-publicar’ posts antigos ou nem tanto.

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Estação das Docas “refuncionalizada”;-)

A Júnia, minha amiga, uma médica que mora em minha Oh Minas Gerais, totalmente apaixonada por Belém me chamou atenção para esse texto do Carlos Alberto Dória e só então eu me toquei do anivesrsário da minha cidade (shame on me. Perdão, Senhor). E resolvi publicar aqui.

Só ontem, porém, é que vi mais uma das encantarias dessa menina encantadoríssima ;-) que é a (professora) Luciana Rayol de quem, todos sabem, eu gosto muito, muito. No seu maravilhoso blog Cintaliga (que ela faz com mais duas ‘coquettes copines‘: a Patrícia e a Eva) ela fez um post especial, no dia 12, e adivinhem a quem dedicou, hein?, hein?.. er…não é por estar na minha presença mas vejam lá.;-).

E foi assim, sem que ninguém me tivesse avisado, o que fez valer ainda mais a surpresa, que eu vi o rico e finíssimo presente de Luciana.

Luciana - que é também uma espécie de Vênus ou Afrodite nosssa - e quem é amazônida sabe que não invejamos nenhuma mitologia - Anadiômena, a saída das águas, rosa morena que convive com as nossas águas ‘grandes’ - foi logo depois de minha queridísima Luana, do Diário de Lulu , responsável pela queda dos véus de meus olhos. Antes tão acostumados e familarizados por uma lembrança antiga e viciada, hoje, rompidos o hábito e o esquecimento, reconstituídos, prontos para ver a verdadeira Belém, que é linda e é amada. E que antes eu não via. Obrigada, Luciana e Lulu!

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Pietà, Museu de Arte Sacra, Belém/PA foto Octavio Cardoso.

Vão ao final, talvez, mais fotos, mas certamente músicas que Luciana menciona

E ah! Luciana, não se ‘amofine’ com nada. O Thiago de Mello, é figurinha carimbada, mas sempre está em Belém, na casa de Dona Norma Barata, esposa de Ruy, o Paranatinga, e mãe de Paulo André. É minha querida amiga, nossa amiga, minha, dele e -se você quiser - sua também.;-)

De novo, obrigadíssima, Luciana. Anadiomena. Walter Benjamin que o diga.

A riqueza sem preço de Belém
Por Carlos Alberto Dória
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18 comments January 29, 2008


Readiness is all.
Shakespeare. Hamlet. Act v. sc. 2.

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