Archive for September, 2007
Non, je ne regrette rien/La vien en rose
Edith Piaf (Marion Cotillard) La Môme -2007
Review do NYT:
The god, the bad and the truly French
Non, je ne regrette rien (1960)
( Vaucaire/ Dumont)
Non ! Rien de rien
Non ! Je ne regrette rien
Ni le bien qu’on m’a fait
Ni le mal tout ça m’est bien égal !
Non ! Rien de rien
Non ! Je ne regrette rien
C’est payé, balayé, oublié
Je me fous du passé !
Avec mes souvenirs
J’ai allumé le feu
Mes chagrins, mes plaisirs
Je n’ai plus besoin d’eux !
Balayées les amours
Et tous leurs trémolos
Balayés pour toujours
Je repars à zéro
Non ! Rien de rien
Non ! Je ne regrette rien
Ni le bien, qu’on m’a fait
Ni le mal, tout ça m’est bien égal !
Non ! Rien de rien
Non ! Je ne regrette rien
Car ma vie, car mes joies
Aujourd’hui, ça commence avec toi !
La vie en rose Site em Inglês.

Gerad Depardieu (a-do-ro!) et Marion Cotillard
La Vie en rose
(Gugliemi et Monnod)
Des yeux qui font baisser les miens
Un rire qui se perd sur sa bouche
Voilà le portrait sans retouche
De l’homme auquel j’appartiens
{Refrain:}
Quand il me prend dans ses bras,
Il me parle tout bas
Je vois la vie en rose, (more…)
11 comments 29 September 2007
O Círio de Nazaré, em Belém do Pará. o culto, a festa.
=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=
O Círio de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém do Pará ( sempre no segundo domingo do mês de Outubro, sendo portanto uma data móvel) é uma das mais belas e fenomenais manifestações do culto e da glorificação mariana que, como se sabe, existe desde a mais remota Cristandade.
Tal culto em Belém é caudatário da da tradição portuguesa e um dos mais importantes fulcros de manifestações para conhecer o quotidiano de um santuário e analisar as motivações dos peregrinos nas suas relações com o sagrado, as suas formas de organização, pode ser encontrado aqui. CLIQUE. Sim, é do ano 1337 e é em (ou na) NAZARÉ, município, concelho, de Portugal
Sim, é tudo muito, muito antigo em sua origem. E é quase certo que manifestação como a de Belém, do Pará, não há outra igual. Mas temos também o nosso belo começo:

Este começo pode ser lido aqui neste post, parte de uma série (more…)
24 comments 25 September 2007
¡¡ Felices cumpleaños !! D. Pedrito!

Digam o que disserem, ache o que quiserem achar;-) mas para nós essa legião imensa inumerável de mulheres almodovarianas, que SEMPRE gostou de ti, foi com Mujeres … que aprendemos te conhecer e a te amar!
¡Parabéns, Pedro!
E dizemos el refrán:
Pepi, Luci, Bom y otras chicas del montón!
3 comments 24 September 2007
Voilà: o post republicado.
FOI ASSIM NA VERSÃO ORIGINAL.
Fiquei sabendo, quando fui ler a minha querida Thata:
No dia 18 de agosto, ela, minha querida Faerie , minha fotógrafa preferida, escreveu. Logo, o Inagaki - que, mesmo com tenazes dores-de-cabeça não é bobo nem nada, além de ser meu querido também – viu a jóia que isso seria, divulgou… e pronto. (*). Alastrou-se pela Internet.
Como a minha conexão não anda católica hohoho, (oh!) não sei se já terminou a ‘febre’, mas ler a inspiradíssima Thais me incitou. Não resisti: perdoem-me, sim?
Aqui ela, minha fada fotógrafa Bethskaya:
“Eu (a Beth)
Não sei bordar, não sei costurar, não sei tricotar, não sei crochetar, não pinto, não desenho, não danço, não canto e não toco nada, mas sou apaixonada por artes em geral. Fotografo masomenos, sei a teoria. Adoro ler. Amo tecnologia, mas sou fã de cartas. Louca por cheiros e sensações – sou taurina.
Tenho um senso estético chatíssimo, chega a doer. Gosto de animais e plantas mais do que de gente. Cabelos sempre curtos e sempre acima do peso, sorrindo por dentro, pouca gente é capaz de enxergar. Boa de garfo e de fogão.
Tenho muitos conselhos no bolso, nenhum dinheiro. Amo incondicionalmente, mas
tenho calos doloridos, não pise. Gosto de frio, de chuva, da noite, da europa.
Vivo no Brasil, a vida pode ser cruel. Devo, não nego, pago quando puder. Adoro
caixas e laços mais do que presentes, dou mais do que recebo. Cobro atenção. Não
mordo”.
**********
E aqui estou, com muitas palavras, masomenos eu, Maria Elisa (Meg) Guimarães:
Sou doutorada em “Inabilidades Domésticas”, aliás, o único complexo de
inferioridade que eu tenho é, justo, com gente “prendada”; danço que é uma maravilha (vivo dançando, se é que me entendem) e de arte entendo menos que nada.
Fotografo tudo com o olhar, usando câmeras sou uma negação, mas dou meus *shots* e acho fotografia Arte maiúscula.
Sinto uma saudade agressiva do tempo em que eu podia ler de tudo e até no escuro.
‘Technoanta’, não saberia viver sem tecnologia, o que nunca me impediu até hoje de ter intensa vida snail mail nem de conhecer e receber em minha casa (muitíssimas) pessoas de quem gosto. Au contraire.
Abestada e querendo ser mãe do mundo, adoro sons e cores; a luz é tudo. Aqua cancerianae.
Sim, vejo com espanto que tenho um senso estético tão esquisito, que sou às vezes confundida com ele.
Para aqueles que amo, decreto leis e proibições: nada de dor, perdas, sofrimento ou separações: só vale vida feliz e realizada.
Gosto de quem gosto, de quem não gosto nem lembro e sei logo quando vou ou não gostar de alguém, não importa que seja gente, pessoa ou nenhuma das duas categorias que, como todos sabem, não são coextensivas.
Detesto coisas e gente muito certinha. Sou torta e totalmente gauche.
Sou boa de garfo e melhor ainda de dedos, de mesa e de cama, vocês nem imaginam. Cozinha, jardim e área de serviço.
Sorrio e choro e gargalho e ranjo os dentes tanto por dentro quanto por fora e quem me conhece sabe que eu poderia até simular, mas não saberia dissimular sentimentos e reações.
Franqueza, minha fraqueza.
Amo com uma intensidade de meter susto ao Padre Eterno e não me esquivo e nem me arrependo das dores que amores assim, inevitavelmente, causam. Não saberia mesmo amar diferente.
Calos? só os que vêm de outros tipos de amor, daqueles em que se dá entusiasmo e se recebe em troca incompreensão. Por favor, continuem a pisar, enquanto podem. Muito em breve, fecho para balanço.
Adoro a primavera e o outono, e à noite sou rainha.
Barcelona e Paris sempre disputaram minha preferência, mas meu coração agora balança por Budapest, eia, pois Anna Barbara, que não me deixa mentir;-)
Adoro dar presentes que é arte muuuito mais fácil que saber receber. E meus presentes sempre vão acompanhados de laços estrelas e rendas de afeto, envelopes e caixas decoradas de bem-querer.
Às vezes, vão coisas minhas, por engano, que nunca devolvem. Chato, isso!
Não gosto de cobrar absolutamente nada, não funciona! Mas se tivesse que cobrar alguma coisa seria justiça. Sempre.
Ah delicadeza!. Onde já se viu amizade ou amor sem delicadeza, entrega ou disponibilidade?
Quando vejo que falta isso, arranjo sempre um jeito de dar- imperceptivelmente- minha demissão – irrevogável, claro- e saio sem bater a
porta. Quando vão ver não estou mais.
Acho mais corajoso, decente e bem melhor falar que calar.
Morder é preciso e necessário, mas prefiro que não seja eu a morder: a Vida sempre se encarrega de *morder* quem merece ser mordido. Prefiro observar.
Afinal, saber esperar, como dizem os chineses, é uma grande virtude ;-)
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Nota: Retirei os comentários antigos, para não ser indelicada, constrangendo alguns.
Obrigada, Luma.
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Bom, agora a parte biológica/ genética. Sei que não vão me dar a menor confiança (tadinha de mim) , mas mesmo assim: repasso para o Jorge Poeta, para o Lord um “senhor” escritor, para o Fausto um jornalista, estupendo repórter, que deixou de mostrar para nós seus poemas, para o Plima, um tremendo historiador e crítico da sociedade e para Alena, uma refinada encantadora de palavras.
Seja o que Deus quiser!;-)
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AAAH!!!!! Agora leiam aqui, por favor, e depois não reclamem de mim;-)
18 comments 21 September 2007
Etel Frota
Agora, o biscoito fino pros happy fews!
Ontem na recuperação dos flotsam aqui vai algo que me deu muito prazer. Uma marca do que o Sub Rosa sempre se orgulhou: de ser um mero blog de divulgação. Tudo bem que quase sempre breaking the news;-)) Oh yeah! Modéstia pouca é bobagem.
Olhem só:

Etel Frota, querida, com Monica Salmaso, no Sub Rosa.(dez 2002)
lançamento de Artigo Oitavo… Gente de Deus! Tõ pasma!
Lacaniana
Conhecer este amor voraz
insaciado e virtual
É conhecer o buraco, o vazio,
a impotência do meu desejo
É saber que fé não remove
sequer mal-entendidos
Que o nunca nada tem a ver
com o antes ou o tarde
Que quem semeia vento
pode envelhecer esperando a colheita
Enquanto colhe a tempestade
o outro que nem estava interessado na lavoura
É saber que o que tem na frente é nada
Desesperança
Morte
Amanhã ou daqui a vinte e sete anos
Não existo eu
Não existe você
Existe esta dor
Esta ausência
E a alma do mundo, que no momento não pode atender
Quer deixar recado?
Etel Frota. Lacaniana. In: Artigo Oitavo no Sub Rosa
E aí pessoal de Curitiba,;-)) vocês nunca que imaginavam que minha história com Curitiba já vem de óhohóó…desde o tempo do Império:-) Aqui a página da etérea Etel – poeta, roteirista e letrista que já lançou seu segundo livro de poemas Líricas…- no My Space.
Beijo, Etelísima, da sua Meg Bee. Putzgrilo! Nem eu me lembrava mais que o Sub Rosa era tão importante;-). Não por ele mesmo, obviamente, mas pelo que já divulgou! Pelas pessoas que passaram por suas páginas. De primeira água! Do mais puro quilate.
(*) passo depois para responder e replicar o meme da Luma;)
Presentinho para vocês: O que são memes.
1 comment 21 September 2007

